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A clínica do sonhos é possível? | Colunistas

A resposta é simples! Sim, com gestão financeira eficiente!

Imagine, você, paciente, chegando numa clínica esteticamente feia, com funcionários mal vestidos, secretária antipática, médico mal humorado que te atende rápido, sem qualidade, estrutura precária, banheiro sujo…

Você já pensou que isso pode ser reflexo da gestão financeira inadequada do serviço?  Assim como as finanças pessoais e de uma casa própria, a gestão e o planejamento são fundamentais para garantir sobrevivência de uma clínica.

Gestão Independente das Finanças

É praticamente certo que uma clínica como a desenhada acima passa por dificuldades financeiras. Alguns fatores podem explicar o fato desses serviços serem mau geridos.

Muitas vezes, pode haver mistura entre finanças pessoais com a gestão de finanças da clínica – por exemplo, retirar dinheiro do caixa, no meio do expediente para pagar uma conta ou algo pessoal. Isso deve ser evitado a todo custo!

O profissional deve enxergar a clínica como um empreendimento: planejado, bem organizado, com objetivos claros e metas a serem cumpridas. Isso tudo só vai ser possível com as finanças organizadas e sem confusão entre os “caixas”.

Qual o objetivo de uma unidade de saúde?

O objetivo primordial de um estabelecimento de saúde – como uma clínica – deve ser a assistência médica, a promoção de saúde. Ainda assim, não se deve esquecer da máxima de que como é um empreendimento privado, é preciso que ela seja sustentável financeiramente:  que sua renda possa cobrir o custo de tudo que foi investido e os custos diários de operação, favorecendo, quando feito o balanço, o retorno financeiro esperado.

É fundamental, quando da estimativa de gastos, incluir o gasto com cafezinhos, itens de papelaria… Por vezes itens tidos como “menores” (invisíveis), quando somados, podem fazer um grande volume, causando “desbalanço” no caixa.

A clínica bem gerida também tem uma reserva – uma margem de dinheiro para gastos eventuais (manutenção, melhorias pontuais), gastos previsíveis: como férias, demissões e licenças dos funcionários, bem como estimar os períodos de baixo fluxo de pacientes, quando os gastos fixos podem superar a receita.

Melhorando a eficiência financeira da clínica

Tendo tudo isto em mente, o gestor pode lançar mão de alguns sistemas de gestão, que otimizem processos, e que consigam até detectar gastos que estejam se excedendo, por exemplo: excesso de impressão de prontuários, ou exames, e mesmo gerar alternativas sustentáveis e econômicas. O meio ambiente agradece.

Então, quando estiver pensando em organizar sua clínica ou hospital, querendo prestar o melhor cuidado, melhor serviço, boa ambiência e excelência no atendimento, ter o controle das finanças é um pilar essencial do serviço, e deve ter a máxima importância no planejamento.

 Sucesso e bons negócios!


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