A Morte Encefálica

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Editora Sanar
2 min1,052 days ago

A morte encefálica (ME) é a definição legal da morte. Esse tópico merece uma atenção especial, uma vez que ainda causa muitas dúvidas na população. O fato de haver uma constatação de morte mesmo com o paciente possuindo função cardíaca preservada e respirando com ajuda de ventilação mecânica provoca em muitos casos uma falha de compreensão de que o ente querido realmente faleceu. Entretanto, a equipe de saúde exerce inúmeros testes minuciosos que irão procurar qualquer vestígio de função do tronco encefálico e, caso não seja encontrado nenhum, o diagnóstico de ME está definido.

Ela deve ser entendida como a “morte baseada na ausência de todas as funções neurológicas”, ou seja, se trata da perda completa e irreversível das funções cerebrais. A ME pode ter como causa uma lesão grave ao encéfalo, como pode ocorrer em casos de acidentes vasculares encefálicos (AVE), que faz com que o órgão não seja nutrido de forma adequada e acabe morrendo.

Tendo sido declarada a ME, a equipe de profissionais da saúde irá conversar com a família do paciente sobre as decisões a serem tomadas a partir daquele momento. Dentre essas decisões, uma delas é o desligamento do ventilador e a outra seria a doação dos órgãos e/ou tecidos, caso o paciente não possua contraindicações.

Apesar de ser um assunto delicado, o conhecimento a respeito da ME é de suma importância, de modo que a família que perca seu ente querido de tal forma possua todas as informações necessárias para a tomada de decisões a respeito de uma possível doação de órgãos, o que é extremamente difícil.

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Paciente do sexo feminino, 65 anos, com nódulo na tireoide identificado em exame físico, com 2,0 cm de diâmetro, endurecido, em lobo esquerdo. Realizada ultrassonografia da glândula tireoide, caracterizando nódulo sólido de 2,0 cm em lobo esquerdo e nódulo de 1 cm no lobo direito, e com laudo final de "bócio multinodular". A melhor conduta seria:

A
observação clínica.
B
tratamento com tiroxina em doses supressivas.
C
tomografia computadorizada para confirmar multinodularidade.
D
exame citológico de material obtido por punção biópsia aspirativa por agulha fina.
E
radioiodoterapia.
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