Prevalência de dor crônica e análise da força de preensão manual em idosos institucionalizados

Prevalência de dor crônica e análise da força de preensão manual em idosos institucionalizados

Autores:

Dáfne dos Santos Ribeiro,
Karina Garbin,
Matheus Santos Gomes Jorge,
Marlene Doring,
Marilene Rodrigues Portella,
Lia Mara Wibelinger

ARTIGO ORIGINAL

BrJP

versão impressa ISSN 2595-0118versão On-line ISSN 2595-3192

BrJP vol.2 no.3 São Paulo jul./set. 2019 Epub 23-Set-2019

http://dx.doi.org/10.5935/2595-0118.20190043

INTRODUÇÃO

Consideram-se idosos os indivíduos com 65 anos ou mais nos países desenvolvidos e a partir de 60 anos nos países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento1. No Brasil, as estimativas apontam que em 2025 a população idosa poderá chegar aos 32 milhões de pessoas2. Com o envelhecimento humano ocorre uma série de insuficiências fisiológicas e mudanças na atividade celular, tecidual e sistêmica. Assim, os idosos têm alterações no sistema neuromuscular, redução da massa e força muscular, da flexibilidade, da resistência, da mobilidade articular, da coordenação e do equilíbrio3.

Os idosos são o grupo de indivíduos que sofrem maiores consequências provenientes da dor crônica osteomioarticular, condição que acomete 100 milhões de pessoas no mundo. A dor é um dos principais fatores que causam impacto sobre a qualidade de vida (QV), a produtividade4 e a funcionalidade, especialmente em idosos5.

Tais complicações decorrentes do processo de senescência são significativas e interferem na funcionalidade e no desempenho das atividades de vida diária6. Nesse sentido, as mãos, que são estruturas complexas com funções particulares, como a força de preensão manual (FPM), e fundamentais para realizar as atividades de vida diária (AVD) de maneira efetiva7, apresentam, fisiologicamente, crescimento nos seus valores da força de preensão até a terceira década de vida que, a partir de então, têm declínio8. Somado a isso, os indivíduos com condições patológicas que causam dor apresentam esses valores ainda mais prejudicados7,9. Nesse sentido, pode-se supor que idosos institucionalizados, que podem apresentar diminuição da FPM em virtude da dor, estejam mais suscetíveis a quedas, dificuldade para realização de AVD, impacto sobre a sua funcionalidade e mobilidade e, inclusive, ao maior risco de mortalidade.

A literatura já apresentou os valores da FPM e sua relação com a dor crônica em idosos da comunidade10. Contudo, poucos estudos exploram essa relação em idosos institucionalizados, o que se torna um problema, pois essa população apresenta piores condições físicas e cognitivas em relação aos seus pares na comunidade, podendo interferir no seu estado de saúde11. Conhecer a prevalência de dor crônica e os valores de FPM em residentes em instituições de longa permanência para idosos (ILPI) é fundamental para o entendimento do perfil de saúde dessa população, bem como para delinear estratégias de promoção de saúde e QV nesse contexto, além de contribuir na implementação de políticas públicas na atenção a esses idosos. Assim, o objetivo deste estudo foi verificar a prevalência de dor crônica e analisar a FPM em idosos institucionalizados.

MÉTODOS

Estudo transversal, de base populacional, de natureza descritiva e exploratória, que faz parte de um projeto intitulado “Padrões de envelhecimento e longevidade: aspectos biológicos, educacionais e psicossociais de idosos institucionalizados” (PROCAD) desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Envelhecimento Humano da Universidade de Passo Fundo. O estudo foi conduzido em Passo Fundo/RS, uma das cidades mais populosas do estado, caracterizada como um importante polo regional de saúde e de educação. Além disso, o município conta com 24 ILPI que abrigam cerca de 450 idosos12.

Para o cálculo amostral, realizou-se um cálculo por meio da fórmula “n=Z2.p.(1-p)/e2”, onde a letra “n” corresponde ao tamanho amostral desejado, a letra “Z” corresponde ao desvio do valor médio aceitável para alcançar o nível de confiança desejado (adotado o valor mais comumente utilizado para este tipo de cálculo: 1,96), a letra “p” corresponde à proporção esperada (adotado o valor de 58,1%, levando-se em consideração os achados de Barbosa et al.13 e a letra “e” corresponde à margem de erro admitida (adotado o valor mais comumente utilizado para este tipo de cálculo: 0,05). Assim, o tamanho amostral necessário para responder ao objetivo deste estudo seria de aproximadamente 374 indivíduos.

Os critérios de inclusão foram indivíduos de ambos os sexos, com idade igual ou superior a 60 anos, que residiam em ILPI na cidade de Passo Fundo/RS em período integral. Os critérios de exclusão foram para indivíduos incapazes de deambular, de verbalizar ou de realizar o teste de dinamometria manual (restritos ao leito), que estivessem hospitalizados no dia do encontro com a equipe de pesquisa, portadores de sequelas neuromotoras dos membros superiores, com amputação de algum dos membros superiores ou que estivessem em quadro agudizados de doenças degenerativas. Foram considerados como perdas os indivíduos elegíveis que se recusaram a participar ou que não assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Os participantes do estudo assinaram o TCLE.

O período da coleta de dados foi entre dezembro de 2016 e julho de 2018. O procedimento de coleta de dados e a elaboração do instrumento de coleta de dados já foi descrito12. Os dados sociodemográficos e de saúde constaram em um questionário elaborado pelos próprios autores, onde registrou-se o tipo de ILPI, o sexo, a faixa etária, o estado civil, a escolaridade e a presença de dor crônica.

A FPM foi avaliada por meio da dinamometria manual, com um aparelho da marca Kratos®. Esse instrumento mede a força de preensão da mão produzida por meio de uma contração isométrica registrada em quilogramas(kg)8. Neste estudo, utilizou-se as recomendações da American Society of Hand Therapists, onde o indivíduo deve estar sentado, com o ombro aduzido, cotovelo fletido a 90º, antebraço neutro e punho com 30º de extensão. Realizaram-se três tentativas e, posteriormente calculou-se a média aritmética14.

Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa em Seres Humano da UPF sob parecer número 2.097.278. O estudo está de acordo com as diretrizes da Resolução 466/2012, do Conselho Nacional de Saúde, que trata das normas regulamentadoras e dos aspectos éticos das pesquisas envolvendo seres humanos, e com a Declaração de Helsinki.

Análise estatística

Os dados foram codificados e armazenados em um banco de dados em um software estatístico. Para a caracterização da amostra, empregou-se estatística descritiva e para verificar a relação entre as variáveis quantitativas e qualitativas realizou-se a análise por meio do teste t de Student de amostras independentes. O nível de significância adotado foi de p≤0,05.

RESULTADOS

A população do estudo foi composta por 281 idosos residentes em ILPI do município de Passo Fundo/RS. Com base nos critérios de inclusão e exclusão, a amostra envolveu 173 idosos institucionalizados, com média de idade de 80,95±8,94 anos (60-100). Foram excluídos 108 idosos institucionalizados (16 idosos não responderam sobre a presença ou não de dor crônica e 92 idosos não conseguiram realizar o teste de dinamometria manual), totalizando uma perda amostral de aproximadamente 38%. A tabela 1 apresenta os dados referentes à caracterização da amostra estudada.

Tabela 1 Caracterização da amostra. Passo Fundo/RS, 2019 

Variáveis n %
Tipo de ILPI
Privada 94 54,3
Filantrópica 79 45,7
Sexo
Masculino 50 28,9
Feminino 123 71,1
Faixa etária
Não longevos 66 38,2
Longevos 107 61,8
Estado civil
Casado 06 3,5
Solteiro 36 20,8
Divorciado 30 17,3
Viúvo 101 58,4
Escolaridade
Analfabeto 30 17,3
1 a 8 anos 118 68,2
9 anos ou mais 22 12,7
Não respondeu 03 1,7
Dor crônica
Sim 68 39,3
Não 105 60,7

n = valor absoluto; % = valor relativo; ILPI = instituição de longa permanência para idosos.

A maioria dos idosos residia em ILPI privada, eram mulheres longevas, viúvas e com escolaridade de 1 a 8 anos de estudo. A prevalência de dor crônica foi de 39,3% e a média de FPM foi de 7,0±6,42 (0-30,0) kg na mão direita e 6,24±5,96 (0-27,0) kg na mão esquerda. A tabela 2 apresenta a relação entre a FPM e as variáveis dependentes dor crônica, sexo e faixa etária dos idosos institucionalizados.

Tabela 2 Relação entre a força de preensão manual, dor crônica, sexo e faixa etária nos idosos institucionalizados. Passo Fundo/RS, 2019 

FPM Variáveis IC Valor de p
Com dor crônica Sem dor crônica
Mão direita 7,04±7,06kg 6,97±6,01kg -1,91 - 2,04 0,948
Mão esquerda 6,85±6,95kg 5,85±5,21kg -0,83 - 2,85 0,283
Homens Mulheres
Mão direita 10,99±8,07kg 5,37±4,77kg 3,66 - 7,57 0,000*
Mão esquerda 10,20±7,29kg 4,63±4,43kg 3,77 - 7,36 0,000*
Longevos Não longevos
Mão direita 6,09±5,72kg 8,47±7,21kg -4,33 - -0,42 0,017*
Mão esquerda 5,16±5,28kg 7,99±6,95kg -4,61 - -1,02 0,002*

FPM = força de preensão manual; IC = intervalo de confiança;

*p<0.05.

Não houve relação entre a FPM e a dor crônica nos idosos institucionalizados. Contudo, os homens e os idosos não longevos apresentaram maiores valores de FPM em ambas as mãos, em comparação às mulheres e aos idosos longevos.

DISCUSSÃO

Os idosos institucionalizados apresentaram valores de FPM muito baixos se comparados com os valores de referência para essa faixa etária, que são de 30,0kg para homens e 20,0kg para as mulheres15. A prevalência de dor crônica também foi baixa na amostra estudada em comparação a outros estudos realizados nesse mesmo contexto13,16. Ainda, não foi observada relação entre a FPM e a dor crônica, mas sim entre a FPM e os fatores sexo e idade.

Neste estudo, verificou-se que o perfil dos idosos institucionalizados era composto predominantemente por residentes em ILPI privadas, mulheres, longevas, viúvas e com escolaridade de 1 a 8 anos12 e que estão de acordo com outros estudos11,17,18.

Com o aumento considerável do número de idosos nos últimos tempos, os distúrbios osteomioarticulares, especialmente a dor crônica, tem sido uma das principais queixas por parte dessa população19, sendo que em até 80% dos casos esses sintomas persistem por no mínimo dois anos até a busca por tratamento20. Dessa forma, a dor crônica pode ser um fator comprometedor para as atividades de deslocamento e funcionais de vida diária, implicando na incapacidade e na perda da QV dos idosos21.

A prevalência de dor crônica em idosos é constantemente explorada, sendo esses valores amplamente variáveis, permeando em torno de 50% dos idosos da comunidade21,22. Nos idosos institucionalizados, esse número pode variar entre 40 e 78%23. Neste estudo encontrou-se uma prevalência de dor crônica em idosos institucionalizados correspondente ao que relata a literatura.

A redução da FPM em idosos está relacionada aos prejuízos na realização de tarefas manuais e limitações funcionais na marcha e no equilíbrio, como o aumento no risco de quedas e a perda da independência funcional24. Dessa maneira, avaliá-la é essencial para determinar o risco de declínio acelerado da saúde em idosos25. Um estudo prévio analisou a FPM de 112 idosos da comunidade no município de Passo Fundo/RS, considerando a idade, presença de doenças e sexo. Os valores de FPM foram de 24,4kg (mão direita) e 13,8kg na (mão esquerda) no grupo dos homens, e 15,0kg (mão direita) e 15,6kg (mão esquerda) no grupo das mulheres. Além disso, 40,2% dos idosos apresentava algum tipo de doença osteoarticular que causa dor26. Embora a prevalência de dor crônica seja semelhante ao estudo atual, os valores de FPM são muito superiores aos dos idosos institucionalizados, demonstrando a necessidade de atentar-se para a avaliação da FPM nessa população e delineamento de políticas públicas para essa população.

Os resultados apresentados neste estudo sobre a relação entre a FPM e o sexo (maior nos homens) e a relação entre a FPM e a idade (maior em idosos não longevos), corroboram recente pesquisa realizada com 114 indivíduos em diferentes faixas etárias, onde demonstrou-se que a FPM foi maior no sexo masculino e o pico foi na faixa etária dos 30-39 anos, com declínio a partir de então. Além disso, a prevalência de dor crônica e doenças crônicas foi maior entre os idosos em relação ao mais jovens8, reforçando a importância de averiguar a relação entre a FPM com variáveis que possam exercer influência sobre ela, como a dor crônica.

Dentre os diversos fatores que podem influenciar os valores de FPM pode-se citar a dor crônica8, pois durante a contração estática, a atividade do músculo dolorido diminui e outros músculos são usados de maneira compensada para realizar os movimentos desejados, aumentando a dor do indivíduo27,28. Assim, acredita-se que a perda da força muscular, inclusive das mãos, possa estar relacionada a esse ciclo. Contudo, para a confirmação dessa hipótese, são necessários estudos mais aprofundados com esse objetivo.

Nesse sentido, um estudo analisou a FPM de idosos com e sem dor crônica nos membros superiores. Os autores avaliaram 119 idosos da comunidade e constataram que a FPM geral foi 16,6kg (mão direita) e 15,2kg (mão esquerda). Quando comparados os grupos, verificaram que a FPM da mão direita foi de 14,7kg (grupo com dor crônica) e 15,2kg (grupo sem dor crônica) e da mão esquerda foi de 14,0kg (grupo com dor crônica) e 13,5kg (grupo sem dor crônica)10. Tais valores apresentam-se muito superiores aos encontrados nesta pesquisa.

Este trabalho demonstrou que, independentemente de ter ou não dor crônica, os homens idosos apresentaram FPM maior que as mulheres em todas as mensurações, exceto na FPM da mão esquerda, e apenas na mensuração da mão esquerda do grupo de mulheres houve diferença significativa dos valores de FPM entre os indivíduos com e sem dor crônica10. Esses achados corroboram o estudo atual, pois verificou-se que os homens apresentaram valores de FPM superiores às mulheres e não houve relação entre a FPM e a dor crônica nos idosos institucionalizados.

Os idosos institucionalizados apresentam piores condições de saúde em relação aos seus pares na comunidade, especialmente cognitivos e funcionais11. O que pode justificar o motivo pelo qual os idosos institucionalizados apresentaram valores de FPM muito baixos em relação a outros trabalhos já apresentados, realizados com idosos da comunidade10,26. Essa constatação reforça-se em outro estudo que avaliou 71 idosos (42 residentes na comunidade e 29 residentes em ILPI) e demonstrou que os idosos institucionalizados apresentaram valores de FPM inferiores aos dos idosos da comunidade29.

O presente estudo não está livre de apresentar limitações. Por tratar-se de uma pesquisa de grande magnitude, foi necessária uma grande equipe para realizar a coleta de dados, sendo necessários vários entrevistadores para aplicar o questionário sociodemográfico e o teste de dinamometria manual. Para minimizar possíveis vieses, eles foram treinados e orientados previamente, como explicado na seção “métodos” em outro estudo já publicado12. Além disso, o número abaixo do esperado para o tamanho amostral e a não diferenciação dos indivíduos por doenças ou causas de dor crônica foram fatores que poderiam influenciar os resultados obtidos, porém não inviabilizam a geração de dados, incentivando futuras pesquisas dentro dessa temática.

CONCLUSÃO

Idosos institucionalizados apresentaram uma expressiva prevalência de dor crônica e valores de FPM muito abaixo do esperado. Ainda, a FPM é influenciada por fatores como sexo e idade, porém não apresentou relação com a dor crônica.

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