Desenvolvimento motor de idosos: estudo comparativo de sexo e faixa etária

Desenvolvimento motor de idosos: estudo comparativo de sexo e faixa etária

Autores:

Lucia Maria Andreis,
Fernanda Christina de Souza Guidarini,
Cassiana Luiza Pistorello Garcia,
Angela Fernandes Machado,
Francisco Rosa Neto

ARTIGO ORIGINAL

Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional

versão On-line ISSN 2526-8910

Cad. Bras. Ter. Ocup. vol.26 no.3 São Carlos jul./set. 2018

http://dx.doi.org/10.4322/2526-8910.ctoao1599

1 Introdução

O Desenvolvimento Motor é o processo de transformações motoras que ocorrem ao longo da vida, iniciando-se na concepção e seguindo até a morte (ROSA NETO, 2015). Durante o envelhecimento, esse processo é evidenciado pela retrogênese, na qual são reveladas perdas gradativas nos componentes motores (BORGES et al., 2010; RATHI et al., 2014). Essas perdas podem ocorrer em diferentes ritmos e intensidades para cada área motora, dependendo dos fatores aos quais o indivíduo está exposto (PICCOLI et al., 2012; ROSA NETO; SAKAE; POETA, 2011; PICCOLI et al., 2016).

Entretanto, estudos que abordam a retrogênese indicam uma maior carga de fatores intrínsecos na expressão das perdas durante o envelhecimento, especialmente relacionada a aspectos neurológicos (BORGES et al., 2010; RATHI et al., 2014; MASCALCHI et al., 2014). A morte de neurônios, diminuição do comprimento e número de dendritos, desmielinização das grandes fibras, redução da quantidade de neurotransmissores e acúmulo de substâncias anômalas no meio extracelular são algumas alterações neurológicas comuns ao processo da retrogênese, e tem como consequência um decréscimo nas respostas motoras (FJELL et al., 2013; LOCKHART; DE CARLI, 2014).

Diante disso, a idade aparece como o principal determinante para as alterações motoras sob a óptica do Desenvolvimento Motor. Estudos demonstram a perda gradativa nas áreas motoras ao longo dos anos (CRITCHLEY et al., 2014; BORELLA et al., 2014; GOMES et al., 2015). Essas alterações têm como consequência a diminuição da capacidade funcional, tornando o indivíduo mais suscetível a quedas, fragilidade, institucionalização, depressão e outras comorbidades (NUNES et al., 2017; FIALHO et al., 2014; KAGAWA; CORRENTE, 2015). Entretanto, torna-se importante investigar as diferenças entre as idades de idosos para acompanhamento das intensidades das perdas nas faixas etárias com o intuito de planejar intervenções adequadas às necessidades de cada momento no Desenvolvimento Motor.

Outro fator intrínseco que parece influenciar no Desenvolvimento Motor dos idosos é o sexo, uma vez que, devido às diferenças fisiológicas existentes entre homens e mulheres, as alterações motoras ocorrem de formas diferentes entre os sexos (PINHEIRO et al., 2013; SOUSA; GUEDES, 2016). Associado a isso, aspectos socioculturais também podem contribuir para as diferenças entre os sexos no Desenvolvimento Motor, visto que as regras sociais da época na qual esses idosos eram adultos diferenciavam por sexo o tipo de trabalho e vivências motoras (SOUSA; GUEDES, 2016). Compreender as diferenças motoras entre os sexos no idoso pode auxiliar os profissionais de saúde a desenvolverem programas de intervenção que considerem as especificidades de cada sexo favorecendo a adesão dos idosos.

Nesse sentido, considerando o impacto dessas alterações motoras na capacidade funcional dos indivíduos idosos e, consequentemente, na independência e autonomia dos mesmos, o estudo do Desenvolvimento Motor, considerando os seus fatores determinantes, é uma importante ferramenta para os profissionais que trabalham com o público idoso, uma vez que este conhecimento possibilita o desenvolvimento de intervenções mais efetivas, visando às necessidades específicas de cada grupo. Diante disso, o objetivo do estudo foi avaliar e comparar o Desenvolvimento Motor de idosos considerando o sexo e a faixa etária.

2 Método

Este estudo é caracterizado como transversal e descritivo. O consentimento dos sujeitos participantes foi obtido por meio da assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, e a pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da UDESC, protocolo no. do CAAE 50685515.9.0000.0118.

2.1 Participantes

A amostra foi constituída por 218 idosos hígidos pertencentes ao banco de dados do Laboratório de Desenvolvimento Humano (LADEHU), com idade entre 60 e 79 anos estratificados por sexo e faixa etária, constituindo quatro grupos: G1(n=64) - sexo feminino, 60-69 anos ( x¯ =64,5 DP 2,8 anos); G2 (n=45) - sexo feminino, 70-79 anos ( x¯ =73,0 DP 2,6 anos); G3 (n=66) - sexo masculino, 60-69 anos ( x¯ =64,9 DP 3,0 anos); G4 (n=43) - sexo masculino, 70-79 anos ( x¯ =73,9 DP 2,6 anos). Foram incluídos os idosos que apresentaram as informações completas no banco de dados, referentes a sexo, idade e variáveis motoras. A coleta de dados ocorreu no ano de 2016. Fora excluídos idosos com diagnóstico clínico de doenças neurodegenerativas, como Parkinson e/ou Alzheimer; com fraturas recentes (seis meses); que utilizavam dispositivos de auxílio para locomoção, como cadeiras de rodas, muletas; que apresentaram audição e/ou visão comprometidas a ponto de não conseguir realizar os testes propostos.

2.2 Instrumentos

O instrumento utilizado para a obtenção dos dados foi a Escala Motora para Terceira Idade (EMTI) (ROSA NETO, 2009). Publicada na sua primeira edição em 2009, apresenta boa validade quanto à reprodutibilidade (r=0,93) e boa fiabilidade (0,80) em relação à consistência interna (ROSA NETO; SAKAE; POETA, 2011).

A EMTI avalia o Desenvolvimento Motor dos idosos por meio das áreas: motricidade fina, coordenação global, equilíbrio, esquema corporal, organização espacial e organização temporal. Os procedimentos de coleta têm duração de aproximadamente 30 a 45 minutos e ocorrem individualmente. O instrumento é constituído por 10 tarefas em cada área avaliada, as quais apresentam progressão de dificuldade na execução. No momento em que não se obtém êxito na tarefa, cessam-se as tentativas e contabilizam-se os pontos adquiridos com cada teste, resultando no valor da pontuação para aquela determina áreas. A média aritmética da pontuação alcançada nas seis áreas indica a Aptidão Motora Geral (AMG), a qual representa o Desenvolvimento Motor do indivíduo. A classificação ocorre conforme os valores atingidos na AMG. Resultados classificados como “inferior” e “muito inferior” indicam vulnerabilidade no Desenvolvimento Motor (ROSA NETO, 2009).

2.3 Análise estatística

A análise estatística foi realizada no programa IBM SPSS Statistics 20.0. Na análise descritiva utilizou-se média, desvio padrão e frequências. Para verificar a normalidade dos dados, foi empregado o teste de Komogorov Smirnov, que indicou dados não normais. Desta forma, para a comparação dos grupos, utilizou-se o teste H de Kruskal Wallis e post hoc de Dunn.

3 Resultados

A partir da avaliação do Desenvolvimento Motor dos 218 idosos participantes do estudo, foi possível verificar que a maioria dos idosos alcançaram classificações dentro da normalidade nos quatro grupos (Tabela 1).

Tabela 1 Classificação do Desenvolvimento Motor dos idosos por grupo. 

Classificação Feminino 60-69 anos % (n) Feminino 70-79 anos % (n) Masculino 60-69 anos % (n) Masculino 70-79 anos % (n)
Muito superior 1,5 (1) - - -
Superior 4,6 (3) - 15,4 (10) -
Normal alto 10,8 (7) 6,7 (3) 9,2 (6) 25,6 (11)
Normal médio 56,9 (37) 22,2 (10) 47,7 (31) 44,2 (19)
Normal baixo 12,3 (8) 24,4 (11) 21,5 (14) 20,9 (9)
Inferior 12,3 (8) 44,4 (20) 3,1 (2) 4,7 (2)
Muito inferior 1,5 (1) 2,2 (1) 3,1 (2) 4,7 (2)
Total 100% (65) 100% (45) 100% (65) 100% (43)

As mulheres de 70-79 anos foram as que apresentaram valores médios no Desenvolvimento Motor inferiores dentre os quatro grupos avaliados ( x¯ =87,7; DP=12,4), sendo a diferença para os demais grupos significante estatisticamente (p<0,05) (Tabela 2).

Tabela 2 Comparação dos valores médios do Desenvolvimento Motor e áreas motoras entre os grupos. 

Sexo Faixa etária x¯ (DP) p-valor**
DM F 60-69 anos 96,8 (14,2)a,c,d 0,001*
70-79 anos 87,7 (12,4)b
M 60-69 anos 99,3 (15,4)a,c,d
70-79 anos 97,1 (14,4)a,c,d
MF F 60-69 anos 100,7 (20,4)a 0,654
70-79 anos 99,6 (22,9) a
M 60-69 anos 104,4 (21,3) a
70-79 anos 102,7 (24,0) a
CG F 60-69 anos 76,3 (20,4)a,c,d 0,001*
70-79 anos 54,3 (20,1)b
M 60-69 anos 78,9 (27,1)a,c,d
70-79 anos 72,1 (22,7)a,c,d
E F 60-69 anos 93,2 (27,6)a,d 0,001*
70-79 anos 80,7 (21,0)b
M 60-69 anos 106,0 (28,5)a,c,d
70-79 anos 102,7 (25,2)a,c,d
EC F 60-69 anos 116,7 (22,7)a,c,d 0,012*
70-79 anos 100,3 (29,1)b,c,d
M 60-69 anos 109,5 (27,0)a,b,c,d
70-79 anos 107,4 (26,3)a,b,c,d
OE F 60-69 anos 101,9 (16,4)a 0,402
70-79 anos 101,1 (15,4)a
M 60-69 anos 101,9 (12,4) a
70-79 anos 99,3 (12,9) a
OT F 60-69 anos 92,7 (25,8)a 0,977
70-79 anos 89,9 (23,4)a
M 60-69 anos 94,7 (27,7)a
70-79 anos 95,3 (28,1)a

F = feminino; M = masculino; x¯ = média; DP = desvio padrão; DM = Desenvolvimento Motor; MF = Motricidade Fina; CG = Coordenação Global; E = Equilíbrio; EC = Esquema Corporal; OE = Organização Espacial; OT = Organização Temporal; **Teste H de Kruskal Wallis, post hoc Dunn; *p-valor ≤0,05. Letras diferentes = diferença estatística significante.

Quando analisadas as áreas motoras em separado, foi possível observar que as mulheres apresentaram pontuações inferiores aos homens em quase todas as áreas. Na Coordenação Global, a diferença significante foi encontrada na comparação do grupo feminino de 70-79 anos com os demais. No Equilíbrio, as diferenças significantes foram observadas na comparação do grupo do sexo masculino de 60-69 anos e os dois grupos do sexo feminino, e entre o grupo feminino e masculino da faixa etária dos 70-79 anos. No Esquema Corporal, as diferenças significantes foram encontradas na comparação dos grupos do sexo feminino. Nas áreas da Motricidade Fina, Organização Espacial e Organização Temporal não foram identificadas diferenças significantes estatisticamente (Tabela 2).

4 Discussão

O presente estudo avaliou e comparou o Desenvolvimento Motor de idosos estratificado por sexo e faixa etária, tendo como resultado a classificação do Desenvolvimento Motor dentro da normalidade para a maioria dos idosos, ainda que tenham sido identificadas alterações em algumas áreas motoras específicas. Estes achados vão ao encontro de outros estudos (PICCOLI et al., 2009; ROSA NETO; SAKAE; POETA, 2011) e corroboram a ideia de que, apesar das alterações motoras previstas na retrogênese, o organismo possui mecanismos adaptativos que objetivam conservar funções essenciais para a vida (FUJIWARA et al., 2012; FLING; SEIDLER, 2012; RATHI et al., 2014).

Contudo, quando o Desenvolvimento Motor é classificado abaixo da normalidade, essa habilidade adaptativa está comprometida, gerando vulnerabilidade nas capacidades motoras, as quais refletem dificuldades na execução de tarefas consideradas simples no dia a dia, como comunicar-se ou locomover-se, por exemplo (NUNES et al., 2017; BARBOSA et al., 2017). Nesses casos, a intervenção motora torna-se essencial para recuperação do desempenho de tais atividades (SANTOS et al., 2014; MARTINS et al., 2014). Em nosso estudo, a vulnerabilidade está presente em 17,43% dos idosos.

Em relação aos achados referentes a sexo e faixa etária, o estudo indicou que mulheres de faixa etária mais avançada apresentaram maior comprometimento no Desenvolvimento Motor quando comparadas aos outros grupos etários e ao sexo masculino, pois essas foram classificadas em maior frequência dentro do limiar que indica vulnerabilidade para condições de dependência. Dessa forma, mulheres acima de 70 anos podem precisar de um cuidado especial no contexto da intervenção devido a esse resultado encontrado.

A associação entre dois fatores, sexo e idade, parece ser um importante determinante para perdas motoras mais acentuadas. A literatura vem demonstrando que o avanço da idade está associado à intensificação destas perdas, tanto relacionadas aos componentes neurológicos como osteomusculares (RUBIO et al., 2013; FATORI et al., 2015). Além disso, a literatura ainda indica que o sexo feminino está mais suscetível a doenças crônicas não transmissíveis, a fragilidades e a demências, quando comparado aos homens, especialmente em idades mais avançadas (BARBOSA et al., 2017; FHON et al., 2012; ALEXANDRE et al., 2014).

Fatores como alterações hormonais e perdas em componentes físicos, que nas mulheres se iniciam já durante a meia-idade, refletem em um declínio mais acentuado nas funções motoras, tornando-se mais evidentes a partir dos 70 anos. Nos homens, essas alterações aparecem mais tardiamente e, dessa forma, as perdas motoras são menos evidentes quando comparadas às mulheres da mesma faixa etária (ABAD-DIEZ et al., 2014; ALEXANDRE et al., 2014).

Essas diferenças entre as perdas motoras de homens e mulheres ainda parece sofrer influência de fatores socioculturais, principalmente aqueles relacionados ao contexto em que os idosos atuais viveram (BARBOSA et al., 2017). As regras sociais estabeleciam papéis determinantes para cada sexo, nos quais as mulheres deveriam dedicar-se aos cuidados do lar, realizando principalmente tarefas na esfera privada, como as atividades da vida diária, privilegiando atividades leves, enquanto os homens eram encarregados pelo sustento da família, em empregos que, na maioria das vezes, exigiam de aspectos físicos, e no seu tempo livre executavam atividades mais vigorosas (SOUSA; GUEDES, 2016). Esse contraste entre a vivência motora de homens e mulheres, principalmente relacionada aos aspectos que incorporam as valências físicas, pode refletir-se nesta diferença entre os sexos (TEIXEIRA et al., 2012; SOUSA; GUEDES, 2016).

No estudo das áreas motoras específicas, a Coordenação Global apresentou resultados mais relevantes e passíveis de intervenção, visto que os idosos do estudo apresentaram maiores comprometimentos nessa área, independente do sexo ou da faixa etária. A Coordenação Global refere-se à coordenação de movimentos amplos que demandam, sobretudo das valências físicas, força, flexibilidade, velocidade e agilidade para sua execução, as quais são afetadas notoriamente pelo declínio das funções orgânicas decorrente do avançar da idade (DALY et al., 2013; SILVA; MENEZES, 2014). Pesquisas demonstraram que ocorre uma perda gradativa nas valências físicas, sendo que aos 65 anos o indivíduo já apresenta um declínio de 25% no seu desempenho muscular, por exemplo (GOUVEIA et al., 2013), e a partir dos 70 anos as perdas se acentuam, de tal forma que podem afetar a independência e autonomia dos idosos (PINHEIRO et al., 2013; SILVA; MENEZES, 2014).

Dessa forma, no contexto da intervenção motora, a Coordenação Global aparece como um elemento-chave a ser abordado no trabalho com idosos, sejam estes com Desenvolvimento Motor dentro ou abaixo da normalidade, uma vez que esta área envolve aspectos essenciais para o desempenho de atividades básicas de vida diária, como levantar-se da cama, subir escadas, caminhar etc.

5 Conclusão

Os resultados do presente estudo indicaram que os idosos, independente do sexo ou faixa etária, apresentaram Desenvolvimento Motor dentro da normalidade, entretanto, a idade mais avançada pareceu influenciar negativamente nos resultados, especialmente no sexo feminino, sendo as mulheres idosas de 70-79 anos o grupo que apresentou Desenvolvimento Motor próximo ao limiar de vulnerabilidade. Em relação às áreas motoras, a Coordenação Global foi aquela que apresentou maior comprometimento para os idosos do estudo.

Dessa forma, é importante que intervenções sejam desenvolvidas a fim de minimizar as perdas motoras previstas na retrogênese, principalmente na área da Coordenação Global, a qual influencia diretamente na independência e autonomia dos idosos. As características motoras de cada sexo também devem ser observadas para o desenvolvimento de intervenções mais efetivas.

Como limitações do estudo, estão o corte transversal, que não permitiu estabelecer relação causal das variáveis estudadas e a faixa etária abordada, a qual não incluiu idosos com idade igual ou superior a 80 anos, restringindo o alcance do estudo. Assim, sugerem-se estudos longitudinais de coorte que possibilitem o aprofundamento dos conhecimentos relacionados ao Desenvolvimento Motor.

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