Metodologias de análise da velocidade de fala: um estudo piloto

Metodologias de análise da velocidade de fala: um estudo piloto

Autores:

Luanna Maria Oliveira Costa,
Vanessa de Oliveira Martins-Reis,
Letícia Côrrea Celeste

ARTIGO ORIGINAL

CoDAS

versão On-line ISSN 2317-1782

CoDAS vol.28 no.1 São Paulo jan./fev. 2016

http://dx.doi.org/10.1590/2317-1782/20162015039

INTRODUÇÃO

A velocidade de fala é uma importante medida da fluência de fala, sendo essa inversamente proporcional à gravidade da gagueira1 2 3. Além disso, é um parâmetro que permite verificar o processamento motor da fala2. Desta forma, torna-se importante caracterizar a velocidade de fala tanto de indivíduos gagos quanto de fluentes.

A fluência pode ser definida como o fluxo contínuo e suave de produção da fala2 e é comumente analisada de acordo com os seguintes parâmetros: tipologia das rupturas (disfluências comuns e gagas), frequência das rupturas (porcentagem de descontinuidade de fala e porcentagem de disfluências gagas) e velocidade de fala, em palavras e sílabas por minuto1 2 4. Para as autoras1 2 4, a velocidade de fala em palavras por minuto mede a taxa de produção da informação, e em sílabas por minuto, a taxa de velocidade articulatória.

Entretanto, na literatura encontramos propostas diferentes para análise da velocidade de fala, tanto no que se refere à unidade de medida (palavras por minuto, sílabas por minuto ou fonemas por minuto)1 2, quanto à exclusão ou não das rupturas da fala5, o que muitas vezes pode levar o clínico a ter dificuldades em escolher uma metodologia.

Em outra perspectiva teórica (sistemas dinâmicos), existe uma unidade temporal de análise, que não a sílaba, chamada unidade vogal-vogal (VV). Nessa perspectiva, as medidas derivadas da unidade VV também refletem a organização temporal do discurso6. É importante lembrar que trabalhos sobre a fluência da fala, desenvolvidos por fonoaudiólogos, já utilizaram essa abordagem7. Neste estudo, optou-se por não ­acrescentá-la, uma vez que envolve outra abordagem teórica divergente.

A velocidade de fala pode ser medida manualmente por cronômetro ou por medidas acústicas temporais em programas computadorizados, em diferentes tarefas de fala8 9 10. Situações estruturadas, onde seja possível controlar a ocorrência de pausas - como na repetição de sentenças - minimizam a influência da formulação da linguagem na velocidade e refletem melhor a performance dos mecanismos motores de produção de fala11. Essa variedade de tarefas pode interferir no diagnóstico de gagueira, tornando-se fundamental verificar a melhor metodologia de análise e estabelecer valores de referências para tais.

Alguns estudos12 13 propõem uma série de medidas relacionadas à organização temporal do discurso. Três medidas de duração simples são propostas como ponto de partida: tempo de elocução (duração total de um determinado enunciado), tempo de pausas (duração total dos espaços de silêncio no discurso) e tempo total de articulação (que é a duração resultante da subtração do tempo de pausas do tempo total de elocução).

Com base nas três medidas de duração anteriormente expostas, pesquisadores13 propuseram variáveis temporais considerando o número de sílabas expressas e as medidas do tempo total de elocução e tempo total de articulação. Os autores propuseram que ao se dividir o número total de sílabas pelo tempo total de elocução, chega-se à taxa de elocução. Essa fornece ao ouvinte uma sensação global da velocidade de fala. Os mesmos colocaram, ainda, que para se obter a taxa de articulação, basta dividir o número total de sílabas pelo tempo total de articulação.

Essas medidas e variáveis de tempo foram utilizadas em estudos posteriores na leitura de adultos14, na leitura de crianças15, na leitura de crianças com dislexia16, na fala no comando militar17, na fala de gagos e fluentes5 18, dentre outros.

Ao tomar medida de um enunciado ou suas pausas, por exemplo, acredita-se que tal exame seja relacionado ao nível físico, uma vez que se limita a averiguar qual o tempo gasto em um determinado espaço (representado pelo sinal de fala). No entanto, a partir do momento em que as medidas se relacionam à organização temporal do discurso, passamos para o nível fonético de análise. Isso quer dizer que os parâmetros acústicos retirados do sinal e reinterpretados dentro de uma perspectiva linguística nos levam ao nível fonético de análise. Dentro do nível de análise encontramos, então, as variáveis temporais5.

Ressalta-se, portanto a importância de se estudar a melhor metodologia para avaliação da velocidade de fala, uma vez que a mesma pode ser utilizada não só para avaliar os distúrbios de fluência como a efetividade comunicativa de forma mais ampla. Na literatura encontram-se estudos que se utilizam de metodologias diferentes, mas não foi localizado nenhum estudo que comparasse as diferentes metodologias. O objetivo deste estudo é descrever o desempenho de adultos fluentes em diferentes medidas de velocidade de fala.

MÉTODOS

Trata-se de estudo observacional analítico transversal com amostra não probabilística. Participaram deste estudo 24 adultos fluentes falantes da variante mineira do Português Brasileiro, nascidos e residentes na região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais, com faixa etária de 18 a 59 anos de idade, sendo 13 do sexo feminino e 11 do sexo masculino. Os participantes foram agrupados por faixa etária: G1 (18 a 29 anos); G2 (30 a 39 anos); G3 (40 a 49 anos) e G4 (50 a 59 anos), sendo 6 por faixa etária.

Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (CAAE: 01460612.4.0000.5149). Todos os participantes assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) que explicava a pesquisa com seus riscos e benefícios, garantindo a liberdade de participação, recusa ou desistência, bem como a confidencialidade dos dados pessoais.

Os participantes foram convidados a participar voluntariamente, em locais públicos, tais como praças, escolas, universidade, dentre outros, localizados na região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais.

Os critérios de inclusão foram: faixa etária determinada pela pesquisa e assinatura do TCLE. Foram excluídos deste estudo os adultos com presença de queixa pessoal e/ou familiar de gagueira e outros distúrbios da comunicação; presença de alteração neurológica e/ou doença psiquiátrica; que tenham realizado atendimento fonoaudiológico e/ou psiquiátrico anterior. Todos os participantes deveriam ter nascido e serem residentes em Minas Gerais pelos últimos dez anos.

Realizou-se uma anamnese para levantamento dos critérios de inclusão e exclusão. Os participantes foram submetidos à coleta de amostra de fala a partir de uma figura como estímulo visual. Foi dada a seguinte ordem: "Por favor, olhe essa figura e me fale tudo que quiser sobre ela"1. O discurso só foi interrompido por perguntas e/ou comentários, nos casos em que houve necessidade de incentivar a produção do discurso para a obtenção de 200 sílabas expressas (fluentes), necessárias para análise da amostra1.

As amostras de fala foram gravadas em um gravador de voz digital mono Sony(r) modelo ICD-PX333 e transcritas literalmente, visando o levantamento das rupturas de fala (hesitação, interjeição, revisão, palavra não terminada, repetição de palavra, repetição de segmento, repetição de frase, repetição de sílaba, repetição de som, prolongamento, bloqueio, pausa e intrusão de som ou segmento) e a obtenção da taxa de elocução em palavras e sílabas por minuto, conforme metodologia proposta pelo Protocolo de Fluência da Fala1.

Para obtenção das medidas de velocidade de fala e das rupturas de fala foi realizada a análise acústica por meio do programa Praat versão 5.0.03. Para isso as amostras de fala gravadas no gravador digital foram transferidas para um notebook para realização da análise acústica.

Na análise acústica, realizou-se as seguintes medidas: tempo total de elocução do enunciado (TTEe), tempo de pausas e hesitações não preenchidas (TPHnp), tempo de pausas (Tp) e o tempo total de disfluências (TTdisf).

Para cálculo da taxa de elocução em palavras (TxE p/m) e taxa de elocução em sílabas por minuto (TxE s/m) utilizou-se da metodologia proposta pelo Protocolo para Avaliação da Fluência de Fala1, em que o número total de sílabas e palavras é dividido pelo tempo total de elocução e multiplicado por 60.

A taxa de elocução em fones por segundo (TxE f/s) refere-se ao total de fones da mensagem expressa, dividido pelo tempo total de elocução do enunciado (TTEe). Para verificar o número de fones presentes no enunciado, realizou-se a transcrição fonética para a contagem numérica dos mesmos, nas 200 sílabas expressas.

O TTEe é referente ao tempo total gasto na elocução do enunciado (200 sílabas expressas). Para o cálculo não foram descontados o tempo de silêncio (pausas e hesitações não preenchidas) e nem o tempo gasto na produção das rupturas de fala. Essa medida foi realizada por meio da análise acústica.

O tempo total de articulação (TTArt) refere-se ao TTEe menos o tempo de pausas e hesitações não preenchidas (TPHnp), a fim de averiguar o tempo exato utilizado apenas com a articulação. A duração do TPHnp foi verificada por meio da análise acústica do enunciado.

A taxa de articulação (TxArt) foi calculada com e sem as disfluências. Para calcular a taxa de articulação com disfluências (TxArtCdisf), as mensagens expressas selecionadas anteriormente foram reanalisadas e as disfluências produzidas foram computadas na contagem de sílabas. Em seguida multiplicou-se todas as sílabas produzidas (com e sem disfluências) por 60 e dividiu-se esse resultado pelo tempo de articulação com disfluência (TArtCdisf). O TArtCdisf refere-se ao TTEe menos o Tp, obtido por meio da análise acústica.

Para calcular a taxa de articulação sem disfluências (TxArtSdisf), o total de sílabas sem disfluências (200 sílabas expressas) foi multiplicado por 60 e dividido pelo tempo total de articulação (TTArt). O TArtSdisf refere-se ao TTEe menos o tempo total de disfluências (TTdisf).

Foram realizadas medidas de estatística descritiva e testes inferenciais. Para comparação entre as medidas de velocidade de fala que envolvem a contagem de sílabas (taxa de elocução em sílabas por minuto e taxas de articulação) foi utilizado o teste não paramétrico de Friedman e o teste de Wilcoxon para as múltiplas comparações. Os grupos etários foram comparados por meio do teste não paramétrico de Kruskall Wallis. O nível de significância adotado foi de 5%.

RESULTADOS

A Tabela 1 apresenta a estatística descritiva das medidas de velocidade de fala consideradas no presente estudo. O teste de Friedman apontou diferença significante entre as medidas de velocidade de fala que envolvem sílabas (χ2=45,52; p<0,001) e as múltiplas comparações (teste de Wilcoxon) apontaram que as três medidas são diferentes entre si (Tabela 2).

Tabela 1: Descrição das medidas de velocidade de fala 

Tabela 2: Resultado das múltiplas comparações 

Legenda: TxArtCdisf = taxa de articulação com disfluência; TxE s/m = taxa de elocução sílabas por minuto; TxArtSdisf = taxa de articulação sem disfluência

Pode-se observar que não houve efeito da idade para nenhuma das medidas estudadas (Tabela 3).

Tabela 3: Efeito da idade em relação as medidas de velocidade de fala 

DISCUSSÃO

Este estudo buscou descrever o desempenho de adultos fluentes em diferentes medidas de velocidade de fala. Estudos mostram que a análise da velocidade de fala tem se mostrado valiosa na avaliação de indivíduos com desenvolvimento de fala e linguagem típico e com alterações1 2 15 16 19 20 21 22 23. Entretanto, não existe um consenso sobre a melhor metodologia para avaliação da velocidade de fala, o que deve estar associado com o objetivo do clínico.

No Brasil o protocolo mais tradicional para avaliação da velocidade de fala1 leva em conta a taxa de elocução (palavras e sílabas por minuto). Esse protocolo já foi utilizado intensamente com falantes fluentes e com alterações de fala e linguagem1 2 15 16 19 20 21 22 23. A questão levantada é que a medida em sílabas por minuto se propõe a estudar a velocidade articulatória, mas não desconta o tempo de pausas. Quando a ocorrência de pausas é controlada, minimiza-se a influência da formulação da linguagem na velocidade, refletindo melhor a performance dos mecanismos motores de produção de fala11.

A taxa de elocução média encontrada foi de 90,25 palavras por minuto e de 170,04 sílabas por minuto. Esses dados corroboram outros estudos para o Português Brasileiro18 19.

A média da TxArtSdisf é maior quando comparada com a TxE s/m e com a TxArtCdisf. O que é esperado, uma vez as disfluências interferem nessa medida.

Quando é feita a retirada do tempo das disfluências do tempo de articulação, a taxa de articulação visa, nesse caso, determinar a duração média de cada sílaba produzida e apenas das sílabas efetivamente produzidas. Tal proposta é interessante, uma vez que possibilita a comparação da duração média de cada sílaba entre a fala de indivíduos sem gagueira e a fala fluente de indivíduos com gagueira5, refletindo a velocidade articulatória sem influência ou com menor influência do processamento linguístico11.

A metodologia de inclusão da duração das disfluências no tempo de articulação é coerente, uma vez que as disfluências são tentativas articulatórias de produção de um determinado fonema. Como o próprio nome diz, o tempo de articulação inclui a duração total dos momentos nos quais os segmentos foram articulados5.

O desenvolvimento dos processos motores para a fala se estende após os 16 anos de idade, podendo se estabelecer por volta dos 21 anos23. No presente estudo, cuja amostra foi composta exclusivamente por adultos (18 a 59 anos), não foi verificado efeito da idade nas medidas de velocidade de fala. Esses achados corroboram estudos anteriores19 24, cujos resultados evidenciaram que a velocidade de fala varia ao longo das fases da vida, podendo indicar um processo de aquisição, desenvolvimento, estabilização e degeneração. Entretanto, vale ressaltar que na pesquisa realizada anteriormente19 verificou-se uma diminuição na faixa etária de 48 a 59 anos, que se diferenciou das duas faixas limítrofes (38 a 47 anos e 60 a 69 anos), o que não foi observado neste estudo. As crianças falam mais lentamente quando comparadas à adolescência e adultícia. O perfil se aproxima entre crianças e idosos velhos, sugerindo inicialmente a maturação do sistema nervoso central19.

Os achados encontrados para as medidas de velocidade de fala analisadas em relação à idade reforçam os achados da literatura sobre a variabilidade da fluência entre indivíduos5 18 19, mesmo quando todos são considerados fluentes, como apontam os altos valores do desvio padrão.

O presente estudo tratou-se de um projeto piloto. Por definição, o estudo piloto é um teste, em pequena escala, dos procedimentos, materiais e métodos propostos para determinada pesquisa25. A importância de conduzir um estudo piloto está na possibilidade de testar, avaliar, revisar e aprimorar os instrumentos e procedimentos de pesquisa25 26.

Acredita-se que este estudo piloto realizado com falantes fluentes tenha contribuído com informações relevantes, entretanto, vale ressaltar a importância de estudos posteriores, visando investigar falantes com distúrbios da fluência da fala. Só assim será possível estabelecer a melhor metodologia para avaliação da velocidade de fala.

Também seria interessante que a metodologia utilizada fosse replicada em outras regiões brasileiras, sendo possível, então, pesquisar a influência das variáveis "regionalidade" e "influência da língua de origem" sobre as medidas de velocidade de fala, bem como um estudo que envolva outras faixas etárias.

A inclusão das medidas temporais acústicas para avaliação da velocidade de fala mostrou-se uma metodologia eficaz, porém, é de suma importância analisar o custo benefício dessas medidas na prática clínica fonoaudiológica, uma vez que a análise proposta por outra autora1 é mais rápida do que as análises neste estudo. Mas sugere-se o uso da análise acústica para levantamento da duração das amostras de fala, uma vez que o uso do cronômetro depende do tempo de reação dos examinadores, podendo interferir na precisão do cálculo da velocidade de fala.

CONCLUSÃO

Os resultados do presente estudo sugerem que a inclusão de medidas temporais acústicas como a taxa de elocução em fones por segundo e taxas de articulação com e sem disfluências podem ser uma metodologia complementar na avaliação da velocidade de fala.

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