Instrumentos multidimensionais validados no Brasil para avaliação da dor na pessoa idosa: revisão narrativa

Instrumentos multidimensionais validados no Brasil para avaliação da dor na pessoa idosa: revisão narrativa

Autores:

Darcton Souza de Aguiar,
Igor de Matos Pinheiro

ARTIGO ORIGINAL

BrJP

versão impressa ISSN 2595-0118versão On-line ISSN 2595-3192

BrJP vol.2 no.3 São Paulo jul./set. 2019 Epub 23-Set-2019

http://dx.doi.org/10.5935/2595-0118.20190051

INTRODUÇÃO

O envelhecimento promove adaptações nos sistemas orgânicos, podendo estar associado às condições crônicas degenerativas com impacto nos componentes biopsicossociais da vida da pessoa idosa1,2. Nessas condições, o idoso pode se encontrar em um estado favorável para a ocorrência de dores e limitações funcionais para a realização de suas atividades de vida diária1,3. Condições socioeconômicas, doenças prévias, relações psicoafetivas e cognição são alguns fatores que influenciam a ocorrência de dor na pessoa idosa1. A dor crônica (DC) apresenta alta prevalência nos idosos (48 a 55%), com registros de maior intensidade em indivíduos com transtornos neurocognitivos2,4,5.

A dor é uma sensação intrínseca e autorrelatada6-8, com sinais abstratos, que necessita de instrumentos de avaliação validados e adequados para melhor compreensão das condições unidimensionais ou multidimensionais que as acometem9. As escalas unidimensionais preestabelecem apenas dados relacionados com a intensidade da dor, enquanto os instrumentos multidimensionais abordam não somente os aspectos físicos, mas também buscam interpretar e compreender o fenômeno doloroso10,11.

Os instrumentos multidimensionais de avaliação da dor em idosos permitem identificar as condições que envolvem a dor sob os aspectos emocionais, físicos, psicológicos, sociais e econômicos. Referem-se a ferramentas que auxiliam no estabelecimento do prognóstico de doenças, além de permitir um melhor tratamento da dor, considerando suas dimensões avaliadas12. A compreensão das dimensões da dor, principalmente da DC, através da avaliação multidimensional permite uma descrição detalhada das qualidades sensoriais e afetivas do fenômeno doloroso13,14.

O objetivo deste estudo foi revisar a literatura sobre os instrumentos multidimensionais validados no Brasil para a avaliação da dor na pessoa idosa, identificando os instrumentos direcionados para idosos com cognição preservada e para aqueles com transtornos neurocognitivos.

CONTEÚDO

Este estudo refere-se a uma revisão narrativa da literatura realizada com artigos científicos pesquisados nas bases de dados eletrônicas Pubmed, LILACS e Scielo. Utilizou-se o cruzamento das seguintes palavras-chave da língua portuguesa definidas pelo DeCS (Descritores em Ciências da Saúde): dor, limiar de dor, mensuração da dor, envelhecimento e idoso.

Foram incluídos os artigos que avaliaram a dor em pessoas idosas (≥60 anos) por meio de instrumentos validados no Brasil e que foram publicados no período de 2000 a 2018. Foram excluídos os artigos que avaliaram a dor decorrente de traumas, que estavam em duplicatas nas bases de dados ou que utilizaram instrumentos unidimensionais para avaliação da dor. Com a seleção dos artigos foi possível identificar os instrumentos validados no Brasil sendo também identificadas as ferramentas de avaliação da dor em idosos com transtornos neurocognitivos.

Encontrou-se um total de 38 artigos, sendo 33 excluídos: 5 eram duplicatas, 12 utilizaram instrumentos unidimensionais, 15 não atendiam os critérios de abordagem da dor, e um por realizar associação entre instrumentos. Os cinco artigos desta revisão estão apresentados na tabela 1.

Tabela 1 Instrumentos multidimensionais validados no Brasil para a avaliação da dor na pessoa idosa 

Autores Objetivos Instrumento multidimensional de
avaliação da dor
Domínios Resultados
Thé et al.15 Validar o PACSLAC em português em idosos dementados e analisar as propriedades de suas mensurações. PACSLAC Expressões faciais, movimentos/atividades corporais, sociabilidade/personalidade/humor.
Outros.
Escore médio do PACSLAC-P foi de 3,20±0,62, e o tempo médio de aplicação foi de 5 a 7min. A consistência interna, conforme o coeficiente alfa de Cronbach, apresentou valores de 0,646 para expressões faciais, 0,619 para movimentos/atividades corporais, 0,618 para sociabilidade/personalidade/humor e 0,247 para a subescala denominada outros, com um escore total da escala de 0,827. A reprodutibilidade foi de 85,2%.
Pinto et al.16 Realizar adaptação semântica e cultural para o português do Brasil da escala PAINAD, e avaliar suas propriedades psicométricas (validade, viabilidade, concordância inter-avaliadores e utilidade clínica). PAINAD Respiração independente de vocalização.
Vocalização negativa.
Expressão facial.
Linguagem corporal.
Consolabilidade.
Os itens com maiores sinais de dor foram a expressão facial (18,2%), a respiração independente de vocalização (15,2%) e linguagem corporal (16,7%). O indicador vocalização negativo foi o que melhor se correlacionou com o total da escala (0,524), e o intervalo de confiança a 95% (IC95%) de 0,679 a 0,862.
Araujo e Pereira17 Descrever os resultados da equivalência conceitual, de itens e semântica entre o NOPPAIN original em inglês, e a versão em português brasileiro para avaliação da dor em pacientes não comunicativos. NOPPAIN Comportamentos de dor, intensidade. O NOPPAIN-Br dos 64 elementos, 56,3% alcançaram média 10, equivalente à concordância "muito boa" e 43,7%, média entre 7,0 e 9,9 - concordância "boa".
Motta, Gambaro e Santos18 Estudar suas propriedades psicométricas, verificando se são adequadas. GPM Intensidade, descomprometimento, dor à deambulação, dor às atividades vigorosas, dor em outras atividades. A consistência interna foi adequada, a reprodutibilidade satisfatória (variabilidade baixa e sem diferenças estatisticamente significativas). O GPM-P "Escore Total Ajustado" apresentou baixa correlação, mas ela foi regular para Q19 e Q20.
Santos et al.19 Verificar a confiabilidade intra e inter- examinadores da aplicação do Br-MPQ em idosos com dor crônica em decorrência de doenças ortopédicas e neurológicas. Br-MPQ Sensoriais, afetivas, temporais, miscelânea, distribuição espacial, intensidade. A confiabilidade geral intra e inter- examinadores nos idosos com doenças ortopédicas foram 0,86 e 0,89, respectivamente, e para idosos com doenças neurológicas de 0,71 e 0,68, respectivamente. Os resultados mostraram que o Br-MPQ foi de fácil aplicação.

PAINAD = Pain Assessment in Advanced Dementia; PACSLAC = Assessment Checklist for Seniors with Limited Ability to Communicate; GPM = Geriatric Pain Measure; NOPPAIN = Non-Communicative Patient's Pain Assessment Instrument; Br-MPQ = Brazilian Portuguese McGill Pain Questionnaire.

DISCUSSÃO

Nesta revisão da literatura foram encontrados os seguintes instrumentos de avaliação multidimensional da dor em idosos validados no Brasil: Assessment Checklist for Seniors with Limited Ability to Communicate (PACSLAC), Pain Assessment in Advanced Dementia (PAINAD), Non-Communicative Patient’s Pain Assessment Instrument (NOPPAIN), Geriatric Pain Measure (GPM), Brazilian Portuguese McGill Pain Questionnaire (Br-MPQ). Destes, os três primeiros instrumentos estão indicados para aplicação em idosos com transtornos neurocognitivos.

A dor na pessoa idosa deve ser visualizada sob diversos aspectos, além do domínio físico. As condições emocionais e psicossociais que envolvem os idosos também devem ser investigadas durante a avaliação da dor. A dor avaliada e abordada de forma inadequada pode gerar consequências negativas no componente emocional, nas funções corporais e nos aspectos sociais20,21.

A dor apresenta condições específicas em cada indivíduo por ser autorrelatada, subjetiva e abstrata22-24. Os instrumentos multidimensionais retratam essas condições por avaliarem as diversas dimensões envolvidas na vida da pessoa idosa, diferenciando-se uma das outras de acordo com o método de abordagem. Observam-se domínios comuns entre os instrumentos tais como a intensidade, o local e a duração da dor, porém existem domínios específicos em algumas escalas como avaliação do humor, dor durante a realização de atividades, e os aspectos sociais.

A intensidade da dor é uma medida de avaliação bastante utilizada nos instrumentos unidimensionais, sendo também componentes das ferramentas multidimensionais. O questionário de dor de McGill, desenvolvido por Melzack em 197522, teve por objetivo avaliar as dimensões qualitativas da dor como as sensoriais, afetivas, temporais com referência à duração, distribuição espacial e intensidade da dor18,25,26. Os domínios desse instrumento dividem-se em 20 subgrupos de palavras sendo que de 1 a 10, referem-se às questões sensitivas, 11 a 15 afetivas, 16 experiências gerais do indivíduo, e 17 a 20 miscelânea21,27. As medidas avaliativas adotadas nesse instrumento relacionam-se com a experiência da pessoa idosa frente à condição dolorosa, além dos aspectos neurofisiológicos envolvidos na percepção da dor18,21,25.

Corroborando o Br-MPQ, o instrumento GPM consiste na avaliação da intensidade (cinco itens), descomprometimento (cinco itens), deambulação (dois itens), atividades vigorosas (dois itens), outras atividades (três itens), sendo que esses itens se distribuem de forma aleatória no momento da avaliação24,28. O GPM foi elaborado com o intuito de ampliar e facilitar a avaliação da dor na pessoa idosa, contudo o idoso deve possuir cognição preservada para a avaliação não apresentar divergência de resultados28.

A avaliação da dor no idoso com transtorno neurocognitivo é um desafio para os profissionais de saúde pela dificuldade de aplicação dos instrumentos que permitem a compreensão do fenômeno doloroso nesses pacientes19,29. O relato adequado da experiência dolorosa requer uma preservação da cognição. Diante do sintoma, um autorrelato é necessário para a análise do fenômeno, as habilidades de expressão verbal ou percepção, e interação podem estar comprometidas devido ao declínio cognitivo, porém a percepção sensorial pode estar mantida. Contudo, a duração, a intensidade, e a localização da dor só podem ser identificadas por meio de algum instrumento de avaliação24. Cole et al.30 investigaram as áreas cerebrais responsáveis pela percepção dor em pacientes com demências para identificar as zonas de ativação através da ressonância nuclear magnética funcional, na qual resultou em dados significativos quanto à percepção da dor e reações emocionais. Dessa maneira, foi comprovada que há ativação e excitabilidade cerebral quanto ao estímulo doloroso em idosos com transtornos cognitivos.

Thé et al.15 observaram a necessidade de um instrumento para avaliar a dor em pessoas idosas com transtornos neurocognitivos e desenvolveram o PACSLAC. Trata-se de um instrumento composto por 60 itens de cunho observacional, separado por domínios compreendidos por expressões faciais, movimentação e atividades corporais, sociabilidade, personalidade/humor e outros19,31-33. O PACSLAC foi validado para outros países além do Brasil, porém ainda carece de estudos que reafirmem a sua utilização na nossa população. O PACSLAC foi elaborado através da necessidade observada pela American Geriatrics Society (AGS) em abordar de forma avaliativa a dor de pacientes com dificuldade de comunicação, integrando durante as avaliações as medidas de autorrelato, hierárquicas e alterações de comportamento e humor31,33.

O PAINAD é um instrumento multidimensional com aplicabilidade semelhante ao PACSLAC. Baseia-se na avaliação filosófica (abstrata) e nos comportamentos da condição dolorosa, correspondendo aos domínios de respiração, vocalização negativa, expressão facial, linguagem corporal e consolabilidade. O PAINAD quantifica seus domínios com variação quantitativa de zero a 10 pontos, baseando-se nos padrões de dor. Pontuações de 1 a 3 pontos são consideradas dor leve, de 4 a 6 refletem uma dor moderada e 7 a 10 pontos são considerados condições intensas de dor15,34-36.

Na literatura revisada para este estudo foi encontrado um instrumento simplificado, o NOPPAIN17. Essa ferramenta consiste em quatro sessões de avaliação que envolvem nove figuras de cuidados diários: seis referem-se a comportamentos relacionados à dor, e uma figura unidimensional numerada de zero a 10 para avaliar a intensidade da dor, outra sessão referente a atividades com respostas de sim ou não, observando se o profissional realizou a atividade ou se o paciente executou sozinho, e uma escala numérica para quantificação da intensidade da dor. A quarta sessão consiste no somatório das sessões anteriores formalizando um escore total do instrumento. A literatura não apresenta descrições detalhadas sobre a sua utilização nem relata as medidas psicométricas desse instrumento para população brasileira.

O presente estudo permitiu conhecer os instrumentos multidimensionais validados no Brasil para a avaliação da dor multidimensional em pessoas idosas. As ferramentas apresentadas fornecem uma variabilidade de instrumentos para o profissional de saúde poder selecionar a mais adequada frente ao perfil de seus pacientes. A condição cognitiva é fator determinante para a escolha do instrumento mais adequado para cada paciente. Apesar de não ter sido objeto de estudo, nesta revisão não foram identificados estudos científicos que utilizaram os instrumentos para a avaliação da dor na pessoa idosa, exceto o GPM e o Br-MPQ.

CONCLUSÃO

Os cincos instrumentos multidimensionais validados no Brasil para avaliar a dor em idosos apresentados nesta revisão oferecem para o profissional de saúde uma gama de ferramentas para melhor compreensão da dor. Destes, três instrumentos permitem a avaliação da dor em idosos com transtornos neurocognitivos. Observou-se que a variabilidade de domínios presentes nos instrumentos auxilia na identificação e avaliação da condição dolorosa em idosos com cogniçãopreservada ou com transtornos neurocognitivos, independente do grau de comprometimento.

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