Efeito da terapia ultrassônica de baixa intensidade em cultura celular de fibroblastos

Efeito da terapia ultrassônica de baixa intensidade em cultura celular de fibroblastos

Autores:

Priscila Daniele de Oliveira,
Deise A. A. Pires Oliveira,
Cintia Cristina Martinago,
Regina Célia Poli Frederico,
Cristina Pacheco Soares,
Rodrigo Franco de Oliveira

ARTIGO ORIGINAL

Fisioterapia e Pesquisa

versão impressa ISSN 1809-2950versão On-line ISSN 2316-9117

Fisioter. Pesqui. vol.22 no.2 São Paulo abr./jun. 2015

http://dx.doi.org/10.590/1809-2950/12860222022015

RESUMEN

En la práctica fisioterápica se utiliza bastante el ultrasonido como terapia para el tratamiento de diversos trastornos muscoloesqueléticos. Este artículo tiene por objetivo evaluar el efecto de la irradiación ultrasónica de baja intensidad, con diferentes regímenes de pulsos y de intensidades, en cultivo celular de fibroblastos L929 (ATCC CCL-1 NCTC), para verificar la viabilidad celular y establecer los parámetros de dosimetría. Se utilizó el ultrasonido pulsado, con frecuencia de 1Mhz, en un cultivo de células fibroblásticas, divididas en cinco grupos (con control y con la intensidad instantánea del 0,3W/cm2-10%; 0,3W/cm2 -20%; 0,5W/cm2 -10% y US 0,5W/cm2-20 % - 100Hz). La irradiación se llevó a cabo en intervalos de 24, 48 y 72 horas, durante dos minutos y después de las 24 horas de cada irradiación se realizó la prueba de MTT {Bromuro de [3-(4,5-dimetiltiazol)-2,5-difeniltetrazólio]}. Los resultados mostraron que en la comparación entre los valores de células viables por el método MTT en los cinco grupos evaluados no ha sido posible encontrar ninguna diferencia estadísticamente significativa en los tres momentos evaluados (24, 48 y 72 horas). En cambio, al llevar a cabo el análisis de medida repetida en los diferentes grupos, se obtuvo una diferencia estadísticamente significativa solamente en el grupo irradiado con ultrasonido a 0,5W/cm2 con el régimen de pulso del 10% (p=0,003). Basándose en estos resultados se concluyó que la irradiación ultrasónica de baja intensidad en cultivo celular de fibroblastos L929 obtuvo el aumento sólo en el grupo con intensidad de 0,5W/cm2-10%, con significancia en todos los periodos de evaluación.

Palabras-clave: Dosimetría; Tejido Conectivo; Técnicas de Cultivo de Células; Terapia por Ultrasonido

INTRODUÇÃO

Dentro da prática fisioterápica, quando observados os recursos utilizados na clínica reabilitativa verifica-se a ampla utilização do ultrassom terapêutico (UST) para tratamento das diversas afecções musculoesqueléticas agudas ou crônicas1 2. Isto decorre principalmente pelo fato de ser um método seguro que evita aos pacientes os riscos de procedimentos invasivos3.

Este método está presente no exercício clínico há mais de seis décadas4, em contrapartida, Wardejn e McMeeken5 frisam a escassez quanto a evidências científicas sobre seus efeitos terapêuticos e a normatização da aplicação, de maneira que os artigos disponíveis confirmam a contradição acima citada quanto à padronização e ao próprio reparo tecidual, em virtude dos mesmos denotarem escassez na comprovação dos reais efeitos biológicos ou mecanismos de ação, e da falta de determinação concreta nos critérios indicados para esse tipo de tratamento4 6 7.

Assim se dá a importância de constante investigação de seus resultados clínicos, bem como do estudo da relação entre doses e respostas biológicas para um consenso dosimétrico do agente físico em questão1 8. Afinal, como aponta Ishikawa et al.9, a correta aplicação do UST é imprescindível não somente para fundamentar os níveis de exposição que induzem a repercussão biológica significativa, mas também para a proteção dos pacientes.

Dessa perspectiva, constata-se em diversos trabalhos uma gama de efeitos fisiológicos térmicos e não térmicos que o UST induz nos tecidos biológicos por meio da vibração10.

Dessas acepções, pode-se ressaltar a ativação fibroblástica, o aumento na extensibilidade do colágeno e cicatrização, a diminuição de células inflamatórias (leucócitos e macrófagos) por aceleração do metabolismo celular, síntese proteica, osteogênese, ativação do ciclo de cálcio, angiogênese (com consequente acréscimo na circulação sanguínea e perfusão), a produção do fator de crescimento, redução dos espasmos musculares, rigidez articular e, finalmente, a analgesia11 12 13 14 15 16 17 18.

Nesse contexto, com base nos estudos de Zhou et al.19, destaca-se que os efeitos do UST quando aplicado in vitro denotam íntima ligação com o tipo celular, propiciando síntese de DNA em periósteo, osteoblastos e fibroblastos.

Por fim, com base nas considerações apresentadas por Johns20, ressalta-se a relevância dos estudos em cultura celular quando correlacionados à ação do ultrassom, uma vez que possibilitam a complementação das investigações in vivo, proporcionam controle rígido sobre as inúmeras variáveis e, ainda, potencializam os conhecimentos no tocante ao emprego dessa ferramenta terapêutica.

Assim, o objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da irradiação Ultrassônica de Baixa Intensidade, com diferentes regimes de pulso e intensidade, em cultura celular de fibroblastos L929, de modo a verificar a viabilidade celular e definir parâmetros de dosimetria.

METODOLOGIA

Este estudo caracteriza-se como experimental, e para a sua realização foram utilizadas células de fibroblastos, derivadas de tecido conjuntivo de camundongos, da linhagem L929 (ATCC CCL-1 NCTC) fornecidas pelo Instituto Adolfo Lutz (SP), Brasil. O estudo recebeu aprovação do Comitê de Ética da Universidade Norte do Paraná (UNOPAR), sob o protocolo nº 462.478/2013.

Cultura Celular

As células L929 de fibroblastos foram rotineiramente cultivadas em placas de 25cm2 (TPP, Switzerland, Europe) com MEM (Minimum Essencial Medium, Gibco(r) - Invitrogen Corporation, Grad Island, USA) suplementado com 10% de Soro Fetal Bovino (Cultilab, Brazil) e 1% de Antibiótico - Antimicótico (Gibco(r), by Life Technologies), mantidas em estufas de CO2, em atmosfera de 5%, a 37ºC (Thermo Forma Scientific, Waltham, MA). As células utilizadas neste experimento seguiram as recomendações de utilização para o teste de toxicidade in vitro que constam na ISO 10993-5.

Ultrassom

A irradiação ultrassônica foi realizada com um equipamento da marca KLD(r) - (Biossistemas Equipamentos Eletrônicos Ltda.), modelo Avatar III, com transdutor de 1MHz, BNR (taxa de não uniformidade do feixe) ≤6 e com área de radiação efetiva (ERA) de 1cm2, devidamente calibrado pelo fabricante.

Irradiação

Após a cultura apresentar confluência, foi realizada a tripsinização nas placas TPP de 12 poços, com 24mm de diâmetro e 18mm de profundidade, em uma densidade de 1x106 células/mL. Em seguida, as células ficaram por 24 horas em repouso (over night) para a sedimentação. Posteriormente, iniciou-se a intervenção nos intervalos de 24, 48 e 72 horas, respeitando a seguinte separação grupos (Tabela 1).

Tabela 1 Descrição dos grupos experimentos e respectivas dosimetrias 

Grupo Intensidade Instantânea (W/cm2) Regime de Pulso (%) Intensidade Média (W/cm2) Ciclo de trabalho Frequência (Hz)
G1 Grupo controle (não recebeu irradiação)
G2 0,3 10 0,03 1:9 100
G3 0,3 20 0,06 1:4 100
G4 0,5 10 0,05 1:9 100
G5 0,5 20 0,10 1:4 100

Visando um bom acoplamento da interface do ultrassom (distância da camada de células ao transdutor de 18mm) e propagação da onda mecânica, os volumes dos poços foram completados com meio MEM até a borda, e cada poço foi irradiado e mantido sempre na mesma posição em relação à face do transdutor do ultrassom.

Quanto ao tempo de aplicação, realizou-se a irradiação, por 2 minutos em cada poço, em temperatura ambiente, nos intervalos de 24, 48 e 72 horas, sendo descartado o aquecimento da placa. Todos os experimentos foram realizados em triplicata e, após cada período, as culturas tiveram a viabilidade celular avaliada pelo teste de citotoxicidade MTT.

Teste de citotoxicidade celular por MTT

Os experimentos de citotoxicidade foram avaliados pelo método de MTT Brometo de [3-(4,5-dimetiltiazol)-2,5-difeniltetrazólio]. As culturas de células L929 receberam irradiação ultrassônica nos intervalos de 24, 48 e 72 horas, sendo que após 24 horas de cada irradiação foi realizado teste de MTT de acordo com ensaio a seguir: depois de retirado o meio MEM, cada poço recebeu 80μL de MTT, uma concentração final de 0,5mg/mL, e foi incubado por 1 hora a 37ºC, em atmosfera de 5% de CO2; em seguida, adicionou-se a cada poço 400μL de Dimetil Sulfóxido (DMSO). As placas foram mantidas em agitação por 30 minutos para a solubilização dos cristais de formazana. A sua concentração foi quantificada espectroscopicamente por meio de um leitor de microplacas (Leitor ELISA - SpectraCount - Packards Instrument, Offeburg - Alemanha), em comprimento de onda de 570nm.

Análise estatística

Os resultados foram expressos em valores médios e desvio padrão, com avaliação da normalidade verificada pelo teste de Shapiro-Wilk. Para comparação e verificação de diferenças expressivas entre os grupos, utilizou-se a Análise de Variância (ANOVA) e o teste post hoc de Tukey HSD e, entre as avaliações, ANOVA de Medidas Repetidas. Na análise estatística, utilizou-se o programa SPSS versão 20.0, onde o intervalo de confiança foi de 95% e valores de p<0,05 foram considerados estatisticamente significativos.

RESULTADOS

Ao comparar os valores de células viáveis pelo método MTT nos grupos (G1=controle, G2=0,3-10%, G3=0,3-20%, G4=0,5-10% e G5=0,5-20%), não foi encontrada significância estatística entre eles nos três momentos avaliados (24, 48 e 72 horas) (Figura 1).

Figura 1 Comparação da viabilidade celular entre os grupos nos diferentes momentos avaliados. G1 - não irradiado; G2 - recebeu irradiação US 0,3W/cm2 (10%); G3 - irradiado com US 0,3W/cm2 (20%); G4 - Grupo irradiado com US 0,5W/cm2 (10%) e, G5 - US 0,5W/cm2 (20%) 

Ao se realizar a análise de medida repetida nos diferentes grupos, encontrou-se significância estatística apenas no grupo irradiado com ultrassom a 0,5W/cm2 com regime de pulso de 10% (p=0,003). Nesse grupo, ocorreu aumento da viabilidade celular tanto de 24 para 48 horas, como de 48 para 72 horas e de 24 para 72 horas.

Entretanto, apesar do reduzido número de amostras avaliadas, vale destacar determinadas diferenças, em valores absolutos, concernentes à viabilidade celular, especialmente do grupo G3, irradiados com ultrassom pulsado a 20% na intensidade de 0,3W/cm², o que pode sugerir que mesmo não tendo sido encontradas diferenças estatisticamente significantes entre todos os grupos experimentais, ocorreu um crescimento considerável no número de células irradiadas. Tal fato possibilita entender que o ultrassom não atuou de maneira deletéria às células, sendo que não houve decréscimos em números em nenhum dos grupos, e que os fibroblastos não permanecem inertes à ação do ultrassom, pois, em todos os grupos houve crescimento no seu valor total (Figura 1).

DISCUSSÃO

Segundo Silva et al.16, os efeitos terapêuticos do ultrassom não dependem exclusivamente da intensidade, modo de emissão e frequência, mas também encontram-se diretamente sujeitos à duração da intervenção. No presente estudo, o tempo de aplicação terapêutico foi padronizado em dois minutos, com base nas conclusões de Oliveira et al.21, que com este mesmo protocolo de aplicação confirmam o aumento na viabilidade celular.

Quanto à utilização do modo de emissão pulsado, corroboram os achados de Cunha et al.22, que em suas considerações denotam que a modalidade em questão mostrou ser mais eficaz que o regime de pulso contínuo. Fato que, dentro do processo de reparação de tendões em ratos, sinalizou otimização na organização e agregação de feixes das fibras de colágeno, visto que o ciclo de trabalho contínuo exibiu desorganização do material, a exemplo de efeito deletério no reparo.

Lirani-Galvão et al.23 e Hsieh24 reportam que o ultrassom pulsado apresenta comportamento relevante, relacionado aos efeitos terapêuticos, como: aumento da permeabilidade e difusão de membrana e de cálcio intracelular.

Já os benefícios da dose 0,5W/cm2 (pulsado a 10 e 20%, 100Hz e intensidade instantânea) encontrados também em nossos resultados, podem estar atrelados à associação dos efeitos atérmicos, os quais seriam responsáveis pela referida estimulação do transporte de substâncias e modificação na permeabilidade da membrana celular25.

Os achados deste experimento também reforçam os estudos de Demir et al.26, onde o ultrassom terapêutico tem evidenciado sua eficácia na estimulação de cultura de fibroblastos com intensidade entre 0,1 e 0,5W/cm², abreviando a fase inflamatória de reparo. De igual forma, Lowe et al.27 e Oliveira et al.28, também confirmaram sua eficácia na fase de reparo, utilizando doses de ultrassom com intensidades de aproximadamente 0,5W/cm2 em modo pulsado (10% e 20% - 100Hz) e frequência de 1MHz.

Por outro lado, ao utilizar a intensidade de ­0,3W/cm2 (pulsado a 10% e 20%, 100Hz, frequência de 1MHz e intensidade instantânea) visando ressaltar a ação não térmica do UST, a dose empregada, pode não ter sido suficiente para ocasionar as implicações biofísicas significativas, pois as mesmas são dependentes da intensidade29.

Ainda, pode-se acrescentar que Lim et al.30, em cultura de odontoblastos humanos, verificaram um aumento da viabilidade celular quando associada à terapia ultrassônica de baixa intensidade (1MHz, 0,5W/cm2, pulsado a 20% e 50%) em 10 minutos de intervenção. Sendo assim, o tempo de aplicação de ultrassom (dois minutos) nos grupos 0,3W/cm2 (pulsado a 10% e 20%, com frequência de 1MHz e intensidade instantânea), pode ter sido insuficiente para promover respostas biomodulatórias.

Desse modo, outros estudos nessas linhas temáticas divergem em alguns aspectos dos nossos resultados, e discorrem a respeito da elevação do metabolismo ósseo em ratos (com dose de 0,3W e frequência 1MHz)14 17, ou do aumento da quantidade de fibroblastos e alinhamento colágeno com uso de ultrassom pulsado (20%) a uma intensidade de 0,5W/cm²13.

Mas vale ressaltar autores que não obtiveram resultados estimulatórios, como Artifon et al.25, com o grupo de 0,5W/cm² no sóleo de ratos, e Frasson et al.31, que também não verificaram aumento de células fibroblásticas e capilares sanguíneos em tenotomias do calcâneo quando aplicado UST pulsado (20% com intensidades de 0,3W/cm2e 1,5W/cm2).

Nesse contexto, a cultura celular também contribui com seus achados ao apontar que os efeitos do ultrassom estão correlacionados aos parâmetros utilizados e ao tipo celular, sendo capaz de assegurar a proliferação de fibroblastos21, osteoblastos32 e condrócitos33.

Corroborando com tais afirmações, demais pesquisas in vitro atestam que após diferentes períodos de incubação (24, 48 e 72 horas), a viabilidade celular analisada pelo método MTT demonstrou que não houve diferença significativa15. Do mesmo modo, Bohari et al.34, apresentaram os mesmos resultados quando em cultura de fibroblastos.

Desta forma, salientamos que em nosso estudo foi possível constatar que assim como Artilheiro et al.15, ocorreu a ampliação quantitativa de células, conforme esperado. Ainda que, esse aumento não tenha sido significativo em todos os grupos o UST não causou a inibição na viabilidade celular.

Por fim, mediante os aperfeiçoamentos terapêuticos baseados nos desenvolvimentos tecnológicos decorrentes dos últimos tempos, o ultrassom tornou-se um recurso que tem revelado resultados promissores na terapia cicatricial; isso tem relação com o fato de que na fase inflamatória inicial do reparo há o aumento na liberação de fatores de crescimento pela granulação de plaquetas, mastócitos e macrófagos21.

Diante disso, a fase de proliferação inicia-se antecipadamente, diminuindo seu intervalo de tempo e atuando na fase de remodelagem. Com isso, a cicatrização, etapa acelerada pela liberação desses fatores de crescimento, pode ser estimulada pelo ultrassom35.

CONCLUSÃO

Com base nos resultados deste estudo, pode-se concluir que a irradiação Ultrassônica de Baixa Intensidade 0,3W/cm2 (10%-20%) e 0,5W/cm2 (20%), aumentou percentualmente a viabilidade celular em cultura de fibroblastos L929, enquanto que somente o grupo com terapêutica de 0,5W/cm2 (10%) obteve o crescimento numérico com significância estatística em todos os períodos de avaliação (24, 48 e 72 horas).

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