Suicidal ideation and the use of illicit drugs in women

Suicidal ideation and the use of illicit drugs in women

Autores:

Fernando José Guedes da Silva Júnior,
Claudete Ferreira de Souza Monteiro,
Lorena Uchoa Portela Veloso,
Jaqueline Carvalho e Silva Sales,
Ana Paula Cardoso Costa,
Lorraine de Almeida Gonçalves

ARTIGO ORIGINAL

Acta Paulista de Enfermagem

Print version ISSN 0103-2100On-line version ISSN 1982-0194

Acta paul. enferm. vol.31 no.3 São Paulo May/June 2018

http://dx.doi.org/10.1590/1982-0194201800045

Resumen

Objetivo

Analizar la relación entre ideas suicidas y consumo de drogas ilícitas en mujeres.

Método

Estudio analítico realizado con 369 mujeres atendidas en Unidades Básicas de Salud utilizando para investigación del consumo de drogas ilícitas el Non-Student Drugs Use Questionnaire y para investigar las ideas suicidas el Self-Reporting Questionnaire.

Resultados

Se verificó que existe asociación entre ideas suicidas y uso de tranquilizantes sin prescripción médica (p=0,005), solventes (p=0,006) y marihuana (p=0,003). El consumo de tranquilizantes aumenta en 2,7 veces (IC=1,372-5,608) las chances de que las mujeres tengan ideas suicidas, comparadas con las que no usan dichas drogas; así como el uso de solventes las aumenta en 10,1 veces (IC=2,197-46,967) y el uso de marihuana en 3,3 veces (IC=1,865-13,900).

Conclusión

Los indicadores elaborados establecen que el uso de drogas ilícitas por parte de mujeres tiene grave implicación, precisando de intervenciones efectivas que deben hacer foco, principalmente, en la prevención de ideas suicidas, toda vez que la progresión de tales ideas conduce a desenlaces trágicos, incluyendo tentativas de suicidio, automutilación y suicidio.

Palabras-clave: Drogas ilícitas; Ideación suicida; Salud mental; Mujeres; Salud pública

Introdução

O consumo de drogas ilícitas, a cada dia, se torna mais preocupante, tanto por ocasionar consequências graves à saúde dos indivíduos e ampliarem os indicadores de morbimortalidade, quanto pelas consequências sociais, econômicas e penais que ele traz.(1,2)

Esse consumo transita pelos diversos grupos sociais, faixas etárias e gênero. Em relação ao gênero, apesar de ser prática comum entre homens, tem-se observado o aumento desse consumo entre a população feminina,(3) realidade demonstrada por metanálise realizada com 135 estudos primários nos quais 21,5% das mulheres consomem drogas.(4)

Esse aumento também foi descrito em estudo realizado em comunidades periféricas brasileiras onde mulheres vêm até superando os homens nas taxas de consumo de drogas ilícitas, especialmente entre aquelas que se dedicam ao trabalho com o sexo. Nestes casos, o fácil acesso, o baixo valor das sustâncias psicoativas (SPAs) e a aceitação do sexo como moeda de troca são tidos como fatores facilitadores para esta prática.(5)

Diante da presença de muitas mulheres nesse panorama estatístico, o consumo de drogas ilícitas ainda vem associado à promiscuidade, à imoralidade, expõe-nas a situações de violência e favorece o surgimento de comorbidades, inclusive psiquiátricas, tais como: Depressão, Transtorno Bipolar, Transtorno de Personalidade, dentre outros.(6) Estes podem contribuir para perda de valor existencial e, consequentemente para comportamento suicida.(7)

Nessa questão, a população feminina apresenta taxas mais elevadas de ideação e tentativa de suicídio do que os homens, sendo a intoxicação o método mais utilizado.(8) A ideação suicida é caracterizada por ideias, planejamento e desejo em atentar contra a própria vida.(9)

Frente a esse contexto, urge a necessidade de ampliar a discussão acerca dessas problemáticas, sobretudo, no universo feminino, cuja ampliação do consumo de drogas ilícitas é, sobremaneira recente e seus desfechos ainda necessitam ser estudados, especialmente, aqueles que envolvem o comportamento suicida. Neste sentido, o objetivo deste estudo é analisar a relação entre ideação suicida e consumo de drogas ilícitas por mulheres.

Métodos

Estudo transversal e analítico, realizado de agosto de 2015 a março de 2016 em cinco cidades do Piauí: Teresina, Bom Jesus, Floriano, Parnaíba e Picos.

A amostra foi calculada, tendo como referência população de 347.414 mulheres, de 20 a 59 anos, residentes nos referidos municípios.(10) Adotou-se a prevalência presumida de consumo de álcool entre mulheres de 39%.(11) O nível de confiança estabelecido foi de 95% e erro tolerável de 5%. A amostra constou de 369 mulheres. Por distribuição proporcional foram selecionadas e recrutadas 232 em Teresina, 36 em Parnaíba, 46 em Picos, 38 em Floriano e 17 em Bom Jesus. Destaca-se que não houveram perdas da amostra calculada.

O critério de inclusão foi ser atendida na Estratégia Saúde da Família dos referidos municípios. O critério de exclusão adotado no estudo foi mulheres com registro de doença mental no seu prontuário. Quando da abordagem a mulheres que atendiam ao critério de exclusão uma nova participante era sorteada.

A coleta de dados ocorreu no período de agosto de 2015 a março de 2016. O recrutamento das mulheres se deu por meio de sorteio. Utilizou-se o software Excel 2010, considerando listagem numérica das mulheres atendidas nas respectivas cidades que foi disponibilizada pelas Unidades Básicas de Saúde.

Foram utilizados três instrumentos: formulário para caracterização sociodemográfica (elaborado pelos pesquisadores para o registro das variáveis: idade, cor/raça, situação conjugal, quantidade de filhos, procedência, escolaridade e religião), Non-Student Drugs Use Questionnaire (NSDUQ) (para identificação do consumo de drogas ilícitas), instrumento recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que encontra-se traduzido e testado em vários países(12) e Self-Reporting Questionnaire (SRQ-20), recomendado, também, pela OMS para estudos realizados na atenção básica à saúde, encontra-se traduzido e validado para realidade brasileira, composto por 20 questões objetivas, que contempla quatro dimensões: humor depressivo-ansioso, sintomas somáticos, decréscimo de energia vital e pensamentos depressivos.(13) O presente estudo teve enfoque em pergunta específica da dimensão “pensamentos depressivos”, que questiona se a participante “tem tido ideias de acabar com a vida”.

Realizou-se teste piloto com 10% da amostra (37 mulheres) com a finalidade de testar os instrumentos e a habilidade dos pesquisadores. As informações oriundas desta etapa não compuseram o banco de dados para análise.

Para análise dos dados utilizou-se software Statistical Package for the Social Science (SPSS), versão 20.0. Foram calculadas as medidas de tendência central, dispersão, frequências e porcentagens o que permitiu determinar a prevalência do consumo de drogas ilícitas pelas mulheres. Para verificar associação entre variáveis qualitativas utilizou-se o teste qui-quadrado. Quando da frequência das caselas foi menor que 20% ou menor que 5 realizou-se teste exato de Fischer. A força das associações entre as variáveis foi aferida pelo odds-ratio (OR) e intervalos de confiança (IC 95%). Foi realizada regressão logística com variáveis que apresentaram p>0,010 com a finalidade de verificar quais as drogas ilícitas que explicam melhor o efeito sobre a ideação suicida das mulheres. O processo de modelagem foi o stepwise forward.

O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Piauí (Parecer nº. 1.630.831). A participação das mulheres foi voluntária, após leitura, esclarecimentos e assinatura dos Termos de Consentimento Livre e Esclarecido.

Resultados

Das 369 mulheres, houve predomínio de adultas jovens (20 a 39 anos) (75,1%), com média de idade de 33,1 anos (Desvio padrão=9,9), autodeclaradas pardas (59,4%), casada/união estável (71,8%), católica (60,9%), com filhos (70,7%) e natural do interior (58,8%). Em média, possuíam 10 anos de estudo (Desvio padrão=3,5).

A tabela 1 mostra que existe associação estatisticamente significativa entre ideação suicida e o uso de tranquilizantes sem prescrição médica (p=0,005), de solventes (p=0,006) e de maconha (p=0,003).

Tabela 1 Associação entre o consumo de drogas ilícitas e ideação suicida entre mulheres (n=369) 

Variáveis independentes Ideação suicida p-value OR IC 95%
Não n(%) Sim n(%)
Uso de tranquilizantes sem prescrição médica 0,005* 2,774 1,372-5,608
Não 279(75,6) 32(8,7)
Sim 44(11,9) 14(3,8)
Uso de solventes 0,006** 10,159 2,197-46,967
Não 320(86,7) 42(11,4)
Sim 3(0,8) 4(1,1)
Uso de maconha 0,003* 5,091 1,865-13,900
Não 312(84,5) 39(10,6)
Sim 11(3,0) 7(1,9)
Uso de cocaína e derivados 0,609** 1,1174 0,138-9,978
Não 317(86,0) 45(12,2)
Sim 6(1,6) 1(0,2)
Total 323(100) 46(100)

*Teste qui-quadrado de Pearson; **Teste exato de Fischer; OR - Odds ratio; IC - Intervalo de confiança

Após regressão logística realizada entre as variáveis categóricas independentes (uso de tranquilizantes, solventes e maconha) com a variável dependente (ideação suicida), verificou-se que essa associação se manteve. O consumo de tranquilizantes aumenta em 2,7 vezes (IC=1,372-5,608) as chances de as mulheres terem ideação suicida quando comparadas com aquelas que não fazem uso das referidas drogas, bem como pelo uso de solventes em 10,1 vezes (IC=2,197-46,967) e o uso de maconha em 3,3 vezes (IC=1,865-13,900) (Tabela 2).

Tabela 2 Regressão logística do consumo de drogas ilícitas com ideação suicida (n=369) 

Variáveis independentes Ideação suicida
n OR(aj)* IC** 95%
Uso de tranquilizantes 58 2,772 1,328-5,786
Uso de solventes 7 10,179 2,05050,550
Uso de maconha 18 3,334 1,128-9,858

*OR(aj) - Odds ratio ajustado; **IC - Intervalo de confiança. A significância estatística fixada em 0,05 com o intervalo não passando pelo valor 1,0

Discussão

Dentre as limitações do estudo está àquela relacionada ao delineamento transversal que, embora, seja capaz de demonstrar relação entre os fenômenos estudados (ideação suicida e uso de drogas ilícitas), não permite afirmar a existência de causalidade. Destaca-se ainda, que apesar de o instrumento utilizado não ser específico para investigação de ideação suicida, a avaliação das participantes quanto à dimensão “pensamentos depressivos” da SRQ-20, possibilita identificação da ideação.

Contudo, os resultados obtidos se somam ao panorama estatístico para ampliação da discussão acerca do consumo de drogas no universo feminino e sua interface com a ideação suicida, uma vez que ainda são limitados os conhecimentos produzidos sobre o tema, considerando que a problemática do consumo de SPAs por mulheres é relativamente recente.

Os dados desta pesquisa apresentam características sociodemográficas e econômicas semelhantes aos achados de outros estudos também desenvolvidos com mulheres atendidas na atenção básica, geralmente, jovens, em fase economicamente ativa e reprodutiva, desempregadas, com baixo poder aquisitivo e nível de escolaridade abaixo do esperado para idade.(14-17)

Além dessas características existem particularidades nas relações estabelecidas entre mulheres e drogas, que incluem desde o tipo de droga escolhida, a finalidade até as expectativas implicadas nesse consumo.

Neste contexto, o Relatório Mundial sobre Drogas, publicado em 2016, evidencia que há diferença de gênero em relação ao uso de SPAs, sendo que os homens são três vezes mais propensos ao uso de maconha, cocaína e anfetamina, e as mulheres são ao uso de opióides e tranquilizantes sem prescrição médica.(18)

Essa realidade ratifica a ideia de que o fenômeno das drogas faz parte do cotidiano das mulheres, embora com valores simbólicos e características distintas sob o prisma de gênero. Esse cenário, também, representa risco de exposição a outras situações de vulnerabilidade físicas e mentais.

Ao analisar a qualidade de vida e saúde mental de dependentes químicos, os resultados mostram que as mulheres apresentam menor qualidade de vida e saúde mental que os homens, embora, iniciem o consumo mais tardiamente, por menos tempo e com menor padrão de consumo.(19)

Além disso, o consumo de SPAs, no universo feminino, é considerado fator de risco para comportamento suicida.(20) O abuso de SPAs interfere, e pode, inclusive, potencializar as chances desse comportamento.(21) Estudo desenvolvido na Sérvia aponta que, entre mulheres, o uso de SPAs pode aumentar de 6,5 a 9 vezes o risco de comportamento suicida, quando comparado a mulheres que não consomem drogas.(22)

O comportamento suicida é problema multifacetado, o qual a presença de transtornos mentais aumenta a sua vulnerabilidade.(23) A maioria das pessoas com este tipo de comportamento (mais de 90%) tem transtorno mental crônico diagnosticável, sendo mais comuns a Depressão, a Esquizofrenia e o Abuso de SPAs. Chama atenção para este último, em que estudos relataram associação de comportamento suicida com o uso de SPAs ilícitas, especificamente, heroína, cocaína e tranquilizantes sem prescrição médica.(24)

No presente estudo, a ideação suicida também se encontra associada ao consumo de tranquilizantes. Estes, em sua maioria, benzodiazepínicos, que são substâncias depressoras do sistema nervoso central. Normalmente são utilizados, pelas mulheres, na busca pelo alívio de frustração e/ou estresse (49%).(25)

Embora, essas substâncias atuem biologicamente nas dimensões humor e ansiedade, o uso recreativo e indiscriminado pode gerar dependência física e psicológica, além do risco de efeitos paradoxais, como Depressão e ideação suicida.(26,27)

Outro achado importante desta pesquisa, é sobre o uso de solventes, esse uso aumenta às chances de ideação suicida entre mulheres. A literatura aponta que o risco associado ao consumo de solventes/inalantes é erroneamente considerado baixo, quando, na verdade, pode ser responsável por desfechos trágicos, inclusive morte.(28)

O uso indevido de solventes está entre as formas mais prevalentes e perniciosas de uso de drogas nas Américas. Estas incluem amplo grupo de substâncias com diferentes utilidades e consequências, tendo utilização legalizada na indústria/residências e, portanto, estão prontamente disponíveis. As repercussões, desta prática, no meio feminino têm sido negligenciadas por cientistas e profissionais de saúde. No entanto, estudo de revisão descreve recentes avanços obtidos por meio de dados pré-clínicos e clínicos sobre complicações graves associadas a esta prática por mulheres: morte súbita e síndrome do solvente fetal, além de neurotoxicidade, comprometimento cognitivo, cefaleia, habilidades sensoriais diminuídas (perda de visão, audição e coordenação), distúrbios do sono e aumento de transtornos mentais, que inclusive potencializam os pensamentos suicidas.(29)

O uso de solventes e sua interface com comportamento suicida foi discutido por pesquisadores da Universidade de Washington. Estes revelaram que ao compararem usuários de solventes com não usuários, aqueles primeiros apresentaram taxas significativamente mais altas de suicidalidade, incluindo ideação (52,1%; 32,2%, respectivamente) e tentativas (25,8%; 12,5%, respectivamente).(30)

Neste estudo, observou-se também que o uso de maconha aumenta as chances de ideação suicida entre mulheres. Embora o uso dessa substância apresente grande relevância epidemiológica, ainda é, relativamente, pouco explorado o curso natural dos transtornos causados pelo seu uso.(31) Além disso, como os homens constituem 75% da população de usuários de maconha, as mulheres têm sido historicamente subrepresentadas nas investigações de problemas relacionados ao seu uso. Assim, a compreensão de riscos e consequências específicas de gênero encontram-se limitadas.(32)

Estudiosos afirmam que as mulheres têm avançado da experimentação para o uso regular mais rapidamente e apresentado maior diminuição na qualidade de vida, como consequência do consumo da maconha.(33) Pesquisa realizada no México descreve que o uso de maconha por jovens, nos últimos 12 meses, aumenta o risco de ideação e tentativa de suicídio. Ressalta ainda, que outras drogas estão associadas, porém em menor grau.(34)

No contexto feminino, especificamente, estudo com 600 participantes, apontou que as mulheres que procuraram tratamento por uso compulsivo de maconha no final da adolescência e na idade adulta jovem exibiram taxas significativamente mais altas de ansiedade e risco de suicídio em comparação com os homens que procuraram tratamento durante os mesmos estágios de desenvolvimento.(35)

Os indicadores produzidos apontam que uso de drogas ilícitas pelas mulheres tem implicação grave e, portanto, necessita de intervenções efetivas que devem focalizar, sobretudo, na prevenção da ideação suicida, uma vez que a progressão dessa ideação poderá convergir para desfechos trágicos que incluem tentativa de suicídio, automutilação e suicídio.

Conclusão

Os resultados encontrados neste estudo mostraram predominância de mulheres adultas jovens, pardas, casadas/união estável, católicas, com filhos e procedentes do interior. As mulheres que fazem uso de drogas ilícitas como: tranquilizantes sem prescrição médica, solventes e maconha tinham mais chances de terem ideação suicida quando comparadas àquelas que não referiram uso.

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