A trajetória de médicos e barbeiros no Rio de Janeiro da segunda metade do século XIX

A trajetória de médicos e barbeiros no Rio de Janeiro da segunda metade do século XIX

Autores:

Rodrigo Aragão Dantas

ARTIGO ORIGINAL

História, Ciências, Saúde-Manguinhos

versão impressa ISSN 0104-5970versão On-line ISSN 1678-4758

Hist. cienc. saude-Manguinhos vol.22 no.3 Rio de Janeiro jul./set. 2015

http://dx.doi.org/10.1590/S0104-59702015000300023

ABSTRACT

This work analyzes aspects of the healing work performed by doctors and barber- surgeons in Rio de Janeiro between 1840 and 1889, based on the names and addresses in the Laemmert Almanaque. This not only provided the geographic location of where these agents were active within the city, but also identified the advertisers who featured repeatedly and those who moved to other locations. By cross-referencing this data with notary public sources and church records, which identified objects used in therapeutic practices, such as fleams, cupping-glasses and lancets, one can to better understand the way these therapists worked in a context characterized by the disqualification of the popular arts of healing, the slavery crisis and changes in academic concepts about diseases.

Key words: barber-surgeons; popular cure practices/history; academic medicine; Brazil

A presente nota de pesquisa aponta algumas conclusões da dissertação de mestrado por mim defendida sobre o tema dos barbeiros-sangradores e ao mesmo tempo lança algumas hipóteses iniciais da minha pesquisa de doutoramento sobre a relação dos médicos com as artes de cura no Rio de Janeiro, durante o século XIX.1

Em meu trabalho ressaltei a importância do sangrador no circuito de cura carioca do século XIX. Lembro que as concepções médicas acadêmicas e da cura popular tinham, por vezes, pontos de encontro. Um caso estudado foi o da sangria, meio terapêutico reconhecido como importante por médicos e praticado por barbeiros-sangradores.

Baseada no paradigma hipocrático-galênico segundo o qual a saúde individual dependia do equilíbrio dos humores que compunham o corpo humano, em termos de quantidades e localização (Lebigre, 1985), a medicina acadêmica encarava a sangria como meio terapêutico eficiente. Apesar disso, delegava essa prática aos barbeiros-sangradores, pois a sangria era considerada um ramo da arte da cirurgia. Esta, por sua vez, sendo atividade manual e que lidava diretamente com o sangue, era desvalorizada em relação à medicina, “arte liberal” que eximia o médico de tocar o doente para verificar o pulso (Barradas, 1999). No Brasil do século XIX, essa hierarquia das artes de curar começou a sofrer um processo de modificação, muito embora os barbeiros-sangradores ainda se mantivessem majoritariamente como escravos e forros e desempenhassem as atividades de sarjar, sangrar e aplicar sanguessugas e ventosas.

De fato, os dados provenientes da documentação da Fisicatura-Mor, órgão responsável pela regulamentação e fiscalização das artes de curar e atividades afins entre 1808 e 1828, confirmam a asserção acerca de quem exercia a arte da sangria, apesar de não sabermos quão significativo era o número de sangradores oficializados em relação ao total dos que atuavam sem licença no período. Análise com base nos processos da Fisicatura-Mor, feita por Pimenta (1998), a respeito da condição jurídica dos sangradores mostrou que, entre os pedidos brasileiros, 84% dos casos (que correspondem a 164 em 193 pedidos) eram de forros, escravos ou indivíduos livres que podiam ser sangradores e, na maior parte das vezes, obtinham tal habilitação antes ou junto com a de cirurgiões. No entanto, escravos e forros eram praticamente sempre sangradores, não podiam aspirar a um nível mais alto na hierarquia estabelecida pela Fisicatura-Mor. Entre os pedidos brasileiros que apresentavam a condição jurídica do “suplicante”, 61,7% (ou seja, 101) eram de escravos, e 38,3% (63), de forros (Pimenta, 1998).

À medida que a corporação médica se organizava ao longo da primeira metade do século XIX (Edler, 1992; Ferreira, 1996), a sangria passou a ser considerada uma operação delicada e complexa demais para escravos e forros. Isso, contudo, não aconteceu de uma hora para outra. A figura do sangrador estava longe de representar um consenso para os médicos. Tânia Pimenta (1998) demonstra que, mesmo com as tentativas de reprimir e desqualificar a prática da sangria por barbeiros, ou agentes de cura não pertencentes ao círculo médico oficial, eles continuaram a atuar na primeira metade do século XIX (Pimenta, 2007). Em minha dissertação observei que, embora a presença de barbeiros-sangradores nas práticas de cura fosse marcante, um segmento desse oficio começa a se diferenciar ao investir mais em práticas estéticas (Dantas, 2013) ao longo da segunda metade do século XIX.

Apesar do crescente prestígio dos médicos acadêmicos, principalmente aqueles ligados à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e à Academia Imperial de Medicina, observou-se que a corporação médica não era coesa (Edler,1992). Vários debates e disputas dificultavam uma ação conjunta de repressão às artes de cura populares. Tais disputas no seio da elite médica me levaram a examinar com mais atenção os médicos ordinários, que praticavam a medicina, mas não eram professores da faculdade nem membros da Academia Imperial de Medicina, uma vez que sua posição social permitiria, talvez, maiores possibilidades de interação com sangradores.

Para fazer essa análise utilizei como principal fonte o Almanaque Laemmert. Aí foram colhidas informações referentes aos nomes e endereços dos sangradores e médicos que atuavam na cidade do Rio de Janeiro entre 1844 e 1889. Utilizando como padrão um mapa da cidade de 1852, foram levantadas as áreas de atuação dos médicos e sangradores ao longo do período demarcado, distinguindo nove momentos (mapas) sucessivos a intervalos de cinco anos, tentando sempre estabelecer correspondência entre os dois ofícios. Além do mapeamento,os anúncios desses ofícios foram quantificados e categorizados.

Para os barbeiros, encontrei cerca de 2.500 anúncios originários de mil anunciantes. Observa-se aumento gradual de anunciantes no Almanaque, com média de 93 por ano. Além disso, houve aumento significativo de lojas de barbeiros no período. Atentei também para o número de barbeiros anunciantes antigos e novos e para o número de anunciantes que mudaram ou permaneceram no mesmo endereço entre um anúncio e outro. Quanto a esse aspecto, foi constatada a inserção de poucos barbeiros novos de um ano para outro, em média de 24%. A taxa de barbeiros que mudavam de endereço era ainda menor: 3%. Uma análise preliminar desses números indica que, além do aumento gradual das lojas de barbeiros, houve poucas mudanças de endereço e contingente pequeno de barbeiros novos a anunciar de um ano para outro. Isso sugere a permanência dos barbeiros e provavelmente das redes que os ligavam a seus clientes. Tais resultados também confirmam a importância do ofício na sociedade carioca do século XIX, com razoável renovação a cada ano.

Apesar do crescente número de anúncios de barbeiros por toda a série histórica, houve gradual mudança no perfil dos praticantes do ofício em fontes cartoriais relativas a alguns indivíduos estudados (inventários post-mortem, cartas testamentárias, processos criminais, livros de batismo e óbitos e habilitações para casamento).2 Essa mudança ajuda a entender a persistência de anúncios no Almanaque relacionados ao ofício de barbeiro. O que se observou ao longo da segunda metade do século XIX foi a inclinação cada vez maior do ofício a práticas ligadas à estética e cada vez menor a práticas relacionadas à cura, assim como a maior presença de portugueses em contraponto aos africanos e seus descendentes. Trata-se de um processo que ocorreu ao longo do Oitocentos e, certamente, não implicou o desaparecimento de barbeiros-sangradores escravos ou forros. Esses, contudo, provavelmente mantiveram suas atividades de forma ambulante. Tais afirmações serão mais bem demonstradas ao longo do presente texto.

Também encontrei número crescente de médicos anunciantes nos primeiros anos, que logo se estabiliza. Durante o período estudado, 1844 a 1899, foram contabilizados cerca de nove mil anúncios de médicos referentes a cerca de 3.500 médicos anunciantes. No ano inicial, 1844, há 87 anunciantes, número que aumenta até 1857, quando se observam 344 anunciantes (o número de anúncios e anunciantes em um ano é o mesmo, esse dado só é variável quando se analisam dois ou mais anos, já que existem anunciantes que repetem seus anúncios em vários anos). A partir de então até o ano final, 1889, os números se mantêm em média de pouco mais de trezentos anúncios por ano. Essa informação corrobora os dados apresentados por Flávio Edler (1992) sobre médicos atuantes na corte para a segunda metade do século XIX.

Ao cruzarmos os dados de médicos e sangradores anunciantes, constatamos as duas tendências diferentes: aumento gradual contínuo dos anúncios de barbeiros até o último ano analisado, aumento dos anúncios de médicos até 1857, quando há uma estabilização na média de 350 por ano, como mostra o Gráfico1. Cabe observar que os números absolutos de barbeiros e médicos só se equivalem no segundo ano da amostragem. Nos demais anos, o número de médicos sempre foi maior.

Gráfico 1 : Número de barbeiros e médicos anunciantes no Almanaque Laemmert, 1844-1889 

A relativa estabilização do número de médicos anunciantes a partir de 1857 pode ser reflexo da crescente competição por clientela, o que levava muitos a recorrer a cargos públicos. Como nos indica Edler (1992, p.63; destaques no original): “afirma-se uma tendência de empobrecimento da maioria dos médicos, gerada pela crescente competição em torno da reduzida clientela de ‘boa casa’, e aguçada pela livre atuação de outras categorias de curadores”. Como destaca o autor, a própria competição por espaços de atuação entre os médicos e os outros ofícios de curar interferiu no modo como a profissão se inseriu e desenvolveu na corte. O fato de os barbeiros manterem uma curva de aumento das barbearias também demonstra permanência e competitividade, mesmo sofrendo com a desautorização política que a medicina acadêmica tentava impor.

Outra análise feita a partir dos números e endereços de barbeiros e médicos presentes no Almanaque Laemmert foi a distribuição dos anúncios por freguesia, de maneira a observar melhor os deslocamentos e as interações de barbeiros e médicos na cidade do Rio de Janeiro.

O Gráfico 2 revela divisão mais equilibrada dos médicos pelas freguesias do Rio de Janeiro, sendo eles também os primeiros a se deslocar para suas periferias. Já no caso dos barbeiros (Gráfico 3), sua presença é destacada em freguesias centrais, como Sacramento e Candelária.

Gráfico 2 : Distribuição de médicos por freguesia urbana, 1844-1848 

Gráfico 3 : Distribuição de barbeiros-sangradores por freguesia urbana, 1844-1848 

A grande quantidade de barbearias e seu crescimento ao longo dos anos analisados demonstra, mais uma vez, que deve ser relativizado o poder dos médicos proveniente da institucionalização pela qual a medicina passou no período e da repressão que pretenderam impor às artes populares de curar. Nos anúncios analisados, todas as listas, até 1888, se referem a “barbeiros e sangradores”, vinculando assim a atividade de barbeiro à possível prática da sangria. Na corte imperial, onde os órgãos fiscalizadores teriam mais eficácia que em qualquer outra localidade do Império, expandiam-se na cidade as lojas de barbeiro, nas quais em geral se praticava a sangria, com endereços fixos e publicados em um periódico importante.

A partir de 1870, observamos a expansão dos anúncios de barbearias e consultórios médicos nas freguesias mais afastadas, acompanhando o crescimento da cidade. Como já observado, as barbearias que anunciaram no Almanaque espalharam-se por todo o Centro da cidade e tiveram presença significativa nas freguesias afastadas do Centro, mas, ao estudar mais detalhadamente essa expansão, pode-se inferir mais sobre as condições sociais dos barbeiros ao longo da segunda metade do século XIX.

No período 1869-1873 foram encontrados 38 anúncios na freguesia da Glória (21 referentes ao Catete), nove na Lagoa, nove em São Cristovão e três no Engenho Velho. No período 1874-1878 há 42 anúncios para a Glória, 17 para a Lagoa, 13 para São Cristóvão e um para o Engenho Velho. Em 1879-1883 existem 44 anúncios para a Glória, 23 para a Lagoa, 12 para São Cristóvão e nenhum para o Engenho Velho. No último período analisado havia cinquenta anúncios para a Glória, 28 para a Lagoa, 15 para São Cristóvão e dois para o Engenho Velho. O Gráfico 5 permite visualizar melhor esses números e sua evolução.

Gráfico 4 : Número de anúncios em freguesias afastadas do Centro, 1879-1889 

Gráfico 5 : Número de barbeiros-sangradores nas freguesia da Glória, Lagoa, São Cristovão e Engenho Velho, 1869-1889 

O Gráfico 5 mostra que a tendência geral de aumento de todos os anúncios de barbeiros-sangradores na cidade também é observada nas freguesias periféricas. Além disso, há crescimento mais acentuado nas áreas da Zona Sul, dominadas por classes mais altas, em detrimento das freguesias de São Cristóvão e Engenho Velho. São Cristóvão, local a princípio escolhido pela elite para erguer suas habitações, por abrigar o palácio do imperador, começou a perder prestígio para locais como Lagoa e Glória (Abreu, 2010).

Embora tenha havido aumento de anúncios de barbeiros e médicos nas freguesias periféricas, a maior parte dos endereços anunciados concentrava-se nas freguesias centrais. As freguesias periféricas representavam apenas cerca de 1/7 do total de anúncios. Em termos socioespaciais verifica-se que a presença de barbeiros nas freguesias mais afastadas (Glória e Lagoa) foi significativa, embora não possamos identificar a condição social dos que atuavam nessas localidades. Decerto havia quantidade expressiva de barbeiros em áreas da cidade destinadas a classes mais altas, e, se atuavam, existia demanda pelos seus serviços, que abrangiam desde corte de cabelo até práticas curativas como a sangria, muito embora tenha sido observada ao longo da pesquisa maior presença do trabalho estético em contraposição ao curativo, o que ajudaria a entender a presença constante das barbearias mesmo em um processo de desautorização da cura popular, destacando-se que os barbeiros que atuavam também como sangradores devem ter exercido seu ofício de forma ambulante, assim como muitos já faziam na primeira metade do século XIX, estando, dessa forma, menos sujeitos à fiscalização (Pimenta, 1998). Esses dados cartográficos e quantitativos ajudam a corroborar a tese de que a população escolhia a forma como queria ser curada, e que mesmo as pessoas com condições de pagar médicos acadêmicos levavam em consideração outras modalidades terapêuticas.

Além da análise dos números de barbeiros e médicos, consegui estudar mais especificamente a trajetória de atuação de 13 barbeiros encontrados nas documentações do Arquivo Nacional. Observei, então, a mudança de perfil de muitos deles. Identifiquei barbeiros portugueses que chegavam à cidade do Rio de Janeiro na virada da segunda metade do século e trabalhavam como prestadores de serviços não mais no campo da cura, mas no da estética. Tal constatação se torna um elemento importante na resolução do aparente paradoxo: aumento de barbeiros na cidade em paralelo com o aumento da institucionalização da medicina, cujos representantes pressionavam as autoridades para reprimir as práticas de cura populares. Minha análise concluiu que um grupo desses barbeiros não praticava a sangria, portanto, a fiscalização médica não era cabível nem necessária, deixando um bom espaço para expansão dessas barbearias.

Não proponho que tenha ocorrido extinção da atividade curativa dos barbeiros na segunda metade do século XIX. Certamente, eles existiam ainda em grande número na cidade (tanto nas lojas, quanto de forma itinerante) até pelo menos a virada do século XIX para o XX. Chamo atenção, contudo, para a introdução, de forma paulatina, desse novo tipo de barbeiro: português, sem escravos e que tinha no trabalho com a estética sua forma de ofício. Esse novo grupo de barbeiros começou a surgir em decorrência das próprias modificações da cidade a partir da segunda metade do século XIX – uma cidade que exporta seus escravos para as áreas do vale do Paraíba e continua a atrair migrantes portugueses dedicados, principalmente, às atividades de comércio e serviços.

Na pesquisa de doutoramento, pretendo avançar na análise mais especifica dos médicos e, assim, conseguir traçar um perfil mais próximo da vida cotidiana, como foi feito com os barbeiros-sangradores em minha dissertação, cujos resultados resumidos se encontram nesta nota. Ao me debruçar sobre a questão dos médicos, encontro um universo que abrange cerca de nove mil anúncios, entre 1844 e 1889, apropriado para o objetivo de destacar das sombras do anonimato os médicos ordinários, aqueles que não circulavam nos meios acadêmicos ou institucionais. Pretendo estudar o perfil do médico ordinário, tendo como hipótese que sua relação de conflito e cooperação com as artes de cura populares ocorria em nível muito mais intenso. O terreno da disputa e/ou cooperação diária entre as várias práticas de cura não se dava nos meios institucionais ou acadêmicos, e sim na prática cotidiana junto aos enfermos. São essas interações e ecos da rua, entre a medicina acadêmica e as artes populares de cura, que pretendo analisar aprofundadamente na tese.

REFERÊNCIAS

ALMANAQUE LAEMMERT. Almanaque Administrativo, Mercantil e Industrial do Império do Brasil. 1844-1889.
ABREU, Mauricio de Almeida. Geografia histórica do Rio de Janeiro (1502-1700). 2v. Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio; Prefeitura do Município do Rio de Janeiro. 2010.
BARRADAS, Joaquim. A arte de sangrar de cirurgiões e barbeiros. Lisboa: Horizonte. 1999.
DANTAS, Rodrigo Aragão. Barbeiros-sangradores: as transformações no ofício de sangrar no Rio de Janeiro (1844-1889). Dissertação (Mestrado em História das Ciências e da Saúde) – Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz, Rio de Janeiro. 2013.
EDLER, Flávio. As reformas do ensino médico e a profissionalização da medicina na corte do Rio de Janeiro, 1854-1884. Dissertação (Mestrado em História Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo. 1992.
FERREIRA, Luiz Otávio. O nascimento de uma instituição científica: os periódicos médicos da primeira metade do século XIX. Tese (Doutorado em História Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo. 1996.
LEBIGRE, Arlette. Sangrar e purgar! In: Le Goff, Jacques (Org.). As doenças têm história. Lisboa: Terramar. p.289-304. 1985.
PIMENTA, Tânia Salgado. Sangradores no Rio de Janeiro na primeira metade do Oitocentos. In: Pôrto, Ângela (Org.). Doenças e escravidão: sistema de saúde e práticas terapêuticas. Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz. p.1-17. (CD). 2007.
PIMENTA, Tânia Salgado. Barbeiros-sangradores e curandeiros no Brasil (1808-1828). História, Ciências, Saúde – Manguinhos, v.5, n.2, p.349-374. 1998.
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