Sleep quality and chronotype of nursing students

Sleep quality and chronotype of nursing students

Autores:

Teresa Celia de Mattos Moraes dos Santos,
Milva Maria Figueiredo De Martino,
Jaqueline Girnos Sonati,
Ana Lucia De Faria,
Eliana Fátima de Almeida Nascimento

ARTIGO ORIGINAL

Acta Paulista de Enfermagem

On-line version ISSN 1982-0194

Acta paul. enferm. vol.29 no.6 São Paulo Nov./Dec. 2016

http://dx.doi.org/10.1590/1982-0194201600092

Introdução

Fatores importantes têm atuado sobre os processos regulatórios do sono-vigília nos seres humanos, como sexo, idade, cronotipo, duração do sono habitual e variações genéticas.1 O ciclo claro/escuro é considerado o mais importante zeitgeber dos ritmos de mamíferos, porém em humanos, com a descoberta da luz elétrica, os padrões de sincronização foram alterados. A exposição à luz artificial durante a fase escura, nos casos de situações de trabalho e estudo noturno, viagens transmeridianas e costumes como televisão e internet, está associada à dessincronização dos ritmos circadianos.2

Essa dessincronização é mantida ao longo da vida pelo perfil do ritmo do homem contemporâneo, que acumula tarefas, como trabalho, estudo e lazer noturno, podendo acarretar na dificuldade em adormecer e na incapacidade para acordar de manhã, refletindo na qualidade dos estudos e do trabalho. Quando se é permitido escolher os horários preferenciais naturais, o sono é geralmente de boa qualidade e segue o curso natural. Ao tentar cumprir as obrigações escolares e profissionais, surge o débito de sono, resultando em privação crônica parcial do sono e sonolência diurna excessiva.3

É importante salientar a existência das diferenças individuais que podem ser observadas de acordo com os aspectos cronobiológicos, pois são consideradas a preferência de horários para dormir e acordar e as fases de maior disposição física e cognitiva, o que permite uma classificação de acordo com a preferência de cronotipo, pois respeita a percepção individual entre as relações de fase distintas da expressão dos ritmos circadianos e os sincronizadores externos em seres humanos.4,5

A cronobiologia permite conhecer as características individuais que compõem um fenótipo baseado no comportamento, assegurando, assim, que indivíduos sejam identificados dentre cinco preferências de cronotipo, denominados matutinos e vespertinos extremos ou moderados, e indiferentes ou intermediários.6 Os indivíduos matutinos são aqueles que preferem dormir cedo, em torno das 21h ou 22h, e acordar cedo, em torno das 6h, sem interferências em seu desempenho físico e mental. Os vespertinos preferem dormir após as 22h e sentem mais disposição à tarde e no início da noite. Já os indiferentes adaptam-se com maior facilidade aos horários.7

Assim, torna-se necessário entender melhor os ciclos biológicos diários dos estudantes, já que eles desenvolvem comportamentos de privação de sono, principalmente quando acumulam as tarefas de estudante com a do trabalho, para propor um planejamento no que diz respeito ao aproveitamento do tempo destinado aos estudos e despertar a atenção para o cuidado com a saúde.

Este estudo teve com objetivo identificar o cronotipo, a qualidade do sono e a presença de sintomas relacionados com a qualidade do sono do estudante de enfermagem que estuda e trabalha.

Métodos

Trata-se de uma pesquisa descritiva, observacional de corte transversal, realizada em uma universidade do Vale do Paraíba, no interior do estado de São Paulo, entre agosto de 2012 e junho de 2013. Participaram 204 estudantes voluntários do primeiro ao quinto ano do curso de graduação em enfermagem, de ambos os sexos, com idade superior a 18 anos. A amostra constou de todos os alunos matriculados nos períodos matutino (7h30m às 11h10m) e noturno (19h00m às 22h40m), considerando toda a população de estudantes de enfermagem da universidade. O recrutamento e o preenchimento dos questionários foram efetuados durante o período de aula e, para análise dos dados, os estudantes foram divididos em dois grupo: os estudantes que trabalham e estudam e os estudantes que somente estudam.

As características sociodemográficas e de saúde foram obtidas por meio de questionário com questões abertas e fechadas, para sexo, idade, estado civil, ter filhos, possuir outras atividades, tipo e horário da atividade, queixas com relação ao estado de saúde, horário de trabalho e prejuízo com a saúde, e horário de estudo e consideradas como variáveis independentes.

A qualidade do sono foi verificada por meio do instrumento de Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh, que quantifica a qualidade do sono por uma escala que varia de zero a 21 pontos, considerando as faixas de zero a 5 como qualidade de sono boa; de 5 a 10, como ruim; e maior que 10, com presença de distúrbio do sono.8 Utilizou-se a versão do instrumento validado no Brasil cuja consistência interna foi de 0,82 (alfa de Cronbach).8

A preferência do cronotipo foi verificada pelo Questionário de Identificação de Indivíduos Matutinos e Vespertinos. Esse questionário é composto de questões a respeito de situações habituais da vida diária, e o indivíduo deve registrar seus horários preferenciais para essas situações, partindo-se do pressuposto de que há total disponibilidade de tempo para escolha. O resultado é um valor numérico que varia entre 16 e 86 pontos. A classificação indica a preferência dentre cinco cronotipos: vespertino extremo/definitivamente vespertino (16 a 30 pontos), moderadamente vespertino (31 a 41 pontos), indiferentes/nem vespertinos e nem matutinos (42 a 58 pontos), moderadamente matutino (59 a 69 pontos) e matutino extremo/definitivamente matutino (70 a 86 pontos).9

Os dados foram analisados no programa Statistical Analysis System (SAS), versão 9,2, com auxílio de profissional estatístico. Foi utilizada estatística descritiva (medidas de tendência central e dispersão, frequências e proporções). Para estudar possíveis associações entre as variáveis, foi aplicado o teste não paramétrico de qui quadrado para amostras independentes. O valor de p foi definido em 0,05 para que os resultados das análises fossem considerados significantes.

O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade de Taubaté, CEP/UNITAU: nº014/12.

Resultados

Os resultados sociodemográficos mostraram predomínio do sexo feminino (91,67%) com idade média de 24,97(±6,82), solteiros (75,98%), sem filhos (79,90%), alocados no turno escolar matutino (75%), terem atividade laboral (68,62%) na área de enfermagem (39,39%) e essa atividade se concentrar nos turnos diurno (50,71%) e noturno (34,29) (Tabela 1).

Tabela 1 Distribuição dos estudantes de enfermagem quanto às características sociodemográficas 

Variáveis Estudar n=64 Estudar e trabalhar n=140 Total n=204
n(%) n(%) n(%)
Sexo
Feminino 61(95,31) 126(90,00) 187(91,67)
Masculino 3(4,69) 14(10,00) 17(8,33)
Faixa etária, anos
18-29 56(27,45) 105(51,47) 161(78,92)
30-39 4(1,96) 28(13,73) 32(15,69)
40-49 3(1,47) 7(3,43) 10(4,90)
50 ou mais 1(0,49) - 1(0,49)
Estado civil
Solteiro 55(26,96) 100(49,02) 155(75,98)
Casado 7(3,43) 34(16,67) 41(20,10)
Divorciado 2(0,98) 6(2,94) 8(3,92)
Ter filhos
Sim 9(4,41) 32(15,69) 41(20,10)
Não 55(26,96) 108(52,94) 163(79,90)
Turno escolar
Manhã 53(25,98) 100(49,02) 153(75,00)
Noite 11(5,39) 40(19,61) 51(25,00)
Turno de trabalho
Diurno* - 71(50,71) 71(50,71)
Noturno† - 48(34,29) 48(34,29)
Vespertino/noturno‡ - 21(15,00) 21(15,00)
Categoria profissional
Enfermagem - 55(39,29) 55(39,29)
Estágio renumerado - 18(12,86) 18(12,86)
Ensino - 2(1,43) 2(1,430)
Outras atividades - 18(12,86) 18(12,86)
Não informaram - 47(33,57) 47(33,57

*Das 7h às 19h, das 6h às 18h, das 12h às 18h, das 13h às 19h ; †das 19h às 7h, das 18h às 6h; ‡das 17h às 22h

A análise da qualidade do sono demonstrou que a maioria dos estudantes de enfermagem pesquisados estava com qualidade de sono ruim, tanto aqueles que estudavam (24,51%) quanto para aqueles que estudavam e trabalhavam (59,80%).

A percepção individual, quanto ao cronotipo, apontou que a maioria dos estudantes era indiferente (56,38%), independente de terem ou não atividade laboral. Já quanto ao período de estudo e ao turno trabalhado, verificou-se predomínio dos indiferentes no período da manhã (42,16%) e no turno diurno (27,86%) (Tabela 2).

Tabela 2 Distribuição dos estudantes de enfermagem quanto o cronotipo 

Cronotipo Total (n=204) Estudar e trabalhar (n=140)
Manhã Noite Total Diurno Noturno Vespertino/noturno Total
n(%) n(%) n(%) n(%) n(%) n(%) n(%)
Definitivamente matutino 5(2,45) - 5(2,45) 2(1,43) 2(1,43) - 4(2,86)
Definitivamente vespertino 5(2,45) 3(1,47) 8(3,92) 2(1,43) 2(1,43) 1(0,71) 5(3,57)
Moderadamente matutino 32(15,69) 7(3,43) 39(19,12) 16(11,43) 10(7,14) 3(2,14) 29(20,71)
Moderadamente vespertino 25(12,25) 12(5,88) 37(18,13) 12(8,57) 11(7,86) 3(2,14) 26(18,57)
Indiferente 86(42,16) 29(14,22) 115(56,38) 39(27,86) 23(16,43) 14(10,00) 76(54,29)

Ser estudante e trabalhar implicou em maior frequência de sintomas de má digestão (p=0,0016), cefaleia (p=0,0357), sonolência na aula (p=0,0395) e insônia (p=0,0369) (Tabela 3).

Tabela 3 Associação entre as variáveis de sintomas relatados de má digestão, cefaleia, sonolência e insônia e o período escolar e turnos de trabalho de estudantes de enfermagem 

Sinais e sintomas Turno escolar (n=204) p-value Turno de trabalho (n=140) p-value
Manhã Noite Diurno Noturno Vespertino/noturno
n(%) n(%) n(%) n(%) n(%)
Má digestão Sim 37(80,43) 9(19,57) 0,3334* 9(25,00) 19(52,78) 8(22,22) 0,0016*
Não 116(73,42) 42(26,58) 62(59,62) 29(27,88) 13(12,50)
Cefaleia Sim 75(78,95) 20(21,05) 0,2242* 30(46,88) 19(29,69) 15(23,44) 0,0357*
Não 78(71,56) 31(28,44) 41(53,95) 29(38,16) 6(7,89)
Sonolência na aula Sim 80(76,92) 24(23,08) 0,5177* 29(40,28) 30(41,67) 13(18,06) 0,0395*
Não 73(73,00) 27(27,00) 42(61,76) 18(26,47) 8(11,76)
Insônia Sim 25(71,43) 10(28,57) 0,5919* 8(29,63) 12(44,44) 7(25,93) 0,0369*
Não 128(75,74) 41(24,26) 63(55,75) 36(31,86) 14(12,39)

*p-valor obtido por meio do teste qui quadrado.

Discussão

O presente estudo apresenta limitações características de estudo transversal não avaliando causa e efeito, mas indicando preocupação quanto o sono e saúde da população estudada.

Os resultados desta pesquisa, aliados com os dados encontrados na literatura, sugerem que os estudantes de graduação em enfermagem são do sexo feminino, com predomínio de jovens na faixa etária de 18 a 29 anos, seguidos por indivíduos na faixa etária de 30 a 39 anos, e com menor porcentual para a idade acima dos 40 anos. Essas características são também encontradas em estudo sobre qualidade de vida de estudantes ingressantes no curso de enfermagem da Universidade Federal Fluminense.10 Já quanto ao estado civil, os resultados da presente pesquisa foram divergentes, pois foram verificados alguns estudantes casados e com filhos, o que por ter sido encontrado por incluir os estudantes de todos os anos do curso e não somente os ingressantes.

A maioria dos estudantes estava inserida no período da manhã, e com turno de trabalho concentrado no período diurno e noturno. Essa é uma característica do profissional de enfermagem, que prioriza o trabalho noturno em detrimento de maior ganho salarial, já que os pesquisados também eram maioria no trabalho na área de enfermagem. A dupla jornada (estudo-trabalho), sobretudo para os turnos noturnos, leva a dificuldades para dormir durante o dia, comprometendo a saúde, as relações sociais como família e amigos,11 repercutindo também na vida acadêmica, pois a permanência na graduação depende da organização da vida laboral que é sempre priorizada.12

A maioria dos estudantes apresentou qualidade de sono ruim. Esses dados estão de acordo com a literatura, corroborando estudo realizado com 701 alunos da Universidade Federal do Ceará, o qual evidenciou que 95,3% dos estudantes estavam com má qualidade do sono13 e com estudo realizado na Universidade Federal de Pernambuco com 173 estudantes (92 dos cursos da área de exatas, matemática, física e computação, e 81 da área de biológicas e educação física), que verificou a má qualidade do sono e sonolência diurna excessiva em estudantes da área de saúde e exatas.14

Com relação aos estudantes que também trabalham, os dados quanto à sonolência estão de acordo com os apresentados na literatura, corroborando o estudo realizado em uma faculdade particular do interior de São Paulo e envolvendo estudantes de enfermagem que trabalhavam no turno noturno. Esse estudo demonstrou que, de acordo com a escala de Sonolência de Epworth, os sujeitos apresentaram escores de sonolência que variaram de 7,2 a 15,9, com média de 11,4, caracterizando prevalência de sonolência diurna excessiva. O autor conclui que, por conta dos estudos, os estudantes aumentam suas horas de vigília, resultando em alta incidência de sonolência diurna.15

O impacto negativo da dupla jornada, trabalho e estudo, no sono de jovens estudantes brasileiros, da cidade de São Paulo, foi confirmada comparando o débito de sono antes dos estudantes assumirem a dupla jornada e após estarem comprometidos com o estudo e o trabalho, mostrando a existência de diferença significante entre os valores médios do tempo de sono.16

Esses achados somados aos resultados encontrados nessa pesquisa é preocupante, já que o sono está associado a diferentes modos de processamento da memória, favorecendo sua consolidação e a recuperação de estímulos que são requeridos no momento da vigília,17 podendo, portanto, interferir no processo de consolidação do conhecimento dos estudantes e na qualidade do profissional formado.

As consequências da dupla jornada (trabalho-estudo) para com a saúde, se confirmaram na presente pesquisa com os achados de associações entre as variáveis sonolência em sala de aula, insônia, cefaleia e má digestão e a presença da dupla jornada. O trabalho desenvolvido em turno, em especial aqueles que proporcionam maior débito de sono, têm sido associados com fadiga e sonolência, condições não esperadas para indivíduos que desempenham atividades que exigem concentração e atenção.18 Esses achados indicam a necessidade de mudança no estilo de vida, que promovam hábitos saudáveis envolvendo melhor qualidade de sono, alimentação e atividade física.19

A concordância entre a preferência de cronotipo e o período de trabalho e estudo também é importante na determinação do desempenho escolar, laboral e na melhor qualidade de vida.1 O perfil cronobiológico pode minimizar ou potencializar os efeitos negativos das alterações do ciclo vigília-sono.

A preferência de cronotipo encontrada na pesquisa foi do tipo indiferente (nem vespertinos e nem matutinos). Esse perfil foi semelhante ao encontrado em estudo realizado com universitários do curso de ciências biológicas da Universidade Metodista de Piracicaba, no interior do Estado de São Paulo. Os dados indicaram que os tipos indiferentes e os moderadamente vespertinos são sete vezes maiores do que os matutinos típicos, 1,4 vez maior que os moderadamente matutinos e 3,5 vezes maiores que os vespertinos típicos.6 Essas características mostram uma adaptação ao cronotipo indiferente aos ritmos sociais. Portanto, entender as questões que envolvem o cansaço, sonolência excessiva e duração, e qualidade do sono de estudantes é de grande interesse, uma vez que esses fatores estão associados a um menor desempenho escolar.

Conclusão

O estudo encontrou preferência de cronotipo predominantemente indiferente com qualidade de sono ruim e associação entre insônia, cefaleia, má digestão e sonolência na aula para os estudantes que trabalhavam e estudavam. Essas conclusões mostram a importância de se investir no entendimento das alterações que podem ocorrer entre os ritmos biológicos e os ciclos ambientais, principalmente em relação às adequações nos horários do turno escolar e do trabalho em turnos.

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