Fatores associados à autopercepção de saúde em taxistas

Fatores associados à autopercepção de saúde em taxistas

Autores:

Janilson Matos Teixeira Matos,
Cláudio Henrique Meira Mascarenhas,
Claudineia Matos De Araújo,
Fabiano Veloso Gomes,
Gilmara Oliveira Santos

ARTIGO ORIGINAL

Fisioterapia e Pesquisa

versão impressa ISSN 1809-2950versão On-line ISSN 2316-9117

Fisioter. Pesqui. vol.25 no.4 São Paulo out./dez. 2018

http://dx.doi.org/10.1590/1809-2950/17000225042018

RESUMEN

En este estudio se propone analizar la asociación de factores sociodemográficos, ocupacionales, de conductas de riesgo y relacionadas a la salud con la autopercepción de salud en chóferes. Se trata de un estudio transversal llevado a cabo con 100 chóferes de la ciudad de Jequié (Bahia, Brasil). Se utilizó un cuestionario que consta de variables sociodemográficas, ocupacionales, conductuales y de salud. Para analizar la asociación de variables independientes con la percepción de la salud, se utilizó la prueba chi-cuadrado de Pearson, con el intervalo de confianza del 95 %. La frecuencia de la percepción positiva de la salud fue de un 73,0 %, y se encontraron asociaciones estadísticamente significativas entre la percepción negativa de la salud e individuos con ocho años o menos de escolaridad (p=0,033); tiempo de servicio > 10 años (p=0,003); mala calidad de sueño (p=0,006); sensación de cansancio físico y mental al final de un día de trabajo (p=0,002 y p=0,006, respectivamente) e índice de capacidad para trabajar clasificado como moderado y bueno (p=0,016 y p=0,000, respectivamente). La autopercepción negativa de la salud en chóferes ocurrió en individuos que tenían ocho años o menos de escolaridad, con alto tiempo de servicio, con mala calidad de sueño, con la sensación de cansancio físico y mental, y con la capacidad moderada y buena para trabajar; lo cual revela la necesidad de inversiones en actividades educativas en salud a estos profesionales con el fin de promover el cuidado con la propia salud.

Palabras clave Salud del Trabajador; Riesgos Laborales; Epidemiología; Conducción de Automóvil; Estadísticas y Datos Numéricos

INTRODUÇÃO

O trabalho é uma atividade desenvolvida desde os primórdios da existência humana e representa uma importante conquista pessoal. Ao longo dos anos, o trabalho vem sofrendo diversas transformações nos âmbitos tecnológico, econômico e psicossocial, as quais podem representar para o trabalhador repercussões negativas, não só sobre a sua integridade e sobre o processo saúde/doença, mas também sobre diversas áreas de sua vida1), (2.

Uma das classes de trabalhadores que está exposta às repercussões negativas advindas das transformações do ambiente de trabalho são os taxistas, submetidos a longas jornadas de trabalho, atividades manuais repetitivas, vibrações advindas do solo e do carro, calor, ruído intenso, poluição e riscos de acidentes. Esses fatores, associados ao pouco tempo para descanso e cuidado com a própria saúde e à preocupação com a renda mensal, são potenciais riscos para o declínio da qualidade de vida e para o aparecimento de problemas de saúde2)- (4.

Diante disso, surge a necessidade de uma melhor investigação acerca da saúde desses profissionais. No meio científico, uma das formas de investigação bastante utilizada, confiável e que se firma como um importante indicador de saúde populacional é a autopercepção de saúde5, baseada em critérios subjetivos, objetivos e individuais, que incluem aspectos biológicos, psicológicos e sociais, sendo influenciada por condições socioeconômicas, sexo, idade, presença de doenças crônicas, estar ou não trabalhando, dentre outros fatores6)- (8.

Nessa perspectiva, este estudo teve como objetivo avaliar a autopercepção de saúde de taxistas e analisar os fatores e ela associados a fim de que os resultados possam ser utilizados para fundamentar e auxiliar estratégias de ação em saúde pública, com foco nessa classe trabalhadora.

METODOLOGIA

Trata-se de um estudo descritivo-analítico de caráter transversal, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (CAAE: 49995215.3.0000.0055). Todos os taxistas foram informados individualmente dos objetivos, benefícios, possíveis danos e procedimentos de coleta de dados. Aqueles que aceitaram participar voluntariamente da pesquisa assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).

A população deste estudo foi constituída por todos os taxistas do sexo masculino que trabalhavam no município de Jequié (BA) e tinham no mínimo seis meses de exercício da profissão. Foram excluídos os que estavam afastados de suas atividades profissionais no período de coleta, aqueles que não foram encontrados em seus postos de trabalho após três tentativas, em horários e dias alternados, e os que se recusaram a participar.

Segundo o Sindicato dos Taxistas de Jequié (BA), existem 236 taxistas lotados nesse município, os quais estão distribuidos em 34 pontos. Desse total de trabalhadores, 99 não foram encontrados, e 37 se recusaram participar do estudo. Dessa forma, a amostra foi composta por 100 taxistas, os quais foram entrevistados durante o período de fevereiro a abril de 2016.

O instrumento de coleta de dados utilizado foi um questionário constituído por quatro blocos de informações. O primeiro bloco foi composto por variáveis sociodemográficas (idade, situação conjugal, escolaridade e renda mensal); o segundo bloco, por variáveis ocupacionais: tempo de trabalho como taxista, carga horária diária e semanal, se exerce outra atividade remunerada, pausas no trabalho, satisfação com o trabalho, relacionamento dentro do ambiente de trabalho, sensação física e mental ao fim da jornada de trabalho e índice de capacidade para o trabalho (ICT).

O ICT é um instrumento traduzido, validado e adaptado para o português brasileiro, composto por nove perguntas que permitem avaliar, de forma autorreferida, o estado de saúde e a capacidade para o trabalho. Pontuações de 7 a 27 pontos indicam baixa capacidade para o trabalho; de 28 a 36 pontos, moderada capacidade; de 37 a 43 pontos, boa capacidade; e de 44 a 49 pontos, excelente capacidade9.

O terceiro bloco consistiu de variáveis relacionadas aos comportamentos de risco, como prática de atividade física, tabagismo e consumo de bebida alcoólica. Foram considerados ativos os indivíduos que realizavam pelo menos 2,5 horas por semana de atividade física aeróbica com intensidade moderada10. Foram considerados fumantes os indivíduos que fumavam, independentemente da quantidade de cigarros, e não fumantes aqueles que nunca fumaram ou já não tinham o hábito de fumar atualmente11. Foram considerados consumidores de bebida alcoólica todos os que referiram fazer uso de álcool, independentemente da quantidade, do tipo ou da frequência de uso12.

O quarto bloco foi composto por variáveis relacionadas à saúde: índice de massa corpórea (IMC), qualidade do sono, risco cardiovascular e percepção de saúde. O IMC foi calculado através da fórmula peso(kg)/estatura2(m²) e classificado, em conformidade com a Organização Mundial de Saúde, em três categorias: peso eutrófico, sobrepeso e obesidade13. A avaliação da qualidade do sono foi realizada através do índice de qualidade do sono de Pittsburgh, traduzido, validado e adaptado à cultura brasileira. A pontuação máxima é de 21 pontos, sendo que escores >5 pontos indicam má qualidade de sono14.

Para a avaliação do risco cardiovascular, foi utilizado o questionário Physical Activity Readiness Questionnaire (PAR-Q) que, por meio de sete questões, objetiva detectar o risco cardiovascular antes do início da prática de exercício físico, sendo cada “sim” respondido correspondente a um fator de risco15. Para a investigação da percepção de saúde foi utilizada uma única pergunta (“como você classifica seu estado de saúde atual?” (16), havendo quatro opções de resposta (excelente, boa, regular e ruim). Foram considerados com percepção negativa os que avaliaram sua saúde como “regular” ou “ruim”, e com percepção positiva os que avaliaram sua saúde como “boa” ou “excelente” (17), (18.

Os dados foram analisados com o programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) - versão 21.0, em que inicialmente foi realizada uma análise univariada para as variáveis sociodemográficas, ocupacionais, comportamentos de risco e relacionadas à saúde, na qual para as variáveis categóricas foram utilizadas frequências absoluta e relativa, e para as variáveis quantitativas, média e desvio padrão.

Na análise bivariada verificou-se associação das variáveis sociodemográficas, ocupacionais, comportamentos de risco e relativos à saúde com a percepção de saúde, na qual foi utilizado o teste qui-quadrado de Pearson, considerando-se níveis de significância de p≤0,05 e intervalo de confiança (IC) de 95%.

RESULTADOS

Pode-se observar que 50,0% dos taxistas tinham 50,5 anos ou menos de idade, 58,0% possuíam oito anos ou mais de estudo, e 40,0% recebiam mais de R$ 2.000,00 mensais. Quanto às atividades ocupacionais, verificou-se que 54,0% tinham 10 anos ou menos de profissão; 82,0% trabalhavam 12 horas ou menos por dia; 97,0% afirmaram possuir bom relacionamento dentro do ambiente de trabalho; 75,0% relataram bem-estar mental ao final de um dia de trabalho; e 57,0% foram classificados com uma ótima capacidade para o trabalho (Tabela 1).

Tabela 1 Variáveis sociodemográficas e ocupacionais dos taxistas. Jequié (BA), Brasil 

Variáveis N % Média (DP)
Faixa etária
>50,5 anos 50 50,0 48,92 (±14,08)
≤50,5 anos 50 50,0
Situação conjugal
Sem companheiro 20 20,0
Com companheiro 80 80,0
Escolaridade
≤ 8 anos de estudo 42 42,0
> 8 anos de estudo 58 58,0
Renda mensal
≤R$ 2.000,00 60 60,0 R$ 2.231,00 (±R$ 1.062,36)
>R$ 2.000,00 40 40,0
Tempo de serviço
> 10 anos 46 46,0 14,14 (±11,98)
≤ 10 anos 54 54,0
Carga horária de trabalho diária
> 12 horas 18 18,0 11,89 (±4,51)
≤ 12 horas 82 82,0
Outra ocupação
Sim 20 20,0
Não 80 80,0
Pausas para refeições
Não 5 5,0
Sim 95 95,0
Satisfação com o trabalho
Não 10 10,0
Sim 90 90,0
Bom relacionamento no ambiente de trabalho
Não 3 3,0
Sim 97 97,0
Sensação física ao final de um dia de trabalho
Cansado 26 26,0
Bem 74 74,0
Sensação mental ao final de um dia de trabalho
Cansado 25 25,0
Bem 75 75,0
ICT
Moderada 2 2,0
Boa 41 41,0
Ótima 57 57,0

DP: desvio padrão; N: população total; ICT: índice de capacidade para o trabalho.

A Tabela 2 apresenta os dados das variáveis comportamentais e de saúde. A maioria dos indivíduos não praticava atividade física (51,0%), 54,0% apresentaram sobrepeso, 75,0% foram classificados com uma qualidade de sono boa e, no quesito percepção de saúde, 73,0% apresentaram uma percepção positiva em relação à sua saúde.

Tabela 2 Variáveis relacionadas aos comportamentos de risco e à saúde dos taxistas. Jequié (BA), Brasil 

Variáveis N %
Pratica atividade física
Não 51 51,0
Sim 49 49,0
Tabagismo
Sim 1 1,0
Não 99 99,0
Consumo de bebida alcoólica
Sim 41 41,0
Não 59 59,0
IMC
Obesidade 20 20,0
Sobrepeso 54 54,0
Estrófico 26 26,0
Qualidade do sono
Sono ruim 25 25,0
Sono bom 75 75,0
Risco cardiovascular
Sim 31 31,0
Não 69 69,0
Percepção da saúde
Negativa 27 27,0
Positiva 73 73,0

N: população total; IMC: índice de massa corpórea.

A Tabela 3 mostra os dados da análise bivariada. Os números apontaram para associação estatisticamente significativa entre percepção negativa de saúde e indivíduos com oito anos ou menos de estudo (p=0,033), tempo de serviço >10 anos (p=0,003), qualidade do sono ruim (p=0,006), sensação de cansaço físico e mental ao final de um dia de trabalho (p=0,002 e p=0,006, respectivamente) e ICT classificado como moderado e bom (p=0,016 e p=0,000, respectivamente).

Tabela 3 Percepção negativa da saúde segundo as variáveis sociodemográficas, ocupacionais, comportamentais, IMC, qualidade do sono e risco cardiovascular. Jequié (BA), Brasil 

Variáveis N % IC95% p-valor
Faixa etária
>50,5 anos 14 28,0 0,56-2,05 0,822
≤50,5 anos 13 26,0
Situação conjugal
Sem companheiro 6 30,0 0,53-2,45 0,735
Com companheiro 21 26,3
Escolaridade
≤8 anos de estudo 16 38,1 1,04-3,87 0,033
>8 anos de estudo 11 19,0
Renda
≤R$ 2000,00 13 21,7 0,32-1,17 0,141
>R$ 2000,00 14 35,0
Tempo de serviço
>10 anos 19 41,3 1,34-5,76 0,003
≤10 anos 8 14,8
Carga horária de trabalho diária
>12 horas 7 38,9 0,79-3,18 0,210
≤12 horas 20 24,4
Outra ocupação
Sim 4 20,0 0,27-1,78 0,430
Não 23 28,8
Satisfação com o trabalho
Não 4 40,0 0,67-3,61 0,329
Sim 23 25,6
Bom relacionamento no ambiente de trabalho
Não 1 33,3 0,24-6,37 0,802
Sim 26 26,8
Sensação física ao final de um dia de trabalho
Cansado 13 50,0 1,43-4,85 0,002
Bem 14 18,9
Sensação mental ao final de um dia de trabalho
Cansado 12 48,0 1,30-4,41 0,006
Bem 15 20,0
ICT
Moderada 2 100,0 4,45-20,25 0,016
Boa 19 46,3 1,92-10,05 0,000
Ótima 6 10,5
Pratica atividade física
Não 15 29,4 0,62-2,30 0,579
Sim 12 24,5
Tabagismo
Sim 1 100,0 2,73-5,29 0,098
Não 26 26,3
Consumo de bebida alcoólica
Sim 9 22,0 0,36-1,44 0,343
Não 18 30,5
IMC
Obesidade 7 35,0 0,77-6,70 0,122
Sobrepeso 16 29,6 0,71-5,18 0,168
Eutrófico 4 15,4
Qualidade do sono
Sono ruim 12 48,0 1,30-4,41 0,006
Sono bom 15 20,0
Risco cardiovascular
Sim 12 38,7 0,94-3,34 0,077
Não 15 21,7

N: população total; IC: intervalo de confiança; ICT: índice de capacidade para o trabalho; IMC: índice de massa corpórea.

DISCUSSÃO

A autopercepção de saúde tem sido cada vez mais investigada nas pesquisas científicas em decorrência da sua capacidade de retratar o estado de saúde de uma determinada população, seja ele positivo ou negativo17)- (19.

Este estudo demonstrou que a maioria dos taxistas apresentou uma autopercepção positiva de saúde, o que pode se dever ao fato de que adultos em idade produtiva apresentam uma melhor percepção de saúde quando estão trabalhando se comparados aos que estão afastados do trabalho8. Porém, dos que consideraram ter uma saúde classificada como negativa, foi possível verificar associação com variáveis sociodemográficas, ocupacionais e de saúde.

Em relação ao grau de instrução, boa parte dos taxistas que referiram uma autopercepção negativa sobre sua saúde possuía nível de oito anos ou menos de estudo. Isso pode ser explicado pelo fato de a profissão de taxista constituir uma oportunidade de emprego que por vezes não foi escolhida, mas sim imposta pela necessidade de trabalho. Ainda nesse contexto, o baixo nível de escolaridade pode conduzir o indivíduo a ter uma percepção negativa de sua saúde devido a uma carência de instrução adequada para cuidar de si próprio. Análogo a isso, com o aumento da escolaridade, há também um aumento da expectativa de saúde dos indivíduos1), (2), (20), (21.

No que tange ao tempo de trabalho, os taxistas com percepção negativa de saúde foram aqueles com mais de 10 anos de profissão. Isso pode ser atribuído à presença de sintomas osteomusculares17 gerados pelos assentos inadequados dos automóveis, que causam desordens posturais radiologicamente comprováveis22, além do aumento da probabilidade do surgimento de lesões musculoesqueléticas em membros superiores, no tronco superior e inferior23. Além disso, pode haver o desenvolvimento de hipertensão arterial sistêmica (HAS) (23), (24, o que faria com que essas pessoas associassem tal doença crônica a uma percepção negativa de saúde25. Essas desordens impactam negativamente o bem-estar físico e a qualidade de vida desses profissionais17. Contudo, a presença dessas desordens não foi pesquisada neste estudo.

No que concerne à qualidade do sono, pode-se verificar que houve associação entre sono ruim e percepção negativa de saúde. A deficiência na qualidade do sono pode comprometer a capacidade do cérebro de regular e de restaurar as funções físicas e mentais26. O restabelecimento inadequado desses domínios pode explicar o fato de os taxistas deste estudo apresentarem uma autopercepção negativa da saúde, já que esta é uma variável de ordem subjetiva. Esse mesmo motivo pode explicar o relato de cansaço físico e mental ao final de um dia de trabalho, o que também teve associação com a percepção negativa de saúde dos taxistas.

Apesar de os taxistas com autopercepção negativa de saúde terem relatado cansaço físico e mental ao final de um dia de trabalho, eles apresentaram classificação boa e moderada para o exercício da profissão através do ICT. Sendo o ICT uma medida que depende da subjetividade do indivíduo diante de uma autoavaliação qualitativa sobre seu desempenho físico e mental27, é possível que os taxistas tenham se superestimado, pois, como o trabalho representa uma importante conquista pessoal1, é fundamental ter boas condições físicas e mentais para sua realização.

CONCLUSÃO

A autopercepção negativa de saúde em taxistas apresentou associação estatística significativa com indivíduos que possuíam oito anos ou menos de estudo, tempo de serviço superior a 10 anos, qualidade de sono ruim, sensação de cansaço físico e mental ao final de um dia de trabalho e capacidade para o trabalho classificada como moderada e boa.

A identificação dessas variáveis, que interferem diretamente na autopercepção de saúde, sugere a necessidade de investimentos em ações de educação em saúde voltadas para esses profissionais com o intuito de sensibilizá-los acerca dos riscos ocupacionais de sua profissão e, dessa forma, fomentar o interesse pelo cuidado com a própria saúde. Tais medidas visam diminuir a necessidade de gastos futuros com tratamentos curativos/reabilitadores na atenção básica.

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