Carga de doença por sífilis congênita em Santa Catarina, 2009

Carga de doença por sífilis congênita em Santa Catarina, 2009

Autores:

Karoline Bunn Borba,
Jefferson Traebert

ARTIGO ORIGINAL

Epidemiologia e Serviços de Saúde

versão On-line ISSN 2237-9622

Epidemiol. Serv. Saúde vol.23 no.4 Brasília out./dez. 2014

http://dx.doi.org/10.5123/S1679-49742014000400018

ABSTRACT

OBJECTIVE:

to estimate the burden of disease due to congenital syphilis in Santa Catarina state, Brazil, 2009.

METHODS:

an ecological study analysing the state's health macro-regions in 2009. Congenital syphilis deaths and reported cases were investigated according to the method used by the Brazilian Global Burden of Disease Study (YLL - Years of Life Lost; YLD - Years Lived with Disability; DALY - Disability-Adjusted Life Years).

RESULTS:

no congenital syphilis deaths were reported in the period. As such, YLL was zero and DALY was equal to YLD. A total of 52.92 DALY were estimated, resulting in a rate of 0.86 DALY/100,000 inhabitants and 68.07 DALY/100,000 inhabitants under 1 year of age.

CONCLUSION:

the burden of disease due to congenital syphilis was attributed exclusively to the disability indicator. It can be considered as relatively low in the majority of Santa Catarina's health macro-regions.

Key words: Syphilis, Congenital; Sexually Transmitted Diseases; Ecological Studies; Disability-Adjusted Life Years

RESUMEN

OBJETIVO:

estimar la carga de enfermedad por sífilis congénita en el estado de Santa Catarina, Brasil.

MÉTODOS:

estudio ecológico cuyas unidades de análisis fueron las macrorregiones de salud del estado, en 2009; se investigaron óbitos y notificaciones por sífilis congénita, conforme el Estudio de Carga de Enfermedad en Brasil; fueron calculados los indicadores YLL (Yearsof Life Lost) YLD (Years Lived with Disability) y DALY (Disability Adjusted Life Years).

RESULTADOS:

no hubo registro de óbito por sífilis congénita, de manera que el número de YLL fue igual a cero y, como consecuencia, el de DALY se igualó al de YLD; fueron estimados 52,92 de DALY, resultando en las tasas de 0,86 de DALY/100 mil habitantes y 68,07 de DALY/100 mil habitantes <1 año de edad.

CONCLUSIÓN:

la carga de la enfermedad por sífilis congénita fue estimada exclusivamente por el indicador de incapacidad y puede considerársela baja en la mayoría de las macrorregiones de salud de Santa Catarina.

Palabras-clave: Sífilis Congénita; Enfermedades de Transmisión Sexual; Estudios Ecológicos; Años de Vida Perdidos por Incapacidad

Introdução

As políticas de saúde adotadas em nível nacional e local, normalmente, são baseadas em informações geradas por indicadores de saúde, muitas vezes fundamentados em dados de mortalidade.1 Contudo, o envelhecimento populacional, associado ao aumento da expectativa de vida observado mundialmente, fomentou o surgimento de um novo indicador de saúde: DALY (Disability Adjusted Life Years, ou Anos de Vida Perdidos Ajustados por Incapacidade). Este indicador agrega morbidade e mortalidade associadas à doença, capturando a relevância de condições não fatais, porém incapacitantes.2 Dessa maneira, DALY é um indicador com potencial de estabelecer prioridades na prevenção, planejamento e gerenciamento dos serviços de saúde,3 uma vez que considera as incapacidades decorrentes da doença capazes de gerar sofrimento e limitação ao desenvolvimento social e econômico,4 ou seja, a carga das doenças sobre a sociedade.

Para o cálculo da carga de doença, as doenças infecciosas constituem um grupo específico de agravos à saúde. Nesse grupo encontra-se a sífilis congênita, uma infecção transmitida por via transplacentária, de ocorrência em crianças cujas mães tiveram sífilis mas não foram tratadas ou tiveram tratamento inadequado.5 Essa transmissão vertical da sífilis persiste como um grande problema de Saúde Pública, sendo a doença de maior taxa de transmissão durante o ciclo grávido-puerperal, no Brasil.6

É agravo de notificação compulsória desde 1986.7 Apesar disso, e das campanhas para realização de pré-natal adequado, percebe-se que o controle da doença permanece insuficiente no território nacional.6 Em aproximadamente 40% das infecções não tratadas, acontece aborto espontâneo ou morte perinatal.8 Os fundamentos para o controle da sífilis congênita estão baseados na triagem sorológica das gestantes mediante (i) testes não treponêmicos, principalmente o Venereal Disease Research Laboratory (VDRL), e (ii) tratamento adequado, tanto das gestantes quanto de seus parceiros sexuais.6 , 9 - 11

Não foram encontrados estudos publicados sobre a carga da sífilis congênita em Santa Catarina. A necessidade de maior número de estudos com dados atualizados sobre o assunto estimulou a realização desta pesquisa, cujo objetivo foi estimar a carga de doença por sífilis congênita no estado de Santa Catarina, Brasil, no ano de 2009.

Métodos

Foi desenvolvido um estudo ecológico, cujas unidades de análise foram as nove macrorregiões de saúde de Santa Catarina.

O indicador selecionado para calcular a carga de doença por sífilis congênita foi o de DALY - Disability Adjusted Life Years (Anos de Vida Perdidos Ajustados por Incapacidade). Este indicador agrega, em uma só medida, dados de mortalidade precoce e dados de morbidade ao somar os YLL (Years of Life Lost, ou Anos de Vida Perdidos) e os YLD (Years Lived with Disability, ou Anos Vividos com Incapacidade). Foram investigados os óbitos e as notificações por sífilis congênita em indivíduos residentes no estado no ano de 2009. A pesquisa seguiu a metodologia do Estudo de Carga de Doença no Brasil.2

Foram utilizadas informações sobre a população residente em Santa Catarina, estimada pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2009, segundo sexo, faixa etária e macrorregião de saúde, disponíveis na página do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus)/Ministério da Saúde. O número de YLL foi calculado pela diferença entre a idade do óbito e os parâmetros utilizados no Estudo de Carga de Doença no Brasil,2 ou seja: esperança de vida ao nascer de 80,0 anos para homens e de 82,5 para mulheres. Trata-se de uma esperança de vida padronizada para uso em estudos de carga de doença, pela razão de possibilitar a comparabilidade internacional dos achados. Foi aplicada uma taxa de desconto de 3% ao ano,2 para que o ano de vida futuro perdido contabilizasse 97% do ano anterior, e assim sucessivamente. O número de YLD foi estimado pelo produto do peso da doença (peso = 0,315)11 e sua duração média (duração = 3 anos),2 utilizando-se os casos incidentes notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Foi aplicada correção pela taxa de subnotificação de 79%.12 O número de DALY resultou da soma de YLL e YLD.

Foram calculadas as taxas de YLL, YLD e DALY por 100 mil habitantes segundo a população geral do estado e por 100 mil habitantes menores que um ano de idade, segundo sexo e macrorregiões de saúde de Santa Catarina. A presença de diferenças nas taxas de DALY foi verificada pelo teste Mann-Whitney U, partindo-se do pressuposto de distribuições assimétricas em função do pequeno número de observações. Adotou-se o nível de significância estatística de 5%.

Foram utilizados exclusivamente dados secundários, obtidos de bases de acesso livre e sem identificação dos sujeitos. Por esse motivo, o projeto da pesquisa foi dispensado de apreciação por Comitê de Ética. A Resolução do Conselho Nacional de Saúde (CNS) no 466, de 12 de dezembro de 2012, foi seguida em todas as etapas da pesquisa.

Resultados

Não houve registro de óbito por sífilis congênita em Santa Catarina no ano de 2009, de maneira que o número de YLL foi igual a zero e, por conseguinte, o indicador de DALY exclusivamente composto pelo indicador de morbidade YLD. O número de YLD foi estimado a partir dos 56 casos notificados no ano sob estudo.

Foram estimados 52,92 DALY, o que resultou em uma taxa de 0,86 DALY/100 mil habitantes por sífilis congênita no estado. Valores maiores de DALY e taxas por 100 mil habitantes foram observados nas macrorregiões da Foz do Rio Itajaí e da Grande Florianópolis: valores de 22,67 e 14,17 DALY e taxas de 4,42 e 1,29 DALY/100 mil habitantes, respectivamente. Todavia, as taxas não se mostraram estatisticamente diferentes entre as macrorregiões que apresentaram casos notificados (p=0,055). Não houve casos notificados nas macrorregiões Nordeste e Planalto Norte. Foram observadas diferenças significativas entre as macrorregiões apenas para o sexo feminino (p=0,006). No estado como um todo, as taxas de DALY não foram diferentes entre os sexos (p=0,481) (Tabela 1).

Tabela 1 Número de casos notificados e taxas de DALY (Disability Adjusted Life Years, ou Anos de Vida Perdidos Ajustados por Incapacidade) por sífilis congênita, segundo sexo e macrorregião de saúde, Santa Catarina, 2009 

Notas: Diferença das taxas nas macrorregiões de saúde: a) p=0,122; b) p=0,006; c) p=0,055

Diferença das taxas entre sexos no estado de Santa Catarina: d) p=0,481 (teste Mann-Whitney U)

Como todos os registros encontrados correspondiam a indivíduos pertencentes à faixa etária de menores de um ano, calculou-se a taxa por 100 mil habitantes nessa idade, resultando em uma carga de doença igual a 68,07 DALY/100 mil habitantes menores de um ano. As macrorregiões da Foz do Rio Itajaí e da Grande Florianópolis apresentaram as maiores taxas: 329,12 e 122,59 DALY/100 mil habitantes (p=0,049), respectivamente. Quando analisadas as diferenças entre as macrorregiões segundo sexo na faixa etária de menores de um ano, também ficou evidenciada diferença significativa no sexo feminino: a macrorregião da Foz do Rio Itajaí apresentou a maior taxa, com 196,47 DALY/100 mil habitantes <1 ano do sexo feminino; e o Planalto Serrano, a menor taxa, com 4,71 DALY/100 mil habitantes <1 ano do sexo feminino (p=0,014). Todavia, não foram observadas diferenças significativas de taxas de DALY entre os sexos no estado de Santa Catarina como um todo (Tabela 2).

Tabela 2 Número de casos notificados e taxas de DALY (Disability Adjusted Life Years, ou Anos de Vida Perdidos Ajustados por Incapacidade) por sífilis congênita em menores de um ano de idade, segundo sexo e macrorregião de saúde, Santa Catarina, 2009 

Notas: Diferença das taxas nas macrorregiões de saúde: a) p=0,107; b) p=p=0,014; c) p=0,049

Diferença das taxas entre sexos no estado de Santa Catarina: d) p=0,550 (teste Mann-Whitney U)

Discussão

Este estudo mostra que os 56 casos notificados geraram uma carga de doença determinada exclusivamente pelo indicador de incapacidade, já que não foi observado qualquer óbito por sífilis congênita em Santa Catarina no ano de 2009. Infere-se que os 56 casos registrados da doença obtiveram cura.

Estudos apontados pela Secretaria Especial das Políticas para as Mulheres,13 Fundação das Nações Unidas para a Infância (UNICEF)14 e Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado de Santa Catarina15 sugerem que as políticas públicas, de cunho mundial, nacional e estadual, para redução de mortalidade foram efetivas na medida da melhoria do acompanhamento pré-natal mediante triagem das pacientes com exames VDRL e seu tratamento adequado, tornando a doença no recém-nascido menos letal.13 - 15 Todavia, é importante ressaltar que o desenho transversal do presente estudo impossibilita afirmar que as políticas públicas foram efetivas na redução da mortalidade. Para tanto, seria necessário um estudo de desenho longitudinal.

No município de Natal-RN, entre 2004 e 2007, foram notificados 311 casos de sífilis congênita, com incidência de 6,0 casos para cada mil nascidos vivos,16 o que sugere melhor assistência pré e perinatal no estado de Santa Catarina.

Foram estimados 52,92 DALY, o que resultou em uma taxa de 0,86 DALY/100 mil habitantes anos por sífilis congênita em Santa Catarina. Todavia, a carga da doença para a faixa etária de menores de um ano foi de 68,07 DALY/100 mil habitantes dessa idade. Foz do Rio Itajaí apresentou a maior taxa entre as macrorregiões de saúde (329,12/100 mil habitantes <1 ano). Paradoxalmente, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES/SC), essa macrorregião se destaca pelo melhor desempenho em cobertura de pré-natal no estado,15 fato capaz de explicar, ainda que parcialmente, um maior número de diagnósticos e de notificações. Acresce-se a isto outro fato: a Foz do Rio Itajaí é a região do estado com maior incidência do vírus da imunodeficiência humana, o HIV, reforçando a hipótese de que o melhor desempenho na cobertura de pré-natal15 esteja contribuindo, também, para um melhor diagnóstico e notificação da sífilis congênita. Esta mesma hipótese poderia ser aventada para explicar o fato de a Grande Florianópolis ser a segunda região com maior carga de sífilis: 122,59 DALY/100 mil habitantes. Além da maior incidência da doença nessas regiões, poder-se-ia considerar um maior preparo dos profissionais de saúde de determinadas regiões, entre elas a capital do estado, no diagnóstico e na notificação dos casos de sífilis congênita, podendo este ser um fator de interferência nos resultados aqui apresentados.

A carga da doença manifestou-se com maior intensidade no sexo masculino quando a taxa foi calculada tendo a população menor de um ano de idade como denominador (73,67 DALY/100 mil habitantes <1 ano). Porém, quando o denominador foi a população geral, essa carga manifestou-se com mais intensidade no sexo feminino (0,96 DALY/100 mil habitantes). Contudo, tais diferenças não se mostraram estatisticamente significativas, apontando não ser o sexo uma variável associada à carga por sífilis congênita em Santa Catarina. Já em relação às macrorregiões de saúde, puderam-se observar taxas estatisticamente significativas apenas para o sexo feminino. Isto ocorreu tanto nas taxas envolvendo a população geral como naquelas específicas para a população menor de um ano de idade. Foz do Rio Itajaí e Grande Florianópolis foram as macrorregiões de saúde com as maiores cargas da sífilis congênita no estado. Apesar de o tratamento para a sífilis ser de fácil acesso e execução, a sífilis congênita permanece como um desafio para a Saúde Pública em sua busca por um sistema adequado e abrangente de pré-natal de qualidade.

Entre as principais limitações desta pesquisa, encontra-se a provável subnotificação de casos, embora sua magnitude seja desconhecida. Também é importante destacar que infecções não tratadas levam a aborto espontâneo ou morte perinatal, fatos com poder de interferir - substancialmente - na aferição da carga, impondo cautela na interpretação dos resultados apresentados nesta nota. Outra limitação do estudo a ressaltar é que nas macrorregiões de saúde com as maiores cargas da doença, não é possível precisar se são devidas ao maior diagnóstico ou notificação, ou realmente, à maior incidência de sífilis congênita nas localidades circunscritas a essas regiões. É razoável, igualmente, pensar em um possível sinergismo de variáveis: maior incidência pode levar a melhor preparo dos profissionais de saúde e, consequentemente, a uma maior disponibilidade de serviços especializados em diagnóstico e notificação.

Recomenda-se o reforço de políticas públicas focadas na melhoria constante do pré-natal e no preparo adequado dos profissionais de saúde em todo o estado, levando à redução da carga da sífilis congênita. Sugere-se, ainda, a necessidade de estudar e implementar maneiras de garantir a notificação de todos os casos de sífilis congênita diagnosticados.

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