Efeitos adversos da eletrotermofototerapia em clínicas da cidade de Cascavel - PR

Efeitos adversos da eletrotermofototerapia em clínicas da cidade de Cascavel - PR

Autores:

Camila Prochnow Goulart,
Gabriela Otto,
Natália Lima,
Morgana Neves,
Ana Tereza Bittencourt Guimarães,
Gladson Ricardo Flor Bertolini

ARTIGO ORIGINAL

Fisioterapia e Pesquisa

versão impressa ISSN 1809-2950versão On-line ISSN 2316-9117

Fisioter. Pesqui. vol.25 no.4 São Paulo out./dez. 2018

http://dx.doi.org/10.1590/1809-2950/17001725042018

RESUMEN

Este estudio propone identificar los principales efectos adversos observados por fisioterapeutas con el uso de aparatos de electrotermofototerapia en clínicas de la ciudad de Cascavel, Paraná (Brasil). De la muestra han participado 35 clínicas, de las cuales restaron 25 después del triaje, cuyos datos fueron obtenidos por cuestionarios en forma de entrevista semiestructurada. Estos contenían preguntas al responsable del servicio de electrotermofototerapia sobre la ocurrencia de los efectos adversos ocurridos durante el trabajo en la clínica. Se observó que el Electroestimulación Transcutánea (TENS, en inglés) presentó problemas en un 64 % de los casos, con un 36 % debido a irritaciones de la piel y un 28 % al dolor. En el aparato de ondas cortas se verificó efectos adversos en un 60 %, de las cuales un 40 % fueron de quejas de dolor y un 20 % de quemaduras leves. Sobre el ultrasonido terapéutico, se han divulgado los efectos adversos en un 52 %, de los cuales un 32 % fueron síntomas de dolor y un 20 % casos con náuseas. La terapia con láser de baja intensidad resultó en efectos adversos en el 36 %, con informes de aumento de la sensibilidad local. Por último, los dispositivos de frecuencia media revelaron efectos adversos en sólo el 20 % de los casos de las quejas de náuseas. La cantidad de estos efectos encontrados es importante, pero su gravedad no demostró gran preocupación.

Palabras clave Estimulación Eléctrica; Diatermia; Terapia de Ultrasonido; Terapia por Luz de Baja Intensidad; Modalidades de Fisioterapia

INTRODUÇÃO

Na eletrotermofototerapia existem numerosas modalidades, como Neuroestimulação Elétrica Transcutânea (TENS), corrente interferencial, diatemia por radiofrequência, ultrassom, laser de baixa potência, eletromiografia de superfície, entre outras. Ela apresenta uma diversidade de aplicações, que visam: redução de dor e espasmos musculares; retorno da atividade neuromuscular, com prevenção e retardo de atrofia por desuso; ganho de mobilidade articular; reparo tecidual, incluindo lesões em pele; aumento do fluxo sanguíneo local; redução de edema agudo e crônico; prevenção de trombose pós-operatória, entre outras1, contudo para estes existem controvérsias em seus resultados2)- (4.

Independentemente da forma de estimulação utilizada, há necessidade que a energia entregue seja absorvida pelo tecido para que ocorra algum efeito1. As correntes de baixa frequência polarizadas apresentam atividade de acordo com seus polos, produzindo correntes anódicas e catódicas5. Para as correntes despolarizadas, tanto de baixa quanto média frequências, o objetivo é despolarizar fibras nervosas, visando tanto produzir mecanismos de controle da dor quanto contração muscular6)- (10.

Para o laser de baixa potência há, após a absorção, aumento na produção de trifosfato de adenosina (ATP) (11, redução de mediadores pró-inflamatórios12, aceleração do reparo tecidual13, além de efeitos analgésicos14. O ultrassom terapêutico pode produzir tanto efeitos térmicos quanto não térmicos, agindo na redução da dor e no aumento do metabolismo, inclusive do processo inflamatório, devido aos efeitos de microcorrenteza acústica e cavitação estável15)- (17. Já na diatermia por radiofrequência, tanto com uso de ondas curtas quanto de micro-ondas, o objetivo é produzir calor, visando assim efeitos terapêuticos como ganho de extensibilidade tecidual18), (19 e alterações no processo inflamatório e na dor20)- (22.

A literatura apresenta casos em que estes recursos são contraindicados, inclusive por não haver comprovação de efeitos deletérios23)- (27, porém as informações sobre seus efeitos adversos ainda são escassas. Assim, o objetivo deste estudo foi identificar as consequências indesejadas da eletrotermofototerapia relatadas pelos fisioterapeutas da cidade de Cascavel - PR.

METODOLOGIA

Este estudo se caracteriza como transversal qualiquantitativo, baseado em respostas de questionário. A coleta de dados foi realizada por meio de visitas às clínicas de fisioterapia, previamente agendadas por meio de contato via e-mail, com anexo de uma cópia do questionário para que o terapeuta soubesse do que se tratava, e confirmadas por telefonema a partir da adesão da clínica.

A população alvo do estudo foram os responsáveis pelo setor de eletrotermofototerapia de 35 clínicas de fisioterapia, e os critérios de inclusão foram o uso de equipamentos de eletroterapia como recurso no tratamento de pacientes, e assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido, com pré-aprovação pelo Comitê de Ética da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), sob parecer n°1.741.859. Os dados coletados compreendem informações como: tempo de experiência do terapeuta no uso da eletrotermofototerapia; média de pacientes atendidos; aparelho usado com mais frequência; principais efeitos adversos; duração e intensidade destes efeitos.

Os resultados foram apresentados na forma de estatística descritiva simples baseados em porcentagens. As frequências dos efeitos em função do tipo de equipamento foram comparadas por meio do teste de qui-quadrado para k-proporções, seguido do teste de acompanhamento de Marascuilo28. O nível de significância aceito foi 5%.

RESULTADOS

Das 35 clínicas inicialmente listadas, três decretaram fechamento e sete não faziam uso de recursos eletrofísicos, por se tratarem de clínicas de terapias manuais ou alternativas, restando 25 clínicas participantes, das quais foi solicitado que o fisioterapeuta responsável pelo setor de eletrotermofototerapia respondesse ao questionário, totalizando assim 25 profissionais.

A média de experiência em uso dos recursos eletrotermoterapêuticos foi de 16 anos, sendo que 48% (n=12) estavam entre 2 e 10 anos, 36% (n=9) entre 10 e 20 anos e 16% (n=4) mais de 20 anos, sem ultrapassar o tempo máximo de 30 anos de experiência.

Os respondentes declararam nunca ter se deparado com casos de efeitos graves desencadeados pelo uso de eletrotermofototerapia, e os poucos casos relatados dizem respeito a incidentes como desconfortos diante de correntes com potencial de contração motora, irritações cutâneas ou queimaduras de primeiro grau, devidas à negação de pacientes a respeito do controle de temperatura e a eletrodos no fim da vida útil.

O principal efeito adverso relatado foi dor ou desconforto, com 48% das declarações (n=12), seguido de tontura e náuseas, com 28% (n=7), e irritações ou queimaduras leves (24%, n=6). Com relação aos efeitos desencadeados em cada aparelho, visto que foram aceitos mais do que um tipo de equipamento por respondente, a soma das porcentagens pode ser maior do que 100%.

Com base nas respostas apresentadas pelos profissionais e analisando os equipamentos isoladamente, foi possível observar que houve diferença estatística significativa quanto à distribuição das frequências (χ2=13,38; p=0,010). O aparelho de TENS apresentou efeito adverso em 64% dos casos, sendo destes 36% de casos de irritações cutâneas e 28% de casos de dor. O aparelho de ondas curtas apresentou efeitos adversos em 60% dos casos, dos quais 40% foram queixas de dor e 20% foram casos de queimaduras leves. Já acerca do ultrassom terapêutico foram relatados efeitos adversos em 52% dos casos, sendo 32% de quadros de dor e 20% de casos com náuseas. A laserterapia de baixa potência demonstrou efeito adverso em 36% dos casos, todos relatos de aumento da sensibilidade local. Por fim, os aparelhos de média frequência apresentaram efeito adverso em apenas 20% dos casos, de apenas quadros de náuseas (Figura 1).

Figura 1 Representação gráfica da distribuição em porcentagens dos equipamentos com maior frequência de efeitos colaterais relatados. 

DISCUSSÃO

Recursos eletrotermofototerapêuticos são amplamente utilizados na prática clínica, são eficazes no tratamento de uma variedade de problemas, como condições ortopédicas, reumatológicas e neurológicas, e durante diferentes fases das doenças (estados agudos, subagudo e crônico) (11), (13), (29. Deve-se ter em mente, entretanto, que a duração, a associação ou o tipo de aplicação pode variar, dependendo dos parâmetros utilizados30.

Uma observação importante diz respeito à incapacidade de confirmação das informações coletadas neste estudo, uma vez que se baseiam em relatos dos terapeutas entrevistados, não em fatos presenciados pelos autores, embora se acredite na honestidade dos profissionais, dada sua responsabilidade. Partridge e Kitchen31 sugerem que, mesmo com evidências informais, o uso de agentes eletrofísicos podem causar efeitos adversos, sendo a maioria destes leves. Tais efeitos podem ser explicados por três hipóteses: descalibração de equipamentos, o que pode acarretar em liberação de doses excessivas e causar efeitos nocivos; inexperiência do terapeuta, em que profissionais pouco familiarizados podem optar pela aplicação de parâmetros não indicados na prática clínica, e resposta individual do paciente.

Neste estudo observou-se que a maioria dos terapeutas apresentava conhecimento sobre a técnica, longo tempo de experiência e poucos casos de reações adversas durante o tratamento, mesmo que vários deles já tenham presenciado ao menos um episódio de efeitos adversos. A principal resposta dos entrevistados dizia respeito a não colaboração do paciente no feedback, dificultando o atendimento adequado. Assim, deve-se considerar o nível sociocultural das diferentes populações (o estudo citado anteriormente foi realizado no Reino Unido31), além das diferenças com relação aos cuidados na calibração de equipamentos, prática não respeitada no Brasil por diversos fatores, desde desconhecimento sobre a necessidade deste procedimento até aos altos custos de manutenção e baixos ganhos em atendimentos fisioterapêuticos32)- (35. Isto apresenta graves problemas em equipamentos como o ultrassom, de ineficácia a sobredoses34, o que embora possa ser interpretado como reação adversa, trata-se contudo de problemas dosimétricos por manutenção preventiva inadequada.

Os resultados desta pesquisa condizem com a literatura, em que os efeitos adversos observados foram classificados como leves. O mais frequente relatado foi dor ou desconforto, o que pode ser explicado pela sensação desagradável causada principalmente pela escolha da eletroestimulação e sua intensidade, bem como estado psicofisiológico do paciente31.

O segundo efeito mais relatado diz respeito a tonturas e náuseas, no entanto os mecanismos causadores de tais sintomas não são totalmente elucidados. Esta decorrência foi a mais relatado para aparelhos de correntes de média frequência, porém, dentre dos equipamentos, estes apresentaram menos efeitos, diferentemente do observado por Patridge e Kitchen31, que observaram menores taxas no uso da corrente interferencial.

Os dados coletados sobre o laser de baixa potência chamam a atenção pela ocorrência significativa de casos de aumento da sensibilidade, uma vez que o tratamento é considerado de baixo risco, exceto por queimadura ocular. Embora o tratamento com laser seja atérmico, o aumento do metabolismo local pode ser responsável pela alteração sensitiva, principalmente pela falta de parâmetros dosimétricos36.

Não foram relatados efeitos adversos no uso de correntes polarizadas, provavelmente pelo baixo uso deste recurso, por demandar certo conhecimento do operador e os riscos de queimaduras serem maiores5. Os equipamentos de TENS apresentaram o maior número de efeitos adversos, o que novamente pode ser apontado por problemas na manutenção destes, dado que se tratam de correntes despolarizadas, com limitações que impossibilitam a liberação de altas intensidades - ou seja, problemas técnicos nos equipamentos podem ter interferido nos resultados. Apesar deste relato, os terapeutas informalmente comentaram que o equipamento de ondas curtas detém maior risco de efeitos colaterais, sugerindo que o maior cuidado em sua aplicação induz menor número de relatos. Vale salientar que existem importantes indícios de efeitos colaterais devido ao calor, obviamente perigoso não apenas ao paciente, mas também ao fisioterapeuta que opera os equipamentos de radiofrequência37.

Embora a eletrotermofototerapia seja uma prática explorada na fisioterapia, ainda são necessários mais estudos que indiquem seus riscos para os pacientes, tornando este tratamento cada vez mais seguro.

CONCLUSÃO

Foi possível observar que os fisioterapeutas atuantes na eletrotermofototerapia têm, em sua maioria, observado efeitos adversos do uso dos equipamentos, porém a gravidade de tais decorrências não causa grande preocupação. Entretanto, medidas preventivas devem ser tomadas para garantir a segurança de pacientes e terapeutas, levando-se em conta as características de manutenção dos aparelhos e as individuais dos pacientes.

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