Fatores associados ao comprometimento funcional de idosos internados no serviço de emergência

Fatores associados ao comprometimento funcional de idosos internados no serviço de emergência

Autores:

Maria Carolina Barbosa Teixeira Lopes,
Julieth Santana Silva Lage,
Cássia Regina Vancini-Campanharo,
Meiry Fernanda Pinto Okuno,
Ruth Ester Assayag Batista

ARTIGO ORIGINAL

Einstein (São Paulo)

versão impressa ISSN 1679-4508versão On-line ISSN 2317-6385

Einstein (São Paulo) vol.13 no.2 São Paulo abr./jun. 2015

http://dx.doi.org/10.1590/S1679-45082015AO3327

INTRODUÇÃO

O envelhecimento populacional caracteriza-se como um processo mundial associado à redução da taxa de fecundidade e ao aumento da longevidade da população.(1,2) A prevalência de doenças crônicas não transmissíveis acompanha o aumento da expectativa de vida. A maioria dos idosos é portadora de doenças crônicas e muitos indivíduos apresentam mais de uma afecção,(3) o que pode comprometer a capacidade funcional do idoso e acelerar o processo da síndrome da fragilidade.(4)

A população idosa, em sua maioria, tem vida independente e autônoma, porém uma parcela dela torna-se vulnerável a eventos adversos, pois o aumento da expectativa de vida vem acompanhado de alterações fisiológicas e comorbidades que podem comprometer sua capacidade funcional.(5) A incapacidade funcional geralmente é mensurada pelo relato de dificuldade ou de necessidade de ajuda para realizar as atividades de vida diária. As Atividades Básicas de Vida Diária (ABVD) são atividades essenciais para o autocuidado, que pode ser avaliada pela escala de Katz,(6) e as Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVD) são atividades mais complexas, que necessitam de adaptação ao meio ambiente e são avaliadas pela escala de Lawton e Brody.(7)

Nesse contexto, as doenças crônicas e as causas ex ternas configuram uma preocupação crescente, no que concerne à funcionalidade dos idosos, uma vez que, comumente eles estão associados ao aumento da morbidade, hospitalização, readmissão nos serviços de emergência,(8) institucionalização(9) e mortalidade.(10,11) Desse modo, durante a internação do idoso no serviço de emergência, a avaliação da sua capacidade funcional faz-se necessária, uma vez que fornece dados importantes para a assistência de enfermagem e demais profissionais, que podem intervir para minimizar ou evitar a perda da capacidade funcional e prevenir complicações. Além disso, o cuidado individualizado, durante a internação e a orientação na alta do paciente, pode contribuir com redução da readmissão nos serviços de emergência, estando associado à melhor qualidade do cuidado.

OBJETIVO

Avaliar a capacidade funcional dos idosos internados no serviço de emergência para as Atividades Básicas e Instrumentais de Vida Diária.

MÉTODOS

Estudo epidemiológico, transversal, realizado no Serviço de Emergência do Hospital São Paulo, entre abril e julho de 2013. Foram incluídos pacientes com idade a partir de 60 anos que, conforme a classificação da Organização das Nações Unidas (ONU) para países em desenvolvimento, foram considerados idosos.(12) A amostra compôs-se de 200 idosos, internados no serviço de emergência, de ambos os sexo, não institucionalizados, que aceitaram participar do estudo e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo, sob o número de protocolo 220.550, CAAE: 12704613.0.0000.5505.

As variáveis sociodemográficas e clínicas estudadas foram idade, sexo, estado civil, escolaridade, ocupação, renda familiar, presença de cuidador, comorbidades e medicamentos em uso. A capacidade funcional dos idosos para realizar as ABVD e as AIVD foi avaliada pela escala de Katz(6) e escala de Lawton e Brody,(7) respectivamente.

A escala de Katz mensura o desempenho e o grau de dependência do indivíduo em seis itens de atividades do autocuidado, que são alimentação, controle de esfíncteres, transferência, higiene pessoal, capacidade para se vestir e tomar banho. A pontuação varia de 1 a 6, sendo que ≤2 correspondem ao grau máximo de dependência; de 3 a 5 são classificados com dependência parcial; e escore 6, como independentes.(6)

A escala de Lawton e Brody, utilizada para conhecer o grau de dependência para as AIVD, relacionadas à participação do indivíduo no contexto social, é constituída por nove questões, com três opções cada: a primeira indica independência; a segunda, dependência parcial; e a terceira, dependência total. Definidos os graus de independência e dependência, procede-se à análise em três níveis (“sem ajuda”, “com ajuda parcial” e “não consegue”) e, para o cálculo do escore, são atribuídos 3, 2 e 1 pontos, respectivamente, com pontuação máxima de 27. Quanto maior o escore, maior o grau de independência.(7)

O preenchimento do formulário foi realizado com os idosos ou, no caso de comprometimento cognitivo diagnosticado pelo médico, com o cuidador, em um único momento, com duração média de 40 minutos.

Para comparar a idade com o escore total das escalas de Katz e de Lawton e Brody, foi utilizada a análise de variância (ANOVA) e, para as comparações múltiplas, utilizou-se a correção de Bonferroni. A comparação das variáveis categóricas com o escore total das escalas de Katz e de Lawton e Brody foi realizada por meio do teste χ2 ou da razão de verossimilhança. O nível de significância considerado foi 5%.

RESULTADOS

A idade média dos idosos foi 75,3 anos, a maioria era homens (108; 54%), aposentados (177; 88,5%), com baixa escolaridade (147; 73,5%) e baixa renda (103; 51,5%).

A maioria dos idosos deste estudo apresentava-se independente (130; 65%) para as ABVD e parcialmente dependente (154; 77%) para as AIVD.

Os idosos com dependência parcial e total tinham idade maior que os independentes. As idosas apresentaram maior dependência quando comparadas aos idosos. Os solteiros e viúvos foram mais dependentes que os casados, divorciados e separados. Os idosos com emprego apresentaram maior percentual de independência em relação aos demais. Pacientes com doenças cerebrovasculares e demências foram mais dependentes que aqueles que não tinham essas doenças. Dos idosos classificados com dependência total e independência, a maioria não utilizava medicações psicotrópicas, quando comparada àqueles classificados como parcialmente independentes (Tabela 1).

Tabela 1 Variáveis que apresentaram associação com a escala de Lawton e Brody (n=200). São Paulo (SP), Brasil, 2013 

Variáveis Totalmente dependente n (%) Parcialmente dependente n (%) Independente Valor n (%) de p
Idade, média (DP) 78,71 (9,91) 76,03 (8,88) 69,55 (6,45) 0,0004
Sexo
Masculino 3 (2,8) 90 (83,3) 15 (13,9) 0,0057
Feminino 14 (15,2) 64 (69,6) 14 (15,2)
Presença de cuidador
Sim 16 (9,8) 129 (78,7) 19 (11,6) 0,0253
Não 1 (2,8) 25 (69,4) 10 (27,8)
Estado civil
Casado 3 (3,1) 81 (82,7) 14 (14,3) 0,0413
Solteiro 3 (14,3) 16 (76,2) 2 (9,5)
Viúvo 11 (16,9) 44 (67,7) 10 (15,4)
Divorciado/separado - 13 (81,3) 3 (18,8)
Ocupação
Empregado - 6 (42,9) 8 (57,1) 0,0020
Desempregado - 3 (100) -
Aposentado/pensionista 17 (9,6) 140 (79,1) 20 (11,3)
Do lar - 5 (83,3) 1 (16,7)
Doenças cerebrovasculares
Não 9 (5,7) 123 (78,3) 25 (15,9) 0,0098
Sim 8 (20) 29 (72,5) 3 (7,5)
Demência
Não 12 (6,5) 146 (78,5) 28 (15,1) 0,0007
Sim 5 (45,5) 6 (54,5) -
Medicamento/psicotrópicos
Não 11 (7,1) 126 (81,3) 18 (11,6) 0,0076
Sim 4 (17,4) 12 (52,2) 7 (30,4)

DP: desvio padrão

Observa-se, na tabela 2, que quanto maior a dependência dos idosos para AIVD, maior foi a sua dependência para as ABVD.

Tabela 2 Associação entre os domínios da escalas de Lawton e Brody e a de Katz 

Escala de Katz
Escala de Lawton Muito dependente n (%) Dependente n (%) Independente n (%) Total n (%) Valor p
Preparo das refeições - - - -
Dependência 44 (71) 11 (17,7) 7 (11,3) 62 (100) <0,0001
Dependência parcial 4 (12,9) 9 (29) 18 (58,1) 31 (100)
Independência - 2 (1,9) 105 (98,1) 107 (100)
Total 48 (24) 22 (11) 130 (65) 200 (100)
Tarefas domésticas
Dependência 47 (57,3) 14 (17,1) 21 (25,6) 82 (100) <0,0001
Dependência parcial - 8 (11,9) 59 (88,1) 67 (100)
Independência 1 (2) - 50 (98) 51 (100)
Total 48 (24) 22 (11) 130 (65) 200 (100)
Lavar a roupa
Dependência 46 (56,1) 15 (18,3) 21 (25,6) 82 (100) <0,0001
Dependência parcial 1 (1,5) 7 (10,3) 60 (88,2) 68 (100)
Independência 1 (2) - 49 (98) 50 (100)
Total 48 (24) 22 (11) 130 (65) 200 (100)
Manuseio da medicação
Dependência 24 (92,3) 1 (3,8) 1 (3,8) 26 (100) <0,0001
Dependência parcial 22 (26,8) 14 (17,1) 46 (56,1) 82 (100)
Independência 2 (2,2) 7 (7,6) 83 (90,2) 92 (100)
Total 48 (24) 22 (11) 130 (65) 200 (100)
Capacidade para usar o telefone
Dependência 21 (75) 3 (10,7) 4 (14,3) 28 (100) <0,0001
Dependência parcial 14 (56) 2 (8) 9 (36) 25(100)
Independência 13 (8,8) 17 (11,6) 117 (79,6) 147 (100)
Total 48 (24) 22 (11) 130 (65) 200 (100)
Manuseio do dinheiro
Dependência 45 (73,8) 9 (14,8) 7 (11,5) 61 (100) <0,0001
Dependência parcial 2 (4,7) 8 (18,6) 33 (76,7) 43 (100)
Independência 1 (1) 5 (5,2) 90 (93,8) 96 (100)
Total 48 (24) 22 (11) 130 (65) 200 (100)
Compras
Dependência 45 (73,8) 9 (14,8) 7 (11,5) 61 (100) <0,0001
Dependência parcial 3 (6,3) 11 (22,9) 34 (70,8) 48 (100)
Independência 0 (0) 2 (2,2) 89 (97,8) 91 (100)
Total 48 (24) 22 (11) 130 (65) 200 (100)
Uso de meio de transporte
Dependência 28 (90,3) 1 (3,2) 2 (6,5) 31 (100) <0,0001
Dependência parcial 19 (21,6) 19 (21,6) 50 (56,8) 88 (100)
Independência 1 (1,2) 2 (2,5) 78 (96,3) 81 (100)
Total 48 (24) 22 (11) 130 (65) 200 (100)

DISCUSSÃO

Neste estudo, verificou-se maior percentual de idosos do sexo masculino, aposentados, com baixa escolaridade e renda, semelhante a outros, que avaliaram o perfil dos idosos internados no serviço de emergência,(5) atendidos em um pronto atendimento,(13) e outro que estudou idosos institucionalizados.(14) No entanto, outros estudos, nacionais e de outros países, apontaram prevalência do sexo feminino.(10,1517) A média de idade dos idosos foi de 75,3 anos, considerada elevada e semelhante a de outros trabalhos,(15,18) com idosos internados no serviço de emergência (73,8 anos).(5)

Em relação ao grau de dependência para as ABVD, 65% dos idosos deste estudo eram independentes, 11% eram parcialmente dependentes e 24% dependentes. O percentual de idosos independentes foi semelhante ao registrado na literatura,(11,15) como, por exemplo, em pesquisa americana, na qual os percentuais de independência foram de 56,1% para mulheres e de 77,7% para homens.(11) Os resultados de estudo realizado entre idosos, que avaliou a associação entre capacidade funcional e a utilização dos serviços de saúde, residentes na região metropolitana de Belo Horizonte, mostraram que 64,2% do total de idosos eram independentes para realização das ABVD.(19) Quanto às categorias de dependência para as ABVD, os resultados obtidos neste estudo diferiram dos da literatura, segundo a qual a proporção de idosos dependentes (6,7%) foi menor que a dos parcialmente dependentes (30%).(15)

Para as AIVD, a frequência na categoria de idosos independentes foi menor (14,5%) quando comparada a outras, e observou-se elevado percentual de pacientes parcialmente dependentes (77%).

Neste estudo, verificou-se maior grau de dependência associado a maior idade, sexo feminino, ser solteiro e viúvo, aposentado e pensionista, e ter doenças cerebrovasculares. Em concordância com esses resultados, estudos,(10,15,18,20) inclusive um multicêntrico com 760 pa cientes,(18) encontraram associação da maior dependência com idade mais avançada e ao sexo feminino. Estudo americano avaliou o impacto da capacidade funcional na expectativa de vida de idosos e mostrou que a modificação para piores condições funcionais aumentou em 10% por ano com a idade, sendo que esse aumento foi de 5% nas taxas de mortalidade. Observou-se, ainda, que o impacto das deficiências foi maior nas mulheres.(10)

A redução das atividades de trabalho, em razão da aposentadoria e da ocorrência frequente de condições crônicas que acarretam diminuição das capacidades físicas nesse período da vida, é uma possível razão para a prevalência de dependência encontrada entre os apo sentados e pensionistas deste estudo. Pesquisa realizada em Cuiabá com idosos também verificou que o maior grau de dependência estava associado aos idosos sem atividade laboral.(21)

Algumas doenças associam-se a piores condições funcionais, dentre elas as cardiovasculares, cerebrovasculares e demência.(11,22) Análise de 329 idosos de Minas Gerais evidenciou associação de doenças como diabetes mellitus , acidente vascular encefálico e doenças cardía cas, com a dependência para as ABVD e AIVD.(18,22) Neste estudo, a dependência foi maior em idosos com doenças cerebrovasculares e demência. Essas condições de saúde resultam em maior número de visitas médicas e tempo de internação hospitalar(11) e, após a alta hos pitalar, o paciente pode apresentar declínio de sua capacidade funcional no decorrer do tempo.(23,24) Dados do serviço de emergência de um hospital australiano, em que foi avaliada a dependência de pacientes após 1 e 3 meses da alta do serviço de emergência, mostraram que entre a alta hospitalar e no intervalo de 1 mês, 26,4% apresentaram redução em todos os escores das AIVD e, até o terceiro mês, esse percentual elevou-se para 36,7%.(24)

A associação da escala de Lawton e Brody com a de Katz mostrou correlação significativa (p<0,0001) para todos os domínios da escala de Lawton e Brody, ou seja, quanto maior a dependência nos domínios desta escala, maior foi a dependência, segundo a escala de Katz. Os domínios que apresentaram maior percentual de dependência nas AIVD foram o manuseio da medicação (92,3%) e uso do meio de transportes (90,3%); eles também tiveram associação com a elevada dependência para as ABVD. Resultado divergente foi observado em outro estudo, no qual as atividades de arrumação foram as mais comprometidas.(11) Comumente, o declínio da capacidade funcional do idoso tem início nas AIVD, possivelmente por estarem relacionadas a atividades que exigem do indivíduo melhores condições físicas e cognitivas.

A limitação do presente estudo esteve no fato de ele ter sido realizado em um único hospital universitário, que prestava assistência a pacientes do sistema público, podendo não representar outras realidades.

A dependência não é considerada um estado permanente, mas um processo dinâmico, cuja evolução pode ser modificada, prevenida ou reduzida.(25,26) Para que esse processo aconteça, são necessários profissionais qualificados e comprometidos com a assistência ao idoso, e que estes reconheçam potenciais fatores que favoreçam os comprometimentos funcionais, para que sejam estabelecidas medidas preventivas e de intervenção precoce para melhoria da autonomia e independência com vistas a favorecer a qualidade de vida. É importante ressaltar o papel do cuidador nos casos de dependência, pois estes devem ser orientados e estimulados pelos profissionais de saúde.

CONCLUSÃO

Os idosos internados no serviço de emergência apresentavam faixa etária mais elevada, em sua maioria eram homens, aposentados, com baixa escolaridade e baixa renda. A aplicação das escalas de avaliação da capacidade funcional evidenciou que a maioria dos idosos era independente para as Atividades Básicas de Vida Diária e parcialmente dependente para as Atividades Instrumentais de Vida Diária. Os idosos mais velhos, do sexo feminino, solteiros e viúvos, e com doenças cerebrovasculares e demência relacionaram-se a maior dependência funcional.

Houve associação significativa entre a escala de Lawton e Brody e a de Katz, ou seja, quanto maior a dependência dos idosos considerando os domínios da escala de Lawton e Brody, maior foi a sua dependência pela escala de Katz. Os domínios com maior percentual de dependência nas Atividades Instrumentais de Vida Diária foram o manuseio da medicação (92,3%) e uso do meio de transportes, e também tiveram associação com a elevada dependência para as Atividades Básicas de Vida Diária.

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