Exercícios de alongamento na percepção de estresse em profissionais de enfermagem: estudo clínico randomizado

Exercícios de alongamento na percepção de estresse em profissionais de enfermagem: estudo clínico randomizado

Autores:

Max Vanderson Cezar da Costa,
José Nunes da Silva Filho,
Jonas Lírio Gurgel,
Flávia Porto

ARTIGO ORIGINAL

Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional

versão On-line ISSN 2526-8910

Cad. Bras. Ter. Ocup. vol.27 no.2 São Carlos abr./jun. 2019 Epub 13-Jun-2019

http://dx.doi.org/10.4322/2526-8910.ctoao1696

1 Introdução

Profissionais de Enfermagem (PE) constituem um grupo de diferentes categorias de trabalhadores, que se diferenciam pela qualificação técnica e pelas tarefas que lhes são atribuídas dentro de uma unidade de saúde (PEDUZZI; ANSELMI, 2004). Isto é, o auxiliar de Enfermagem tem funções como: preparar pacientes para consultas, exames e tratamentos; executar tratamentos prescritos; prestar cuidados de higiene, alimentação e conforto ao paciente e zelar por sua segurança; além de zelar pela limpeza em geral, entre outras. Já o técnico de Enfermagem, possui, dentre outras atribuições, auxiliar o enfermeiro a planejar atividades de assistência, cuidar de pacientes em estado grave, executar programas de assistência integral à saúde e participar de programas de higiene e segurança do trabalho. Finalmente, o enfermeiro desenvolve atividades de gestão (planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação dos serviços de assistência de Enfermagem, consultoria em projetos de construção ou reforma em unidades de saúde, etc.), assistência ao parto e prevenção (de infecção hospitalar, de danos ao paciente, de acidentes no trabalho) bem como outras formas de atuação de destaque em uma equipe de saúde (CONSELHO..., 1987, 2013). O nível de instrução, também, difere entre os PE: o auxiliar de Enfermagem deve ter Ensino Fundamental completo (antigo 1° Grau); o técnico de Enfermagem deve ter o Ensino Médio completo (antigo 2° grau); finalmente, o enfermeiro deve possuir curso superior completo (CONSELHO..., 2016). No Brasil, existiam 2.102.199 PE registrados no seu conselho profissional, em 2018, sendo que técnicos de Enfermagem representam o maior quantitativo do grupo (≈56%) (CONSELHO..., 2018). Juntos, os PE proporcionam assistência na terapêutica preservando a segurança dos pacientes e promovendo um cuidado satisfatório e qualificado.

Os PE representam o maior quantitativo da força de trabalho na área da saúde, prestando serviços de cuidado à saúde das pessoas, porém, muitas vezes, transformam-se em pacientes devido à enorme demanda de trabalho que possuem. Prova disso, é que, no Brasil, os PE fazem parte de uma das categorias profissionais responsáveis por grande parte da concessão de benefícios previdenciários concedidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) (SANTOS; LIMA, 2012). Estudos mais recentes corroboram o grande número de PE que apresentam problemas de saúde com licença médica, acidentes de trabalho com afastamento, faltas e acidentes de trabalho sem afastamento (COSTA; FELLI, 2005; GUIMARÃES; FELLI, 2016).

O perfil laboral dos PE pode comprometer sua saúde física e emocional (COSTA; FELLI, 2005; MACPHEE; DAHINTEN; HAVAEI, 2017; RAMOS et al., 2014), sendo que o grau de comprometimento da sua saúde pode diferir por suas atribuições ou cargo ocupado (GUIMARÃES; FELLI, 2016). Uma das consequências desse comprometimento da saúde dos PE é o sedentarismo (OLIVEIRA; NOGUEIRA, 2010), que agrava o cenário e pode transformar os PE em um grupo de risco para desenvolverem estresse e outras doenças relacionadas ao trabalho.

O estresse ocupacional promove alterações fisiológicas no corpo humano que comprometem as atividades laborais diárias (FERRAREZE; FERREIRA; CARVALHO, 2006; FABRI et al., 2018). Tais alterações levam a sinais e sintomas como: taquicardia, palidez, fadiga, insônia, náusea, pressão no peito, tensão muscular, isolamento social, incapacidade para se desprender das atividades laborais, exaustão e depressão (SELYE, 1956; SILVA; CAMELO, 2013), o que pode chegar a um comprometimento maior da saúde, ou seja, ao esgotamento profissional (Síndrome de Burnout) (MACPHEE; DAHINTEN; HAVAEI, 2017).

Autores afirmam ser necessária a implementação de estratégias de prevenção, amenizando agravos à saúde dos PE (GUIMARÃES; FELLI, 2016). Assim, como forma de reduzir o estresse ocupacional, o exercício físico de alongamento tem sido considerado uma estratégia terapêutica eficaz (MONTERO-MARÍN et al., 2013). Com o alongamento muscular, ocorre aumento do comprimento do músculo em repouso, aumentando o fluxo sanguíneo, diminuindo a hiperalgesia, melhorando a saúde mental e restabelecendo o equilíbrio musculoesquelético (SOUZA, 2009; SILVA FILHO et al., 2017).

Embora os benefícios da prática de exercícios físicos sejam evidentes na literatura científica, não há consenso quanto à melhor forma de prescrição de exercícios de alongamento (SILVA FILHO; GURGEL; PORTO, 2014) e seus reais benefícios no nível de estresse (COREY et al., 2014). Mesmo assim, nota-se que são exercícios recomendados, frequentemente, em programas que visam à saúde do trabalhador (CANDOTTI; STROSCHEIN; NOLL, 2011).

Com base nisso, o objetivo deste estudo foi verificar os efeitos de um programa de exercícios de alongamento sobre o nível de estresse em PE. Como hipótese, esperou-se que os efeitos seriam benéficos à saúde dos PE.

2 Método

2.1 Design

Este estudo clínico, controlado e randomizado, tipo paralelo, seguiu as normas brasileiras regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos (BRASIL, 2012). Todos os voluntários assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) e foram informados da preservação total de sua identidade e da utilização dos dados, apenas, para a pesquisa e sob a anuência da Instituição proponente. O estudo contou com a aprovação de um Comitê de Ética em Pesquisa, através do parecer consubstanciado de protocolo número: 1.591.306. A pesquisa, também, foi registrada no portal de Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (TRIAL: RBR-6PVVDB).

2.2 Participantes

A amostra foi composta por 39 PE, funcionários do Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer (IEC). Para participar da pesquisa, os PE não podiam apresentar qualquer impedimento médico para a realização dos exercícios físicos e não estarem participando de qualquer tipo de atividade física orientada durante a pesquisa. Foram excluídos os indivíduos que, por qualquer motivo, ausentaram-se das aulas por três sessões consecutivas.

Os voluntários foram, aleatoriamente, alocados em grupo experimental (GE: n = 20; 35,5±9,5 anos, 69,9±13,7 kg e 1,62±0,5m) e grupo controle (GC: n = 19; 37,8±8,9 anos; 81,8±15,4 kg e 1,68±0,9m). A aleatoriedade foi definida a partir de uma lista de números aleatórios gerada em software (Microsoft Excel 2010, São Paulo, Brasil). O GC foi submetido às mesmas avaliações que o GE, todavia, não participaram das aulas de alongamento muscular (AM). Não houve cegamento de participantes e avaliadores, porém, considera-se que isso não influenciou o desfecho do estudo.

2.3 Procedimentos

2.3.1 Levantamento do perfil laboral dos PE

Para a investigação das características de trabalho dos PE, foi utilizado o questionário proposto por Alvarez (1996). Nele, são levantadas informações como carga horária de trabalho, férias e relacionamento interpessoal no trabalho.

2.3.2 Investigação sobre o estresse ocupacional

O levantamento de informações sobre o nível de estresse dos PE foi realizado por meio da Escala de Estresse no Trabalho (EET). Esse instrumento propicia uma avaliação de aspectos que comprometem a saúde do trabalhador dentro de suas atividades diárias (PASCHOAL; TAMAYO, 2004).

2.3.3 Programa de exercícios de AM

Os integrantes do GE participaram das aulas de AM durante oito semanas, com sessões de 40 minutos contendo exercícios ativos de alongamento estático sob a supervisão e orientação de um professor de Educação Física. As aulas foram ofertadas por três dias semanais e cada integrante compareceu a, pelo menos, dois dias na semana. Registrou-se, em todas as aulas, a frequência de comparecimento dos alunos. Excluiu-se da pesquisa o integrante que faltou por três ou mais aulas consecutivas, contudo, a única pessoa excluída do estudo pôde participar das aulas, mesmo assim.

Em cada sessão, eram ministrados oito exercícios com quatro séries de 30 s de duração com 30 s de intervalo, conforme as recomendações do American College of Sports Medicine (2013). EA ativos e estáticos foram direcionados para os segmentos do corpo, de forma geral. Movia-se, vagarosamente, o segmento corporal até uma determinada amplitude de movimento com leve tensão (desconforto muscular), permanecendo-se, assim, na posição.

2.3.4 Tratamento estatístico

Todos os dados foram tratados em software (SPSSTM 21, Chicago, IL, EUA). Utilizou- estatística descritiva para os dados provenientes dos questionários. Já para verificar o efeito dos EA no nível de estresse ocupacional, foi aplicado o teste de ANCOVA para o GC e o GE nas condições pré e pós-intervenção (p≤0,05).

3 Resultados

3.1 Perfil laboral dos PE

Os dados referentes ao tempo, ao tipo de serviço e à carga horária de trabalho dos PE são mostrados na Figura 1.

Figura 1 Dados referentes ao tempo, ao tipo de serviço e à carga horária dos PE. (A) Tempo de serviço; (B) Tipo de trabalho (aspecto físico); (C) Horas de trabalho; (D) Se levam trabalho para casa. 

A Figura 2 mostra os resultados relativos ao descanso remunerado entre os PE e à maneira com que eles o aproveitam.

Figura 2 Dados relativos ao descanso e às férias dos PE. (A) Tira férias todo ano?; (B) Quanto tempo foram suas últimas férias?; (C) Qual a duração das férias?; (D) Aproveitou suas férias para descansar? 

Na Figura 3, mostram-se as porcentagens dos PE que trabalham nos finais de semana e/ou em outras atividades profissionais. Apresentam-se, também, dados sobre faltas ao serviço e os respectivos motivos para a ausência no trabalho.

Figura 3 Volume de trabalho e ausência do serviço dos PE. (A) Tem outras atividades profissionais?; (B) Trabalha nos finais de semana?; (C) Faltou ao serviço no ano anterior a esta pesquisa?; (D) Qual o motivo das faltas ao serviço? 

Por fim, na Figura 4, são mostradas as respostas dos PE quanto à satisfação com a vida profissional e ao seu ambiente de trabalho bem como à sua opinião quanto ao seu relacionamento interpessoal com os colegas de trabalho.

Figura 4 Resultados referentes à vida profissional, ao ambiente de trabalho e à relação com os colegas de trabalho. (A) Satisfação com a sua vida profissional; (B) Satisfação com o ambiente de trabalho; (C) Relacionamento entre os colegas de trabalho. 

3.2 Nível de estresse após a intervenção

Os resultados da ANCOVA mostraram que houve diminuição do nível de estresse dos PE após a intervenção com os EA, conforme mostra a Figura 5.

Figura 5 Efeito da intervenção com EA sobre o estresse entre o GE e o GC. F = 43,522; p<0,001; tamanho do efeito = 0,547. 

4 Discussão

Em consonância com nossos resultados relativos aos dados profissionais, ao tipo de trabalho, ao aspecto físico e à carga horária (Figura 1), Gouveia (2014) observou que a sobrecarga de trabalho dos PE foi percebida pela maioria dos trabalhadores estudados. Por conta disso, os indivíduos sentem que têm tarefas demais a serem feitas, que não possuem recursos suficientes ou tempo para realizar as atividades exigidas com razoável nível de satisfação. Alguns componentes corroboram para esse cenário como o número reduzido de PE no atendimento em saúde, as situações de urgência com as quais os PE se deparam durante o atendimento aos pacientes, que exigem esforço físico, assim como o transporte de pacientes (SECCO et al., 2011). Por conseguinte, há um desequilíbrio entre as exigências do trabalho e a aptidão do indivíduo em atender essas exigências, podendo ser um dos fatores de predisposição ao Burnout (GOMES, 2014).

Menzani e Bianchi (2005) identificaram que a sobrecarga das atividades laborais e o aumento de funções que desenvolvem os PE, durante a extensa jornada laboral, seja qual for o turno de trabalho, são causadores de ansiedade e estresse. Percebe-se, então, que o estresse influencia, negativamente, na atividade laboral realizada, gerando absenteísmo, redução na sua produtividade, desgaste físico e mental, sentimento de incapacidade e insatisfação (HANZELMANN; PASSOS, 2010).

Quanto às horas de trabalho, de acordo com o estudo de Felli (2012), os PE realizam uma jornada prolongada porque precisam cobrir ausências de colegas por faltas e licenças médicas. Tratando desse tema, Martins et al. (2000) identificou que a maioria dos enfermeiros apontava a sobrecarga de trabalho como agente estressor. O excesso de horas trabalhadas pode gerar desprazer, tensão e diferentes problemas de saúde (PEIRÓ; SALVADOR, 1993). É importante destacar que o excesso de horas trabalhadas e a consequente sobrecarga de trabalho sugerem uma limitação do tempo de estar com a família, de executar suas atividades sociais, interferindo na sua qualidade de vida. A realização de plantões aos finais de semana, sem folgas, dá margem, inclusive, para o surgimento de comorbidades, como a ansiedade eo estresse.

No que se refere ao volume de trabalho, a ausência do serviço e a insatisfação com a vida profissional (Figuras 3 e 4), Murofuse, Abranches e Napoleão (2005) afirmam que a condição de baixos salários obriga os PE a terem duplo vínculo de trabalho, gerando longa e desgastante carga horária mensal. Deveria haver, portanto, uma constante preocupação com a atuação desses profissionais que desenvolvem suas atividades em variados turnos de trabalho (SILVA FILHO, 2016; FERREIRA; DE MARTINO, 2012), uma vez que tais atividades são consideradas como um fator relevante para o agravo à saúde.

As ausências ao serviço destacadas pelos PE (Figura 3), também foram percebidas por Gonçalves et al. (2005), Sancinetti et al. (2009) e Ferreira et al. (2012). Isso é preocupante à medida que os PE representam a maior força de trabalho no ambiente hospitalar. Ou seja, a falta desses profissionais compromete a organização do serviço, gera sobrecarga e insatisfação entre os colegas.

Quanto aos PE que se mostraram insatisfeitos quanto à sua vida profissional (Figura 4), segundo o estudo de Spindola e Santos (2005), a assistência de Enfermagem nas instituições, em geral, tem sido penalizada com a falta de recursos humanos e materiais, o que prejudica a qualidade da assistência prestada à população, provocando insatisfação aos profissionais, que se consideram impotentes e frustrados com essa circunstância. Sobre isso, vale destacar que, quanto mais agradável a relação do profissional com o seu trabalho, melhor será sua saúde psíquica (MARTINEZ, 2002; SPINDOLA; SANTOS, 2005).

Para minorar os efeitos agravantes na saúde do trabalhador descritos nesse cenário, o presente estudo propôs uma intervenção com EA como agente redutor do estresse ocupacional vivido pelos PE. A ginástica laboral já tem sido vista como elemento auxiliar nesse processo, no entanto, dadas as suas características não permite que haja mais que 15 minutos de intervenção durante o próprio expediente de trabalho (MACIEL et al., 2005). Neste estudo, porém, optou-se por uma intervenção mais robusta, fora do expediente, mas, dentro do ambiente de trabalho. Os resultados foram positivos, ou seja, houve a redução da sensação de estresse percebida pelos PE, após as oito semanas de intervenção (Figura 5). Corey et al. (2014) avaliaram os efeitos dos exercícios de yoga restaurativa (n = 88) e alongamento muscular (n = 83) em indivíduos com síndrome metabólica, acompanhados por 12 meses. Os autores verificaram que houve melhora significativa do nível de cortisol salivar e do estresse no grupo de EA em comparação ao grupo que praticou yoga. Além disso, houve melhora significativa nas medidas de avaliação de estresse percebido e estresse de vida no grupo que praticou EA.

Em outra pesquisa, o objetivo foi estudar a influência de EA nos níveis de ansiedade dos trabalhadores. Os indivíduos foram alocados em dois grupos: GE (n = 67) e GC (n = 67). A intervenção durou três meses e, ao final do estudo, notou-se que os níveis de ansiedade do GE foram, significativamente, menores após a intervenção com os EA (MONTERO-MARÍN et al., 2013). Efeitos dos EA na redução do estresse, também, foram observados por Lacaze et al. (2010) em trabalhadores de call center de uma companhia aérea. No estudo, participaram 64 operadores distribuídos em dois grupos, GE (n = 32) e GC (n = 32). O GE realizou EA por dois meses com sessões de 10 minutos, uma vez por semana. Já o GC, teve uma pausa para descanso diário de 10 minutos, durante o mesmo período. Os autores concluíram que o desconforto musculoesquelético diminuiu em ambos os grupos, contudo, o GE apresentou diferença significativa no estado de fadiga mental, exclusivamente, em pontos relacionados com a memória e o cansaço.

Os achados do presente estudo podem indicar uma alternativa de promoção da saúde de PE sem descartar, contudo, outras medidas que possam contribuir para a melhoria das condições de trabalho e a vida desses indivíduos. Conforme Schmidt et al. (2009), acredita-se que os resultados favorecem o progresso do conhecimento multidisciplinar da saúde do trabalhador e fornece informações para enfermeiros e demais gestores a programarem ações preventivas a doenças ocupacionais, como o estresse, e intervenções para a promoção da saúde e melhoria da qualidade de vida.

5 Conclusão

O presente estudo propôs-se a levantar informações sobre o perfil de trabalho de um grupo de PE e investigar os efeitos da prática de exercícios físicos, especificamente, de alongamento, sobre o nível de estresse nesses profissionais. Conclui-se que, a carga de trabalho era grande entre os investigados, no entanto, como hipotetizado, os EA proporcionaram efeitos positivos no nível de estresse ocupacional, após oito semanas de intervenção. Apesar dos resultados positivos da prática desses exercícios físicos na amostra estudada, sugere-se que novos estudos devem ser conduzidos para que se promova a saúde em PE, atenuando os sintomas de estresse.

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