Atividade física e a qualidade de vida de pacientes com doença renal crônica em hemodiálise

Atividade física e a qualidade de vida de pacientes com doença renal crônica em hemodiálise

Autores:

Raiana Lídice Mór Fukushima,
José Luiz Riani Costa,
Fabiana de Souza Orlandi

ARTIGO ORIGINAL

Fisioterapia e Pesquisa

versão impressa ISSN 1809-2950versão On-line ISSN 2316-9117

Fisioter. Pesqui. vol.25 no.3 São Paulo jul./set. 2018

http://dx.doi.org/10.1590/1809-2950/18021425032018

RESUMEN

El objetivo de este estudio ha sido evaluar el nivel de actividad física (NAF) de pacientes con enfermedad renal crónica (DRC) en hemodiálisis (HD) y correlacionar estos niveles a la cualidad de vida relacionada a la salud (CVRS). Se trata de un estudio correlacional, transversal, y con abordaje cuantitativo. Han participado de la investigación 84 pacientes con diagnóstico de DRC. Se ha utilizado el cuestionario internacional de actividad física para identificar el NAF y el cuestionario genérico de cualidad de vida (SF-36) para evaluar la CVRS. Han sido realizados análisis estadísticos descriptivos. Se ha utilizado la prueba Kolmogorov-Smirnov y se ha certificado la ausencia de normalidad en los datos. La prueba U de Mann Whitney ha sido utilizada para la comparación de la CVRS entre grupos (los activos y los insuficientemente activos), así como el coeficiente de correlación de Spearman para correlacionar el NAF y la CVRS. El nivel de significancia que ha sido adoptado ha sido del 5%. En la comparación de grupos, se ha certificado que los pacientes activos han presentado mejor percepción de CVRS si comparados a los insuficientemente activos. Todavía, desde el coeficiente de correlación de Spearman, se ha observado que el NAF está correlacionado con la CVRS, con estadísticas significantes en diversas dimensiones del SF-36. Siendo así, se sugiere que la práctica regular de actividad física (AF) puede aportar para una mejor percepción de CVRS de pacientes en HD.

Palabras clave Actividad Motora; Diálisis Renal; Insuficiencia Renal Crónica; Calidad de Vida

INTRODUÇÃO

A doença renal crônica (DRC) é sério problema de saúde pública, com taxas de prevalência e incidência crescentes no Brasil e no mundo1. O inquérito brasileiro de diálise de 2016 estimou que há 122.825 pacientes no Brasil, sendo que este número cresce gradualmente, no decorrer dos anos (92.091 em 2010 e 97.586 em 2012) (1), (2. A DRC consiste em anormalidades da estrutura e/ou função dos rins em um período superior a três meses, com implicações para a saúde1), (2.

Quando em fase mais avançada, o tratamento mais comum é a hemodiálise (HD) (3. Não há dúvidas que a diálise, seja HD ou peritoneal, é capaz de prolongar a vida do paciente4. Entretanto, um novo estilo de vida, com severas mudanças, associado à uma série de comorbidades ou envolvendo estar conectado à uma máquina, pode ocasionar sentimentos negativos, além de não garantir a preservação da qualidade de vida (QV) (4.

Pesquisas apontam que controle inadequado da pressão arterial, abuso de analgésicos e anti-inflamatórios ou exposição a outras nefrotoxinas, diabetes, tabagismo, obesidade, entre outros, são fatores de risco tradicionais para o desenvolvimento e progressão da DRC5), (6. Em contraste, o combate à alimentação precária e inadequada, inatividade física e tabagismo pode controlar os fatores de risco modificáveis da DRC, auxiliando na redução da pressão arterial, nos riscos associados ao desenvolvimento das doenças cardiovasculares, além de otimizar o controle metabólico, a QV e promover o emagrecimento de pacientes obesos7.

Nesse sentido, a prática de atividade física (AF) é considerada fator de proteção capaz de atenuar as mudanças causadas pela doença e pelo tratamento e diminuir o ritmo de progressão ou manutenção da função renal8. Segundo pesquisadores em âmbito nacional e internacional, a prática de AF aeróbia ou de resistência, gerou efeitos significativos na capacidade funcional, função muscular, performance física e QV9)- (11) de pacientes com DRC. Entretanto, apesar dos benefícios oferecidos por meio da prática regular de AF, há evidências que pacientes hemodialíticos apresentaram baixos níveis de AF, contribuindo e favorecendo o sedentarismo e a deficiência funcional12)- (16, duas variáveis que, comprovadamente, associaram-se com o aumento da mortalidade nesta população17)- (20.

Considerando que pacientes hemodialíticos apresentam comorbidades relacionadas à inatividade física, que podem ocasionar piora na QVRS, é fundamental identificar o nível de atividade física (NAF) e a QVRS para que possíveis estratégias de incentivo e acompanhamento da prática regular e orientada de AF possam ocorrer envolvendo estes pacientes. Dessa forma, o presente estudo objetivou avaliar o NAF de pacientes com DRC em HD e correlacionar com a QVRS.

METODOLOGIA

Este trabalho adota estudo correlacional, transversal e com abordagem quantitativa como metodologia. Trata-se de uma amostra por conveniência e os critérios de inclusão foram: (1) ter idade igual ou superior a 18 anos, (2) todos os gêneros, (3) ter o diagnóstico médico de DRC e (4) estar em tratamento hemodialítico há pelo menos 3 meses em uma das unidade de terapia renal substitutiva (TRS) localizadas no interior de São Paulo. A coleta de dados foi realizada no período de janeiro a abril de 2016. No momento da coleta de dados, haviam 177 pacientes em São Carlos, São Paulo e 120 pacientes em Araraquara, São Paulo, sendo que, destes, 46 e 38 pacientes, respectivamente, aceitaram participar da pesquisa por meio da assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE). Assim, respeitando os critérios estabelecidos, a amostra foi composta por 84 pacientes.

Utilizaram-se o instrumento de caracterização da amostra, que contempla dados sociodemográficos (gênero, idade e escolaridade) e clínicos (tempo de tratamento hemodialítico), o questionário genérico de avaliação de QVRS (SF-36) e o questionário internacional de atividade física (IPAQ). Os instrumentos foram aplicados por uma única avaliadora, em uma sala privativa do referido serviço.

O SF-36 consiste em questionário genérico construído por Ware, Jr e Sherbourne em 1992, com a finalidade de avaliar a QVRS21. Foi traduzido e validado no Brasil22. É um instrumento multidimensional organizado em 36 itens compostos por 8 categorias: capacidade funcional, aspectos físicos, dor, estado geral de saúde, vitalidade, aspectos sociais, aspectos emocionais e saúde mental. Cada componente possui itens e, após avaliação, os escores destes são codificados, somados e transformados em uma escala de 0 a 100, na qual quanto maior for a pontuação, melhor a QVRS.

O IPAQ foi desenvolvido por pesquisadores das áreas de educação física e saúde para uso internacional. No Brasil, o estudo de validade e reprodutibilidade foi desenvolvido por Matsudo et al. em 200123. Utilizou-se, neste estudo, a versão longa, composta por 27 questões, divididas em 5 domínios (trabalho, transporte, tarefas domésticas, lazer e tempo gasto sentado). Para efeito de análise, o NAF foi dicotomizado em ativos e insuficientemente ativos. Ambos os questionários, SF-36 e IPAQ apresentaram-se adequados, sendo reprodutíveis e válidos para avaliar a QVRS22 e o NAF23, respectivamente.

O tratamento estatístico foi realizado por meio do Statistical Package for the Social Sciences (SPSS). Foram realizadas análises estatísticas descritivas (média e desvio-padrão). Por meio do teste de Kolmogorov-Smirnov, verificou-se ausência de normalidade nos dados. Para tanto, utilizou-se o teste U de Mann Whitney para a comparação da QVRS entre os grupos (ativos e insuficientemente ativos), bem como o coeficiente de correlação de Spearman entre o NAF e a QVRS. Para interpretar a magnitude das correlações, adotou-se a classificação a seguir: coeficiente de correlação fraca (até 0,299), coeficiente de correlação moderada (0,300 a 0,599) e coeficiente de correlação forte (0,600 ou mais). O nível de significância adotado foi de 5% (p≤0,05).

RESULTADOS

A partir dos dados sociodemográficos, verificou-se maior prevalência de homens (69%), com até o 2º grau completo (52,4%), e média de idade de 52,6±14,3 anos e tempo de HD médio de 39,2±50,3 meses. Constatou-se que 61,9% dos respondentes eram ativos, segundo o IPAQ total, como apresentado na Tabela 1. Entretanto, analisando a tabela por domínio, verifica-se a predominância de respondentes insuficientemente ativos, em todos eles.

Tabela 1 Dados sobre a prática de atividade física. 

Atividade Física n %
Ativo total Sim 51 61,9
Não 32 38,1
Ativo trabalho Sim 5 7,1
Não 78 92,8
Ativo transporte Sim 21 26,2
Não 62 73,8
Ativo doméstico Sim 35 42,8
Não 48 57,1
Ativo lazer Sim 13 16,7
Não 70 83,3

Na Tabela 2 constam os escores médios de cada dimensão do SF-36. Neste estudo, todas elas obtiveram valores de alfa de Cronbach satisfatórios (≥0,6) (24

Tabela 2 Escore médio das dimensões do SF-36. 

Dimensões Média DP*
Capacidade funcional 77,5 23,6
Aspectos físicos 74,7 40,2
Dor 79,2 27,2
Estado geral de saúde 58,3 18,6
Vitalidade 80,6 17,6
Aspectos sociais 85,0 25,8
Aspectos emocionais 86,5 32,8
Saúde mental 79,2 19,2

*Desvio-padrão

Na Tabela 3 verifica-se que os escores médios do grupo ativo foram superiores aos escores médios do grupo insuficientemente ativo, em todas as dimensões do SF-36. Este resultado tende a sugerir que os pacientes ativos possuem uma melhor percepção de QVRS se comparados aos pacientes insuficientemente ativos, com diferenças significativas nas dimensões “capacidade funcional” e “estado geral de saúde”.

Tabela 3 Comparação entre as médias de ativos e insuficientemente ativos e a QV 

Instrumento Domínios Média Ativo DP* Média Insuficientemente ativo DP p-valor
SF-36 Capacidade funcional 85,3 14,9 66,1 29,2 0,003
Aspectos físicos 77,5 37,8 72,7 43,9 0,815
Dor 83,4 26,2 73,0 27,9 0,064
Estado geral de saúde 62,5 19,1 52,6 16,0 0,012
Vitalidade 83,4 16,5 76,6 18,6 0,091
Aspectos sociais 84,0 28,9 83,0 20,3 0,870
Aspectos emocionais 87,6 30,5 87,5 36,4 0,783
Saúde mental 80,2 19,5 78,4 18,9 0,535

*Desvio-padrão

Com relação à Tabela 4, observam-se correlações de magnitude fraca a moderada, segundo o coeficiente de correlação de Spearman, com resultados estatisticamente significativos nas dimensões “capacidade funcional”, estado geral de saúde”, “dor”, “vitalidade”, “aspectos sociais”, e “saúde mental” do SF-36, demonstrando que o NAF correlacionou-se diretamente com a QVRS. Em outras palavras, praticar e obter níveis satisfatórios de AF pode contribuir para uma melhor percepção da QVRS em pacientes hemodialíticos. Para interpretar a magnitude das correlações, adotou-se a classificação a seguir: coeficiente de correlação fraca (até 0,299), coeficiente de correlação moderada (0,300 a 0,599) e coeficiente de correlação forte (0,600 ou mais).

Tabela 4 Coeficiente de Correlação de Spearman entre as variáveis nível de atividade física e qualidade de vida 

Instrumento Capacidade funcional Aspectos físicos Dor Estado geral de saúde Vitalidade Aspectos sociais Aspecto emocional Saúde mental
IPAQ Total (min/semana) r 0,429 0,114 0,227 0,186 0,246 0,144 0,095 0,204
p <0,001 0,302 0,038 0,090 0,024 0,192 0,389 0,062
IPAQ trabalho (min/semana) r 0,394 0,196 0,209 0,263 0,360 0,228 0,074 0,312
p <0,001 0,074 0,056 0,016 0,001 0,037 0,503 0,004
IPAQ transporte (min/semana) r 0,353 0,011 0,148 0,166 0,126 0,081 0,083 0,177
p 0,001 0,920 0,178 0,131 0,253 0,466 0,453 0,108
IPAQ doméstico (min/semana) r 0,224 0,114 0,132 0,074 0,101 0,111 0,154 0,077
p 0,041 0,302 0,230 0,505 0,360 0,314 0,162 0,488
IPAQ lazer (min/semana) r 0,290 0,123 0,134 0,128 0,426 0,182 0,070 0,243
p 0,008 0,265 0,223 0,247 <0,001 0,098 0,524 0,026

DISCUSSÃO

Dos 84 participantes, houve predominância do gênero masculino (69%). A Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) confirma no inquérito brasileiro de diálise de 2014 que 58% dos pacientes com DRC em programa de diálise, nos centros de diálise cadastrados na SBN, são do sexo masculino2. Em relação à idade, observou-se uma média de 52,56±14,27 anos. Diversos estudos que investigaram as características sociodemográficas de pacientes com DRC trazem a mesma informação acerca do gênero e da média de idade dos pacientes15), (25)- (29. No que diz respeito à escolaridade, constatou-se a prevalência de respondentes com até o 2º grau completo (52,4%), assim como foi evidenciado em algumas outras investigações26), (28), (30. Infelizmente, nesse sentido, é possível inferir que a baixa escolaridade pode ser considerada fator que favorece a vulnerabilidade social e, possivelmente, compromete os cuidados relacionados à saúde e a adesão ao tratamento instituído31. Neste raciocínio, autores esclarecem em sua pesquisa31 que há forte influência dos determinantes sociais na ocorrência da DRC, bem como no desenvolvimento da cirrose e da tuberculose. Sugere-se, dessa forma, que a equipe multiprofissional conheça o nível de instrução do paciente para que a abordagem seja adequada ao caso, visando melhor aceite do diagnóstico e maior adesão ao tratamento recomendado26. No que diz respeito ao tempo de HD realizado, evidenciou-se uma média de 39,24±50,27 meses, sendo que as pesquisas27), (29), (32) verificaram valores semelhantes. Um estudo sobre os fatores associados à QVRS de pacientes hemodialíticos, desenvolvido com 223 idosos em HD33, verificou que o aumento das doenças referidas e o maior tempo de tratamento foram significativamente associados à diminuição dos escores de QVRS. Além disso, a partir de cada domínio do IPAQ, observou-se predominância de pacientes insuficientemente ativos, achado que corrobora diversos outros estudos na literatura brasileira e estrangeira desenvolvidos com pacientes com DRC em programa de HD12), (14), (15), (34. Com isso, confirmam que esta população possui perfil de baixa adesão à prática de AF, o que pode favorecer a redução nos escores médios de QVRS. Cabe lembrar que a avaliação da QVRS é de extrema importância, uma vez que a DRC e o tratamento impactam negativamente na vida desta população35.

No que concerne à comparação de grupos, segundo os escores médios do SF-36, observou-se que os pacientes do grupo ativo apresentaram melhores escores médios, com diferenças significativas nas dimensões “capacidade funcional” e “estado geral de saúde”. Ainda, com base no teste de correlação, o NAF apresentou-se diretamente correlacionado com a QVRS, com correlações significativas nas dimensões “capacidade funcional”, “estado geral de saúde”, “dor”, “vitalidade”, “aspectos sociais”, e “saúde mental” do SF-36.

Estudos ressaltam a importância de pesquisar a capacidade funcional, justamente por esta ser, comprovadamente, reduzida em pacientes hemodialíticos e impactar negativamente na QV36)- (38. Para tanto, alguns autores propõem prática regular de AF como recurso terapêutico na atenuação de prejuízos à QVRS, assim como observado em estudos39), (40) realizados em Minas Gerais. O primeiro foi desenvolvido com 14 e o segundo com 286 pacientes submetidos a HD. Após 12 e 16 semanas de treinamento aeróbio, respectivamente, verificou-se incremento significativo nas dimensões “capacidade funcional”, “dor”, “aspectos físicos” e “estado geral de saúde” do SF-36. Além disso, uma investigação de 2009, com 27 pacientes em HD, verificou que, após 24 semanas de exercício físico aeróbio e resistido, houve otimização da capacidade funcional41. Um programa desenvolvido na Holanda com 96 pacientes em HD, composto por 12 semanas de treinamento aeróbico intradiálise, verificou mudanças significativas nas dimensões “estado geral de saúde” e “vitalidade” do SF-3642. Em Porto Alegre, uma pesquisa com 18 pacientes observou que, após 20 semanas de treinamento muscular periférico durante a diálise, ocorreram melhoras nas dimensões “aspectos físicos”, “dor”, “estado geral de saúde”, e “vitalidade” (44. Em São Paulo, um estudo desenvolvido com 60 pacientes com DRC submetidos a oito semanas de exercício físico resistido intradialítico, verificou que houve substancial melhoria na QVRS, em todos os parâmetros, como a “capacidade funcional” e “estado geral de saúde”. Na China, pacientes em HD que mantinham um estilo de vida ativo, apresentaram melhor percepção de QVRS13), (14.

As evidências comprovam que os pacientes hemodialíticos ativos tendem a obter melhores escores na QVRS e, em consequência, otimizar a saúde global13), (14), (36)- (44.

As limitações deste trabalho incluem o delineamento transversal, por não estabelecer relações de causa e efeito e a utilização do IPAQ, uma vez que há instrumentos que oferecem maior fidedignidade, como o pedômetro ou acelerômetro, para mensurar o NAF.

CONCLUSÃO

Conclui-se que os pacientes ativos apresentaram melhor percepção de QVRS, em todas dimensões, se comparados aos insuficientemente ativos. A partir do coeficiente de correlação de Spearman, pode-se sugerir que a prática e bons níveis de AF tendem a contribuir para melhores escores de QVRS de pacientes em HD.

Aconselha-se que equipes multiprofissionais responsáveis pelas unidades de TRS busquem alternativas para motivar ou encorajar os pacientes a adotarem um estilo de vida ativo, seguindo as recomendações e orientações de profissionais de educação física e de fisioterapia. Espera-se que a pesquisa possa contribuir para futuros estudos, visto ser de grande importância para a promoção de QV, estilo de vida ativo e bem-estar de pacientes hemodialíticos.

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