Análise do equilíbrio postural e força muscular isocinética de joelho em atletas de futsal feminino

Análise do equilíbrio postural e força muscular isocinética de joelho em atletas de futsal feminino

Autores:

Bruna Belchor Barcelos,
Lilian Pinto Teixeira,
Simone Lara

ARTIGO ORIGINAL

Fisioterapia e Pesquisa

versão On-line ISSN 2316-9117

Fisioter. Pesqui. vol.25 no.1 São Paulo jan./mar. 2018

http://dx.doi.org/10.1590/1809-2950/16654325012018

RESUMEN

El fútbol sala representa actualmente el deporte con el mayor número de practicantes, lo que implica mayor aparición de lesiones. Así, es relevante identificar variables que pueden predisponer el deportista al desarrollo de lesiones, como el equilibrio y la fuerza muscular. El objetivo de este estudio es analizar el equilibrio postural y la fuerza muscular isocinética de la rodilla en deportistas aficionadas de fútbol sala femenino - se evaluaron 12 deportistas (22.07±3.61 años) - y verificar se existe asociación entre esas variables. La fuerza muscular fue medida con un dinamómetro isocinético y el equilibrio por medio de la posturografía dinámica computarizada, con pruebas de organización sensorial (SOT), de control motor y unilateral. Las deportistas mostraron mayor dependencia visual para mantener el equilibrio, lo que se percibió en las condiciones de la prueba unilateral con restricción visual. Posiblemente, esa situación indica que el sistema somatosensorial y/o vestibular de las deportistas fue afectado por factores asociados al entrenamiento físico y a la participación en competiciones. En cuanto a las variables de fuerza muscular isocinética, no hubo indicios de desequilibrio muscular, por medio de la relación agonista-antagonista, en el miembro inferior dominante (53,8±8,4%), ni en el no dominante (55,1±10,9%). Hubo asociación entre equilibrio y variables de fuerza isocinética, lo que indica que, cuanto mayor la potencia muscular, mejor el nivel propioceptivo (condición 4 de las SOT), y cuanto mayor el trabajo total, mejor el estado de los sistemas propioceptivo y vestibular (condición 5 afección de las SOT).

Palabras clave Lesiones Deportivas; Fuerza Muscular; Equilibrio Postural

INTRODUÇÃO

O futebol de salão (futsal) é atualmente o esporte com maior número de praticantes, tanto no Brasil como nos demais países sul-americanos e também na Europa1. Nessa perspectiva, a categoria feminina vem ganhando maior espaço no Brasil em decorrência de investimentos na divulgação dessa atividade esportiva2.

Angoorani et al. (3 reportam que as lesões esportivas são comuns no futsal e as atletas estão mais propensas a desenvolvê-las, quando comparadas à categoria masculina. De fato, esse esporte possui características específicas, uma vez que está associado com uma maior velocidade de jogo, em um campo menor, fator que aumenta o risco de colisões e, consequentemente, de lesões4. Considerando que as lesões submetem o atleta ao afastamento das quadras5, é relevante identificar as variáveis que podem predispor ao desenvolvimento de lesões, a fim de criar estratégias de prevenção no esporte.

A força muscular é uma variável importante de ser avaliada para identificar indivíduos que possam estar em um grupo de risco para o desenvolvimento de lesões musculoesqueléticas6. A avaliação isocinética permite identificar e quantificar o desempenho e o equilíbrio muscular de atletas7.

Assim como a força muscular, um melhor equilíbrio também se mostra relevante na perspectiva de prevenção de lesão no esporte, uma vez que déficit no sistema proprioceptivo está associado com lesões no futsal8. De fato, há evidências da efetividade do treinamento neuromuscular e proprioceptivo sobre a redução de lesões esportivas9.

O objetivo desse estudo é analisar o equilíbrio postural e a força muscular isocinética de joelho em atletas amadoras de futsal feminino, e verificar se existe correlação entre essas variáveis. Espera-se encontrar associações entre o melhor nível proprioceptivo e melhor desempenho isocinético nessas atletas.

METODOLOGIA

Neste estudo transversal incluiu-se uma amostra de conveniência formada por atletas integrantes de um time de futsal feminino amador adulto do município de Uruguaiana (RS), que estavam em treinamento regular e integrando o time por, no mínimo, seis meses. Os critérios de exclusão foram atletas em fase de reabilitação por qualquer lesão ou afastadas por motivos de saúde. O trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade Federal do Pampa, sob o protocolo nº 1.283.221, e os sujeitos assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).

Mediante a análise desses critérios, 14 atletas estavam aptas para participar do estudo, contudo, 2 delas não estiveram presentes na data da avaliação previamente marcada, e assim restaram 12 atletas. Estas participaram do protocolo de avaliação, incluindo:

  • Questionário sobre dados pessoais e lesões prévias.

  • Avaliação antropométrica (Tabela 1), incluindo massa corporal e estatura.

  • Força muscular: avaliada com o dinamômetro isocinético (Biodex - System PRO 4), cujos dados permitem avaliar a força e o equilíbrio musculares10. As atletas realizaram cinco repetições máximas de flexão e extensão do joelho no modo concêntrico-concêntrico na velocidade de 60°/s, onde receberam estímulo auditivo e visual para desenvolver força máxima a cada repetição. As atletas foram posicionadas na postura sentada e estabilizadas com tiras torácicas diagonais e abdominais transversais, e uma faixa na região distal da coxa a ser testada. A confiabilidade de teste-reteste nessa velocidade de 60°/s já foi demonstrada11.

  • Equilíbrio postural: avaliado por meio da posturografia dinâmica computadorizada (PDC), sistema EquiTest (NeuroCom International). A PDC avalia os sistemas neurais responsáveis pelo equilíbrio por meio de estímulos aferentes visuais, proprioceptivos e vestibulares12. Realizaram-se os seguintes testes:

Tabela 1 Características gerais das lesões* 

Característica N (%)
Número de atletas que sofreram lesão 11(91,66%)
Situação da lesão
Treinamento técnico/tático 2 (16,66%)
Jogo 8 (66,66%)
Treinamento físico 1 (8,33%)
Circunstância
Com contato 5 (41,66%)
Sem contato 6 (50%)
Tempo de afastamento e gravidade da lesão
Leve (até seis dias) 11 (91,66%)
Moderada (sete a 28 dias)
Grave (>28 dias)
Segmento acometido
Cabeça, face, pescoço
Extremidade superior 1 (8,33%)
Tronco
Coxa 7 (58,33%)
Joelho 2 (16,66%)
Perna
Tornozelo 1 (8,33%)

*Análise de frequências N e percentual (%)

  1. Teste de organização sensorial (TOS): dividido em seis condições, sendo que as condições 1, 3 e 6 avaliam o sistema visual, proprioceptivo e vestibular, a 2 e a 5 avaliam o sistema proprioceptivo e vestibular, e a 4 avalia o sistema proprioceptivo. Casselbrant et al.13 propõem valores de normalidade nas condições dos TOS para adultos saudáveis.

  2. Teste de controle motor: por meio dos testes de simetria de peso e a simetria de força14.

  3. Teste unilateral: avalia o grau de instabilidade de cada membro inferior (com e sem restrição visual), e valores maiores indicam maiores instabilidades14.

Para a análise estatística, utilizou-se o programa GraphPad Prism 5 (GraphPad Software, San Diego, CA, EUA), com análise descritiva, por meio de medidas de média e desvio padrão e frequências. Após a testagem da normalidade dos dados com o teste Kolmogorov-Smirnov, indicou-se uma distribuição paramétrica. Dessa forma, o teste t pareado foi utilizado para comparação das variáveis relacionadas ao equilíbrio unipodal, e a correlação de Pearson foi realizada para identificar associação entre as variáveis de força muscular e equilíbrio postural. Para todas as análises foi considerado um nível de significância de 0,05.

RESULTADOS

Avaliaram-se 12 atletas, 22,07±3,61 anos (massa corporal de 59,42±7,24Kg e estatura de 1,61±0,05m). Quanto às características gerais das lesões (Tabela 1), foi possível verificar que 11 (91,66%) atletas sofreram lesões nos últimos 24 meses, das quais 66,66% ocorreram durante o jogo. As circunstâncias das lesões foram registradas pela ocorrência ou não de contato (trauma direto ou indireto), havendo predomínio de lesões sem contato. Grande parte resultou em trauma leve, prevalecendo a coxa como o segmento corporal mais afetado.

Quanto ao perfil de equilíbrio postural (Tabela 2), as atletas apresentaram as seis condições do TOS, o valor de composite e os testes de controle motor dentro da faixa de normalidade considerados para adultos saudáveis. No teste unilateral, diferenças foram encontradas na comparação entre olhos abertos e fechados no membro inferior dominante (MID) e não dominante (MIND).

Tabela 2 Perfil do equilíbrio postural das atletas de futsal* 

Variável Média e DP± Valores de referência
Teste de organização sensorial
TOS 1 (%) 94,59±1,50 93
TOS 2 (%) 93,00±1,47 92
TOS 3 (%) 91,08±2,4 88
TOS 4 (%) 83,91±7,10 83
TOS 5 (%) 68,91±8,7 64
TOS 6 (%) 65,50±13,8 59
Composite (%) 79,75±5,59 76
Teste de controle motor
Simetria de peso (°/s) 99,94±1,26 90-110
Simetria de força (°/s) 100,73±9,68 100
Teste unilateral
MIND aberto (ms) 0,54±0,11a
MIND fechado (ms) 1,7±0,56b
MID aberto (ms) 0,67±2,1a
MID fechado (ms) 1,72±0,69b

MID: membro inferior dominante; MIND: membro inferior não dominante; TOS: Teste de organização sensorial.

*Letras diferentes indicam diferença significativa (p<0,05).

As variáveis de pico de torque, trabalho total, potência e relação agonista/antagonista estão representados na Tabela 3. Não houve diferença na comparação dessas variáveis entre o MID e o MIND.

Tabela 3 Avaliação isocinética de joelho das atletas de futsal* 

Variável MID EXTENSAO MID FLEXÃO MIND EXTENSÃO MIND FLEXÃO
Pico de torque (Nm) 140±25,34 75,7±17,8 145,7±20,6 80,6±22
Trabalho total (J) 498,6±120,9 309±104,1 540,4±131,6 339,8±97,2
Potência (W) 78,8±19,5 47,4±16,8 86,1±15,8 51±11,1
Relação agonista/antagonista (%) 53,8±8,4 - 55,1±10,9 -

MID: membro inferior dominante; MIND: membro inferior não dominante.

*Dados expressos em média e desvio padrão DP±.

Ao associar a força muscular isocinética e o equilíbrio postural, foi possível identificar uma correlação positiva entre a potência de flexão do MIND e a condição 4 do TOS (Gráfico 1), e entre o trabalho total de extensores de joelho no MID e a condição 5 do TOS (Gráfico 2).

Gráfico 1 Correlação entre o teste de organização sensorial (TOS 4) e a potência de flexores de joelho no membro inferior não dominante 

Gráfico 2 Correlação entre o Teste de Organização Sensorial (TOS 5) e o trabalho total de extensores de joelho no membro inferior dominante 

DISCUSSÃO

Este estudo evidenciou que nos últimos 24 meses, 11 das 12 atletas avaliadas sofreram lesão, estas, na maioria das vezes, sem contato e ocorridas durante os jogos, caracterizando traumas leves e tendo a coxa como maior segmento corporal atingido.

Fernandes et al.15 reiteram que o futebol representa um dos esportes com maior incidência de lesão quando comparado a outras modalidades esportivas. Entretanto, questões envolvendo o segmento afetado, gravidade das lesões e circunstância ainda demostram controvérsias.

No estudo de Gayardo et al5, a incidência de lesão em atletas de futsal feminino foi alta, sendo a coxa o segmento frequentemente afetado e, na maioria das vezes, com ocorrência de lesões sem contato e classificadas como moderadas quanto à gravidade. Outro estudo que analisou a epidemiologia das lesões no futebol de salão identificou que 65,62% das lesões foram classificadas como leves e ocorreram por contato direto16.

O estudo de Silva et al. (17 avaliou 17 atletas de futsal feminino e verificou que a localização anatômica mais acometida pelas lesões foi o tornozelo. Contudo, elevados índices de lesões na coxa foram encontrados no estudo de Jacobson e Tegner18, no qual avaliaram-se equipes de futebol de elite do sexo feminino.

Apesar de os valores do TOS e dos testes de controle motor apresentarem-se dentro da normalidade, eles remetem a adultos saudáveis e não a atletas, tendo em vista a lacuna de dados relacionados com a PDC nessa população. Corroborando, Oda e Ganança19 reportam que há uma escassez de estudos envolvendo a PDC, e que ela deveria ser mais estudada em diferentes populações, pois o TOS é o único teste disponível que fornece dados quantitativos sobre a funcionalidade dos três sistemas informantes do equilíbrio19.

Considerando que a propriocepção é crucial para a estabilidade articular e está associada à prevenção de lesões esportivas20, sua avaliação no âmbito desportivo se torna relevante21. No futebol, melhores condições proprioceptivas são importantes devido à extensa sobrecarga associada às mudanças de direção durante a corrida, frequentes nesse esporte22.

Neste estudo, o teste unilateral indicou valores superiores nas condições relacionadas com os olhos fechados, em comparação com os olhos abertos. Bieć et al23 compararam o equilíbrio entre jogadores de futebol das categorias sub-14 e sub-20. Observou-se que os jogadores sub-20 obtivem melhor performance nas condições em que os olhos estavam abertos, em comparação ao outro grupo, porém, essa performance reduziu consideravelmente com os olhos fechados, fato semelhante ao encontrado neste estudo. Dessa forma, os autores explicam que a maior dependência visual no grupo sub-20 resultou de um maior tempo de exposição desses jogadores a exercícios extenuantes, sobrecargas, bem como efeitos residuais de lesões anteriores. Ainda, denotam que a dependência do sistema visual nesses jogadores, em comparação ao grupo mais jovem, indica que seu sistema somatossensorial e/ou vestibular foi afetado por fatores associados ao treinamento físico e participação em jogos e competições. Esse fator parece explicar os dados encontrados em nosso estudo, já que as atletas compreendem a faixa etária próxima a 20 anos de idade, com histórico de lesões prévias, treinam e participam de jogos e campeonatos regularmente.

Neste estudo não houve diferença nas variáveis de força isocinética entre o MID e o MIND. Esse dado é relevante, uma vez que a diferença de trabalho máximo entre os membros inferiores representa um fator de risco para lesões da articulação do joelho24. A literatura retrata que nas velocidades de 60°/s, a razão agonista/antagonista deve aparecer em torno de 60%, e valores abaixo de 50% indicam grau severo de desequilíbrio muscular25, o que não ocorreu com as atletas neste estudo.

Em nosso estudo, houve associação entre o equilíbrio postural e variáveis de força muscular, corroborando com dados de outros trabalhos que denotam essa relação em atletas26), (27. Mohammadi et al. (28 verificaram que o treinamento de força aumentou o equilíbrio de atletas e sugerem que esse fator se deva ao processo de redução, desinibição e estimulação dos fusos musculares. Young e Metzl29 relacionam o melhor equilíbrio com o aumento da força muscular, pelo fato de que o treino de força facilita o recrutamento das unidades motoras de contração rápida, o que aumenta a coordenação neuromuscular.

Apesar deste estudo não avaliar o índice de fadiga muscular das atletas, é relevante inferir que essa condição caracteriza-se por uma gradual redução na capacidade de produção de força muscular30. Nesse sentido, Gomes et al. (31 descrevem que a fadiga muscular pode diminuir a capacidade de equilíbrio do pé de apoio em jogadores de futebol, fato que pode resultar em perda de performance esportiva, uma vez que o posicionamento do pé de apoio influencia a precisão, a velocidade e o alcance da bola32. Isso contribui para explicar os resultados deste estudo, já que a maior potência muscular no MIND (pé de apoio) esteve associada com uma melhor condição proprioceptiva (condição 4 do TOS) nas atletas.

O estudo de Pau et al. (33 identificou que jogadores com fadiga muscular apresentaram performance reduzida no sistema de controle postural, portanto, defendem que o aumento do risco de lesões de membros inferiores em atletas jovens pode ser atribuído à fadiga muscular, devido ao controle neuromuscular alterado. Assim, os autores ressaltam que programas de treinamento de força muscular de membros inferiores e de equilíbrio devem ser incluídos nas sessões de treino regular dos jogadores, visto que existe relação direta entre essas variáveis, conforme dados deste estudo.

CONCLUSÃO

Apesar de os TOS e testes de controle motor estarem dentro dos valores de normalidade considerados, as atletas apresentaram maior dependência visual para manter o equilíbrio, percebida nas condições do teste unilateral com restrição visual, independente do membro avaliado. Quanto às variáveis de força muscular isocinética, não houve indicação de desequilíbrio muscular na amostra pela relação agonista-antagonista. Foi encontrada uma associação entre o equilíbrio postural e variáveis de força muscular isocinética.

Como contribuições, o estudo apresenta valores relativos à força muscular isocinética de joelho e de posturografia em uma amostra de atletas amadoras de futsal feminino, tendo em vista que tais dados são limitados na literatura.

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