Fatores associados à recorrência de quedas em uma coorte de idosos

Fatores associados à recorrência de quedas em uma coorte de idosos

Autores:

Débora Regina de Oliveira Moura Abreu,
Rosemeiry Capriata de Souza Azevedo,
Ageo Mario Candido da Silva,
Annelita Almeida Oliveira Reiners,
Hellen Cristina Almeida Abreu

ARTIGO ORIGINAL

Ciência & Saúde Coletiva

versão impressa ISSN 1413-8123versão On-line ISSN 1678-4561

Ciênc. saúde coletiva vol.21 no.11 Rio de Janeiro nov. 2016

http://dx.doi.org/10.1590/1413-812320152111.21512015

Introdução

As quedas representam um grave problema de saúde pública com implicações diretas para a qualidade de vida e o bem-estar da população idosa1,2. Com o avançar da idade, o risco de cair aumenta significativamente, o que coloca esta síndrome geriátrica como um dos grandes problemas de saúde pública, dada a alta incidência, mortalidade, morbidade, custos sociais e econômicos decorrentes das lesões provocadas3-5. Estima-se que 30% dos idosos que vivem na comunidade sofrem queda a cada ano e, destes, metade as sofre recorrentemente, sendo que em idosos acima de 70 anos essa proporção sobe de 32% a 42%1.

Queda é o deslocamento não intencional do corpo para um nível inferior à posição inicial, com incapacidade de correção em tempo hábil, determinado por circunstâncias multifatoriais que comprometem a estabilidade6. Essas circunstâncias decorrem de fatores intrínsecos e extrínsecos, entre os primeiros, encontram-se as alterações fisiológicas relacionadas ao envelhecimento, déficit do equilíbrio, visão, audição e marcha e presença de morbidades. Os fatores extrínsecos incluem os riscos ambientais tais como: má iluminação, piso escorregadio, comportamentos de risco, como subir em cadeiras ou escadas, e aqueles relacionados com as atividades do cotidiano2,6. Contudo, a maioria das quedas é resultado da interação conjunta de todos estes fatores.

A vulnerabilidade dos idosos aliada a estes fatores faz com que as quedas tenham consequências significativas como: redução da mobilidade e funcionalidade, susceptibilidade a doenças, hematomas, contusões, fraturas, institucionalização, medo de cair novamente e repercussão na vida dos familiares. Além disso, há evidências de forte associação entre mortalidade de idosos que sofreram quedas e lesões decorrentes das quedas, pois estas perduram por um longo tempo, mesmo após o tratamento3,7-10.

No Brasil, em 2011, foram 373.105 internações no SUS por quedas. Para a faixa etária de 60 anos e mais, as mulheres superaram os homens, com taxas de 43,6 por 10 mil mulheres e de 35,7 por 10 mil homens. São mais prevalentes as quedas acidentais com 49,8% do total, seguido de 34,4% de quedas da própria altura. Em relação à mortalidade, dados revelam que em 2010, 24.760 pessoas com idade acima de 60 anos morreram por esta causa no país11.

Considerando que o aumento da ocorrência de quedas seja comum em idosos e haja comprometimento da saúde, diminuição da qualidade de vida, e aumento dos gastos públicos com o atendimento ambulatorial e hospitalar, sua recorrência agrava ainda mais o quadro nosológico da população desta faixa etária. Levando-se em conta que a maioria das quedas ocorre fora das instituições e hospitais, este estudo tem por objetivo analisar os fatores associados à recorrência de quedas na população de idosos residente na comunidade.

Métodos

Trata-se de um estudo epidemiológico de coorte fechada e concorrente realizado a partir de uma amostra do projeto “Condições de vida e saúde da população idosa do município de Cuiabá-MT”12.

No projeto inicial a amostra foi determinada considerando um coeficiente de confiança de 95% (z = 1,96); erro de amostragem de 5%, valor para proporção de 0,5 (p = 0,5). A população da zona urbana foi de 43.096 idosos. Posteriormente, determinou-se o número de setores censitários que seriam incluídos por distrito por meio da amostragem por conglomerados, a partir do seguinte cálculo:

onde, ci é o número de setores censitários, Ni o de idosos, Ci o de setores e ni o de idosos na amostra em cada distrito. Dos 355 setores censitários de Cuiabá, 11 foram selecionados, e, a partir de critérios de probabilidades com correção no tamanho da amostra de 50%, foi definido o tamanho da população em 573 idosos.

Para a presente pesquisa, selecionou-se todos os idosos que haviam sofrido queda nos últimos três meses à época da coleta de dados, perfazendo um total de 109 participantes. Estes foram reentrevistados exatamente um ano após a realização do primeiro inquérito pela pesquisadora principal no domicílio dos idosos no período de janeiro a março de 2013. No intervalo entre os dois inquéritos, seis idosos faleceram perfazendo um total de 103 participantes na amostra final.

Como variáveis de exposição foram obtidas informações sociodemográficas (sexo, faixa etária, estado civil, renda e escolaridade) e condições de saúde (morbidade referida, uso de medicamentos, autopercepção de saúde, alteração de marcha e equilíbrio, problemas de visão e audição e prática atividade física). Para avaliar as habilidades funcionais dos idosos foi utilizado o Índex de Katz et al.13 e na avaliação das Atividades Instrumentais de Vida Diária, utilizou-se a Escala de Lawton e Brody14. A variável desfecho foi a recorrência de quedas no intervalo entre as duas pesquisas.

Os questionários foram codificados e digitados duplamente. Os erros de digitação foram comparados e corrigidos por meio do programa Data Compare. Foram utilizados os programas Epi Info versão 7.0 e SPSS versão 20.0. Realizou-se análise descritiva, bivariada e múltipla. Na análise descritiva observaram-se as frequências absolutas e relativas das variáveis. Para a análise bivariada buscou-se associações entre os fatores de risco e a recorrência de quedas por meio do cálculo do risco relativo das incidências cumulativas (intervalo de confiança de 95%).

Foi realizada a análise múltipla pela Regressão de Poisson, sendo incluídas todas as variáveis que apresentaram associações com p-valor < 0,20 a partir das análises brutas. Optou-se por se manter as variáveis sexo e estado civil do idoso para melhor ajuste do modelo. Adotou-se o nível de significância de 0,05 como de associação estatisticamente significante para a permanência no modelo final.

Este projeto foi submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa e aprovado, em atendimento as diretrizes da Resolução 466/2012, do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

Resultados

Neste estudo, a prevalência de recorrência de quedas nos idosos foi de 77,6%. Na Tabela 1 encontram-se as variáveis sociodemográficas dos idosos que apresentaram quedas recorrentes. A maioria (65%) era do sexo feminino e estava na faixa etária acima de 70 anos (63,8%). Quase metade (47,5%) vivia com companheiros, 53,7% tinham até 3 anos de estudo e 93,7% possuíam renda familiar de até dois salários mínimos.

Tabela 1 Distribuição dos idosos segundo dados sociodemográficos. Cuiabá-MT, 2013. 

Na análise bivariada entre recorrência de quedas e variáveis sociodemográficas, a escolaridade de até 7 anos de estudo (RR = 1,53; IC 95% = 0,95-2,49) se associou à recorrência de queda (Tabela 2).

Tabela 2 Análise bivariada da associação entre recorrência de quedas e variáveis sociodemográficas. Cuiabá-MT, 2013. 

RR: Risco Relativo; IC 95%: Intervalo de Confiança para a proporção de 95%.

Em relação às condições de saúde do idoso, verificou-se que a autopercepção de saúde regular ou péssima foi associada estatisticamente com recorrência de quedas (RR = 1,80; IC 95% -0,86 – 3,78) (Tabela 3).

Tabela 3 Análise bivariada entre recorrência de quedas e condições de saúde. Cuiabá-MT, 2013. 

RR: Risco Relativo; IC 95%: Intervalo de Confiança para a proporção de 95%.

A distribuição dos idosos que sofreram recorrência de quedas segundo presença de alguma morbidade e os resultados do Modelo múltiplo de Poisson se encontram nas Tabelas 4 e 5. Mantiveram-se associadas com significância estatística as variáveis renda do idoso de até 2 salários mínimos (RR = 1,62; IC95% 1,04-1,77), ausência de artrite ou artrose (RR = 1,32; IC95% 1,10-1,48), ter regular e péssima autopercepção de saúde (RR = 1,44; IC95% 1,12-2,04) e ter problema de visão (RR-1,23; IC95% = 1,01 -1,69).

Tabela 4 Análise bivariada entre recorrência de quedas e morbidades autorreferidas. Cuiabá-MT, 2013. 

RR: Risco Relativo; IC 95%: Intervalo de Confiança para a proporção de 95%.

Tabela 5 Modelo múltiplo de Poisson de variáveis associadas à recorrência de quedas de idosos no município de Cuiabá-MT, 2013. 

Ajustado por sexo e estado civil

Discussão

Este é um dos poucos estudos nacionais que abordou exclusivamente recorrências de quedas em idosos residentes na comunidade, demonstrando a grande importância deste fenômeno nessa população. Neste estudo, 77,6% dos idosos sofreram recorrência de quedas. A chance de queda recorrente foi maior em indivíduos do sexo feminino, faixa etária acima de 70 anos e com baixa escolaridade. Estudos têm evidenciado que pertencer ao gênero feminino é fator de risco para recorrência de quedas15,16, já que estas apresentam maior perda de massa óssea, menor quantidade de massa magra e menor força muscular do que os homens17-21.

A revisão de literatura, em mais de três quartos dos estudos selecionados22, indica que mulheres idosas estão expostas ao maior ao risco de quedas23 do que os idosos do sexo masculino devido ao seu melhor estado funcional. Mulheres idosas se entregam a inúmeras atividades de cunho doméstico com maior frequência e intensidade que os homens, seja por entenderem a atividade domestica como culturalmente ligada ao sexo feminino, seja por considerarem que ao exercer tais atividades permanecem isentas da categorização idosas.

Em relação à faixa etária é consenso na literatura a predominância de ocorrência de quedas nos idosos mais velhos, visto que, com o aumento da idade, o processo de senescência provoca alterações progressivas e funcionais, podendo comprometer o desempenho de atividades motoras, dificultando a adaptação do idoso ao ambiente24-26. Importante destacar que a queda é a principal causa de ocorrência de lesões e procura por cuidados médicos entre os idosos, sendo que aqueles com 80 anos ou mais apresentam taxas de mortalidade associadas a quedas muito maiores do que as observadas entre idosos de 65 a 79 anos27. Alguns estudos sugerem que o medo de sofrer novas quedas com consequências mais graves pode impedir que se perceba as diferenças entre faixas etárias e recorrência de quedas em idosos28,29.

Quanto à renda, os idosos que sofreram recorrência recebiam predominantemente baixos salários, muitas vezes oriundos das suas parcas aposentadorias. Pessoas que vivem em comunidades de baixa renda, como é o caso desses idosos, apresentam todas as dificuldades inerentes ao ambiente que os cerca e enfrentam maior risco de quedas, podendo ser este fato decorrente do ambiente prejudicial em que vivem, incluindo precárias condições de moradia e infraestrutura deficiente2-30. Estes fatores, interagindo, podem ser os responsáveis pela maior recorrência de quedas entre idosos.

Idosos com baixa escolaridade sofreram maior recorrência de quedas na análise bivariada, apesar desta associação não ter sido estatisticamente significante no modelo preditivo final. Provavelmente, este efeito tenha sido atenuado por um possível confundimento entre a variável baixa renda e a escolaridade. Estudos apontam que a baixa escolaridade acompanhada de baixa renda pode contribuir para a vulnerabilidade social com consequente maior ocorrência de quedas31. Em contrapartida, pessoas com maior nível de escolaridade e renda se preocupam com sua saúde, desenvolvendo atividades físicas que permitem a melhor manutenção de sua integridade física e orgânica, com consequente melhor controle postural32.

Em estudos sobre fatores de risco para quedas entre idosos33-35, a presença de artrite e artrose é frequentemente associada, ao contrário do encontrado no presente estudo. Algumas pesquisas mostram que o aumento de doenças crônicas ocorre concomitantemente à perda da capacidade funcional, aumento da imobilidade e dependência física e de grande parte dos idosos1,36. Por sua vez, a artrose, a artrite e outros distúrbios músculos-esqueléticos resultam em rigidez e dor nas articulações levando à instabilidade no caminhar e no equilíbrio e a maior probabilidade de ocorrência de queda37.

Pesquisa que investigou a associação entre os fatores de risco para quedas e a presença de artrite demonstrou que, independentemente da idade, pessoas com esse mal possuem maior risco, já que também apresentam menor força muscular, instabilidade postural, dor e fadiga38, ao contrário do encontrado em nosso estudo. Contudo, quando o idoso cai, há uma tendência à diminuição de suas atividades diárias, seja pelo medo de expor-se ao risco de nova queda ou por atitudes protetoras de familiares e cuidadores, pelo mesmo motivo39.

Cumpre também dizer que a literatura não é de toda concordante em relação à recorrência de quedas. Estudo sobre quedas e quedas recorrentes com grupo de idosos de terceira idade na comunidade em Itu (SP) não encontrou estas associações. Provavelmente, a ocorrência de quedas anteriores faz com que os idosos ou seus cuidadores fiquem mais atentos, tendo maiores cuidados no sentido de se evitar novos episódios40.

Outro achado deste estudo foi a associação entre baixa autopercepção de saúde e recorrência de quedas na análise bivariada. Pesquisa realizada com idosos vivendo na comunidade identificou associação entre ocorrência de quedas e autopercepção da saúde ruim, sintomas depressivos e isolamento social41. Outros artigos indicam que idosos analfabetos ou com baixa escolaridade, semelhante às pessoas estudadas na presente pesquisa, tendem a avaliar sua saúde como pior em relação àqueles com maiores níveis de escolaridade1,7. Nesse sentido, a queda leva a perda de autonomia e independência nas atividades de vida diária (AVD), sentimentos de fragilidade e insegurança, diminuição das atividades sociais e a baixa autoestima2.

O relato de problemas de visão mostrou-se associado à recorrência de quedas no modelo final, apesar desta associação não ter ocorrido na análise bivariada. Um provável efeito da idade pode justificar esta diferença, já que os muito idosos apresentam maior probabilidade de ocorrência de problemas de visão. Pesquisa realizada no município de Amparo (SP) encontrou correlação estatisticamente significante entre o número de quedas e o maior grau de deficiência visual, confirmada pelo fato dos idosos com baixa visão terem idade mais avançada em relação aos com visão normal40. Outro estudo que seguiu idosos de 65 anos ou mais residentes na comunidade encontrou que o efeito da limitação visual sobre o desempenho no cotidiano foi importante preditor tanto para quedas quanto de quedas recorrentes41.

Apesar dos aspectos significativos relacionados à recorrência de quedas em idosos e fatores associados identificados nesta pesquisa, não se pode excluir a presença de possível viés de memória por se tratar de avaliação de recordatório. Possivelmente, aqueles que sofreram quedas mais graves podem ter se lembrado com maior frequência de detalhes em relação ao que sofreram apenas escoriações. Contudo, a direção e a magnitude destas associações podem apontar para o conhecimento de importantes fatores de risco para a prevenção da ocorrência destas quedas de idosos na comunidade.

Os resultados deste estudo, um dos pioneiros em se avaliar a recorrência de quedas em idosos na comunidade através de acompanhamento de coorte, reforçam a importância da prevenção à recorrência desse problema e a todos os desfechos negativos na saúde advindos destes acidentes. Uma vez que estes já tenham sofrido quedas, compreender o que leva este idoso a uma nova pode permitir intervenções e atividades de educação em saúde em nível de atenção primária que minimizem tal ocorrência. É importante que os profissionais de saúde estejam atentos a esses fatores a fim de elaborar intervenções efetivas para a diminuição destes eventos na comunidade.

Conclusão

Este estudo identificou associações entre baixa escolaridade, autopercepção da saúde regular ou péssima e presença de problemas de visão com a recorrência de quedas em idosos. Os resultados evidenciados nesta pesquisa corroboram com outros estudos já realizados, contudo, a realização de novas pesquisas revela-se adequada e indicada no momento atual, considerando o aumento da expectativa de vida e da participação dos idosos na comunidade.

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