Melhora do equilíbrio postural em mulheres idosas com o uso de informação sensorial adicional

Melhora do equilíbrio postural em mulheres idosas com o uso de informação sensorial adicional

Autores:

Gianluca Loyolla Montanari Leme,
Isabela Feitosa de Carvalho,
Marcos Eduardo Scheicher

ARTIGO ORIGINAL

Fisioterapia e Pesquisa

versão On-line ISSN 2316-9117

Fisioter. Pesqui. vol.24 no.1 São Paulo jan./mar. 2017

http://dx.doi.org/10.1590/1809-2950/16753224012017

RESUMEN

El proceso natural del envejecimiento humano presenta cambios morfológicos y fisiológicos, que altera el balance postural y la marcha, aumentando así el riesgo de caídas. Hay estudios que analizaron la utilización de la información sensorial en la mejora del balance postural empleando el toque suave en una superficie rígida y estacionaria, resultando en una significativa disminución en la oscilación corporal. Se evaluó el resultado de la información sensorial adicional durante la marcha en ancianas. Participaron treinta mujeres de más de 60 años. Se realizó la información sensorial a través de vendajes infrapatelares. Las participantes hicieron las pruebas de Dynamic Gait Index (DGI), de Timed Up and Go (TUG) y de Caminata de 10 metros (PC10m), con y sin las vendajes infrapatelares. Para la comparación de los datos se emplearon la prueba t pareada y la prueba de Wilcoxon, con p≤0,05. La comparación de la TUG (sin vendajes: 10,13±2,1; con vendajes: 9,71±2,1, p=0,0007) con la DGI (sin vendajes: 20,65±2,1; con vendajes: 22,1±2,1, p=0,002) presentó diferencias significantes. En la PC10m no presentó diferencias significantes con la utilización de vendajes. Los resultados comprobaron que la utilización de la información sensorial adicional por el vendaje infrapatelar mejoró la movilidad funcional y el rendimiento físico de ancianas.

Palabras clave Anciano; Marcha; Balance Postural; Vendajes

INTRODUÇÃO

O declínio fisiológico do corpo humano, gerado pelo envelhecimento, pode ocorrer de diversas formas. Entre elas, a diminuição da densidade óssea e da massa muscular, o aumento da instabilidade postural, o comprometimento da capacidade visual e auditiva e o maior consumo de medicamentos, além de riscos ambientais, podem predispor à queda1.

A queda, definida como um evento não intencional que tem como resultado a mudança da posição inicial do indivíduo para um mesmo nível ou nível mais baixo, é uma importante causa de mortalidade, morbidade, incapacitações e hospitalizações na população idosa1)- (3. Dentro dessa população, foi observado que: as mulheres são as que mais caem2; 30% cai ao menos uma vez ao ano e, destas, 50% caem de forma recorrente4. A queda é considerada como a sexta causa de morte em pacientes com mais de 65 anos, sendo responsável por 70% das mortes acidentais em idosos com 75 anos ou mais5.

O equilíbrio corporal, definido como a manutenção de (a) uma postura do corpo sem provocar oscilações ou de (b) determinada postura durante o desempenho de uma habilidade motora que se destine a perturbar a orientação do corpo, ocorre em razão da interação dos sistemas sensorial, musculoesquelético e nervoso central4.

O equilíbrio envolve a recepção e a integração de estímulos sensoriais, o planejamento e a execução de movimentos para controlar o centro de gravidade sobre a base de suporte, sendo realizado pelo sistema de controle postural, que integra informações do sistema vestibular, dos receptores visuais e do sistema sensório-motor. A capacidade desse sistema encontra-se diminuída em idosos, podendo ocorrer desequilíbrio, instabilidade e quedas. Dessa maneira, é de extrema importância avaliar o equilíbrio corporal dos indivíduos dessa faixa etária, pois uma vez identificado o déficit, medidas preventivas poderão ser tomadas o mais precocemente possível, evitando assim o risco de quedas nessa população6.

As informações relacionadas ao equilíbrio mudam constantemente, dependendo das posições relativas dos segmentos do corpo e da magnitude das forças atuando sobre ele. Sendo assim, a informação sensorial está conectada à ação motora e vice-versa. O aumento dos estímulos sensoriais poderia reduzir a oscilação corporal, mantendo o corpo em determinada posição, melhorando, dessa forma, o equilíbrio7. Alguns estudos investigaram a utilização da informação sensorial no controle e no equilíbrio corporal utilizando o toque suave em uma superfície rígida e estacionária, e os resultados obtidos verificaram uma redução significativa da oscilação corporal8), (9. Diante disso, a informação sensorial adicional pode ser utilizada de forma contínua na redução da oscilação corporal4), (8)- (10.

Dessa forma, o aumento da propriocepção, do equilíbrio e do controle postural pode ser obtido com o mecanismo da bandagem infrapatelar4), (7), (11), (12, que pode ampliar a organização do controle motor, levando à diminuição na oscilação corporal13.

Apesar dos efeitos positivos da utilização da informação sensorial adicional no controle postural8)- (10 ainda não há evidências de sua contribuição em um processo mais dinâmico, como a marcha. Diante disso, o objetivo deste estudo foi investigar o efeito da informação sensorial adicional na melhora do equilíbrio postural durante a marcha de mulheres idosas.

METODOLOGIA

Trata-se de um ensaio clínico, aleatorizado, cujas coletas ocorreram entre março e novembro de 2015. Foram avaliadas 30 idosas não institucionalizadas, residentes na cidade de Marília (SP), com idade de 60 anos ou mais, recrutadas em unidades básicas de saúde, centros comunitários e clínicas geriátricas. Não foram incluídas na pesquisa idosas com problemas visuais não corrigidos, em uso de medicamentos antidepressivos e sedativos, que utilizavam dispositivos auxiliares de marcha e com sequelas de doenças neurológicas.

Todos os procedimentos foram realizados no Prédio 1 - “Educação”, da Faculdade de Filosofia e Ciências da Universidade Estadual Paulista (FFC-Unesp), Marília (SP).

O estudo foi aprovado no Comitê de Ética em Pesquisa da FFC-Unesp sob protocolo nº 1.151.910. Todas as voluntárias selecionadas assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Foi realizado um rastreio cognitivo pelo Miniexame do Estado Mental (MEEM), sendo a pontuação de corte definida pela escolaridade (máxima de 30 pontos; 18 pontos para idosos analfabetos; 21 para idosos com 1 a 3 anos de escolaridade; 24 pontos para idosos com 4 a 7 anos de escolaridade; e 26 pontos para idosos com 8 ou mais anos de escolaridade) (14), (15.

A avaliação foi dividida em dois momentos: 1) condição de informação normal (IN): sem a inclusão da informação sensorial adicional; 2) condição de informação sensorial adicional, com a inclusão de uma bandagem infrapatelar, da marca Salvape®, com largura de 2 centímetros, bilateralmente, posicionada na pele da voluntária (Figura 1).

Figura 1 Bandagem infrapatelar. 

Em cada um desses momentos, foram realizado três testes: o Timed Up and Go (TUG), o Teste de Caminhada de 10 Metros (TC10m) e o Dynamic Gait Index (DGI). A realização dos testes e o uso de informação sensorial adicional seguiram uma ordem aleatória com um sorteio do teste e da condição (com ou sem bandagem) para cada pessoa avaliada.

A mobilidade funcional foi avaliada pelo teste Timed Up and Go, mensurando em segundos o tempo gasto pelo voluntário para levantar-se de uma cadeira, sem ajuda dos braços, andar uma distância de 3 metros, girar e retornar ao ponto de partida. No início do teste, o voluntário permanece com as costas apoiadas no encosto da cadeira e, ao final, deve encostar-se novamente. O participante recebe a instrução “vá” para realizar o teste, e o tempo deve ser cronometrado a partir da voz de comando até o momento em que o voluntário apoia novamente suas costas no encosto da cadeira. O teste deve ser realizado uma vez para familiarização e uma segunda vez para tomada do tempo16), (17.

O desempenho físico foi avaliado de duas maneiras: 1) TC10m; 2) DGI.

O TC10m avalia os atributos cinemáticos espaciais e temporais da marcha. Com intuito de eliminar a aceleração e a desaceleração, os voluntários iniciaram a caminhada 1,2m antes do início do percurso e a terminaram 1,2m depois dos 10m estipulados para captação de informação, em velocidade usual18. O teste foi realizado três vezes para minimizar o efeito aprendizado, e o melhor desempenho foi utilizado para a análise dos dados, calculando-se a velocidade média para cada participante.

O DGI avalia a capacidade de equilíbrio postural e de marcha. O teste é constituído de oito tarefas que envolvem a marcha em diferentes contextos sensoriais, que incluem superfície plana, mudanças na velocidade da marcha, movimentos horizontais e verticais da cabeça, passar por cima e contornar obstáculos, girar sobre seu próprio eixo corporal, e subir e descer escadas. Cada paciente foi avaliado por meio de escala ordinal com quatro categorias, e pontuado de acordo com seu desempenho em cada tarefa: 3 = marcha normal; 2 = comprometimento leve; 1 = comprometimento moderado; e 0 = comprometimento grave. A pontuação máxima é de 24 pontos19.

Os dados foram apresentados como média±desvio-padrão e para verificar sua normalidade foi aplicado o teste de Shapiro-Wilk. Para os dados não normais, a análise estatística foi feita pelo teste de Wilcoxon e para os dados normais foi utilizado o teste t pareado. Foi adotado o nível de significância de p≤0,05.

RESULTADOS

Na amostra avaliada, a média de idade foi de 69,03±5,2 anos. A média do escore no MEEM foi de 26,8±2,5 e a quantidade média de medicamentos ingeridos foi de 2,6±2,1.

Foi encontrada diferença significativa na média do tempo do TUG e na pontuação do DGI na situação com bandagem em relação à situação sem bandagem. O mesmo resultado não foi encontrado na velocidade média, apesar da melhora clínica (Tabela 1).

Tabela 1 Distribuição dos valores em média ± desvio padrão e valor de p para os resultados das variáveis avaliadas 

Sem bandagem Com bandagem P
TUG (s) 11,33±2,9 10,80±2,7 0,0001
DGI 20,93±2,2 22,5±1,9 <0,0001
VM (m/s) 1,20±0,24 1,24±0,28 0,11

TUG: Timed Up and Go; DGI: Dynamic Gait Index; VM: velocidade média

DISCUSSÃO

O número de idosos está aumentando em todo o mundo20. Acidentes com quedas constituem um grave problema de saúde pública, podendo levar o idoso à imobilidade, à hospitalização e ao óbito, além de gerar medo de cair e diminuição da capacidade funcional21. Estima-se que as quedas gerem um custo anual em torno de 1% de todas as despesas com saúde em países ocidentais22. Então, investigar métodos para reduzir o risco de cair é de extrema importância para essa população e para a saúde pública.

Os dados encontrados sustentam a hipótese de que a tira subpatelar melhora a mobilidade funcional (de acordo com os resultados do teste TUG). As atividades propostas pelo TUG precisam de potência, agilidade e equilíbrio23), (24. Sendo assim, valores menores indicam melhor mobilidade funcional, melhor equilíbrio, maior velocidade de marcha e, portanto, menor risco de cair, além de uma possível maior independência nas atividades de vida diária.

Essa melhora na mobilidade pode ter sido causada pelo aumento do feedback proprioceptivo e das reações de ajuste postural ocasionados pela estimulação sensorial adicional. A bandagem infrapatelar pode ter estimulado receptores táteis fásicos, aumentando a qualidade e a quantidade da informação sensorial para o sistema nervoso central, ampliando a atividade do córtex motor4), (13), (25.

Foi encontrado apenas um estudo que investigou o uso da bandagem infrapatelar no equilíbrio de idosos sem doenças associadas. Carvalho et al. (4) encontraram resultados similares em relação ao estímulo sensorial adicional em idosos com histórico de quedas quanto ao tempo para realização do teste TUG e concluíram que a adição de informação sensorial por meio do uso da bandagem infrapatelar melhorou a mobilidade de idosas que já tinham se acidentado. De forma semelhante, estudos que também investigaram alterações no equilíbrio postural com o uso de informação sensorial adicional por meio da bandagem infrapatelar foram feitos em jovens com síndrome fêmoropatelar ou com lesão do ligamento cruzado anterior e concluíram que essa adição melhorou o equilíbrio dos indivíduos13), (26. Outro estudo avaliou o uso da bandagem infrapatelar em pessoas com osteoartrite de joelho e concluiu que a informação sensorial adicional melhorou parâmetros biomecânicos durante a tarefa de ultrapassar obstáculos27.

Baldan et al. (28 fizeram uma revisão sistemática para avaliar os efeitos do toque suave em superfície rígida em pessoas com alterações de equilíbrio. Entre os estudos que avaliaram, sob várias condições, os autores encontraram três que mostraram que os idosos poderiam se beneficiar com essa técnica para a diminuição da oscilação postural. Apesar disso, como discutido acima, sua utilização no dia a dia seria impraticável.

O resultado da pontuação média do DGI mostrou melhora significativa com a adição da informação sensorial. O DGI, como mencionado anteriormente, é constituído de oito tarefas que envolvem a marcha em diferentes contextos sensoriais, portanto, maiores escores sugerem melhor capacidade do idoso em gerenciar o equilíbrio e a marcha diante dos requisitos do teste.

Por outro lado, Cabreira et al. (29, ao avaliarem variáveis na plataforma de força, não encontraram melhora no equilíbrio de mulheres idosas com a colocação de Kinesio Taping nos músculos gastrocnêmio e do mediopé.

Em relação à velocidade média (VM), foi observado um aumento no valor, porém sem significância estatística. Na reabilitação geriátrica, o aumento da VM usualmente prediz avanço na independência e na mobilidade30, pois traz melhora das funções físicas, diminuição de incapacidades e de utilização de serviços médicos31. A avaliação da VM é simples e pode indicar bom estado de envelhecimento e maior habilidade na recuperação de episódios em que o idoso sofreu uma sobrecarga, como a queda32)- (34. A VM pode ser usada como um guia para mapear e para categorizar os idosos que apresentam alto e baixo risco de quedas, além de ter a capacidade de identificar o medo de cair presente nessa população35.

Idosos, especialmente aqueles predispostos a quedas, apresentam redução na mobilidade e estão mais propensos à diminuição da força muscular causada pelo processo de envelhecimento e pela inatividade, com consequente impacto na marcha e na estabilização do tornozelo e do quadril4. O aumento do estímulo vindo da tira subpatelar pode favorecer a cinemática da articulação do joelho e produzir resultados benéficos na mobilidade e na velocidade de marcha dessa população4), (34.

Ainda há dúvidas em relação aos reais benefícios da adição de informação sensorial na melhora do equilíbrio postural em idosos. Os resultados desta pesquisa indicam uma melhora imediata do equilíbrio, mesmo em situações desafiadoras como o DGI, mas outros estudos precisam ser feitos para esclarecer se os benefícios podem ocorrer a longo prazo, além da validade de seu uso em condições patológicas, como doença de Parkinson, por exemplo.

CONCLUSÃO

Os resultados mostraram ser possível melhorar o equilíbrio postural durante a marcha em mulheres idosas com a adição de informação sensorial.

LIMITAÇÕES DO ESTUDO

Uma das limitações do estudo foi a participação dos idosos, pois mesmo sendo apenas um dia de avaliação, muitos se negaram a participar. Além disso, destaca-se a dificuldade de compor um grupo do sexo masculino.

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