Vozes em sintonia: Educação Popular sobre DST via rádio comunitária

Vozes em sintonia: Educação Popular sobre DST via rádio comunitária

Autores:

Maria Liz Cunha de Oliveira

ARTIGO ORIGINAL

Interface - Comunicação, Saúde, Educação

versão impressa ISSN 1414-3283versão On-line ISSN 1807-5762

Interface (Botucatu) vol.18 supl.2 Botucatu 2014

http://dx.doi.org/10.1590/1807-57622013.0567

ABSTRACT

This account of the experience of running the shop Voices Pitch: talk about STD/Aids, held in Mexico City. The aim was to develop ways of dealing with sexually transmitted diseases (STDs) through radio platform. Attended by 18 broadcasters and twenty health professionals, developing the following topics: STD/Aids and syphilis, voiceover, radio language, interviews, audio recording and editing. In the end, developed the themes of prevention programs and care related to sexually transmitted diseases. With this project, health professionals and experienced broadcasters the ability to understand the work in communication and, especially, to explore the potential of popular education using radio as a platform for communication with the target audience.

Key words: Health communication; Popular Education in Health Education; Radio education; STD education

RESUMEN

Este relato de la experiencia de dirigir el taller de Voces Afinación: hablar de ETS / SIDA, que se celebró en el Distrito Federal. El objetivo era desarrollar maneras de hacer frente a las enfermedades de transmisión sexual (ETS) a través de la plataforma de radio. Asistieron 18 radiodifusores y 20 profesionales de la salud, desarrollando los siguientes temas: ETS / SIDA y la sífilis, la voz en off, lenguaje radiofónico, entrevistas, grabación y edición de audio. Al final, se desarrollaron programas los temas de prevención y atención en materia de enfermedades de transmisión sexual. Con este proyecto, los profesionales sanitarios y los locutores experimentados la capacidad de entender el trabajo en la comunicación y, especialmente, para explorar el potencial de la educación popular el uso de la radio como una plataforma para la comunicación con el público de destino.

Palabras-clave: Comunicación de la Salud; Educación Popular en la Educación para la Salud; Radio Educación; Educación STD

Introdução

Falar de Educação Popular pressupõe lembrar o Movimento de Educação de Base (MEB) e suas contribuições para esse campo. Para Peixoto Filho1, o MEB foi fruto das mudanças então em curso no país na década de 1950. A Educação Popular, desenvolvida pelo movimento, no período entre 1961 e 1966, empregou técnicas, métodos e recursos, simples e artesanais, porém criativos e inovadores para a época, visando à comunicação com a população rural.

O MEB teve como instrumento pedagógico básico o rádio, que possibilitou o uso de técnicas de comunicação associadas a atividades presenciais, realizadas em sala de aula nas comunidades rurais1. A utilização do rádio deu-se por sua abrangência, possibilitando a comunicação com as regiões do país mais distantes dos centros de desenvolvimento, poder e decisão, com as vantagens do uso dos recursos e das tradições orais.

Nesse aspecto, ou seja, o da importância das tradições e da oralidade, vale reiterar que, segundo Vigil2, 99% da história humana não foi escrita. Foi a tradição oral que, durante séculos, fez a informação circular. O rádio soma-se a essa cultura milenar. Trata-se de um veículo ancorado na oralidade e para receber suas mensagens basta apenas ouvir e, muitas vezes, se a emissão for eficiente, a audição sequer precisa se dar com muita atenção, pois a mensagem é compreendida mesmo quando o ouvinte dedica-se simultaneamente a outra ocupação3.

Nesse sentido, as emissoras de rádio, como meios de comunicação de massa, podem dar outra dimensão à Educação Popular, na medida em que permitem atingir de uma só vez dezenas de milhares de ouvintes. Para Reis4, dentre as modalidades de rádios existentes no Brasil, o objeto de atenção do projeto MEB foram as rádios comunitárias (RC), pois estas exercem um papel específico e de fundamental importância na construção e no exercício da cidadania5.

De um modo geral, a programação das rádios comunitárias chama à atenção para temáticas de interesse da coletividade e insere a comunidade no contexto dos municípios onde atuam5. Desse modo, a relação estabelecida entre uma emissora comunitária e a própria comunidade é caracterizada pelo dinamismo da localidade ao redor, respeitando os sujeitos sociais locais e oferecendo oportunidades de dialogar com as vivências de cada grupo social específico ali existente e tido como público-alvo.

Segundo Bahia5, dependendo da maneira como o programa de rádio é produzido, pode tornar-se um veículo de difusão, discussão e aprofundamento do saber popular em saúde. O que se ressalta, no contexto da oficina realizada e neste relato sobre tal oficina, é, portanto, o caráter de Educação Popular da radiodifusão, em sua vertente mais democrática, de um lado, e em seu potencial revolucionário, de outro.

Reis4 acredita que o potencial transgressor da radiodifusão possibilita uma educação capaz de apontar caminhos para a superação das desigualdades sociais. Segundo a autora, o rádio deve ser compreendido como ferramenta complementar de educação formativa e informativa das pessoas.

O propósito maior deste relato de experiência é colocar em evidência a díade de novas e velhas tecnologias que, combinadas, podem redundar em uma experiência educativa contemporânea e promissora. Diante do exposto, o objetivo deste trabalho é o de relatar como foi a execução da oficina Vozes em Sintonia no Distrito Federal (DF), dedicada a constituir formas de enfrentamento às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), com base em uma parceria entre a Secretaria de Estado de Saúde do DF (SES-DF) e as Rádios Comunitárias do DF.

Metodologia

Este é o relato de experiência da oficina Vozes em Sintonia, do qual participaram 18 radialistas e vinte profissionais de saúde, submetidos a uma oficina de 24 horas em que foram abordados temas de saúde relacionados à DST/Aids e a aspectos do campo da comunicação em rádio, como locução, linguagem radiofônica, entrevista, gravação e edição de áudio. A oficina foi realizada nos dias 14, 15 e 16 de junho de 2012. Ou seja, em uma quinta-feira à noite, das 18 às 22 horas, e em uma sexta e um sábado o dia inteiro.

A oficina foi coordenada por uma enfermeira integrante da Gerência de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST/Aids) da Secretaria de Estado de Saúde do DF (SES-DF) e professora do curso de Mestrado em Gerontologia da Universidade Católica de Brasília. Os aspectos de comunicação da oficina ficaram sob a coordenação de uma professora de Comunicação Social da Universidade de Brasília, contratada para desenvolver a parte de comunicação/locução do projeto.

A oficina “vozes em sintonia: falando de DST/AIDS”

De início, foram inúmeras as dificuldades para realização da oficina. A primeira delas foi a forma a ser usada para convidar os radialistas participantes. Desse modo, elaborou-se uma carta convite, veiculada no site da SES-DF, apostando no pressuposto de que jornalistas acessam sistematicamente o website da Secretaria de Saúde em busca de pautas para matérias e reportagens.

Além disso, foram estabelecidos contatos com o Sindicato de Radialistas do DF com o propósito de usar o mailing da entidade para o envio de convites para a oficina aos associados. No entanto, apesar dessas estratégias, a adesão foi extremamente baixa: apenas cinco radialistas se inscreveram.

Optamos, então, por realizar uma busca ativa de todas as rádios comunitárias existentes no DF. Logo, percebemos que poucas eram as rádios comunitárias com endereço disponível na web ou número no catálogo telefônico. Diante disso, a saída foi ir a campo, em busca de antenas de rádio, instrumento que logo aprendemos ser fácil de reconhecer. Assim, fomos pessoalmente entregar o convite, estratégia que resultou em um maior incremento no número de inscrições.

A oficina proposta pelo Ministério da Saúde no “Guia para profissionais de rádio e profissionais da área da saúde: vozes em sintonia falando de DST/AIDS”6 foi programada para durar 32h e, para o Distrito Federal, foi adaptada para 20h, a pedido dos radialistas participantes. Para chegarmos à carga horária de 20h, atuamos com duas dinâmicas de apresentação e de encerramento.

No conteúdo, o módulo 1, que aborda a história do rádio, foi distribuído para ser lido em casa. Já os módulos 9 e 10, que abordam o monitoramento e a avaliação, foram cortados. No guia, o conteúdo mais explorado das DSTs é a Aids. Entretanto, como a sífilis, adquirida e de transmissão vertical, é um problema regional (DF), foi o tema mais enfatizado no desenvolvimento do conteúdo programático da oficina descrita neste relato.

A metodologia usada na oficina foi a problematizadora, na qual o processo do ensino/aprendizagem partiu da exposição de casos clínicos, permitindo que os participantes dos grupos pudessem expressar ideias, conceitos e opiniões e identificassem maneiras de resolver cada caso.

O local escolhido para a realização foi o auditório de um hotel da cidade de Brasília (DF). O método usado foi o de imersão: os participantes passavam o dia no hotel, onde faziam três refeições − café da manhã, almoço e lanche da tarde. Essa estratégia otimizou o uso do tempo e proporcionou uma maior convivência entre os participantes, “proporcionando a experimentação de um espaço prazeroso de sociabilidade e trocas que pode extrapolar o espaço físico da oficina e transcender para o contexto mais amplo”7 (p. 238).

Os participantes foram capacitados em locução, linguagem radiofônica, entrevista, gravação e edição de áudio e, para desenvolver o conteúdo, foram divididos em dez grupos (nove com três participantes e um com quatro participantes). Os grupos receberam casos clínicos sobre Aids (envolvendo homens que fazem sexo com homens, mulheres, adolescentes e idosos), sífilis (sífilis adquirida, sífilis terciária em idosos, transmissão vertical de sífilis) e vulnerabilidade (em adolescentes, mulheres e idosos). O conteúdo abordado foi o proposto pelo Guia do Ministério da Saúde6. Os módulos foram construídos com as seguintes estratégias:

Módulo 1: “Radioeducador – uma proposta” – A proposta desse módulo foi a de apresentar alguns conceitos de teoria da comunicação relacionados ao uso do rádio como instrumento educativo;

Módulo 2: “Pesquisando para a produção” – Esse módulo abordou o significado da avaliação de necessidades de informação para o enfrentamento e a prevenção das DSTs/Aids no contexto do programa de rádio. Por que e como conduzir uma pesquisa para elaborar um programa de rádio visando à prevenção de DST/Aids que seja efetivo, eficiente e eficaz do ponto de vista comunicacional. O módulo enfatizou algumas das diferentes abordagens e alguns métodos que podem ser usados, bem como contemplou instruções sobre os procedimentos a serem seguidos para conseguir informações sobre DST/Aids, inclusive no site do Ministério da Saúde;

Módulo 3: “Vulnerabilidade” – O módulo abordou as diversas formas de vulnerabilidade no campo das DSTs e as medidas que podem ser adotadas para diminuí-las;

Módulo 4: “Seleção de temas” – O objetivo desse módulo foi o de explicar ao radialista as razões e a importância do processo da seleção cuidadosa do material a ser incluído em um programa de rádio e sugerir maneiras de selecionar informações de modo que não sejam veiculadas de forma ambígua, já que o objetivo é obter o máximo de clareza e impacto junto ao público ouvinte;

Módulo 5: “Formatos radiofônicos” – O módulo descreveu as possibilidades de diferentes formatos para programas de rádio e sugeriu alternativas criativas que poderiam ser usadas para obter melhor efeito na audiência/recepção;

Módulo 6: “Fazendo rádio interativo” – O módulo demonstrou algumas maneiras para vencer o desafio de envolver o ouvinte durante todo o programa, enfatizando o potencial da rádio comunitária como forma interativa de promover a Educação Popular em DST/Aids;

Módulo 7: “Planejando uma campanha” – Uma campanha sobre DST/AIDS no rádio pode ser uma iniciativa isolada ou parte de um projeto de longa duração. Em qualquer um dos casos, é necessário um planejamento cuidadoso e requer, passo a passo, uma abordagem para formular e implementar uma campanha educativa cujas estratégias de produção prévia sejam bem-sucedidas.

O material usado para realização da oficina foi papel, lápis, dez flipcharts, gravador, fitas k7, pilhas, celulares dos próprios alunos e um computador para edição. O Guia “Vozes em Sintonia”/MS foi impresso e disponibilizado para todos os professores e alunos do curso. As atividades teóricas foram realizadas por meio de leituras, discussões de textos e aula expositiva dialogada, na qual um profissional de saúde contextualizou o tema (Aids ou Sífilis) com o intuito de mobilizar as referências que os participantes tinham desses assuntos de modo a articulá-las às informações apresentadas na oficina.

As atividades práticas propostas foram realizadas nos grupos e, em alguns casos, usando material alternativo (gravadores de celulares). Ao final de cada atividade, os grupos se reuniam, formando um grupo único chamado de plenária. Nessa etapa do trabalho, cada grupo apresentava suas conclusões ou material produzido com o intuito de compartilhar, discutir e corrigir as eventuais falhas.

Para os profissionais de saúde, foi reiterado que, embora o cenário da oficina fosse o do meio de comunicação rádio, não deveria haver preocupação excessiva com a voz, mas apenas cuidado com a clareza na dicção, uma vez que o ouvinte não costuma se concentrar na avaliação técnica da voz do locutor.

Resultados

Ao final da oficina, foram produzidas as seguintes peças: dez programas de rádio com duração de cinco minutos cada, abordando Aids em idosos e em mulheres, sífilis em gestantes, sintomas da sífilis e aspectos de prevenção de DSTs e um programa do gênero entrevista sobre vulnerabilidade. Na categoria jingle (mensagem musicada em refrão simples e de curta duração, cujo propósito é ser lembrado com facilidade), foram produzidos dez. Foram elaboradas ainda duas propostas de campanhas radiofônicas com veiculação programada para uma semana sobre Aids e sífilis.

No que se refere à ideia de vulnerabilidade, vale destacar o produto produzido e apresentado pelo grupo 3, no programa do gênero entrevista:

“Então amigo, você sabe o que vulnerabilidade? Não sabe? Então: você está muito solitário e encontra uma pessoa. Inicia um namoro e este namoro esquenta e você quer transar, mas não tem camisinha. Pronto, você está vulnerável. Quem vê cara, não vê Aids. E aí? Para falar sobre este tema, convidamos...” (Grupo 3)

Outro produto foi a criação, pelo grupo 4, de uma lista de discussão na web, incluindo os 38 participantes da oficina e a gerência de DST/Aids do DF. Um aluno ocupou a função de mediador da lista, o que revela seu maior grau de participação e envolvimento, ao reivindicar para si a responsabilidade de circulação das mensagens enviadas para o fórum.

Na lista, chegaram cinco convites para entrevistas no rádio, sendo um deles dirigido especificamente para a gerência de DST/Aids, outro para um enfermeiro, que participou da oficina, e três direcionados a médicos ginecologistas de centros de saúde localizados em diferentes regionais de saúde do DF.

Vale reiterar que uma regional de saúde é formada por recortes territoriais das várias cidades que compõem o DF. O Distrito Federal, sendo uma cidade-estado, não possui municípios e, por isso, sua descentralização é apenas de serviços, para o que foram criadas 15 Regionais de Saúde8. Atualmente, essas regionais foram reduzidas a apenas sete.

No caso desses três últimos convites, um enfermeiro da equipe das respectivas regionais havia participado da oficina.

Durante os seis primeiros meses após a oficina, houve um aumento do número de convites aos profissionais de saúde para darem entrevista nas rádios sobre o tema DST. Essa informação foi dada pela Assessória de Comunicação Social da Secretaria de Estado de Saúde do DF (Ascon/SES-DF), que agenda a realização das entrevistas.

A avaliação realizada pelo grupo de participantes, ao final da oficina, indicou que 38 (100%) dos participantes aprovaram o ambiente de ensino e aprendizagem, destacando que a experiência proporcionou o aumento da interação e da afetividade entre o grupo. Destacou-se ainda que a relação entre radialistas e profissionais de saúde, ao compartilharem interesses comuns, conhecimento e criatividade, criou as condições favoráveis para a produção do material.

Considerações finais

Nesta experiência relatada, a oficina revelou, para os profissionais de saúde, que a plataforma rádio e seus mecanismos de comunicação com a audiência são simples de operar, de baixa complexidade tecnológica e proporcionam alcance gigantesco, o que aponta claramente para a existência de outras e novas formas de realizar ações educativas no campo da prevenção das DSTs.

Desse modo, a oficina apresentou aos participantes a Lei nº 9.6129, que garante à comunidade e ao serviço de saúde o acesso sem custos às rádios comunitárias. Quanto aos radialistas, especificamente, estes trabalharam mais profundamente com os temas Aids, sífilis e outras DSTs além dos métodos de prevenção.

A experiência proporcionou também a integração entre pesquisadores e profissionais do ambiente acadêmico, profissionais de serviços de saúde e radialistas durante o processo de preparação das atividades, dos encontros com os convidados palestrantes, promovendo a troca de conhecimento entre uma ampla diversidade de atores voltados para uma mesma causa.

Esse movimento proporcionou a renovação e o fortalecimento da ideia de ação no campo das DSTs, visto que aproximou profissionais, discutiu o uso e a pertinência da tecnologia do rádio no que se refere à prevenção e ao cuidado e apontou para a pulverização das responsabilidades quanto a estratégias de prevenção, quase sempre encaradas pelo senso comum como sendo atribuição exclusiva de poucos profissionais, quando, na verdade, devem ser vistas como um conjunto de atribuições compartilhadas socialmente e politicamente.

A experiência possibilitou concluir que a utilização do rádio na área da saúde não tem sido explorada em todos os seus aspectos e suas potencialidades. Ou seja, o papel dos meios de comunicação nos planos e programas de educação e promoção da saúde e Educação Popular ainda estão aquém das potencialidades e deve ser um aspecto a ser adicionado à lista de discussão em torno das políticas públicas visando à solução de problemas no campo da saúde.

O principal desafio apontado na oficina descrita neste relato foi a sensibilização da área governamental de políticas públicas para a Educação em Saúde no que tange aos investimentos em produção, concepção, implementação e avaliação de intervenções educativas e de comunicação em saúde utilizando o meio de comunicaçao rádio.

REFERÊNCIAS

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Vigil JIL. Manual urgente para radialistas apaixonados. 2a ed. São Paulo: Paulinas; 2004.
Prado EV, Martins F L, Mattos MCT, Santos AL. Construindo cidadania: educação popular em saúde via rádio comunitária. Rev APS. 2011;14(4):497-501.
Reis M. “Radinho de pilha”: sintonia fina entre educação e comunicação. Educ Soc. 2011;32(114):251-3.
Bahia LM. A rádio comunitária na construção da cidadania, da identidade e do reconhecimento. In: Pretto NL,Tosta SP, organizadores. Do MEB à WEB: o rádio na educação. Belo Horizonte: Autêntica; 2010. p. 93-104.
Ministério da Saúde. Coordenação Nacional de DST e Aids. Guia para profissionais de rádio e para profissionais da área de saúde: vozes em sintonia falando sobre DST/Aids. Brasília (DF): CNDA; 2003. p. 8-10.
Lopes RE, Oliveira Borba PL, Almeida TNK, Silva CR, Cuel BT. Oficinas de atividades com jovens da escola pública: tecnologias sociais entre educação e terapia ocupacional. Interface (Botucatu) [Internet]. 2011 [acesso 2013 Maio 30]; 277-88. Disponível em: ; http://dx.doi.org/10.1590/S1414-32832011000100021
Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal. Plano Diretor de Regionalização do Distrito Federal. Brasília (DF): SESDF; 2007.
Lei n. 9.612, de 19 de fevereiro de 1998. Institui o Serviço de Radiodifusão Comunitária e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 20 fev. 1998.
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