Imunização contra hepatite B em auxiliares em saúde bucal: estudo transversal no sistema público de saúde do estado de São Paulo, em 2018

Imunização contra hepatite B em auxiliares em saúde bucal: estudo transversal no sistema público de saúde do estado de São Paulo, em 2018

Autores:

Cléa Adas Saliba Garbin,
Ketlin Lara Tosta Vanzo,
Suzely Adas Saliba Moimaz,
Artênio José Ísper Garbin,
Fernando Yamamoto Chiba

ARTIGO ORIGINAL

Epidemiologia e Serviços de Saúde

versão impressa ISSN 1679-4974versão On-line ISSN 2237-9622

Epidemiol. Serv. Saúde vol.29 no.2 Brasília 2020 Epub 06-Abr-2020

http://dx.doi.org/10.5123/s1679-49742020000200002

Resumen

Objetivo:

investigar la inmunización contra hepatitis B en auxiliares en salud bucal (ASB) del Sistema Único de Salud (SUS) del estado de São Paulo, Brasil, en 2018.

Métodos:

estudio transversal basado en entrevista con cuestionario y evaluación de la inmunidad por prueba anti-HBS, previa realización de la prueba,,sus resultados e interpretación, y orientaciones recibidas sobre la enfermedad.

Resultados:

de los 70 ASB registrados, 35 completaron el esquema de vacunación, 29 presentaron resultado negativo en la prueba anti-HBs, 16 realizaron previamente la prueba y 43 no entendían correctamente el resultado; se observó asociación (p=0,025) entre la vacunación completa y la recepción de orientaciones.

Conclusión:

la mayoría de los ASB recibió orientaciones; sin embargo, una parte considerable no completó la vacunación, presentando resultado negativo para la prueba anti-HBs; pocos ASB realizaron la prueba anteriormente e interpretaron correctamente el resultado; se constató un escenario alarmante, con severa deficiencia en la inmunización contra hepatitis B entre los ASB.

Palabras clave: Estudios Transversales; Salud Laboral; Hepatitis B; Inmunización; Auxiliares Odontológicos; Accidentes de Trabajo

Introdução

A infecção pelo vírus da hepatite B (VHB) pode resultar em inflamação do tecido hepático até a necrose hepatocelular.1 Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as hepatites virais causaram 1,34 milhões de mortes em 2015, representando um severo problema de saúde pública no mundo. Estima-se que 257 milhão de pessoas vivam com infecção crônica por VHB, afetando principalmente a Região Africana da OMS e a do Pacífico Ocidental.2

No ambiente odontológico, o VHB pode-se disseminar pelo contato direto com sangue, saliva e instrumentos contaminados.3 Os profissionais auxiliares em saúde bucal destacam-se pela alta suscetibilidade à contaminação pelo VHB, condição inerente a sua exposição ocupacional.4 Para realizarem com segurança a rotina do descarte de resíduos, limpeza, desinfecção e esterilização dos instrumentais e equipamentos odontológicos, ademais do ambiente de trabalho, é fundamental que esses profissionais sejam esclarecidos sobre os métodos de prevenção da infecção.4,5

Entre as medidas preventivas mais relevantes, encontra-se a realização do esquema vacinal completo: administração de três doses da vacina contra a hepatite B, no intervalo de zero, um e seis meses.6 Recomenda-se, outrossim, a realização do teste anti-HBs para confirmar a imunização mediante a observância dos níveis de anticorpos,7 haja vista ser possível não desenvolver imunidade mesmo após se completar o esquema vacinal recomendado. Estudo realizado em 2015, com 340 indivíduos de uma faculdade de medicina na Índia, identificou 20% dos que completaram o esquema vacinal desprotegidos.8 O teste é seguro, simples e rápido; entretanto, ainda é pouco conhecido pelos profissionais da saúde.9,10

No presente estudo, objetivou-se investigar a imunização contra hepatite B em auxiliares em saúde bucal (ASBs) do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado de São Paulo, Brasil, em 2018.

Métodos

Estudo transversal, realizado em 2018, com ASBs do SUS lotados em nove cidades do estado de São Paulo: Valparaíso, Bento de Abreu, Lavínia, Mirandópolis, Penápolis, Brejo Alegre, Alto Alegre, Clementina e Buritama. Estas cidades, inseridas no Departamento Regional de Saúde II da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, na região Noroeste paulista, não dispunham de Centro de Especialidades Odontológicas (CEO).

Foram convidados a participar do estudo os profissionais registrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) das unidades básicas de saúde (UBS), que não estavam em período de licença, afastamento ou aposentadoria. Foram excluídos aqueles que não aceitaram realizar o teste anti-HBs.

Realizou-se entrevista com aplicação de questionário semiestruturado, para avaliar o esquema vacinal completo contra hepatite B (sim; não; não sei), a realização prévia do teste anti-HBs (sim; não) e a interpretação do resultado de testes anti-HBs anteriormente realizados.

O questionário também contemplou perguntas sobre as seguintes variáveis:

  1. sexo (masculino; feminino);

  2. faixa etária (em anos: 20 a 35; 36 a 45; 46 a 55; 56 ou mais);

  3. tempo de atuação profissional e tempo de atuação no serviço público (em anos: 5 ou menos; 6 a 15; 16 a 25; 26 ou mais);

  4. nível de escolaridade (ensino superior completo; ensino superior incompleto; ensino médio completo);

  5. ocorrência de acidente com material perfurocortante (sim; não); e

  6. recebimento de orientações sobre a doença (sim; não).

A entrevista foi realizada na UBS, em salas isoladas, evitando-se interrupções. Os dados dos ASBs da mesma cidade foram coletados no mesmo dia, para prevenir troca de informações sobre o estudo.

O kit anti-HBsAg® (Wama, Brasil) foi utilizado para verificar a imunidade ao VHB. Considerou-se correta a interpretação de que o resultado positivo significava que o indivíduo estava imune à doença. Os testes anti-HBs foram realizados por um médico capacitado. A entrevista/proposição do questionário foi antecedida de estudo-piloto com amostra não incluída na pesquisa, equivalente a 10% da amostra do estudo.

As análises estatísticas foram realizadas com uso do software Epi InfoTM versão 7.0. Os resultados foram apresentados pela distribuição de frequência absoluta; para as variáveis contínuas, calculou-se a média e o desvio-padrão. Utilizou-se o teste do qui-quadrado de Pearson e o teste exato de Fisher para verificar associação entre o esquema vacinal completo, recebimento de orientações, realização prévia e resultado do teste anti-HBs. Adotou-se nível de significância de 5%.

O projeto do estudo foi aprovado pelo Comitê Permanente de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Faculdade de Odontologia de Araçatuba, Universidade Estadual Paulista (CEP/FOA/Unesp), mediante Certificado de Apresentação para Apreciação Ética (CAAE) nº 54227416.0.0000.5420) emitido em 29 de junho de 2018, e foi conduzido de acordo com a Resolução do Conselho Nacional de Saúde do Ministério da Saúde: CNS nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Os participantes assinaram Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Resultados

Do total de 70 ASBs registrados, 63 aceitaram participar da pesquisa. Os ASBs eram predominantemente do sexo feminino (n=58), na faixa etária de 36-45 anos (n=24), com média de 42 ± 12 anos (Tabela 1); 27 atuavam na profissão por um período de 6-15 anos, com média de 12 ± 9 anos, e 25 atuavam no serviço público pelo mesmo período, com média de 13 ± 8 anos.

Tabela 1 - Dados sobre o perfil sociodemográfico, tempo de atuação na profissão e acidente com instrumental perfurocortante entre auxiliares em saúde bucal (N=63) do Sistema Único de Saúde de nove cidades de São Paulo, 2018 

Variável N
Sexo
Feminino 58
Masculino 5
Faixa etária (em anos)
20-35 20
36-45 46-55 ≥56 24 13 6
Tempo de atuação como auxiliar de saúde bucal (em anos)
≤5 15
6-15 27
16-25 19
≥26 2
Tempo de serviço público (em anos)
≤5 18
6-15 25
16-25 16
≥26 4
Escolaridade
Ensino superior completo 24
Ensino superior incompleto 12
Ensino médio completo 27

Pouco mais da metade dos ASBs (n=35) completou o esquema vacinal (Figura 1). Grande parte (n=29) apresentou resultado negativo ao teste anti-HBs; a maioria (n=47) nunca havia realizado o teste e somente 20 tinham conhecimento sobre seu significado correto. Outrossim, a maioria (n=32) apresentava histórico de acidente com instrumental perfurocortante.

Figura 1 - Proporções de participantes segundo realização do esquema vacinal completo contra hepatite B, resultado, realização prévia e interpretação do teste anti-HBs entre auxiliares em saúde bucal (N=63) do Sistema Único de Saúde em nove cidades de São Paulo, 2018 

Houve associação (p=0,025) entre realização do esquema vacinal completo e recebimento de orientações sobre a doença (Tabela 2). A completude do esquema vacinal foi observada em 32/51 dos ASBs que receberam orientação e apenas em 3/12 dos que não a receberam.

Tabela 2 - Relação entre o esquema vacinal completo contra hepatite B e as variáveis ‘resultado do teste anti-HBs’, ‘realização prévia do teste anti-HBs’ e ‘recebimento de orientações sobre a doença’ em auxiliares em saúde bucal (n=63) do Sistema Único de Saúde de nove cidades de São Paulo, 2018 

Variáveis Esquema vacinal completo
Não Sim Total p-Valor
n n n
Resultado do teste anti-HBs
Negativo 14 15 29 0,756a
Positivo 14 20 34
Realização prévia do teste anti-HBs
Não 22 25 47 0,722a
Sim 6 10 16
Recebimento de orientações sobre a doença
Não 9 3 12 0,025b
Sim 19 32 51

a) Teste do qui-quadrado de Pearson.

b) Teste exato de Fisher.

Discussão

Uma parcela considerável dos ASBs não completou o esquema vacinal apresentou resultado negativo para o teste anti-HBs e, além de nunca haver realizado teste anterior, interpretou incorretamente o resultado obtido. A maioria relatou ter sofrido acidente com material perfurocortante, em alguma situação do trabalho, e ter recebido orientações sobre hepatite B.

Achados indicam que a prevalência de lesões percutâneas é maior entre ASBs do que entre cirurgiões-dentistas.11,12 O fato pode estar relacionado às atividades de desmonte, limpeza ou descarte dos instrumentos, com risco de acidentes mesmo após o término dos procedimentos.

Quase metade dos ASBs não estavam imunizados contra o VHB. Estudos conduzidos em países de renda alta e média também encontraram indicadores preocupantes de profissionais da odontologia que não apresentavam imunidade ao vírus.13,14 Estes achados reforçam a importância de desenvolver estratégias com o objetivo de aumentar as prevalências de vacinação e de conferência da imunidade.15

A maioria dos ASBs nunca havia realizado o teste anti-HBs. Achados similares foram identificados em estudo conduzido por Garcia et al.16 com 289 cirurgiões-dentistas e 104 auxiliares de consultório dentário do município de Florianópolis, Santa Catarina, evidenciando que a verificação da imunidade continua ausente das medidas preventivas adotadas sistematicamente pelos profissionais de saúde bucal. O desconhecimento e a falta de orientação resultam na baixa adesão ao procedimento.5,17,18

O teste anti-HBs verifica a imunidade contra o VHB. Entretanto, ele pode ser confundido com o teste de identificação da infecção pelo vírus. No presente estudo, mais de um quarto dos ASBs interpretaram erroneamente o resultado, relatando não serem portadores da doença quando diante do resultado negativo do teste. A proporção de ASBs que interpretaram corretamente o significado do teste foi menor, na comparação com a mesma proporção observada em recente estudo, conduzido por Garbin et al.19 junto a cirurgiões-dentistas (60%) do SUS do estado de São Paulo.

Houve associação entre o recebimento de orientações e a realização do esquema vacinal completo. Contudo, apenas pouco mais da metade dos ASBs haviam recebido as três doses da vacina. Destaca-se a elevada proporção dos que relataram desconhecer a condição de sua cobertura vacinal. A ausência de orientação e informação sobre a necessidade das três doses pode comprometer a vacinação completa dos indivíduos, sobretudo quando se sabe que o SUS disponibiliza gratuitamente a vacina.20-22

O desconhecimento sobre a quantidade de doses e o intervalo a respeitar entre elas prejudica a completude do esquema vacinal.21,22 São fatores capazes de provocar o esquecimento ou induzir o pensamento equivocado de que uma ou duas doses é suficiente para garantir a imunidade.

Não houve associação entre o esquema vacinal completo e o resultado do teste anti-HBs. A completude do esquema vacinal não garante a imunidade, e alguns indivíduos podem continuar expostos ao risco de infecção mesmo após completar o esquema vacinal.8,23 Isto pode decorrer de fatores como obesidade, tabagismo, insuficiência renal, doença hepática, imunossupressão, administração inadequada da vacina e intervalo incorreto entre as doses.23 Também é possível o declínio natural dos níveis de anticorpos, com o passar do tempo, e doses de reforço podem ser necessárias.24

A amostra composta apenas por ASBs do estado de São Paulo representa uma limitação do estudo, pois diferentes resultados podem ser encontrados em serviços públicos de outras localidades do estado ou do país. Ademais, a exclusão dos ASBs que se recusaram realizar o teste anti-HBs poderia influenciar os resultados, se profissionais que evitam essa ação preventiva forem os mais vulneráveis à doença. Considerando-se que nem todos os auxiliares de consultório dentário estão registrados no Conselho Regional de Odontologia de São Paulo, salienta-se que um fator importante para o estudo foi a possibilidade de convidar à participação todos os ASBs das UBS, desde que estivessem registrados no CNES.

A maioria dos ASBs recebeu orientações sobre a doença. Entretanto, uma parcela considerável deles não completou o esquema vacinal e apresentou resultado negativo para o teste anti-HBs. Poucos ASBs realizaram o teste anteriormente, e desses, poucos interpretaram corretamente o resultado. Revela-se um cenário alarmante, no qual se nota severa deficiência na imunização contra hepatite B de auxiliares em saúde bucal, evidenciando a necessidade de ações e estratégias que solidifiquem a adoção de práticas de controle e monitoramento da cobertura vacinal e verificação sistemática periódica da imunidade contra hepatite B entre esses profissionais.

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