Graduate distance education in nursing: assessment under students’ perspective

Graduate distance education in nursing: assessment under students’ perspective

Autores:

Vera Lucia de Souza Alves,
Elena Bohomol,
Isabel Cristina Kowal Olm Cunha

ARTIGO ORIGINAL

Acta Paulista de Enfermagem

Print version ISSN 0103-2100On-line version ISSN 1982-0194

Acta paul. enferm. vol.28 no.2 São Paulo Mar./Apr. 2015

http://dx.doi.org/10.1590/1982-0194201500024

Introdução

A evolução das tecnologias da informação e telecomunicações e o surgimento da Internet impulsionou a educação a distância, tornando-a uma importante ferramenta de baixo custo e de fácil acesso para difusão de educação e conhecimento, atendendo cada vez mais, a um número maior de pessoas, que buscam se capacitar para enfrentar os desafios do mercado de trabalho.(1) Ressalta-se ainda, que pesquisas comparando a modalidade a distância com a tradicional vêm sendo desenvolvidas, onde os resultados dos grupos que estudaram na primeira modalidade obtiveram resultados mais eficazes, do que os que frequentaram as salas de aula.(2)

No Brasil, a educação a distância vem se consolidando como estratégia eficaz para atender à necessidade social da universalização do acesso ao ensino. O Programa Telessaúde Brasil, uma iniciativa do Ministério da Saúde nesta modalidade de ensino capacitou 154 equipes, para atuarem na Estratégia de Saúde da Família prestando apoio à saúde e educação, por meio de serviços de telessaúde a 80 municípios brasileiros. Os Enfermeiros constituem a maioria dos profissionais nestes cursos.(3)

Nesta mesma perspectiva, encontram-se outras duas iniciativas. A primeira é o módulo de ensino à distância sobre anti-sepsia na pré-medicação intramuscular, tendo como público alvo Enfermeiros utilizando o Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment (Moodle), como ambiente virtual de aprendizagem.(4) A segunda, um módulo sobre fisiologia endócrina direcionado aos estudantes de graduação em enfermagem, que utilizou o ambiente virtual TelEduc®, desenvolvido pela Universidade Estadual de Campinas.(5) Em ambos os módulos, a utilização desta modalidade se destacou no apoio ao processo de ensino-aprendizagem das temáticas em questão, atendendo a expectativa da proposta pedagógica.

A experiência da Escola Paulista de Enfermagem, da Universidade Federal de São Paulo com oferecimento de cursos de pós-graduação lato sensu na modalidade a distância iniciou-se, em 1998, com o Curso de Especialização a Distância para Enfermagem em Nefrologia e, sequencialmente, a Enfermagem em Infectologia e o Cuidado Pré-Natal. Esta modalidade também vem sendo utilizada no âmbito internacional, para desenvolver habilidades nos Enfermeiros na graduação e pós-graduação.(68)

Visando contribuir para a capacitação do Enfermeiro, a Escola Paulista de Enfermagem estabeleceu uma parceria com a Universidade Aberta do Brasil, para oferecer o Curso de Especialização em Gestão em Enfermagem na Modalidade a Distância, cujo principal objetivo foi capacitar Enfermeiros para atuarem de forma crítica e competente na administração da assistência de enfermagem nos serviços de saúde, sendo a primeira turma oferecida em 2009, e a segunda em 2010.

Os cursos possuíam carga horária de 416 horas, distribuídas em onze disciplinas, sendo oferecido gratuitamente ao aluno, porém custeado pelo sistema Universidade Aberta do Brasil. Cada edição dispôs de 550 vagas, dispostas equitativamente em polos de apoio presencial.

Para a realização dos cursos foi prevista para o aluno, dedicação de 10 horas semanais de estudo, utilizando o Moodle como Ambiente Virtual de Aprendizagem.

A interação com os alunos foi realizada preponderantemente pelos tutores a distância (na proporção de um para cada 25 alunos) e presencial (um para cada polo), por meio dos fóruns e de mensagens individuais. No curso dois foi incorporado um canal de comunicação com a coordenação e um fórum social chamado Web café.

A avaliação da aprendizagem ocorreu semanalmente após o oferecimento de cada tópico da disciplina vigente com a aplicação de prova com exercícios autocorrigíveis, além das atividades realizadas nos fóruns, com objetivo de correlacionar o conhecimento adquirido na teoria com a experiência da prática profissional.

Na primeira edição do curso, a participação do aluno nas discussões dos fóruns não era obrigatória e nem avaliada, em razão disso, foi observado que a ferramenta não foi explorada em sua totalidade, mesmo com o persistente convite feito pelos moderadores. Na segunda, a participação do aluno recebeu nota, de acordo com a avaliação da postagem feita, contribuindo para que a presença nas discussões fosse mais efetiva.

Foram realizados dois encontros presenciais nos polos, sendo um no meio e outro ao final para apresentação do trabalho de conclusão de curso, realização da prova geral, e avaliação do curso. Apenas na segunda edição a apresentação inicial do curso foi realizada pela coordenadora por meio de web conferência.

Diante dessas considerações objetivou-se avaliar os cursos de Especialização em Gestão em Enfermagem Modalidade a Distância sob a perspectiva dos discentes.

Métodos

O estudo caracteriza-se por uma análise exploratório-descritiva com abordagem quantitativa, desenvolvido em dois cursos de Gestão em Enfermagem a distância da Escola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São Paulo.

A população constituiu-se de 495 alunos do primeiro curso e 427 do segundo, totalizando 922 sujeitos. Foram incluídos no estudo, os discentes que concluíram o curso e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, o que totalizou a amostra em 216 alunos do primeiro e 268 do segundo curso.

O instrumento de avaliação foi constituído de um questionário semiestruturado baseado em indicadores de qualidade para cursos de graduação a distância já estabelecidos no Brasil, que foi dividido em seis categorias, a saber: local de acesso, horas de dedicação, professores; tutores, expectativas dos alunos e avaliação geral. Foram consideradas as seguintes alternativas de respostas: sim, não, em parte, e não se aplica, e na avaliação geral com os escores excelente, ótimo, bom, regular e péssimo.

Este instrumento foi avaliado por três especialistas com experiência em gestão de enfermagem e em cursos na modalidade educação a distância, que sugeriram pequenas reformulações, as quais foram incorporadas no questionário.

A coleta de dados ocorreu presencialmente no dia da apresentação do trabalho de conclusão de curso em dois períodos, sendo no segundo semestre do ano de 2010 para o primeiro curso, e no segundo semestre do ano de 2011 para o segundo.

Os dados foram tabulados no programa Software Statistical Package for Social Science para realização da análise estatística descritiva. A associação entre as variáveis numéricas das turmas dos dois cursos foi realizada por meio do teste Qui-quadrado de Pearson, considerando um nível de significância de 5%, (p<0,05), e a análise da consistência interna das respostas dos entrevistados, foi feita com o coeficiente Alfa de Cronbach e a correlação item/ fator do instrumento, observando a confiabilidade da medição.

O desenvolvimento do estudo atendeu as normas nacionais e internacionais de ética em pesquisa envolvendo seres humanos.

Resultados

A amostra foi constituída predominantemente pelo sexo feminino (90% - curso um; 91% - curso dois), com faixa etária entre 20 e 30 anos (46% em ambos) e entre 31 e 40 anos (36% - curso um; 34% - curso dois) e tempo de formado de até 10 anos, com diferença significante (p<0,001) nesse aspecto.

O local de acesso ao curso mais prevalente foi a casa (85% - curso um; 72% - curso dois), com diferença significante - p<0,01). Quanto às horas de dedicação dos alunos às atividades do curso (42% - curso um; 41% - curso dois) dedicaram em média de 2 a 4 horas, e (10% - curso um; 14% - cur-so dois) dedicaram mais de 8 horas por semana ao curso, demonstrando que tanto os alunos do primeiro como do segundo curso dedicaram o número de horas equivalentes (p=0,441) às atividades do curso.

A atuação dos professores no curso foi avaliada positivamente, onde (87% - curso um; 95,9% - curso dois) dos alunos se sentiram acolhidos pelos professores (p<0,001), e (85,2% -curso um; 93,7% - curso dois) dos alunos consideraram que Os professores solucionaram suas dúvidas científicas? (p=0,002), conforme dados da tabela 1.

Tabela 1 Atuação dos professores do curso 1 e curso 2 

Sobre os professores do curso Curso Sim n(%) Não n(%) Em parte n(%) Não se aplica n(%) Não respodeu n(%) Total n(%) p-value
Você se sentiu acolhido pelos professores do curso? 1 188 (87,0) 1(0,5) 26(12) 1(0,5) 216(100) <0,001
2 257(95,9) 1(0,4) 7(2,6) 3(1,1) 268(100)
Os professores solucionaram suas dúvidas científicas? 1 184(85,2) 1(0,5) 21(9,7) 7(3,2) 3(1,4) 216(100) 0,002
2 251(93,7) 7(2,6) 6(2,2) 4(1,5) 268(100)

Os achados referentes à tutoria demonstraram que (85,2% - curso um; 96,6% - curso dois) dos discentes sentiram-se acolhidos tanto pelo tutor a distância como pelo tutor presencial de seu respectivo polo. Quanto ao tutor a distância ter sido assíduo nas discussões do fórum, a maioria dos alunos (88,4% - curso um; 96,3% - curso dois) consideraram que sim. Esses dados apresentaram ainda, diferença significante nos dois quesitos (p<0,001; p<0,019 respectivamente), ou seja, os alunos de ambos os cursos tiveram opiniões diferentes sobre o desempenho da tutoria, conforme demonstrado na tabela 2.

Tabela 2 Atuação dos tutores do curso 1 e curso 2 

Sobre os tutores do curso Curso Sim n(%) Não n(%) Em parte n(%) Não se aplica n(%) Não respodeu n(%) Total n(%) p-value
Você se sentiu acolhido pelo tutor à distância e presencial do seu polo? 1 184(85,2) 3(1,4) 27(12,5) 1(0,5) 1(0,5) 216(100) <0,001
2 259(96,6) 8(3) 1(0,4) 268(100)
O tutor à distância do seu polo foi assíduo nas discussões do fórum? 1 191(88,4) 3(1,4) 17(7,9) 3(1,4) 2(0,9) 216(100) 0,019
2 258(96,3) 2(0,7) 7(2,6) 1(0,4) 258(96,3)

Quanto às expectativas dos alunos em relação ao curso (97,7% - curso um; 98,1% - curso dois) dos alunos consideraram que o curso contribuiu para sua atuação profissional; e 98,1% em ambos os cursos, declararam que o curso contribuiu para o desenvolvimento das competências relacionadas à gestão.

Referente à avaliação do curso (46,3% -curso um; 59,3% - curso dois) dos discentes consideraram os cursos excelentes; (44% - curso um; 36,6% - cur-so dois) ótimos, e (9,3% - curso um; 4,1% - curso dois) consideraram bons, apresentando diferença significativa entre os cursos (p<0,001), ou seja, os alunos do segundo curso avaliaram melhor do que os alunos do primeiro.

Discussão

Este estudo apresentou as seguintes limitações: o referencial brasileiro utilizado para a elaboração do instrumento ainda não foi validado; no instrumento de avaliação do segundo curso, houve a incorporação de questões, não abordadas no primeiro, e que não foi analisado neste estudo, o que poderia trazer outras informações para discussão sobre a opinião dos discentes.

Destaca-se também, que os cursos de Gestão em Enfermagem possibilitaram aos Enfermeiros de diversos cenários distintos do Brasil a oportunidade de explorar as diversas mídias e ferramentas de gestão, que devem ser utilizadas para planejar e implementar uma prestação de assistência segura aos pacientes.

Os achados quanto ao sexo evidenciaram a predominância do feminino, indo em direção a outros autores,(5) embora, a procura do curso de enfermagem pelo gênero masculino já seja uma realidade brasileira.

Pesquisadores declaram, que alguns grupos se destacam pela busca de cursos a distância, entre eles estão as mulheres,(9) pois esta modalidade pode ser um facilitador para racionalizar o tempo na sua busca pelo conhecimento, minimizando as dificuldades enfrentadas por esta categoria como jornada dupla de trabalho, as atividades do lar, e as específicas em relação à maternidade.

Quanto à faixa etária, observou-se uma população mais jovem e com menor tempo de formação, buscando os cursos de Gestão em Enfermagem. Esse aspecto corrobora com a necessidade do mercado de trabalho em contratar cada vez mais Enfermeiros jovens para ocupar cargos gerenciais.(10)

É importante considerar, que esse panorama converge com a demanda da sociedade contemporânea que vem exigindo Enfermeiros com experiência técnica e habilidades como a liderança, trabalho em equipe, foco no cliente e tomada de decisão.(10,11)

Os resultados desse estudo em relação ao local de acesso ao curso vão ao encontro de outro estudo realizado em Taiwan,(12) no qual os estudantes declararam que a possibilidade de acessar o curso de casa contribui para minimizar o tempo gasto no trânsito, no caso de ter que ir assistir à aula em outro local; diminui o impacto na vida familiar, pois assim pode dispor de mais tempo para a família, confirmando a flexibilidade de tempo e espaço que esta modalidade propicia para cada contexto de vida.

Em relação às horas de dedicação ao curso, observou-se uma porcentagem pequena de alunos que dedicou mais de 8 horas semanais ao curso. A relevância da dedicação aos estudos é demonstrada em outras duas pesquisas, realizadas com alunos de graduação em enfermagem e de um curso de pós-graduação em epidemiologia, onde foi verificado que na modalidade on-line, a organização do tempo e a autodisciplina e a automotivação são elementos importantes para conseguir êxito na conclusão do curso.(13,14)

Quanto ao desempenho dos professores em relação ao acolhimento do aluno e a solução de dúvidas, predominou a participação no segundo em relação ao primeiro curso.

Para alguns autores, o professor que atua na educação a distância necessita, além de selecionar e escrever os textos das disciplinas e organizar o material didático, ter competências básicas com o uso das tecnologias de informação e comunicação para saber selecionar, utilizar e avaliar estratégias de intervenção educativa (síncrona ou assíncrona), que sejam significativas para os alunos e convirjam com o ambiente de aprendizagem escolhido. Outro aspecto importante é o desenvolvimento de ações, que do ponto de vista pedagógico sejam interativa, construtiva, contínua e colaborativa.(15)

Alinhando-se às ideias dos estudiosos, no curso um, o foco principal do professor foi a elaboração do material didático e conteúdo das provas; a orientação e solução de dúvidas durante a disponibilização das disciplinas ficou dividida entre o tutor a distância e o professor. No curso dois, cada professor gravou um vídeo de apresentação da sua disciplina, elaborou vídeo aulas, e participou mais efetivamente dos fóruns de discussão, o que aumentou a interação com os alunos, além de incentivar à aprendizagem e a construção do conhecimento. O tutor assumiu a moderação das discussões e encaminhava as dúvidas específicas ao professor responsável e, assim, o aluno recebia a resposta individualizada, visando também aproximar o aluno cada vez mais do curso.

Os resultados deste estudo confirmaram a importância do papel do tutor para a educação a distância, que tem sido discutido por outros pesquisadores.(16) Os tutores desempenham um papel essencial na facilitação e estruturação de redes cognitivas individuais, promovendo entre alunos e professores espaços de construção coletiva do conhecimento. Do mesmo modo, têm um impacto significativo sobre o desempenho dos alunos, além de desafiar o nível de entendimento por meio da mediação e interação entre os participantes do curso.

Na tutoria do primeiro curso, os tutores acompanharam os alunos quanto à participação nas atividades, cumprimento dos prazos e participação nos fóruns dos conteúdos das disciplinas, esclarecendo suas dúvidas e fazendo a interface entre aluno e professor. No segundo, o enfoque principal de atuação foi o trabalho colaborativo, acolhimento do aluno, a participação efetiva nos fóruns, com a avaliação das postagens feitas pelos alunos em relação à pertinência da resposta, e a agilidade na comunicação, estabelecendo como padrão máximo de tempo para resposta ao aluno de 24h. Essas ações foram fundamentais para aumentar a interação e tornar o tutor uma referência para o aluno dentro do ambiente de aprendizagem.

Por outro lado, o tutor presencial atua localmente, auxiliando os alunos em todas suas necessidades em relação aos aspectos estruturais e pedagógicos do curso.(17) No primeiro curso, os tutores presenciais foram direcionados a receber o aluno no polo para dirimir dúvidas sobre o uso da plataforma, orientar sobre o cronograma, material didático, provas e atividades. No segundo foi incorporado a responsabilidade em realizar busca ativa dos alunos que estivessem há mais de sete dias sem acessar o ambiente, por meio de contato telefônico, e-mail e telegrama, visando minimizar a evasão.

Referente às expectativas dos alunos, destaca-se a relevância do curso de pós-graduação em gestão em enfermagem para capacitar os Enfermeiros brasileiros nos aspectos gerenciais, ressaltando que estes profissionais são provenientes de vários locais do país e estão inseridos em diversos cenários de atuação, destacando a área hospitalar e de saúde pública.

Situação semelhante ocorreu em um estudo desenvolvido no Brasil,(18) onde os alunos tiveram oportunidade de aprender sobre fundamentos ideológicos e teóricos da administração; métodos de intervenção e as práticas de gestão de recursos com objetivo de desenvolver e transformar sua prática profissional.

Assim, foi possível verificar nas respostas dos discentes que os cursos contribuíram para o desenvolvimento das competências gerenciais, necessárias ao desempenho de suas atividades, corroborando os achados na literatura.(19,20) Ressalta-se, que as competências citadas nos dois estudos foram abordadas no curso em questão, entre elas, supervisão, liderança e tomada de decisão.

Quanto à avaliação dos cursos, acredita-se que os resultados da presente pesquisa encontram-se alinhadas a estudos que demonstraram que o sucesso dos cursos on-line está ligado a maleabilidade em relação às alternativas tradicionais de ensino, permitindo ao aluno fazer o curso no seu próprio ritmo, equilibrando a aprendizagem com compromissos pessoais e de trabalho, além de democratizar oportunidades de desenvolvimento pessoal, profissional e social a estes profissionais.(21,22)

Conclusão

A comparação das avaliações dos alunos, de ambos os cursos em relação às variáveis apresentadas, evidenciou que os discentes dos dois cursos avaliaram de forma positiva, embora a maioria dos critérios tenha apresentado diferença significante no segundo curso em relação ao primeiro. Assim, conclui-se que as alterações implementadas no segundo curso impulsionaram a construção do conhecimento, preparando os Enfermeiros para intervir e transformar a prática, além de ter subsídios para responder às demandas do cenário gerencial da saúde, tanto no Brasil, como a nível mundial.

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