Análise sobre a percepção de policiais militares sobre o conforto do colete balístico

Análise sobre a percepção de policiais militares sobre o conforto do colete balístico

Autores:

Mairana Maria Angélica Santos,
Erivaldo Lopes de Souza,
Bárbara Iansã de Lima Barroso

ARTIGO ORIGINAL

Fisioterapia e Pesquisa

versão On-line ISSN 2316-9117

Fisioter. Pesqui. vol.24 no.2 São Paulo abr./jun. 2017

http://dx.doi.org/10.1590/1809-2950/16629324022017

RESUMEN

El oficial de policía militar es sometido a condiciones agotadoras en su turno de trabajo, que pueden comprometer la calidad de su vida, salud y bienestar físico y psicológico. Además eses factores, poca atención es dada a los riesgos laborales de esa profesión. Este estudio tuvo como objectivo dar una mayor énfasis a la promoción de salud y prevención de enfermidades del oficial de policía militar y evaluar la comodidad de eses profesionales en relación al chaleco balístico y sus posibles asociaciones con cuadros de fatiga y dolor. La investigación fue realizada desde un cuestionario estructurado con cuestiones relacionadas a la comodidad en relación al uso del chaleco balístico, al dolor y a la fatiga el fín del turno de trabajo. La muestra fue compuesta por 29 oficiales de policía militar del sexo masculino. Los resultados mostraron asociación entre el grado de incomodidad general y en las actividades laborales y el peso del chaleco (correlación de Spearman igual a 0,697 e 0,7091, respectivamente). Hubo quejas relacionadas al dolor en la región lumbar y fatiga el fín del turno de trabajo. Los oficialies de policía militar demostraron insatisfación en relación a la comodidad con el chaleco balístico y quejas de fatiga y dolor.

Palabras clave: Policía; Salud del Trabajador; Dolor Lumbar; Promoción de la Salud; Prevención de Accidentes

INTRODUÇÃO

O policial militar (PM) encontra-se entre as categorias profissionais em que a exposição aos riscos à integridade física é evidente1), (2. No entanto, os aspectos relacionados à saúde desses profissionais e a suas necessidades têm tido pouca visibilidade e compreensão social, com baixa produção científica no Brasil e demais países da América Latina3), (4), (5.

Essa é uma profissão que exige boa aptidão física e mental para suportar as cargas impostas no ambiente militar, que demanda permanência em pé, durante muitas horas, caminhadas prolongadas e corridas com equipamentos pesados ou uso exaustivo de força muscular6), (7. Além disso, há o risco epidemiológico que, segundo Minayo e Adorno8, ocorre, principalmente, nos confrontos armados, com risco de vida. A natureza das atividades realizadas, a sobrecarga de trabalho, as relações internas e externas à corporação, cuja organização se fundamenta na hierarquia e na disciplina, são características que combinam os riscos da profissão com o estilo de vida, o que contribui para que esse profissional se exponha aos mais variados agravos à saúde9.

A atividade do policial militar apresenta uma predisposição natural a dores lombares, devido à jornada de trabalho, ao tempo na posição ereta, ao uso de equipamento e ao estresse físico e emocional7.

A dor lombar é a quinta razão mais comum para todas as consultas médicas nos Estados Unidos e a causa frequente de incapacidade para pessoas com idade inferior a 45 anos, assim como um dos problemas mais associados ao absenteísmo no trabalho10), (11. Indivíduos com dor lombar não sofrem apenas com o desconforto físico, mas também com a limitação funcional, que pode prejudicar a qualidade de sua vida. Até um terço das pessoas com dor lombar se queixa da persistência de dor com intensidade moderada um ano depois do episódio de dor aguda12), (13.

A dor pode ser definida como uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada a uma lesão real ou potencial14. A dor lombar é uma doença incapacitante, que causa limitações funcionais que podem interferir na qualidade de vida dos acometidos e ser caracterizada por um quadro de desconforto, fadiga ou rigidez muscular localizada na parte inferior da coluna vertebral. Sua intensidade varia de acordo com cada indivíduo. Quando persiste por, pelo menos, três meses, considera-se crônica12), (15), (16. A dor lombar é uma das razões mais frequentes para afastamentos do trabalho. Estima-se que cerca de 60% a 80% da população terá lombalgia em algum momento da vida17), (18.

Outro fator associado à dor é a fadiga, um sintoma subjetivo e complexo, difícil de quantificar e um dos principais sintomas dos doentes com dor lombar crônica19. Quanto à fadiga, pode ser decorrente de atividades ocupacionais que exigem intenso esforço físico e sobrecarga mental, associados a estressores organizacionais20. Pode ser definida como uma sensação física desagradável, com componentes cognitivos e emocionais, e um cansaço que não alivia com estratégias usuais de restauração de energia. Varia em duração e em intensidade, e quando é minimizada, o policial pode desenvolver suas atividades habituais21.

Além desses fatores, o policial sofre um processo de precarização de seu trabalho, proveniente do uso de equipamentos e instrumentos inadequados, da restrição de recursos para manter esses aparelhamentos, de escalas exaustivas seguidas de horas extras de trabalho, de condições salariais desproporcionais e de treinamento insuficiente22), (23. Entre os dispositivos utilizados, encontra-se o colete balístico, um equipamento de proteção individual (EPI) regulamentado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) pela Portaria nº 191, de 4 de dezembro de 2006, e foco desta pesquisa.

Conhecer as condições, as situações de exposição a agravos e os efeitos específicos que a dor lombar acarreta na saúde e na vida desses trabalhadores é imprescindível para que ações de intervenção e medidas de proteção à saúde possam ser adequadamente planejadas e executadas24. Nesse contexto, a pergunta que norteou esta pesquisa foi: A atividade operacional causa desconforto ao policial militar quando ele utiliza o colete balístico? Se sim, esse desconforto pode ter associação com dor e fadiga no fim do turno de trabalho?

O objetivo deste artigo foi analisar a percepção dos policiais militares em relação ao conforto do colete balístico, investigar se o colete é ajustado às medidas corporais, a presença de dores na região dorso-lombar durante o trabalho, a dor e a fadiga no final da jornada de trabalho e possíveis relações da dor e do desconforto com a prática de outras atividades físicas.

METODOLOGIA

Esta investigação foi realizada com os policiais militares da Ronda Ostensiva Tática com Apoio de Motocicletas (Rotam) da cidade de João Pessoa/Paraíba. A amostra, do tipo não probabilística, foi constituída de 29 policiais do gênero masculino.

Este é um estudo exploratório quantitativo, realizado a partir de um questionário estruturado. A decisão de elaborar o questionário se justifica devido à falta de um protocolo de pesquisa preexistente, traduzido, adaptado transculturalmente e validado para o português brasileiro. As perguntas foram relacionadas ao nível de conforto dos trabalhadores enquanto usavam o colete balístico e depois de usá-lo, e referentes à dor e à fadiga no final do turno de trabalho.

Os policiais entrevistados apresentavam escala de atividade de 12 horas por 36 horas de folga. Sua participação ocorreu de acordo com seu interesse e consentimento, seguindo todas as recomendações éticas vigentes no Brasil, de acordo com a Resolução nº 466 de 2012 do Conselho Nacional de Saúde.

Depois que os dados foram coletados, os resultados obtidos com a aplicação do questionário foram agrupados e tabulados para a análise e o tratamento estatístico. Para isso, foram utilizados a estatística descritiva e o coeficiente de correlação de Spearman.

Tabela 1 Questionário aplicado durante a pesquisa com os policiais militares 

Itens do questionário Opções de respostas
Grau de conforto/desconforto com o colete Extremamente confortável/ Muito confortável/ Confortável/ Pouco confortável/ Desconfortável/ Extremamente desconfortável
Grau de conforto/desconforto em relação ao peso do colete Extremamente confortável/ Muito confortável/ Confortável/ Pouco confortável/ Desconfortável/ Extremamente desconfortável
Grau de conforto/desconforto em relação ao colete durante a atividade operacional Extremamente confortável/ Muito confortável/ Confortável/ Pouco confortável/ Desconfortável/ Extremamente desconfortável
Grau de conforto/desconforto com o colete em relação às medidas corporais Extremamente confortável/ Muito confortável/ Confortável/ Pouco confortável/ Desconfortável/ Extremamente desconfortável
Ajustamento do colete ao corpo Extremamente ajustável/ Muito ajustável/ Ajustável/ Pouco ajustável/ Quase nenhum ajuste/ Não ajustável
Dor na região dorso-lombar Sem nenhuma dor/ Pouca dor/ Dor moderada/ Muita dor/ Dor intensa/ Dor insuportável
Sente-se fadigado no fim do turno devido ao uso do colete? Nenhuma fadiga/ Fadiga leve/ Fadiga moderada/ Fadiga intensa/ Fadiga insuportável

RESULTADOS

O questionário buscou avaliar a percepção dos policiais militares em relação ao colete balístico, além do nível de dor e de fadiga no final do turno de trabalho. Na Tabela 2 constam esses resultados.

O coeficiente de correlação de Spearman mostrou que as maiores correlações ocorreram entre o grau de desconforto do colete de forma geral e o de desconforto em relação ao peso do colete (0,697). Foi observada associação entre o peso do colete e o grau de desconforto com o colete durante atividade operacional (0,709).

No item relacionado ao ajuste do colete balístico ao corpo dos policiais, 44,8% o consideraram pouco ajustável; 44,8% ajustável; 6,9% julgaram não haver quase nenhum ajuste; e 3,4% consideraram o colete extremamente ajustável.

Também foram observados o nível de dor e o nível de fadiga no fim do turno de trabalho. Quanto à dor na região dorso-lombar, 53,3% se queixaram de dor moderada; 20% de muita dor; 16,7% de pouca dor; 6,7% de dor intensa; e 3,3% de dor insuportável.

Em relação ao nível de fadiga no final do turno de trabalho, 56,7% mencionaram fadiga moderada; 33,3% fadiga intensa; 3,3% fadiga insuportável; 3,3% fadiga leve; e 3,3% nenhuma fadiga.

O teste de significância do coeficiente de correlação de Spearman foi aplicado para testar a hipótese de independência entre o nível de dor e o de fadiga durante a jornada de trabalho. Verificou-se que as respostas dos itens relativos a essas duas variáveis não são independentes (p=0,003) e apresentaram um coeficiente de correlação igual a 0,535.

Tabela 2 Respostas dos itens do questionário sobre o conforto em relação ao colete balístico 

Conforto/Desconforto com o colete balístico Extremamente desconfortável Desconfortável Pouco confortável Confortável Muito confortável Extremamente confortável
Geral 26,7% 50% 20% 3,3% - -
Peso do colete 23,3% 50% 23,3% - 3,3% -
Atividade operacional 33,3% 50% 16,7% - - -
Medidas corporais 10% 33,3% 43,3% 10% - 3,3%

DISCUSSÃO

O trabalho em pé ou em posturas desconfortáveis é encontrado em muitas ocupações25. Estudos observacionais de Engels et al.26, Yip et al.27, e Punnett et al.28 relataram que trabalhar em certas posturas difíceis pode resultar em lombalgia.

Neste estudo, observou-se a relação do desconforto geral do colete com o desconforto causado por seu peso, além da relação entre a dor na região dorso-lombar e o desconforto em relação ao colete balístico.

A maioria das atividades desempenhadas pelos policiais os expõe a situações de perigo, sobretudo atualmente, com a elevação da taxa de criminalidade, o que exige ações mais efetivas de policiamento nas vias públicas e, consequentemente, resulta em sobrecarga de trabalho. Além disso, os policiais atuam em condições insalubres, que se agravam com a precarização e a desorganização do trabalho29), (30.

Em relação às dificuldades com o ajuste do colete balístico ao corpo, estudos prévios, como o de Rocha31, relataram que nem sempre o colete pode ser ajustado ao corpo, porque a Corporação Militar não distribui o equipamento de acordo com as medidas de cada trabalhador. Logo, se o colete estiver muito largo, poderá ser incômodo, se apertado sobre o tórax, poderá comprometer o fluxo de ar para a região pulmonar, consequentemente, diminui o nível de oxigênio e deixa de suprir as células cerebrais e musculares, o que pode ocasionar danos e dificuldade para que o policial cumpra os elementos essenciais em seu trabalho, como agilidade e velocidade.

De acordo com Iida32, devido ao fato de o policial ter que usar constantemente o colete, esse equipamento de segurança deve estar perfeitamente adequado para ele. Se o vestuário não apresentar conforto, poderá afetar o bem-estar e a saúde do usuário.

Segundo a norma National Institute of Justice (NIJ)33, o colete deve seguir as especificações de gênero: uso masculino ou feminino; modelo; tamanho PP, P, M, G e/ou GG. O painel balístico e a capa externa devem ter uma etiqueta com informações no idioma português brasileiro, de forma legível e indelével, em cor contrastante com o nome, o logotipo ou outra identificação do fabricante; nível de proteção e certificado de conformidade com a Norma NIJ Standard 0101.04; número de série; data de fabricação; data de validade da proteção balística; munições que suporta (calibre, velocidade, peso e características do projétil); instruções de uso e conservação dos painéis balísticos34.

As elevadas cargas horárias de trabalho policial evidenciam a importância do processo de adequação das ferramentas de trabalho a seus usuários. O uso constante e inadequado dos coletes gera desconforto, dificulta a movimentação e aumento o tempo de locomoção, o que compromete a segurança e a eficiência e afeta a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida do trabalhador militar35.

Os policiais militares apresentam mais incidência de dor lombar cuja intensidade é relacionada à exigência física do trabalho36. Corroborando os resultados desta pesquisa, Minayo et al.37 referiram que as dores na coluna fazem parte dos principais agravos que acometem os policiais. Além disso, a dor lombar afeta profundamente o funcionamento do corpo e causa limitação funcional que pode levar a implicações na qualidade de vida12. Em pesquisa realizada por Achim36 com cinquenta policiais na Romênia, constatou-se que 87% dos entrevistados relataram dores nas costas - 13% com incapacidade moderada; 75%, com dor ocasional; e 15%, com dor diariamente. Foi observado que 45% dos oficiais entrevistados solicitaram licença médica por causa de dor lombar. Mais da metade dos oficiais da pesquisa afirmaram que a dor lombar era elevada o suficiente para obter a licença médica, porém optaram por continuar trabalhando mesmo com dor. Apenas um quarto dos trabalhadores buscou ajuda profissional para minimizar as dores e os problemas na coluna, procurando um médico ou um profissional da reabilitação.

Em estudo realizado na Inglaterra, os resultados demonstraram que, em policiais que trabalham dirigindo, a dor lombar é mais evidente do que em policiais que trabalham na posição sentada, mas não dirigem ou do que os que trabalham em pé38. A lombalgia afeta cerca de 10% da população mundial, em intensidades de leve a muito grave, e se apresenta como uma das principais causas de afastamento das atividades de trabalho por motivo de doença, o que representa cerca de 60% a 80% das doenças que atingem os trabalhadores39), (40.

A fadiga pode gerar diversas consequências no ambiente de trabalho, como baixo rendimento, altos índices de absenteísmo, risco elevado de envolvimento em acidentes de trabalho ou erros durante a realização do trabalho, lesões, entre outros41.

Houve associação entre os níveis de fadiga e os níveis de dor dos policiais militares, ou seja, os que apresentavam maiores níveis de fadiga também apresentavam níveis mais elevados de dor. Em uma pesquisa realizada por Salvetti et al.42, os autores constataram associação entre fadiga e dor lombar crônica. Os participantes desta pesquisa também apresentaram níveis mais altos de intensidade de dor, escores mais altos de depressão e de incapacidade e escores mais baixos de autoeficácia, e mostraram risco maior de ocorrência de fadiga.

Quando a dor é avaliada durante um período de três anos, há incidência de desenvolver lombalgia de qualquer grau ou em duração de tempo. Rubin43, em um estudo epidemiológico, concluiu que, em 148 veteranos selecionados aleatoriamente, 67% apresentaram episódios de dor, enquanto 44% relataram ter episódios de dores moderadamente grave.

É necessária mais atenção ao conforto dos policiais militares, devido à importância de seu trabalho para a população, aos perigos que enfrentam e aos fatores que podem passar despercebidos, como o uso do colete balístico, que é um equipamento de proteção individual necessário para que esses profissionais tenham mais segurança e melhorem o desempenho de sua atividade laboral.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O estudo mostrou que os policiais se mostraram insatisfeitos em relação ao conforto com o colete balístico, queixando-se de fadiga e dor. Devido ao local da pesquisa e ao tamanho da amostra, não é possível, a partir das entrevistas, apontar que o colete balístico cause desconforto, fadiga e dor a todos os policiais militares.

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