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Infecção de COVID após vacina e sintomas| Colunistas

O surgimento e a disseminação do SARS-CoV-2 tem sido um desafio mundial. Segundo o Ministério da Saúde o COVID-19 é uma doença que se caracteriza por um quadro agudo gripal que pode ser associado a febre, tosse, dor de garganta, coriza, seguido ou não de anosmia, diarreia, mialgia e cefaléia. Além disso, podem ocorrer casos mais graves com dispnéia, desconforto respiratório e saturação menor que 95% de oxigênio, caracterizando a síndrome respiratória aguda grave. As vacinas contra a COVID-19 são seguras e aprovadas pelas autoridades regulatórias do mundo todo. A vacina os casos mais graves, internações e óbitos, diminuindo a gravidade dos casos, no entanto, a vacina não impede a contaminação pela doença. No entanto, podemos observar sintomas diferentes em pacientes vacinados e não vacinados, além da diminuição da gravidade dos casos e do número de óbitos. Eficácia das vacinas  Cada vacina tem seu mecanismo de ação e sua eficácia e efetividade contra casos graves e na redução da mortalidade. A eficácia representa o quanto a vacina pode previnir a doença em um ambiente controlado e a efetividade como o imunizante funciona na população em geral. Foram realizados testes em diversos países, que obtiveram resultados semelhantes sobre as vacinas.   A Corona Vac, produzida com vírus inativado, foi desenvolvida na China em estudos realizados apresentou 50% e 84% de resposta eficaz contra COVID leve e moderado, respectivamente, em outros estudos, foi ajustada a eficácia segundo a faixa etária de aplicação e a quantidade de doses, entretanto, em todos os estudos nota-se a diminuição de casos graves e da mortalidade. A AstraZeneca, desenvolvida em Oxford, mostrou uma boa tolerância em todas as faixas etárias e imunogenicidade semelhante em todas as idades, relatando uma eficácia média de 70,4% e

Mudanças de rota: Países reveem sua estratégia de lidar com a COVID-19 | Colunistas

Introdução O SARS-CoV-2 continua a evoluir e surpreender. Em julho de 2021, com o ritmo exponencial de distribuição de doses de vacina e as taxas de infecção despencando, Biden, presidente dos EUA, proclamou que “ganhamos vantagem contra esse vírus”, e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) relaxaram suas orientações para uso de máscaras e socialização.  Rapidamente essa tendência alastrou-se mundialmente, muitos de nós chegamos a viver a implementação de ensino híbrido, quiçá o retorno das aulas em regime presencial ou, ao menos, tal pauta esteve em voga e os ânimos para o retorno ao antigo normal afloraram temporariamente. Em setembro de 2021, no entanto, a ascensão da variante Delta provou que essas etapas eram prematuras e, no final de novembro, a variante Omicron trouxe consigo a preocupação com um estado de emergência perene e a ameaça de lockdown torna a assolar o mundo.  Porém, outra novidade que veio à tona foi uma taxa de letalidade menor da doença, fazendo subir novamente o otimismo, essa boa nova  fez potências mundiais se pronunciarem com uma nova estratégia de embate. O American Way Não obstante ao prognóstico pessimista dos rumos da pandemia após o apogeu das duas novas variantes, neste dia 06 de janeiro os ex-advisors de saúde de Biden anunciam uma nova perspectiva: daqui em diante é preciso aprender a conviver com a doença e não mais tentar vencê-la ou lutar pela sua erradicação, como a gestão de Biden e muitos outros governos insistiam. O plano é estabelecer um limite de risco tolerável em relação a casos, hospitalizações e mortes, assim como acontece com outras doenças respiratórias existentes na sociedade. Segundo eles, há um número “aceitável”

Redução do tempo de isolamento da Covid-19: o que dizem os médicos?

Você viu que o Ministério da Saúde adotou medidas de redução do tempo de isolamento da Covid-19? Para saber tudo sobre o assunto e as considerações dos médicos sobre as medidas, continue lendo este post. Os pacientes com caso leve ou moderado de covid-19 seguirão novos protocolos de isolamento. O principal ponto de mudança é a redução de dez para sete dias de isolamento. A novidade foi anunciada pelo atual Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante uma coletiva de imprensa.  De acordo com a atualização Segundo a atualização do guia de vigilância epidemiológica para a covid-19 da pasta, caso não haja mais sintomas no sétimo dia, a pessoa pode sair do isolamento. Novas recomendações para pacientes com covid-19  As novas recomendações preveem três intervalos diferentes para o isolamento dos infectados. Os tempos passam a contar do início dos sintomas, e não da obtenção do resultado do exame positivo. Confira detalhes dos intervalos de isolamento: Isolamento de 5 dias A pessoa só poderá sair do isolamento nesse prazo se no fim do quinto dia: Não estiver com sintomas respiratórios nem febre há pelo menos 24 horas;Não tiver utilizado antitérmicos há pelo menos 24 horas;Testar negativo com exames de PCR ou antígeno; Mesmo se a pessoa testar negativo, é indicado continuar adotando medidas adicionais, como trabalhar de casa se puder, usar máscara em locais com pessoas. Se o indivíduo testar positivo, é necessário manter o isolamento até o décimo dia. Isolamento de 7 dias Ao fim de 7 dias, é possível sair do isolamento sem teste se o paciente: Não estiver com sintomas respiratórios

Mudanças na saúde mental e as medidas de resposta ao coronavírus | Colunistas

A pandemia pelo novo coronavírus assolou o mundo e obrigou o homem contemporâneo a se adaptar. No entanto, qual o impacto das nossas atitudes de combate ao COVID-19 em nossa saúde mental? Hoje responderemos essa pergunta e iremos compreender as implicações das medidas de biossegurança em nosso estilo de vida. Vem comigo! O panorama do SARS-CoV-2 e a COVID-19 Antes de falar sobre a saúde mental e o impacto do coronavírus na saúde mental nos últimos anos, é necessário entendermos de qual condição fisiopatológica estamos falando. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a COVID-19 é uma doença infectocontagiosa causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, tendo como principais sintomas a febre, tosse seca e fadiga. Os primeiros casos foram reportados no dia 31 de dezembro de 2019, mas só algumas semanas depois foi possível compreender gradativamente os potenciais de disseminação do vírus. Cerca de um mês depois, a OMS demonstrava a sua preocupação com a doença: instaurou a situação de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional para a doença COVID-19.  Instaurar o estado de Emergência tem como principal objetivo, aprimorar e direcionar esforços para o combate da doença que poderia se disseminar para os outros continentes e que, por isso, necessitava de todos os esforços governamentais do planeta para que fosse contido. A partir de então, iniciou-se a recomendação dos protocolos de biossegurança de combate à disseminação do vírus, com base nas poucas informações que se tinham conhecimento. No Brasil, os principais esforços sanitários só foram instaurados após a confirmação de alguns casos, sendo a quarentena implementada só em Março, poucos dias após a confirmação da pandemia pelo novo coronavírus pela OMS. A partir disso, observou-se uma crescente preocupação com uma das nossas principais

Sarna humana, covid e Ivermectina | Colunistas

1.Correlação entre surto de sarna em Pernambuco e uso indiscriminado de Ivermectina. No último mês de Novembro, a  Saúde Pública da Secretaria Estadual de Saúde emitiu uma nota para notificação , em até 24 horas,do estado de Pernambuco ,sobre os casos de pessoas com escoriações cutâneas por causa de intenso prurido que se assemelham com a escabiose, sarna humana. Esse surto está sendo associado à escabiose, a sarna humana. A hipótese levantada é que os casos estejam associados ao uso indiscriminado de ivermectina, medicamento que se popularizou no Brasil com o chamado “kit covid”. A ivermectina é um fármaco antiparasitário de amplo espectro  utilizado em medicina humana e veterinária. É o medicamento de escolha para tratamento da oncocercose, além de ser aprovada para o tratamento de filariose linfática, estrongiloidíase, ascaridíase, escabiose e pediculose.  A universidade federal de Alagoas , junto a professores e alunos pesquisadores, através do artigo “Aumento do consumo de ivermectina no Brasil e o risco de surto de escabiose” esclarecem de que a ivermectina usada em larga escala pelo através kit covid está causando uma certa resistência no ácaro da Sarcoptes sacabiae .E assim justificam a endemia de pele que houve em Pernambuco esse mês, com mais de 400 casos notificados . O artigo publicado em agosto deste ano .Pelos pesquisadores responsáveis do Instituto de Ciências Farmacêuticas (ICF), Alfredo Oliveira-Filho e Sabrina Neves, e os estudantes Lucas Bezerra e Natália Alves, a partir da observação de casos de resistência à ivermectina já relatados, surtos isolados e os dados de aumento de consumo do medicamento por causa da pandemia de Covid-19. Abaixo há algumas declarações dos autores sobre o caso : “O nosso artigo lança a hipótese de

Paxlovid: saiba tudo sobre o primeiro comprimido contra Covid-19

A autoridade norte-americana de saúde, a Food and Drug Administration (FDA, na sigla em inglês), aprovou o uso do comprimido da Pfizer contra covid-19. O primeiro tratamento oral nos Estados Unidos (EUA) para combate à doença. Por meio de um comunicado, a instituição afirmou que o Paxlovid pode ser usado em casa para casos moderados da covid-19 em adultos e crianças menores de 12 anos e pelo menos com 40 quilos de peso, cuja saúde os coloquem em perigo de ser hospitalizados. De acordo com dados de ensaios clínicos, o medicamento demonstrou ser quase 90% eficaz na prevenção de hospitalizações e mortes em pacientes com alto risco de doenças graves. Como funciona o comprimido contra covid-19? Os vírus possuem enzimas que ajudam no ciclo de sua replicação. Uma delas se chama protease e é responsável pelo amadurecimento do vírus. Quando não amadurece, ele é incapaz de se multiplicar. O Paxlovid promove a inibição da protease do novo coronavírus, impedindo que ele complete seu ciclo de vida. Ao paralisar a multiplicação viral, ele ajuda o organismo humano a se recuperar. A explicação é de Flavio da Silva Emery, professor associado da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da USP (Universidade de São Paulo). Vale acrescentar que o Paxlovid tem um mecanismo de funcionamento semelhante ao do comprimido desenvolvido por outra farmacêutica, a MSD (Merck nos EUA e no Canadá). Esse outro medicamento também recebeu autorização regulatória da FDA. Mas, há dados que apontam maior eficaz e menos efeitos colaterais com o uso do remédio da Pfizer. De que forma o Paxlovid deve ser usado? O comprimido do laboratório Pfizer só

Todas as vacinas contra Covid-19 administradas no Brasil têm efetividade

Quer saber sobre a eficácia das vacinas contra Covid-19 aplicadas no Brasil? Continue lendo este post. Pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que analisou as quatro vacinas administradas no Brasil, de janeiro a outubro de 2021, aponta que todas conferem grande redução do risco de infecção, internações e óbito. Considerando os desfechos graves (internação ou óbito) em indivíduos com idade entre 20 e 80 anos de idade, a proteção variou entre 83% e 99% para todos os imunizantes. Na população abaixo de 60 anos de idade, todas as vacinas apresentam proteção acima de 85% contra risco de hospitalização e acima de 89% para risco de óbito. As informações constam da primeira edição do boletim sobre a efetividade das vacinas contra a covid-19 na população brasileira, do projeto Vigivac da Fiocruz, publicada na quinta-feira (9). As análises, coordenadas pelo pesquisador Manoel Barral, da Fiocruz Bahia, foram realizadas com informações individuais anônimas dos bancos de dados da Campanha Nacional de Vacinação contra Covid-19 (Vacinação Covid-19), Notificações de Síndromes Gripais (e-SUS Notifica) e Notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG 2020 e 2021; SIVEP-Gripe). Resultados da pesquisa sobre as vacinas contra covid-19 CoronaVac Segundo a pesquisa, a CoronaVac apresentou alta efetividade para a população entre 18 e 59 anos de idade, variando de 89% a 95% e de 85% a 91% para óbitos e hospitalizações, respectivamente. Entretanto, houve queda importante na efetividade em pessoas com 60 anos de idade ou mais. Na faixa entre 60 e 69 anos de idade a proteção contra formas graves da doença foi de 81%. Chegando a 64% em maiores de 80 anos de idade.

Presença da variante Ômicron avança no mundo; saiba mais

Pelo menos 30 países até agora notificaram casos confirmados da variante Ômicron, inclusive o Brasil. A informação é de autoridades de saúde de onde as infecções foram detectadas. Por parecer ter uma maior facilidade de transmissão, essa nova cepa do coronavirus tem sido apontada pela África do Sul, por exemplo, como determinante no agravamento da quarta onda vivida no país. O virologista Bergman Ribeiro explicou porque as mutações da Ômicron têm gerado preocupação. Mas apesar dessas mutações presentes na variante Ômicron, Bergman Ribeiro diz que não há motivo para pânico. E ressalta porque as vacinas são tão importantes no enfrentamento da pandemia. Para reforçar o combate ao vírus, é importante manter o uso de máscaras. E lavar sempre as mãos ou usar o álcool em gel. Bergman Ribeiro é um dos pesquisadores da Universidade de Brasília. Instituição que tem feito o sequenciamento do genoma das novas cepas que circulam no Distrito Federal Mais informações sobre variante Ômicron A nova variante do novo coronavírus surgiu em regiões da África. Batizada de Ômicron – letra grega correspondente à letra “o” do alfabeto -, a cepa B.1.1.529 foi identificada em Botsuana. País vizinho à África do Sul, em meados de novembro. Segundo a OMS, a variante pode se tornar responsável pela maior parte de novos registros de infecção pelo novo coronavírus em províncias sul-africanas. Nos casos analisados, constatou-se que a variante é portadora de dezenas de mutações genéticas que podem afetar os índices de contágio e de letalidade. Casos da variante no Brasil Foram confirmados pelo menos seis casos de infecção pela variante Ômicron no país. Sendo
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