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5 respostas sobre a vacinação contra a COVID-19 no Brasil

5 respostas sobre a vacinação contra a COVID-19 no Brasil

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Sanar

4 minhá 84 dias

As imagens dos primeiros brasileiros que participaram da vacinação contra a COVID-19 tomam conta das redes sociais e dos principais veículos de comunicação. Alguns estados, como Goiás, Piauí e Santa Catarina, iniciaram a campanha de imunização já nesta segunda-feira (18), assim que receberam do Governo Federal as doses da CoronaVac.

A vacina, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, recebeu aprovação de uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O imunizante AstraZeneca, criado pela Universidade de Oxford em parceria com a Fiocruz, também foi aprovado, mas ainda não há doses disponíveis no país.

A Folha de S.Paulo elencou perguntas e respostas sobre a vacinação contra a COVID-19 no Brasil. Veja cinco pontos principais.

Quantas doses já estão disponíveis para vacinação contra a COVID-19 no Brasil?

O Instituto Butantan tem cerca de 11 milhões de doses de CoronaVac já prontas, porém foram aprovadas pela Anvisa somente as seis milhões de doses que estavam no país na data da solicitação do registro.

Para que o restante seja distribuído, novos pedidos de registro serão necessários. A expectativa é que, apesar disso, o processo seja rápido, dada a emergência sanitária que vivemos.   

A partir de quando a vacina de Oxford/AstraZeneca estará disponível?

A Fiocruz teve a aprovação de uso emergencial de dois milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, que seriam importadas da Índia.

O país asiático, porém, adiou a entrega alegando problemas logísticos e o governo federal ainda não conseguiu negociar uma data para receber o carregamento.  

Há outras vacinas na fila de aprovação?

Não. Como relata o jornal, a vacina russa Sputnik V também havia entrado com pedido de registro na Anvisa, mas a solicitação foi negada porque, segundo a agência, o laboratório União Química, responsável pelo imunizante, não apresentou os requisitos mínimos para a submissão.

Quem deve receber a vacina primeiro?

Segundo o plano divulgado pelo Ministério da Saúde, a fase 1 será para imunização de grupos prioritários formados por profissionais da saúde, idosos a partir de 75 anos, pessoas de 60 anos ou mais que vivem em asilos ou instituições psiquiátricas e populações indígenas.

Porém, as doses disponíveis até o momento não contemplam todo o contingente da fase 1. O governo federal ainda não disse quais serão os critérios de prioridade de vacinação.

Já o governo estadual de São Paulo começou a imunização pelos profissionais da saúde de seis hospitais do estado (HC da USP, HC de Ribeirão Preto, HC de Campinas, HC de Botucatu, HC de Marília e Hospital de Base de São José do Rio Preto).

A previsão é de que 60 mil pessoas sejam imunizadas nesses locais nos próximos dias. Depois, sem precisar exatamente quando, o estado vai distribuir as vacinas para prefeituras, que deverão imunizar profissionais da saúde, idosos e indígenas.

É preciso ter cadastro prévio para ser vacinado? Quais documentos deverão ser apresentados?

O Ministério da Saúde afirmou que, se o paciente não estiver cadastrado na base de dados, o profissional da saúde poderá registrá-lo no momento do atendimento. Não há, porém, especificação sobre quais documentos deverão ser apresentados.

Agora que você viu os principais pontos sobre a vacinação contra a COVID-19 no Brasil, saiba mais sobre a pandemia e sua projeção ao longo de 2021.

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