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Caso Clínico sobre Asma

Aos 8 anos de idade, Johnny começa a perceber que, algumas vezes, mal consegue manter a respiração, especialmente quando faz exercícios. Apresenta sucessivas crises de asma, e nenhum tratamento parece surtir efeito. Embora a médica esteja preocupada com uma possível parada de crescimento de Johnny, acaba prescrevendo prednisona oral (um análogo glicocorticóide) e pede aos pais do menino que verifiquem se ele está tomando a medicação diariamente. Depois de algumas semanas, as crises de Johnny começam a ceder, e o menino consegue ter uma infância normal. Durante esse período, a médica acompanha atentamente o crescimento linear de Johnny. Dois anos mais tarde, ela chega à conclusão de que um novo glicocorticóide inalado pode ser uma medicação mais segura. Johnny muda então para o glicocorticóide inalado e suspende a prednisona oral. Depois de três dias, Johnny contrai uma infecção respiratória e é levado ao departamento de emergência com pressão arterial baixa e temperatura de 39,4ºC. Com base no seu histórico de uso de prednisona, Johnny recebe imediatamente hidrocortisona (cortisol) por via intravenosa, bem como uma infusão de solução salina. Johnny recupera-se, e, nos próximos 6 meses, a dose de prednisona oral é reduzida lenta e gradativamente, com uso contínuo do glicocorticóide inalado. Por fim, Johnny pode tomar apenas o glicocorticóide inalado como tratamento efetivo para a sua asma.

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