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Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade: reflexo nos tempos modernos | Colunistas

O TDAH, como é comumente chamado o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, é um transtorno que já se autodenomina, cursando com hiperatividade e desatenção, além de impulsividade, fatores listados como critérios para o estabelecimento do diagnóstico, segundo o DSM-V (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, em média 4% da população adulta, a nível mundial, sofre com o TDAH. Já no Brasil, o transtorno atinge cerca de 2 milhões de pessoas adultas.  Embora os dados se refiram a pessoas adultas, sabe-se que o TDAH surge logo na infância, na maioria dos casos, perdurando para a vida adulta. Os sintomas podem ser distintos entre a faixa etária infantil e adulta, porém o alicerce que compõe o transtorno (hiperatividade-impulsividade-desatenção) pode permanecer presente ao longo da vida. Fonte da imagem: https://mundoeducacao.uol.com.br/psicologia/transtorno-deficit-atencao.htm Sintomas em Crianças  No que concerne as crianças e adolescentes, os principais sintomas que são observamos, englobam agitação, inquietação, movimentação extensiva pelo ambiente, mexem em diversos objetos, possuem dificuldade em se manterem parados, acabam falando muito e muitas vezes sem sentido entre um assunto do outro, além de serem facilmente influenciados por distrações no ambiente.  Os pais normalmente relatam que as crianças portadoras de TDAH costumam se esquecer muito das atividades corriqueiras da vida, como o material escolar e as lições de casa. Outra característica é a impulsividade, então é comum o púbere interromper os outros, agir sem pensar antes nas consequências, responder uma pergunta antes que o interrogador termine de fazê-la.  Outro traço bem perceptível é o baixo rendimento escolar, porque justamente não conseguem focar nos assuntos que são apresentados. Acredita-se que indivíduos do sexo feminino apresentem menores taxas de

Gabriella Mares

8 min ontem

Anemias hemolíticas: doença falciforme | Colunistas

Introdução A anemia falciforme faz parte de um grupo de doenças conhecido como síndromes falcêmicas. São distúrbios da hemoglobina em que há herança do gene de beta-globina S (S de “sickle”, foice em inglês).  Esse gene ocorre pela mudança do ácido glutâmico pela valina na posição 6 da cadeia beta. Além de ser hereditária, a anemia falciforme é caracterizada por dois fenômenos: a oclusão vascular e a hemólise. Epidemiologia A mutação ligada à doença falciforme era mais comum em populações descendentes da África Subsaariana, e também da Índia, da Arábia Saudita e de países mediterrâneos. Atualmente, no entanto, está presente em grande parte da população mundial, e sua prevalência no Brasil é considerável, a depender do estado, sendo uma das doenças hereditárias mais encontradas. Acredita-se que a disseminação do gene tem ligação com a malária e o sedentarismo agrícola da espécie humana, que aumentou a transmissão por mosquito. Algo que corrobora essa teoria é o fato de existir uma conexão entre a mutação e a malária, visto que pessoas com o gene parecem ter um tipo de resistência à infecção pelo plasmódio. Fisiopatologia Como comentado antes, a anemia falciforme é um distúrbio genético, a homozigose da hemoglobina S. Na cadeia beta de hemoglobina, deveria existir um aminoácido ácido glutâmico na posição 6, que se tornaria o gene normal de beta-globina. No entanto, existe uma troca de base nitrogenada adenina por tiamina, que ocasiona na substituição do ácido glutâmico pelo aminoácido valina. A hemoglobina resultante é menos solúvel que a hemoglobina normal fetal ou a hemoglobina do adulto. O polímero formado pela HbS altera a conformação da hemácia, que toma uma forma alongada, de foice, além de alterar

Giuliana Fulco

5 min ontem

Ventilação mecânica invasiva: um resumo | Colunsitas

Introdução De fundamental importância para o tratamento de pacientes com quadros respiratórios graves, a ventilação mecânica invasiva (VMI) é prática de rotina nas emergências e unidades de terapia intensiva. Neste texto você aprenderá um pouco mais sobre os conceitos e aplicação deste importante suporte terapêutico. Indicações Muito além de suprir a necessidade de pacientes com insuficiência respiratória, a VMI tem outras indicações que visam reduzir a fadiga da musculatura respiratória e aumentar o conforto do paciente. Algumas delas estão listadas abaixo: Insuficiência respiratória;Fadiga da musculatura respiratória;Proteção das vias aéreas;Parada respiratória ou cardiorrespiratória;Cirurgias com anestesia geral;Instabilidade hemodinâmica grave. Conceitos em ventilação mecânica Para entender a ventilação mecânica é fundamental que você saiba o significado e a aplicação de determinados conceitos da mecânica ventilatória. Ao contrário do que acontece durante a ventilação espontânea, a ventilação mecânica é feita por meio de pressão positiva, de modo que o ar é impelido para dentro dos pulmões, ao passo que na respiração fisiológica, a contração do diafragma e dos músculos intercostais exerce uma pressão negativa na caixa torácica, possibilitando, assim, a entrada de ar por meio de um fluxo de pressão. Tendo isso em mente, agora podemos explorar alguns conceitos fundamentais: Complacência: capacidade de expansão pulmonar, representando sua elasticidade.Resistência: força que se opõe à passagem de ar pelas vias aéreas.Pressão de Pico (Ppico): maior valor de pressão, obtido ao final da inspiração.Pressão de Platô (Pplatô): pressão sobre os alvéolos ao final da inspiração, obtido por meio de uma pausa inspiratória.Pressão Expiratória Final Positiva (PEEP): responsável por manter uma pressão mínima ao final da expiração, evitando, assim, o colabamento dos alvéolos.Driving Pressure: diferença entre a Pplatô e a PEEP. Mecânica

André Busato

5 min ontem

Resumo sobre pneumoconiose do mineiro | Colunistas

Introdução  Em todo o mundo, o carvão continua sendo uma das maiores fontes de energia, contribuindo para cerca de um quarto do fornecimento mundial de energia e mais de um terço do combustível usado para produzir eletricidade. A projeção de carvão para produzir aproximadamente 40% de eletricidade em todo o mundo e 34% nos Estados Unidos até 2040.   Partículas de pó de carvão são criadas durante o processo de produção de carvão. Exposições excessivas ao pó de carvão podem sobrecarregar o mecanismo dos pulmões para remover essas partículas, fazendo com que elas se acumulem com o tempo.  Devido aos avanços tecnológicos modernos, volumes significativos de carvão podem ser extraídos por turno. Através da exposição constante e inalação de partículas de pó de carvão, os mineiros de carvão têm um risco aumentado de desenvolver doenças respiratórias categorizadas como doença pulmonar de pó de mina de carvão (CMDLD). Estas condições pulmonares podem variar de fluxo de ar limitado ou obstrução à causa de doenças pulmonares intersticiais.  Quando essas partículas são introduzidas nas vias aéreas, elas podem causar um processo reativo no tecido pulmonar conhecido como pneumoconiose. A pneumoconiose do trabalhador do carvão (CWP) também é conhecida como “doença pulmonar negra”, uma das condições mais comuns que se enquadram na categoria CMDLD, juntamente com a silicose, pneumoconiose de poeira mista com exposição coexistitária de sílica, bronquite crônica, enfisema e fibrose difusa relacionada à poeira.   A CWP é dividida em duas categorias: CWP simples (SCWP) e CWP (CCWP), ou fibrose maciça progressiva (PMF), dependendo da extensão e gravidade da doença.        Pneumoconiose dos trabalhadores do carvão (doença pulmonar negra). Espécime grosso demonstrando pneumoconiose do trabalhador de carvão simples.

Julio Antônio Miranda

25 min anteontem

O avanço da infecção por HIV/AIDS em idosos | Colunistas

O padrão epidemiológico da infecção por HIV passou por mudanças ao longo das décadas. Nos últimos anos observou-se o aumento na população idosa devido a fatores como estigma social, falta de políticas públicas direcionadas e esclarecimento sobre a doença. Notou-se que os idosos apresentam comportamento de risco para a infecção e carecem de cuidados e não devem ser negligenciados. Epidemiologia ao longo das décadas Depois do contágio do primeiro ser humano pelo HIV (até então um retrovírus desconhecido) em meados da década de 1920 na África, a infecção pelo vírus foi pouco estudada, o que propiciou a sua disseminação inicialmente pelo continente africano e posteriormente por todo o globo. No final da década de 1970 e início da década de 1980, homossexuais no continente americano começam a desenvolver a uma doença ainda de causa desconhecida que viria a ser chamada de AIDS (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida – SIDA em português), criando um grande estigma e preconceito com essa população. Durante esse período a doença ficou conhecida como GRID (Gay-Related Immunodeficiency Disease) e chegou a ser chamada no Brasil como “Peste Gay”. Já a partir da década de 1990, a doença começou a avançar nas demais populações. Observou-se um aumento do diagnóstico em heterossexuais e jovens, mas também em idosos e foram notificadas as transmissões verticais.  Durante muitos anos a transmissão por transfusão sanguínea foi muito relevante, contudo, atualmente, a transmissão ocorre basicamente por via sexual ou por acidentes de trabalho que envolvam materiais cortantes e exsanguinação, com exceção da transmissão vertical (principal forma de contágio em menores de 13 anos de vida). Vida sexual dos idosos A vida sexual ativa da população tem se estendido ao longo

Víctor Miranda Lucas

3 min anteontem

Cardiologia pediátrica: síndrome de noonan | Colunistas

A síndrome de Noonan (SN) foi descoberta em 1963 pela cardiologista pediátrica Jacqueline Noonan. É hereditária, tendo caráter autossômico dominante, com distribuição semelhante em ambos os sexos. A incidência varia de 1:1000 a 1:2500 nascidos vivos. Oncogenética: A via de sinalização RAS/MAPK Genes relacionados com a via de sinalização RAS/MAPK foram relacionados com a sua etiologia. Os genes PTPN11, SOS1, RAF1, KRAS e SHOC2 foram relacionados com a etiologia da síndrome e são responsáveis pela via de sinalização RAS/MAPK. A via RAS/MAPK é frequentemente descrita como a principal via de transdução de sinal. Essa via é capaz de estimular a angiogênese por meio de alterações na expressão de genes diretamente envolvidos na formação de novos vasos sanguíneos e está envolvida na regulação do ciclo celular, cicatrização de feridas e reparo de tecidos, sinalização de integrina e migração celular. Ras é o oncogene mutado com mais frequência no câncer humano. Mutações no oncogene K-ras foram localizadas nos códons 12, 13, 59 e 61.  Figura 1: Via RAS / MAPK. Domínios fosforilados em tirosina de receptores de tirosina quinase ativados atuam como locais de ancoragem para várias proteínas intracelulares. (Schubbert e cols, 2007)  Diagnóstico e os critérios de Van der Burgt  A consideração diagnóstica diferencial principal é síndrome de Turner. Outros diagnósticos diferenciais incluem a síndrome cardiofaciocutâneo, a síndrome de Costello, a Neurofibromatose tipo 1 (NF1) e a síndrome LEOPARD.  Existem características comuns à ambas as patologias. Contudo, Na síndrome de Turner o coração esquerdo é mais acometido, tendo como principal anomalia a estenose aórtica, enquanto que os portadores de Noonan tem como principal anomalia cardíaca a estenose pulonar (de Majo e cols., 1979)  Em 1981, Duncan e cols.

Gabriel Moreira Fonseca

4 min anteontem

Resumo sobre a classificação TASC II | Colunistas

Em medicina a classificação de doenças faz um papel essencial no manejo das mais diversas afecções com as quais o médico se depara. Não seria diferente na cirurgia vascular. Existem várias classificações das diversas doenças vasculares, neste texto será abordada a classificação TASC II (Transatlantic Consensus Document on Management of Peripheral Arterial Disease) que auxilia no diagnóstico e tratamento de pacientes com Doença Arterial Periférica. Mas antes, o que é a Doença Arterial Periférica? Essa afecção vascular é representada pela diminuição de calibre de artérias do corpo que pode culminar em eventos obstrutivos. É mais comum em pessoas acima dos 55 anos e tem por característica ser assintomático na maioria dos afetados. A causa principal dessa doença é a aterosclerose, portanto a DAP é uma doença de caráter degenerativo, o que explica a prevalência em idades avançadas.  Existe uma série de fatores de risco que podem culminar em DAP: DislipidemiaDoença arterial coronarianaHipertensão arterial sistêmicaDoença renal crônica dialíticaDoença cerebrovascularObesidadeProteína C Reativa aumentadaEstados de hiperviscosidade e de hipercoagulabilidade sanguíneaHiperhomocisteinemiaIdade avançadaTabagismoSedentarismoHistória familiar de DAPGênero Masculino Sintomas e sinais da DAP Os sintomas e sinais da DAP estão relacionados a diminuição do fluxo sanguíneo consequente à progressiva estenose das artérias. Os membros inferiores são os locais mais afetados do corpo, mas virtualmente todas as artérias periféricas estão disponíveis para a ocorrência da DAP. O principal sintoma do paciente com DAP é a claudicação intermitente, em que o paciente passa a mancar depois de caminhar alguma distância por insuficiência arterial do membro acometido. Esse sintoma tem por característica melhora com repouso. É como se fosse uma “angina” de membro inferior. Associada à claudicação intermitente o paciente pode ainda apresentar os seguintes sintomas:

Annelise Oliveira

5 min anteontem

Avaliação básica da saúde da pele: como proceder? | Colunistas

POR QUE PRECISO SABER SOBRE PELE? Qual a primeira coisa que você olha em alguém? A face? A cor dos olhos? A altura? O formato do corpo? Tamanho de mãos e pés? Enfim, independente de gostos e particularidades, todas as regiões citadas anteriormente, são compostos ou delimitados pelo maior órgão do corpo humano: a pele. No fim das contas, independente da parte que você olhe, a pele é uma característica que jamais passa despercebida por qualquer um. É muito curioso como a pele é um retrato fiel da saúde. Isso é facilmente perceptível quando você coloca diferentes gerações de indivíduos juntos, como um avô de 70 anos, um pai de 45 anos e um neto de 2 anos. Ao comparar os três, é nítida a diferença da pele de cada indivíduo, em como ela é um retrato fiel do tempo de vida, da saúde e do cuidado do indivíduo consigo.  ANATOMIA E FISIOLOGIA DERMATOLÓGICA A pele é o maior órgão do corpo humano possuindo uma superfície de 1,8 m², uma espessura de até 9 mm e pesando por volta de 9 a 10 Kg. É dividida em 3 grandes regiões: a epiderme, derme e hipoderme. Além dela, há os anexos cutâneos: unhas, pelos folículos pilossebáceos, glândulas sebáceas e as sudoríparas. FONTE: Gusso, 2019 A epiderme é a camada mais superficial, apresentando função de barreira semipermeável, de adesão celular, imunidade e proteção contra radiação UV. Alguns dos seus componentes celulares que colaboram para as funções acima são: queratinócitos (síntese de proteínas), melanócitos (proteção contra radiação UV), células de Langerhans (apresentadoras de antígenos) e células de Merkel (função neuroendócrina ainda não especificada). É dividida em 4 subcamadas: córnea, granulosa, espinhosa e basal.

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