Adaptação transcultural do Preschool Language Assessment Instrument: Segunda Edição

Adaptação transcultural do Preschool Language Assessment Instrument: Segunda Edição

Autores:

Tâmara Andrade Lindau,
Natalia Freitas Rossi,
Célia Maria Giacheti

ARTIGO ORIGINAL

CoDAS

versão On-line ISSN 2317-1782

CoDAS vol.26 no.6 São Paulo nov./dez. 2014

http://dx.doi.org/10.1590/2317-1782/20142014116

INTRODUÇÃO

Para identificar e intervir precocemente nos problemas relacionados à linguagem falada, é necessário, antes, que o profissional escolha os procedimentos de avaliação que farão parte do processo diagnóstico, a fim de que permitam investigar habilidades específicas da linguagem e, também, viabilizem a realização de avaliações contínuas, com intuito de verificar e estabelecer modificações necessárias à intervenção( 1 , 2 ).

O uso de procedimentos padronizados, com o intuito de avaliar diretamente o desempenho da criança, oferece certa vantagem sobre os inventários e escalas a serem preenchidos por pais ou professores, que, embora sejam importantes como parte do processo de avaliação, não permitem uma análise especializada pelos mesmos( 3 ). Na prática clínica e, principalmente, nas pesquisas sobre linguagem, o uso de instrumentos padronizados tem sido cada vez mais frequente como auxiliares na avaliação de diferentes componentes da linguagem( 4 - 8 ).

Sabe-se que nem sempre há instrumentos construídos e/ou adaptados e padronizados disponíveis na língua materna do país, especialmente no Brasil. Em algumas situações, não é possível, ou até mesmo recomendável, construir um instrumento próprio, pelo fato de gastos consideráveis, tempo, além de conhecimentos específicos de psicometria( 4 , 9 ). Portanto, uma alternativa possível e viável é traduzir e adaptar um instrumento desenvolvido em outra língua que convencionou-se chamar de "adaptação transcultural"( 10 , 11 ).

Logo, iniciativas de adaptação e validação de instrumentos para avaliação da linguagem falada é uma necessidade atual na área da Fonoaudiologia no Brasil, a fim de preencher a lacuna existente quanto aos métodos objetivos de avaliação da linguagem( 4 , 12 ). A disponibilidade desses métodos forneceria não apenas um suporte para fonoaudiólogos clínicos, como também contribuiria para o panorama científico nacional, possibilitando a realização de estudos comparativos e transculturais( 4 ).

O contexto nacional é ainda carente quanto à disponibilidade de instrumentos formais para avaliação da linguagem falada de crianças em idade pré-escolar, construídos ou adaptados para a nossa cultura linguística, principalmente com a permissão de uso pelo fonoaudiólogo, seja no contexto clínico ou científico( 12 ).

Dentre os instrumentos internacionalmente reconhecidos para avaliação da linguagem falada de pré-escolares, a segunda versão do Preschool Language Assessment Instrument (PLAI-2) é um teste que investiga aspectos importantes dos primeiros intercâmbios comunicativos, ou seja, demonstra como uma criança integra os componentes cognitivos, linguísticos e a pragmática para atender à demanda da troca discursiva entre adulto-criança em dois níveis de resposta: linguagem receptiva (resposta não verbal) e linguagem expressiva (resposta verbal)( 13 ).

O objetivo, portanto, deste estudo foi realizar a tradução e adaptação para o Português Brasileiro do instrumento PLAI-2.

MÉTODOS

Esta pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa (parecer nº 0595/2012). Todos os participantes obtiveram o consentimento dos pais mediante assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido elaborado para fins específicos desta pesquisa, segundo resolução do Conselho Nacional de Saúde - CNS/196 sobre Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas Envolvendo Seres Humanos.

Descrição do instrumento

O PLAI-2 é um instrumento de avaliação que foi elaborado para ser administrado individualmente. O teste é formado por 70 estímulos e a aplicação deve ser iniciada no primeiro item e finalizada no último item, uma vez que os itens não são organizados em ordem de complexidade.

Avaliação padronizada

Seis subtestes foram desenvolvidos para avaliar as habilidades comunicativas de crianças, envolvendo quatro diferentes níveis de habilidade comunicativa e dois modos de resposta.

Os quatro níveis de habilidade são:

    1. escolha:. refere-se a características estritamente ligadas aos objetos, devendo ser realizada pela criança a nomeação de objetos, entidades ou ações selecionadas, ou executar imitação;

    2. análise seletiva:. avalia a capacidade de uma criança para responder a perguntas sobre atributos específicos de objetos e integrar diversos elementos em uma ideia unificada;

    3. análise perceptual:. é a capacidade da criança de se desfazer dos impulsos perceptuais e se adequar à ordem, ou seja, nomear ou selecionar aspectos perceptivamente sutis, mas significantes, de objetos, entidades e ações com base em restrições linguísticas;

    4. raciocínio:. a criança deverá nomear ou selecionar objetos, características, funções e classificações para prever resultados e justificar as respostas.

Já os dois modos de resposta pertencentes à avaliação padronizada são: linguagem receptiva - refere-se à capacidade da criança em atender a tarefas que exigem uma resposta não verbal e linguagem expressiva - refere-se à capacidade da criança para responder a tarefas que exigem uma resposta verbal. Ressalta-se que os níveis de habilidade (subtestes) são distribuídos proporcionalmente entre os itens de linguagem receptiva e expressiva.

Pontuação padronizada das respostas

Deve-se marcar 1 para cada resposta correta e 0 para cada resposta incorreta ao lado do item no livro de registros.

Após a conclusão do teste e marcação de todos os itens, as pontuações brutas dos itens devem ser computadas para que as pontuações padronizadas dos subtestes possam ser determinadas, as quais serão usadas para formar a pontuação em escala, ranks percentuais e idade equivalente, utilizando-se as tabelas anexas no manual do avaliador.

Já para a classificação descritiva do desempenho - muito pobre, pobre, abaixo da média, média, acima da média, superior e muito superior -, é realizada a conversão da pontuação em escala e escore da habilidade comunicativa em classificações descritivas também por tabelas anexas ao manual do avaliador.

O desempenho individual do teste de uma criança é preenchido e arquivado no livro de registros do PLAI-2. Vale ressaltar que o PLAI-2 possui dois diferentes livros de registro, cujo uso é determinado pela idade da criança, ou seja, um folheto é para uso com crianças de 3 anos de idade e outro folheto é para uso com crianças entre 4 e 5 anos de idade. Embora cada um dos livros de registro contenha os mesmos itens na mesma ordem, especificamente no livro de registro das crianças de 3 anos, os dois níveis mais altos de habilidade comunicativa - Análise Perceptual e Raciocínio - são combinados, uma vez que tais habilidades ainda estão sendo adquiridas, portanto, são mais limitadas nas crianças de 3 anos. Os mesmos itens para formar os subtestes Receptivo e Expressivo de crianças de 3 anos também são utilizados para as demais faixas etárias.

Por questões metodológicas, este estudo foi dividido em duas etapas, apresentadas a seguir.

Etapa 1 - procedimentos de tradução e adaptação

O processo de tradução e adaptação do PLAI-2 foi realizado nas seguintes etapas( 14 - 19 ):

    1a.. Tradução da versão original (inglês) para o português brasileiro por dois tradutores independentes, bilíngues e juramentados, orientados quanto ao objetivo da pesquisa.

    1b.. Comparação das versões traduzidas e elaboração da versão síntese, em que foram analisadas buscando as disparidades e resolvendo-as por meio de discussão entre fonoaudiólogos especialistas na área, com base na avaliação da equivalência conceitual levando-se em consideração a população envolvida.

    1c.. A retrotradução da versão síntese foi realizada por outros dois tradutores juramentados, que não tiveram acesso à versão original do procedimento.

    1d.. Comparação entre a retrotradução e a versão original, revisão e adaptação da versão traduzida para o português, realizada por profissionais (fonoaudiólogos) com conhecimento no uso de testes de linguagem infantil, com o intuito de garantir as equivalências semântica, idiomática e conceitual, resultando na versão adaptada pré-final do PLAI-2.

Etapa 2 - aplicação da versão pré-final

    2a.. Esta etapa constituiu-se da etapa aplicação da versão pré-final do instrumento, em um grupo-piloto de 30 participantes, com o propósito de verificar as equivalências técnica (forma de coleta) e de critério (interpretação normativa), além de detectar possíveis incoerências entre a versão original e a versão-alvo;

    2b.. comparação entre os três grupos etários (3, 4 e 5 anos) nas variáveis: escore bruto receptivo e expressivo e escore escalar da habilidade comunicativa, foi utilizado o teste não paramétrico de Kruskal-Wallis.

Etapa 2a - Seleção dos participantes

Os participantes foram selecionados em EMEIs-Creches, que melhor atendiam aos quesitos referentes a uma amostra com nível socioeconômico variável, de um município do interior de São Paulo, considerando como critérios de inclusão: autorização dos responsáveis mediante a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido; história negativa de alteração sensorial, visual e auditiva, alteração neuropsicomotora; ausência de alterações de linguagem, confirmadas pelo desempenho na avaliação fonoaudiológica clínica; e investigação dos níveis mínimos de respostas auditivas verificadas por meio de triagem com o Audiômetro Pediátrico.

A coleta de dados foi precedida pela aplicação do Critério de Classificação Econômica Brasil, da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa( 20 ) para obter a classificação socioeconômica dos participantes e caracterização da amostra.

Sujeitos

O grupo para a aplicação da versão pré-final foi constituído por 30 participantes subdivididos em três grupos de 10, a partir da faixa etária, assim como proposto na versão original (Tabela 1).

Tabela 1. Distribuição dos participantes do grupo piloto por idade e gênero 

Grupos Número de participantes Masculino Feminino
n n
GI (3 anos a 3 anos, 11 meses) 10 6 4
GII (4 anos a 4 anos, 11 meses) 10 7 3
GIII (5 anos a 5 anos, 11 meses) 10 4 6

A classificação socioeconômica dos participantes variou dos níveis A2 a D.

RESULTADOS

Etapa 1 - processo de tradução e adaptação

O processo de adaptação do PLAI-2 foi realizado seguindo as fases consideradas fundamentais pelos estudos de adaptação e validação de instrumentos( 14 - 19 ). Ressalta-se que os itens traduzidos, principalmente aqueles que apresentaram maior dificuldade para transposição para a língua-alvo, foram analisados, também, com o auxílio de um linguista (Figura 1).

Figura 1. Esquema ilustrativo das etapas realizadas (1a a 1d) para tradução e adaptação do instrumento 

No Quadro 1, estão listadas e justificadas as adaptações realizadas nesse processo.

Quadro 1. Representação dos itens adaptados *O item foi aplicado em suas duas formas, em que foram observados na expressão "mecânico" melhor compreensão e, consequentemente, maior índice de acertos; **o reconhecimento da imagem e o nome "cupcake", o qual é uma palavra transposta para o Português Brasileiro, dificultou a tradução; ***o item foi aplicado em suas duas formas ("móveis" e "alimentos"), em que foi observado na utilização da palavra "alimento" maior índice de acertos; quando utilizada a palavra "móveis" ou "imobiliário", muitos participantes não conseguiram compreender a ordem e, na maior parte das vezes, a resposta era dada como "carro" ou "avião"; ****o item foi aplicado em cinco crianças de cada faixa etária em suas duas formas: "Toque seu cabelo, depois levante e depois bata palmas" (original) e "Toque seu cabelo, levante e bata palmas". Observou-se que, quando utilizada a expressão original, principalmente no grupo de 3 anos, houve dificuldade na memorização da sequência apresentada e na sua compreensão 

Destaca-se que todos os itens testados foram mantidos, assim como as instruções de aplicação (ordens, pontuação e interpretação). Logo, esse processo atendeu às equivalências teórica, semântica e cultural.

Etapa 2 - teste da versão pré-final do PLAI-2

Não foram observados vieses de aplicação, pontuação e análise dos resultados.

Na Tabela 2, estão apresentados estatisticamente os dados da pontuação bruta nos itens "habilidade receptiva" e "habilidade expressiva", assim como o desempenho por meio da pontuação escalar no item "habilidade comunicativa" dos três grupos etários (3 anos, 4 anos e 5 anos). Diferença estatisticamente significante foi encontrada na comparação entre a pontuação bruta e escalar dos três grupos etários.

Tabela 2. Comparação entre os três grupos etários nas variáveis: escore bruto receptivo e expressivo e escore escalar da habilidade comunicativa 

Variável Grupo etário Média±DP (Mediana) Mín–Máx Valor de p
Escore bruto - recepção GI 15,3±2,6 (15,5) 9,0–23,0 <0,001*
GII 19,2±2,6 (19,0) 14,0–24,0
GIII 23,0±2,3 (23,0) 18,0–28,0
Escore bruto - expressão GI 14,2±3,7 (14,0) 6,0–27,0 <0,001*
GII 19,0±3,4 (19,0) 12,0–26,0
GIII 26,1±3,2 (26,0) 19,0–32,0
Escore escalar - habilidade comunicativa GI 103,3±9,7 (104,5) 76,0–133,0 0,044**
GII 98,9±8,6 (97,0) 79,0–118,0
GIII 100,3±9,9 (100,0) 79,0–127,0

*p=0,005; **p=0,05 Legenda: DP = desvio padrão; GI = 3 anos a 3 anos e 11 meses; GII = 4 anos a 4 anos e 11 meses; GIII = 5 anos a 5 anos e 11 meses; Mín = mínimo; Máx = máximo

O gráfico em barras (Figura 2) representa a "classificação descritiva" do desempenho para cada grupo etário nos itens analisados pelo teste.

DISCUSSÃO

O processo de tradução e adaptação de instrumentos internacionais tem sido uma prática contínua e amplamente difundida por psicólogos e neuropsicólogos brasileiros, sendo essa prática ainda relativamente recente na Fonoaudiologia, principalmente na área da linguagem. Esse processo, longo e complexo, tem sido uma alternativa encontrada por vários pesquisadores, de diferentes áreas, na busca por procedimentos que forneçam ao profissional dados pautados em uma avaliação objetiva da linguagem( 5 - 8 ). Na Fonoaudiologia, esse ainda é um caminho a ser percorrido e tem movimentado pesquisadores preocupados com o preenchimento dessa lacuna, a exemplo do presente estudo, que apresentou dados do processo de tradução e adaptação do teste PLAI-2.

A presente adaptação apresentou um nível bastante satisfatório de equivalência semântica; entretanto, foram necessárias adaptações pertinentes durante o processo, com o intuito de adequar as ordens em âmbito tanto gramatical - por causa das expressões formais não utilizadas para o vocabulário infantil - quanto idiomático - quando não há a possibilidade de palavras ou expressões serem transpostas de uma língua para outra pelo fato de a frequência de uso da expressão ser baixa, remeter apenas a usos mais formais da linguagem ou não fazer sentido -, respeitando-se as regras gramaticais do Português Brasileiro e atentando-se aos fatores socioculturais e faixa etária para que fossem facilmente compreendidas pelos participantes.

Adaptações dessa natureza são comuns nos estudos de adaptação transcultural de testes para avaliação da linguagem, demonstrando que esse processo se apresenta de forma comum quando se refere à impossibilidade de palavras ou expressões serem transpostas de uma língua para outra( 5 , 8 , 21 ).

Os resultados obtidos no pré-teste indicaram que a versão brasileira do PLAI-2 permitiu discriminar o desempenho dos participantes pertencentes a três diferentes grupos etários - 3 anos, 4 anos e 5 anos -, sendo observado que a média e a mediana dos escores brutos (recepção e expressão) tendem a aumentar em função da idade (3 anos >4 anos >5 anos). Quanto à habilidade comunicativa, os resultados encontrados mostraram que a média e a mediana dos escores escalares dos três grupos etários foram relativamente próximas. Considerando que o escore escalar foi obtido a partir das tabelas de conversão do teste original, sugere-se que ajustes estatísticos possam ser necessários para as tabelas de conversão com dados do Brasil.

Em relação à classificação do desempenho dos sujeitos, segundo a versão original norte-americana, verificou-se que a maioria dos falantes do Português Brasileiro apresentou classificação dentro da média, esperada para falantes do Inglês (Figura 2), podendo, ainda, ser observado um pico de normalidade apesar de o grupo amostral apresentar poucos participantes por faixa etária.

Figura 2.  Desempenho descritivo dos grupos nos itens analisados Legenda: Ab. Média = abaixo da média; Ac. Média = acima da média 

Estudos internacionais utilizando o PLAI-2, tanto para identificação de problemas relacionados à linguagem falada quanto para a intervenção e acompanhamento do desenvolvimento da linguagem, demonstraram que o instrumento é sensível e apresenta valor preditivo positivo na identificação de casos para alterações de linguagem falada( 22 , 23 ) e, também, para situações de testagem pré e pós-intervenção( 24 - 26 ).

Outros estudos trouxeram uma reflexão sobre as características psicométricas de instrumentos norma-referenciados e instrumentos com potencial para avaliar as habilidades de vocabulário receptivo, incluindo, dentre eles, o PLAI-2. Como resultado, o PLAI-2 foi caracterizado como adequado para uso, considerando suas características psicométricas, e relevante para traçar o perfil do vocabulário receptivo( 27 , 28 ).

Esse teste tem sido apontado, portanto, na área da linguagem como um importante instrumento para o estudo de caracterização de desempenho expressivo e receptivo da linguagem falada e, também, de follow-up nas idades de 3, 4 e 5 anos.

CONCLUSÃO

No processo de tradução e adaptação do PLAI-2, foram necessários e realizados ajustes de ordem semântica e sintática, para que o PLAI-2 fosse utilizado em sua versão traduzida e adaptada para o Português Brasileiro com o mesmo rigor metodológico do instrumento original. A diferença estatística encontrada na comparação dos grupos etários, para os itens de linguagem receptiva, linguagem expressiva e habilidade comunicativa, indicou que a versão traduzida e adaptada atendeu às equivalências teórica, semântica e cultural do teste original e demonstrou que foi possível discriminar o desempenho dos participantes nas habilidades avaliadas.

REFERÊNCIAS

1. GoulartBNG, ChiariBM. Testes de rastreamento x testes de diagnósticoatualidades no contexto da atuação fonoaudiológica . Pró-fono 2007; 19: 2223-32 .
2. Giacheti CM. Os distúrbios da comunicação e a genética. In:Giacheti CM, Gimeniz-Paschoal SR.Perspectivas multidisciplinares em fonoaudiologiada avaliação à intervenção Marília:Cultura Acadêmica;73-91 2013.
3.Duarte CS,Bordin IAS.Instrumentos de avaliação. Rev Bras Psiquiatr 2000;22:255-8.
4.Giusti E, Befi-Lopes DM.Tradução e adaptação transcultural de instrumentos estrangeiros para o Português Brasileiro (PB).Pró-fono 2008;20:3207-10.
5. Giusti E, Befi-Lopes DM. Performance de sujeitos falantes do Português e do Inglês no Test of Early Language Development . Pró-fono 2008; 20: 113-8 .
6. Flabiano FC, Bühler KEB, Limongi SCO, Befi-Lopes DM. Protocolo para observação do desenvolvimento cognitivo e de linguagem expressiva - versão revisada (PODCLE-r)proposta de complementação. Rev Soc Bras Fonoaudiol 2009; 14: 1 26-35.
7. Gurgel LG, Plentz RDM, Joly MCRA, Reppold CT. Instrumentos de avaliação da compreensão de linguagem oral em crianças e adolescentesuma revisão sistemática da literatura . Rev Neuropsicol Latinoam 2010; 2: 1 1-10 .
8. Bento-Gaz ACP, Befi-Lopes DM. Adaptation of Clinical Evaluation of Language Functions - 4th Edition to Brazilian Portuguese. CoDAS. 2014;26(2):131-7.
9. Befi-Lopes DM. Prova de verificação do vocabulário: aspectos da efetividade como instrumento diagnóstico [ tese ]. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2002.
10. Westermeyer J, Janca A. Language, culture and psychopathology: conceptual and methodological issues. Transcult Psychiatry. 1997;34(3):291-311.
11. Jorge MR. Adaptação transcultural de instrumentos de pesquisa em saúde mental. Rev Psiquiatr Clín (São Paulo). 1998;25(5):233-9.
12. Lindau TA. Adaptação transcultural do Preschool Language Assessment Instrument (PLAI-2) em falantes do português brasileiro com desenvolvimento típico de linguagem [dissertação]. Marília: Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"; 2014.
13. Blank M, Rose SA, Berlin LJ. Preschool Language Assessment Instrument. 2nd edition. Austin: Pro-ed; 2003.
14. Guillemin F, Bombardier C, Beaton D. Cross-cultural adaptation of healthy-related quality of life measures: literature review and proposed guidelines. J Clin Epidemiol. 1993;46(12):1417-32.
15. Herdman M, Fox-Rushby J, Badia X. A model of equivalence in the cultural adaptation of HRQol Instruments: The universalist approach. Qual Life Res. 1998;4:323-35.
16. Beaton DE, Bombardier C, Guillemin F, Ferraz MB. Guidelines for the process of cross-cultural adaptation of self-report measures. Spine. 2000;25(24):3186-91.
17. Wang W, Lee H, Fetzer S. Challenges and strategies of instrument translation. West J Nursing Res. 2006;28(3):310-21.
18. Reichenheim ME, Moraes CL. Operationalizing the cross-cultural adaptation of epidemiological measurement instruments. Rev Saúde Pública. 2007;41:665-73.
19. Gjersing L, Caplehorn J, Clausen T. Cross-cultural adaptation of research instruments: language, setting, time and statistical considerations. BMC Med Res Methodol. 2010;10(1):13.
20. Critério de Classificação Econômica Brasil [Internet]. Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP). São Paulo; 2011 [cited 2014 Sept 22]. Available from: http://www.abep.org
21. Mattos P, Segenreich D, Saboya E, Louzã M, Dias G, Romano M. Adaptação transcultural para o português da escala Adult Self-Report Scale para avaliação do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) em adultos. Rev psiquiatr Clín (São Paulo). 2006;33(4):188-94.
22. Neufeld RE, Clark BG, Robertson CMT, Moddemann DM, Dinu IA, Joffe AR, et al. Five-year neurocognitive and health outcomes after neonatal arterial switch operation. J Thorac Cardiovasc Surg. 2008;136(6):1413-21.
23. Robinson S, Hand L. New Zealand children and the Preschool Language Assessment Instrument. Asia Pac J Speech Lang Hear 2011;14(3):165-70.
24. Newell S, Graham A. Goonellabah Transition Program "Walking Together, Learning Together": interim evaluation report. Canberra: Southern Cross University; 2007.
25. Hay I, Elias G, Fielding-Barnsley R, Homel R, Freiberg K. Language delays, reading delays, and learning difficulties: interactive elements requiring multidimensional programming. J Learn Disabil. 2007;40(5):400-9.
26. Boit RJ. A comparison study on the effects of the standardized and a teacher modified dialogic reading programs on early literacy outcomes of preschool children from low income communities dissertação. Amherst: University of Massachusetts; 2010.
27. Kinsey A. Psychometric review of language tests for preschool children [ Senior Honors Thesis ]. Columbus: Ohio State University; 2010.
28. Berument SK, Güven AG. Turkish Expressive and Receptive Language Test: I. Standardization, reliability and validity study of the Receptive Vocabulary Sub-Scale. Turk Psikiyatri Derg. 2013;24(3):192-201.
Política de Privacidade © Copyright, Todos os direitos reservados.