Adesão às precauções padrão sob o prisma do Modelo de Crenças em Saúde: a prática de reencapar agulhas

Adesão às precauções padrão sob o prisma do Modelo de Crenças em Saúde: a prática de reencapar agulhas

Autores:

Ronald Jefferson Martins,
Suzely Adas Saliba Moimaz,
Maria Lúcia Marçal Mazza Sundefeld,
Artênio José Ísper Garbin,
Patrick Raphael Vicente Gonçalves,
Cléa Adas Saliba Garbin

ARTIGO ORIGINAL

Ciência & Saúde Coletiva

versão impressa ISSN 1413-8123

Ciênc. saúde coletiva vol.20 no.1 Rio de Janeiro jan. 2015

http://dx.doi.org/10.1590/1413-81232014201.19822013

Introdução

O exercício profissional, particularmente na área da saúde, predispõe o trabalhador aos riscos biológicos, uma vez que as atividades laborais estão relacionadas ao contato direto com secreções orgânicas1. Entretanto, somente com a descoberta do vírus da síndrome da imunodeficiência adquirida (HIV) na década de 1980, e devido à alta transmissibilidade do vírus das hepatites B e C, os profissionais da área da saúde passaram a se preocupar com a exposição ocupacional envolvendo material biológico potencialmente contaminado, em virtude do contato com sangue e outros fluídos corporais2.

Dentre as diversas formas de exposição ocupacional, a do tipo percutânea ganha destaque entre os profissionais da área odontológica (Cirurgião Dentista, Técnico em Saúde Bucal e Auxiliar em Saúde Bucal), em virtude de sua jornada de trabalho ser pautada na manipulação de instrumentos perfurocortantes, ultrassônicos e rotários em um campo restrito de visualização, além da disposição dos equipamentos odontológicos, o que eleva o risco destes tipos de acidentes profissionais3.

A fim de minimizar o risco de exposição às infecções por via sanguínea, foram estabelecidas nos serviços de saúde as Precauções Padrão (PP), que são medidas de prevenção específicas a serem utilizadas na assistência a todos os pacientes, independente do diagnóstico definido ou presumido de doença infecciosa, na manipulação de sangue, secreções e excreções e contato com mucosas e pele não íntegra. Tais precauções incluem a utilização de Equipamento de Proteção Individual (EPI), higienização das mãos, vacina contra a hepatite B e cuidados singulares para a manipulação e descarte de materiais contaminados por sangue, o que inclui a recomendação de "não reencapar agulhas"4 , 5.

A adesão a tais recomendações significa adquirir e manter comportamentos preventivos adequados, o que exige do profissional motivação e conhecimento técnico. Não aderir às medidas estabelecidas pelas PP pode resultar em elevadas taxas de incidência de acidentes de trabalho por exposição a fluidos corporais e materiais perfurocortantes4. Neste contexto, destaca-se o alto índice de reencape de agulhas, fato que ainda é relatado como prática comum entre estudantes e profissionais da área odontológica1 , 3.

Em um estudo cujo objetivo foi observar o nível de adesão a recomendação de não reencapar agulhas, analisou-se o conteúdo de recipientes utilizados para descarte de objetos perfurocortantes. Verificou-se que a maioria das agulhas estavam reencapadas, ao menos em uma das extremidades, contrariando o que é indicado pelas precauções padrão e pela Norma Regulamentadora nº32 (NR 32) de Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde6 , 7.

Portanto, aderir à recomendação de não reencapar agulhas pode ser entendido como um comportamento preventivo à exposição ocupacional ao HIV, HBV e HCV resultante das lesões envolvendo agulhas8. No intuito de explicar a adoção de comportamentos e condutas preventivas, alguns modelos teóricos procuram estabelecer uma relação entre o comportamento do indivíduo e algumas crenças individuais. Dentre esses modelos teóricos, o Modelo de Crenças em Saúde (MCS) ganha notório destaque devido ao seu amplo emprego em estudos na área da saúde8 - 11.

O MCS tem sido considerado o principal modelo para explicar e predizer a aceitação de recomendações sobre cuidados com a saúde, sendo aplicado em estudos sobre comportamento sexual e AIDS, prevenção e controle do câncer, adesão ao tratamento de diversas enfermidades tais como diabetes e hipertensão, e a comportamentos de saúde diversos relacionados à obesidade, sedentarismo, dieta, tabagismo, entre outros8 , 10 , 11. Segundo esse modelo teórico, a decisão do indivíduo em aderir a um comportamento preventivo é fundamentada por quatro variáveis psicológicas, duas delas a respeito da enfermidade e as outras duas relacionadas aos comportamentos de saúde para prevenir ou tratar a doença. A Percepção de Suscetibilidade refere-se à crença do indivíduo de se considerar suscetível a uma doença; a Severidade Percebida é a percepção subjetiva da associação entre o problema de saúde e as consequências causadas pela doença (morte, dor, perturbação nas relações familiares e sociais, etc.); os Benefícios Percebidos dizem respeito ao indivíduo acreditar que uma ação preventiva possa evitar esse problema de saúde; e as Barreiras Percebidas representam o aspecto negativo da ação, avaliados em uma análise do tipo custo-benefício, considerando possíveis impedimentos, obstáculos, desconforto, custos de tempo e dinheiro, entre outros, para a tomada de ação9.

Estudos demonstram grande número de acidentes ocupacionais com materiais perfurocortantes envolvendo profissionais da odontologia, especialmente pelo ato de reencapar agulhas1 , 3 , 12. Diante do conteúdo exposto, e considerando a escassez na literatura de pesquisas realizadas com a aplicação do Modelo de Crenças em Saúde (MCS) envolvendo a equipe odontológica, o presente estudo teve como objetivo analisar a adesão às precauções-padrão, especificamente em relação ao ato de não reencapar agulhas pelos profissionais de saúde bucal da rede pública de um município do interior do Estado de São Paulo, Brasil.

Metodologia

Trata-se de um estudo transversal descritivo, com uma abordagem quantitativa. O universo da pesquisa constituiu-se de todos os 107 profissionais da área odontológica (59 cirurgiões-dentistas e 48 auxiliares em saúde bucal) alocados no sistema público de saúde bucal do município de Araçatuba (SP) no ano de 2012. Participaram da pesquisa apenas os que assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, e não estavam de férias, folga ou licença médica entre os meses de Julho e Agosto de 2012.

Previamente contatou-se o gestor do sistema de saúde do município para informá-los a respeito dos objetivos do estudo e posterior uso dos dados coletados, no intuito de obter seu apoio para a realização da pesquisa. Os profissionais também foram esclarecidos quanto aos objetivos e ao sigilo das informações recebidas. Os que concordaram em participar assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido.

Para a coleta dos dados foi utilizado um questionário desenvolvido e validado por Brevidelli e Cianciarullo8 e adaptado para a área de saúde bucal, constituído de duas partes: A primeira contemplava dados relativos ao perfil da população: Sexo, Idade, categoria profissional, tempo de experiência profissional, unidade de trabalho e tempo atuante no SUS, treinamento em PP e frequência de reencape de agulhas. A segunda parte do instrumento era formado por escalas do tipo Likert, com cinco opções de resposta (concordo totalmente, concordo, indeciso, discordo e discordo totalmente).

O Modelo de Crenças em Saúde sobre reencapar agulhas apresentava a escala de Severidade da AIDS, com as subescalas "Avaliação das consequências da AIDS na vida social", "Avaliação das consequências da AIDS na vida pessoal" e "Resposta emocional diante da severidade da AIDS"; Severidade da Hepatite B, com a subescala "Avaliação da gravidade da hepatite B"; Benefícios de não reencapar agulhas, com a subescala "Controle sobre o risco"; Barreiras para não reencapar agulhas, com a subescala "Barreiras físicas e cognitivas"; Estímulos para não reencapar agulhas, com a subescala "Influências sociais e circunstanciais". O critério para considerar a confiabilidade das escalas/subescalas foi α ≥ 0,60.

Os dados obtidos foram digitados na planilha do programa Excel e posteriormente analisados por meio do programa Statistical Analysis System (SAS(c)), North Carolina, EUA, versão 9.2. Realizou-se a análise de regressão logística a fim de relacionar a adoção de não reencapar agulhas e as crenças descritas pelo MCS, na qual a frequência dessa prática foi transformada em variável binária, em dois grupos distintos: grupo de aderentes (que relataram nunca ter reencapado agulhas no mês anterior à pesquisa) e o grupo de não aderentes (que relataram ter reencapado agulhas pelo menos alguma vez no mês anterior à pesquisa). As variáveis dependentes foram compostas por ambos os grupos, enquanto que as independentes constituíram as crenças mensuradas e os dados que descrevem a amostra do estudo.

O presente estudo foi conduzido dentro dos padrões éticos exigidos pela Resolução 466 de 12/12/2012 do Conselho Nacional de Saúde13e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos (CEPSH) da Faculdade de Odontologia de Araçatuba (UNESP).

Resultados

Do total de 107 profissionais que integravam a rede pública de saúde bucal do município, 79 (73,8%) responderam ao questionário, sendo 45 (57%) Cirurgiões - Dentistas e 34 (43%) Auxiliares em Saúde Bucal. Observou-se que a grande maioria dos participantes era do gênero feminino (84.8%), com idade média de 37.7 anos (Dp = 9.6), além de possuírem mais de dois anos de experiência profissional (81%).

O tempo de trabalho verificado dos profissionais demonstra uma parcela de trabalhadores recém-admitidos inseridos no sistema público de saúde, isto é, que possuíam menos de um ano de atuação no serviço (30.4%). No entanto, a maioria dos profissionais (69.6%) atuavam há mais de um ano no sistema, o que pressupõe que esses trabalhadores deveriam estar consonantes e familiarizados com a norma estabelecida por meio das PP de não reencapar agulhas (Tabela 1).

Tabela 1. Características dos sujeitos da pesquisa, Araçatuba, 2012. 

Características n %
Sexo
Masculino 12 15,2
Feminino 67 84,8
Idade
< 20 anos 1 1,3
20-29 anos 19 24,1
30-39 anos 19 24,1
40-49 anos 31 39,2
50 anos ou mais 9 11,3
Categoria Profissional
Cirurgião-Dentista 45 57
Auxiliar em Saúde Bucal 34 43
Experiência Profissional
0 a 2 anos 15 19
2 a 5 anos 14 17,7
5 a 10 anos 10 12,7
10 anos ou mais 40 50,6
Tempo de Serviço no SUS
0 a 3 meses 13 16,5
3 meses a 1 ano 11 13,9
1 a 5 anos 30 38
5 anos ou mais 25 31,6
Local de Atuação
Bebê Clínica 9 11,4
Centro de Especialidades Odontológicas 8 10,1
Escola 17 21,5
Estratégia de Saúde da Família 16 20,3
Unidade de Atendimento Odontológico 29 36,7
Treinamento em precauções padrão
Sim 38 47,4
Não 41 52,6
Frequência da prática do reencape de agulhas
Nunca 13 16,5
Poucas vezes, às vezes, muitas vezes, 66 83,5
sempre

Verificou-se que a grande maioria dos pesquisados afirmou ter reencapado agulhas ao menos alguma vez (83.5%), o que torna o indivíduo susceptível a sofrer acidentes e adquirir doenças infecciosas, mesmo após uma parcela dos profissionais relatar ter recebido treinamento em precauções padrão (47.4%).

Na análise de regressão logística, três variáveis demonstraram ter influência sobre a relação entre as crenças descritas pelo MCS e a adoção da recomendação de não reencapar agulhas, onde tal comportamento foi explicado por uma menor percepção de barreiras psicológicas e por uma maior percepção de estímulos para não reencapar agulhas ( Tabela 2).

Tabela 2. Análise da regressão logística entre as crenças descritas pelo MCS e a adesão ao comportamento de não reencapar agulhas, Araçatuba, 2012. 

Parâmetro G.L Estimativas Erro Qui-quadrado p
Quest25* 1 1.3257 0.4457 8.8486 0.0029
Quest35** 1 -1.1197 0.4299 6.7854 0.0092
Quest38*** 1 1.7624 0.5428 10.5413 0.0012

*Quest25: "As vezes, eu esqueço e reencapo agulhas usadas".

**Quest35: "Frequentemente ouço falar em precauções-padrão em congressos, palestras ou eventos".

***Quest38: "Deixar os recipientes para descarte de agulhas próximos do profissional pode evitar acidentes com agulhas".

Discussão

Os dados obtidos e descritos no presente estudo foram coletados por meio de questionários autoaplicáveis retrospectivos, o que torna possível a superestimação da aderência dos sujeitos aos objetivos do estudo, uma vez que este tipo de instrumento de pesquisa é passível a vieses de memória e de resposta14.

A predominância do sexo feminino entre os profissionais analisados corrobora achados de outros estudos, nos quais demonstraram que o sexo feminino corresponde à grande parcela de profissionais e estudantes da área odontológica14 - 16. Tal fato pode ser justificado por meio do advento do processo de socialização feminina, aumento do nível de escolaridade e acesso às universidades pelas mulheres e consequentemente a postos de trabalho de maior remuneração.

A atuação na área da saúde torna o profissional suscetível às exposições ocupacionais a material biológico, que podem ocorrer por meio de lesões percutâneas (por exemplo, perfuração ou corte na pele íntegra) e do contato de sangue, tecidos ou fluidos corporais potencionalmente infectantes com as mucosas ocular, nasal, bucal ou pele não íntegra. Entretanto, a maioria das exposições ocupacionais podem ser prevenidas pela adesão às recomendações das PP, que incluem o uso de EPI e o descarte adequado de materiais perfurocortantes12.

Estudos demonstram alta incidência de acidentes com materiais perfurocortantes entre estudantes e profissionais da odontologia1 , 3 , 12. Da mesma forma, o tipo de exposição percutânea também é referido em trabalhadores das demais áreas da saúde8 , 17 , 18, sendo que grande parte das exposições a material biológico ocorrem pela conduta inadequada do ato de reencapar agulhas1 , 8 , 12 , 17, o qual, mesmo contraindicado pelas Precauções Padrão e NR 32, tem sido prática evidenciada19, concordando com os achados do presente estudo.

O tempo de experiência profissional e a atuação no Sistema Único de Saúde deveriam caracterizar comportamentos preventivos positivos na adesão às recomendações de não reencapar agulhas, uma vez que a maioria dos profissionais relatou ter recebido treinamento/capacitação em PP. Entretanto, o nível de adesão à recomendação de não reencapar agulhas verificado neste estudo foi baixo. Frente a tais achados, é válido afirmar que, independentemente da instituição de ensino e da estrutura curricular adotada nas universidades e cursos técnicos, o controle de infecção e a prevenção de acidentes ocupacionais deve assumir uma posição de destaque na formação acadêmica de profissionais das áreas da saúde e haver um processo de educação continuada durante o exercício profissional, viabilizando a necessária atualização permanente destes profissionais4.

O MCS adotado a fim de explicar tais comportamentos preventivos demonstrou que os profissionais integrantes do estudo assumiram uma menor percepção subjetiva quanto às barreiras psicológicas para aderir à recomendação de não reencapar agulhas, corroborando os achados de Dela Coleta9, nos quais a autora demonstra que as crenças comportamentais (benefícios e barreiras percebidos) possuem um papel mais importante na predição do comportamento preventivo em saúde do que as percepções de severidade e susceptibilidade às doenças. Verificou-se também que a percepção de estímulos positivos para não reencapar agulhas assumiu um caráter significativo no comportamento dos indivíduos pesquisados, o que concorda com os achados de Brevidelli e Cianciarullo8, em que as autoras realizaram um estudo com 319 profissionais de enfermagem e observaram que apesar dos profissionais se mostrarem sensíveis aos estímulos para não reencapar agulhas, não foi possível verificar a influência dessa variável no comportamento individual.

Frente aos achados do presente estudo, enfatiza-se a necessidade de capacitações e treinamentos educativos voltados à prevenção de acidentes e em PP, com ações e enfoque destinado à área odontológica, pois quanto maior o nível de conhecimento da categoria profissional, maiores as chances da adoção de medidas e recomendações de precauções padrão e seu adequado emprego. Entretanto, somente o treinamento informativo não é suficiente para assegurar a adoção da recomendação de não reencapar agulhas, necessitando a formação de um grupo multiprofissional para discussão das dificuldades em adotar as recomendações preventivas e buscar soluções para aumentar a percepção de benefícios em segui-las.

A literatura sobre os modelos que buscam explicar comportamentos preventivos é escassa, especialmente na área de saúde bucal, quando comparadas às pesquisas realizadas nas demais áreas da saúde. Neste contexto, é preciso que novos estudos sejam feitos a fim de aproximar a discussão dos riscos ocupacionais com objetos perfurocortantes a que estão expostos os profissionais de odontologia, identificando aspectos comportamentais, relativos ao trabalho e organizacionais relevantes ao problema, na busca da diminuição ou eliminação.

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