Tradução e adaptação cultural para o português do TSA - Test de Sintaxis de Aguado

Tradução e adaptação cultural para o português do TSA - Test de Sintaxis de Aguado

Autores:

Gustavo Inheta Baggio,
Simone Rocha de Vasconcellos Hage

ARTIGO ORIGINAL

CoDAS

versão On-line ISSN 2317-1782

CoDAS vol.29 no.6 São Paulo 2017 Epub 07-Dez-2017

http://dx.doi.org/10.1590/2317-1782/20172017052

INTRODUÇÃO

É notável no Brasil a escassez de instrumentos de avaliação e investigação clínica padronizados na área da linguagem. Enquanto nos países como os Estados Unidos, Espanha, França, Argentina, Chile se apresenta um número expressivo de testes e protocolos para avaliar a linguagem em diferentes faixas etárias, no Brasil, este número é ainda restrito, mesmo com os progressos na última década. Se o horizonte é limitado no número de procedimentos de avaliação da linguagem de maneira geral, ele é praticamente inexistente quando a averiguação é sobre a morfossintaxe.

Partindo de uma análise linguística com base nos eixos sintagmático e paradigmático, a morfologia é o estudo do vocabulário isolado e a sintaxe analisa a combinação entre os vocábulos(1), desta forma, morfossintaxe implica o conhecimento dos falantes a respeito da estrutura interna das palavras e das regras de combinação dos sintagmas em orações. Até onde se pode investigar, tão somente o MLU - Mean Length Utterance(2) vem sendo utilizado em pesquisas sobre avaliação morfossintática no Brasil. O MLU é uma medida de linguagem, cujo objetivo é obter dados sobre o desempenho dos aspectos morfológicos e sintáticos de crianças em desenvolvimento típico, e foi utilizado em estudos de crianças com distúrbios da comunicação(3,4). A avaliação morfossintática de crianças com alterações de linguagem parece receber pouca atenção justamente porque não é possível aferi-la de forma confiável na língua portuguesa falada no Brasil. Assim, investir neste aspecto da avaliação de linguagem é iminente, e é nesta direção que este trabalho vem contribuir. O objetivo deste estudo foi realizar a tradução e a adaptação linguística do Teste de Sintaxe de Aguado (TSA) para a língua portuguesa falada no Brasil.

MÉTODO

O instrumento

O Teste de Sintaxe de Aguado (TSA)(5) é um instrumento espanhol que verifica o aspecto sintático da linguagem de crianças entre 3 e 7 anos. É constituído de duas brochuras, uma delas contendo dados sobre o desenvolvimento sintático até três anos e entre os três e sete anos, e, ainda, instruções para a aplicação e a normatização do teste em espanhol. A segunda brochura é composta por conjuntos de figuras que são utilizadas para a verificação de determinadas estruturas gramaticais. A folha de aplicação contém 36 itens para verificação da compreensão sintática e 34 para a expressão, sendo que cada item tem duas possibilidades de resposta. Desta forma, a pontuação total do teste envolve 72 acertos na modalidade compreensão e 68 na expressão.

As estruturas gramaticais avaliadas, tanto na vertente compreensão como na expressão, são: orações interrogativas, negativas e imperativas; vozes verbais; artigos; pronomes demonstrativos, possessivos, indefinidos, pessoais, oblíquos átonos, interrogativos e relativos; verbos quanto às desinências de número, modo e tempo; orações compostas – nexos e outros tempos e modos; comparações e preposições. As frases que contêm as estruturas gramaticais citadas foram o objeto de estudo deste trabalho, sendo submetidas à tradução, retrotradução e elaboração de versão final adaptada. O manual de instruções de aplicação também foi traduzido para o português, sem a necessidade de adaptação cultural por envolver instruções simples direcionadas à conduta do avaliador.

A aplicação do teste consiste no seguinte: na vertente compreensão, são apresentadas 36 folhas contendo quatro figuras cada, nelas a criança deve apontar uma que corresponda à frase dita pelo examinador. Na vertente expressão, são 29 folhas contendo duas figuras cada. Em cada item avaliado, diz-se à criança duas frases, uma após a outra, sem apontar nenhum desenho. Imediatamente depois de ditas, o examinador mostra o desenho que corresponde à frase marcada por um asterisco. O que se espera é que a criança repita a frase. Em seguida, aponta-se o outro desenho, para que a criança diga a outra elocução.

A partir do item 30 na vertente expressão, o material gráfico termina e o examinador deve conduzir uma conversação buscando obter respostas envolvendo orações compostas com determinados morfemas verbais. Nesta conversa, o examinador comenta sobre o tempo que está fazendo no momento da aplicação (frio/calor/chuva). O examinador diz à criança as frases dos itens 30 a 34 até as duas barras, terminando com um tom de pontos suspensivos, suspensão esta que convide a criança a prosseguir. Nos itens nos quais as duas barras se dão em dois lugares distintos da frase, o examinador, em um primeiro momento, dirá à criança a frase até as duas primeiras barras, para ver se a criança espontaneamente emprega a partícula conectiva. Caso não haja esse emprego, terá de voltar a dizer à criança a frase-estímulo até as duas segundas barras.

Não se trata de treinar a criança nos morfemas verbais que pretendemos avaliar, mas sim que ela saiba qual conclusão frasal esperamos dela. Que compreenda que, em geral, se iniciamos uma frase com um comentário sobre o tempo que está fazendo, ela deve terminá-la com outro comentário sobre a necessidade de se colocar ou tirar determinadas vestimentas.

O processo de tradução e adaptação linguística

Para o processo de tradução e adaptação, foi adotada a metodologia de Beaton et al.(6). No estágio 1 da tradução, foram elaboradas 2 traduções iniciais, denominadas T1 e T2. Estas traduções foram feitas por profissionais qualificados. Nesta etapa, como parte do processo tradutório, além da tradução literal do conteúdo original, ocorreu a adaptação (cultural/linguística) deste por meio de estratégias tradutórias e levando-se em consideração os procedimentos técnicos da tradução propostos por Barbosa(7). Os itens da folha de resposta do teste foram analisados e sofreram as adaptações necessárias. Foram realizadas comparações gramaticais e semânticas, avaliando os significados das palavras em cada item com o objetivo de identificar a clareza e questões problemáticas do instrumento. Neste estágio, as duas traduções permitiram detecções de divergências de interpretação de itens possivelmente ambíguos.

No estágio 2, ocorreu reunião síntese entre os dois tradutores, o metodologista e o profissional fonoaudiólogo especialista em linguagem (comitê de peritos). O objetivo desta reunião foi a elaboração de uma única versão, denominada versão síntese (VS), refletindo o consenso do comitê. Todas as decisões tomadas nesta reunião foram documentadas detalhadamente em relatório.

No estágio 3, incidiu a retrotradução (backtranslation), ou seja, o texto já escrito no idioma de chegada voltou a ser traduzido para o idioma de partida. Dois retrotradutores nativos de países de língua espanhola, com conhecimento em língua portuguesa, trabalharam individualmente na produção de 2 retrotraduções (RT1 e RT2) da versão síntese. Os tradutores responsáveis pela retrotradução não tiveram acesso às informações como intenção da tradução e conceitos utilizados para que a retrotradução pudesse revelar significados ou interpretações inesperadas.

No estágio 4, o metodologista coletou as informações dos 4 tradutores responsáveis pela T1, T2, RT1 e RT2, além do especialista em desenvolvimento e avaliação de linguagem. Esta etapa do processo visou promover a avaliação das traduções e retrotraduções a fim de verificar a equivalência entre as traduções iniciais e as versões elaboradas pelos especialistas, desenvolvendo a versão final da folha de aplicação do teste.

No que se refere à avaliação das adaptações culturais feitas, foram consideradas a equivalência semântica, a equivalência idiomática, a equivalência experimental e a conceitual. Os peritos aplicaram as notas (-1) não equivale, (0) equivale e (1) equivale muito à versão prévia do teste. Qualquer item que recebeu nota (-1) foi traduzido novamente por meio de sugestões dos peritos. O comitê de peritos assegurou que o teste e as instruções para sua aplicação fossem compreensíveis.

RESULTADOS

O Quadro 1 apresenta as adaptações de maior relevância do TSA para a língua portuguesa falada no Brasil e o Apêndice A traz a versão final do teste em português.

Quadro 1 Adaptações linguísticas de maior relevância do TSA para a língua portuguesa falada no Brasil 

Itens Adaptados Original Versão Final
1. Utilização de verbos sinônimos mais rotineiros
Item 02 – Compreensão El niño juega con la pelota O mesmo menino brinca com a bola
Item 21 – Expressão La niña lleva al ninõ A menina puxa o menino
2. Tempos verbais em orações condicionais
Item 26 – Compreensão Si no lloviera, saldría Se não chovesse, eu iria sair
Item 26 – Compreensão Aunque llueva, saldré Mesmo que chova, eu irei sair
3. Tempos verbais do presente do indicativo para presente contínuo
Item 10 – Expressão El niño salta O menino está pulando
Item 11 – Compreensão La leche se cae O leite está caindo
4. Preposição
Item 13 – Compreensão El gato esta en el armário O gato está dentro do armário
5. Uso dos pares de pronomes demonstrativos
Item 03 – Compreensão Este es mi sombrero
Ese es mi sombrero
Este é o meu chapéu
Aquele é o meu chapéu
Item 02 – Expressão Ese es mi perro
Este es mi perro
Este é o meu cachorro
Aquele é o meu cachorro
6. Uso do pronome possessivo
Item 04 – Compreensão Su perro
Sus perros
O cachorro dela
Os cachorros dela
7. Substantivos
Item 12 – Compreensão Mamá enseña el gato al nene
Mamá enseña el nene al gato
A mamãe mostra o gato para o bebê
A mamãe mostra o bebê para o gato
Item 03 - Expressão Sus muñecos
Su muñeco
Suas bonecas
Sua boneca
8. Pronomes átonos
Item 07 – Compreensão El papá la besa
El papá les besa
O papai a beija
O papai as beija
Item 18 – Expressão Los bañan
La baña
Banhou-os
Banhou-a

DISCUSSÃO

Determinados verbos foram utilizados de forma mais neutra em relação ao original em língua espanhola, como é o caso do item 2 da parte de compreensão “El niño juega con el balón” (literalmente “O menino joga com a bola”) e do item 21 da parte de expressão “La niña lleva al ninõ” (literalmente, “A menina leva o menino”). No instrumento traduzido, optou-se por modificar os verbos “juega” e “lleva” por equivalentes mais comuns na língua portuguesa, que são os verbos “brincar” e “puxar”. Na versão final no item 2 da parte de compreensão, optou-se também pela inserção do termo “mesmo” entre o artigo definido e o sujeito. Estas adaptações não interferiram no item gramatical avaliado que corresponde a artigo na compreensão e oração imperativa na expressão.

Ainda em relação ao uso de determinados verbos, algumas mudanças foram efetuadas de modo a facilitar a compreensão das ações representadas nas figuras do teste. Como exemplo, os verbos que se encontram no futuro do pretérito em espanhol em “Si no lloviera, saldría” (literalmente, “Se não chovesse, sairia”) e no futuro do presente em “Aunque llueva, saldré” (literalmente, “Mesmo que chova, sairei”), ambos no item 26 da parte de compreensão, foram trocados, respectivamente, pelas formas “eu iria sair” e “eu irei sair”, pois estas constituem formas mais usuais no português.

Também houve a troca de tempos verbais, que no original se encontram no presente do indicativo, para uma conjugação mais próxima das ações contínuas, como é o caso do item 10 da parte de expressão, em que a frase “El niño salta” (literalmente, “o menino pula”) foi modificada por “O menino está pulando” e o item 11 da parte de compreensão, em que a frase “La leche se cae” (literalmente, “O leite cai) foi modificada por “O leite está caindo”.

As dificuldades em manter os tempos verbais em português da mesma forma em que estavam em espanhol residem na ideia de que as estruturas em ambas as línguas são muito próximas e, portanto, equivalentes, porém o que acontece é que no nível sintático se observa o maior afastamento entre as línguas (presença/ausência/colocação de pronomes, complementos diretos, orações condicionais, etc.)(8). Muitas vezes, a patente semelhança entre o português e o espanhol leva os tradutores a um apagamento das diferenças(9).

Algumas preposições passaram por um processo de adaptação e modificação para melhor atender à língua portuguesa. No item 13 – compreensão do TSA no qual se lê “El gato esta en el armario” (literalmente, “O gato está no armário”) optou-se pela troca da preposição generalista “en” por algo mais específico na língua de chegada como é o caso da preposição “dentro”, ficando assim a frase “O gato está dentro do armário”. A manutenção da preposição “no” na tradução poderia causar ambiguidade, pois ela se confunde com as preposições “dentro” e “sobre” em língua portuguesa. A preposição “en” em espanhol poderia ser traduzida literalmente por “no/na/em” em português, entretanto a preposição “no/na” em português pode significar tanto “sobre” quanto “dentro” (como em “A caixa está no armário” ou “a bota está na caixa”, que dependendo de como o desenho é mostrado pode significar que ela está dentro ou sobre o armário/caixa), gerando assim ambiguidade. De modo a promover a desambiguação, optou-se por adotar um procedimento descrito nos procedimentos técnicos da tradução como “modulação”. A modulação consiste em reproduzir a mensagem original na tradução sob um ponto de vista diverso, refletindo uma diferença na maneira como as línguas interpretam a realidade(7).

Em relação ao uso dos pronomes demonstrativos, o item 3 da parte de compreensão no teste original apresenta os pares “Este es mi sombrero”/“Ese es mi sombrero” (literalmente, “Este é meu chapéu” e “Esse é meu chapéu”) e o item 2 da parte de expressão, os pares “Ese es mi perro”/“Este es mi perro” (literalmente, “Este é meu cachorro” e “Esse é meu cachorro”). Todavia, em língua portuguesa, os demonstrativos “este” e “esse” não exprimem com exatidão a ideia que se quer que a criança compreenda a partir do teste, que é a noção de distância do objeto em relação ao locutor. De modo a solucionar essa inconsistência, a troca do pronome demonstrativo “esse” foi efetuada por “aquele”, tornando mais claro e objetivo o propósito do item a ser julgado.

Nas gramáticas tradicionais, os pronomes demonstrativos são apresentados, mais ou menos consensualmente, como as palavras que situam os objetos designados em relação às três pessoas do discurso. Em português, a distribuição desses pronomes se daria segundo três valores de distância: próximo, para os referentes perto do emissor; médio, para os referentes bem próximos do receptor e mais ou menos perto do emissor; e distante, para os que se acham longe dos interlocutores(10,11). Contudo, embora a norma padrão da língua portuguesa proponha um sistema ternário para os demonstrativos (este vs. esse vs. aquele), o que ocorre no uso é a existência de um sistema binário (este/esse vs. aquele), que está passando por um fenômeno de especialização das formas.

No que tange aos pronomes possessivos, o item 4 da parte de compreensão traz os seguintes pares de frases “Su perro”/“Sus perros” (literalmente, “Seu cachorro” e “Seus cachorros”). Porém, na língua de chegada, o uso dos possessivos “seu/seus” pode gerar confusão, especialmente nas crianças, pois está ligado tanto ao pronome pessoal “você” quanto a “ele”(12). Portanto, de modo a adaptar culturalmente os itens e torná-los mais compreensíveis, optou-se por trocar os possessivos “seu/seus” simplesmente pelo possesivo “dela”, ficando os itens então adaptados respectivamente por “O cachorro dela”/“Os cachorros dela”.

Seguindo orientações do comitê de especialistas constituído no estudo, alguns substantivos passaram por uma adaptação cultural para se enquadrar no vocabulário mais rotineiro. No item 12 da parte da compreensão, o substantivo “nenê” (nenê) foi trocado por “bebê” por ser esse substantivo mais utilizado nos livros didáticos e materiais escolares brasileiros.

Em relação aos pronomes átonos, a mudança realizada foi a realização do deslocamento pronominal no item 18 da vertente expressão. Onde se lê “Los bañan/La baña” (literalmente, “Os banha/A banha”) em espanhol, optou-se por deslocar o pronome átono para depois do verbo em questão e alterar a conjugação verbal para o passado (“Banhou-os/Banhou-a”) para evitar a cacofonia (“Os banha/A banha”). No item 7 da vertente expressão, todavia não houve a necessidade de adequar a posição do pronome átono na frase e nem mesmo sua conjugação verbal, visto que esse tipo de construção gramatical já soa mais próxima da fala produzida pelos falantes do português.

Vale ressaltar que nenhuma das adaptações alterou as categorias gramaticais avaliadas pelo TSA, a saber, tipo de orações, pronomes, preposições, termos de comparação, vozes verbais ou tempos e modos das orações compostas. Na etapa de avaliação de equivalência das retrotraduções com a versão original, observou-se que foram feitas alterações em estruturas gramaticais de alguns itens quando a versão em português foi vertida novamente para o espanhol. Essas modificações basearam-se na necessidade de se obter equivalência semântica, idiomática, experimental e conceitual dos itens, que foi quase total entre as duas traduções.

CONCLUSÃO

O processo de adaptação cultural do instrumento para o Português indicou que houve equivalência linguística entre a versão do TSA em espanhol e em português. O teste TSA traduzido e adaptado para a língua portuguesa vem constituir-se no primeiro passo para a validação e normatização do instrumento no Brasil.

REFERÊNCIAS

1 Kehdi V. A sintaxe em Mattoso Câmara. DELTA. 2004;20(spe):105-127.
2 Brown R. A first language. Cambridge: Harvard University Press; 1973.
3 Marques SF, Limongi SCO. Mean length utterance (MLU) as a measure of language development of children with Down Syndrome. J Soc Bras Fonoaudiol. 2011;23(2):152-7. PMid:21829931. .
4 Carvalho AMA, Befi-Lopes DM, Limongi SCO. Mean length utterance in Brazilian children: a comparative study between Down syndrome, specific language impairment, and typical language development. CoDAS. 2014;26(3):201-7. PMid:25118915. .
5 Aguado G. El desarrollo de la morfosintaxis en el niño: manual de evaluación del TSA. Madrid: CEPE; 1989.
6 Beaton DE, Bombardier C, Guillemin F, Ferraz MB. Guidelines for the process of cross-cultural adaptation of selfreport measures. Spine. 2000;25(24):3186-91. PMid:11124735. .
7 Barbosa H. Procedimentos técnicos da tradução: uma nova proposta. 2. ed. Campinas: Pontes; 2004.
8 Milani EM. A importância do conhecimento gramatical no processo tradutório entre os idiomas português e espanhol [monografia]. São Paulo: Universidade Gama Filho; 2012.
9 Calvo Capilla MC, Ridd MD. A tradução como atividade contrastiva e de conscientização na aprendizagem de línguas próximas. Revista Horizontes de Linguística Aplicada. 2009;8(2):150-69.
10 Cavalcante MM. O demonstrativo e seus usos. Revista Perspectiva. 2002;20(1):159-84.
11 Marine TC. O sistema dos pronomes demonstrativos no português do Brasil: uma especialização das formas. Revista do GEL. 2005;2:39-53.
12 Marcotulio LL, Assis DMS, Guedes RC. De-possessivos de 2ª pessoa na história do Português Brasileiro. Diacrítica. 2015;29(1):203-31.
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