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Desinformação é um dos grandes vilões da pandemia; entenda o cenário

A desinformação tem prejudicado o combate à pandemia do novo coronavírus (SARS-Cov 2) e sido um dos grandes desafios para comunicação no Brasil. Esse cenário se deve principalmente a falta de informação qualificada por parte dos órgãos oficiais e ao peso das redes sociais na vida das pessoas. Twitter, WhatsApp, Instagram e outras redes, para a maioria, é o principal meio para se manter informado. E com isso, seja direta ou indiretamente, as pessoas acabam sendo impactados por uma fake news ou informação tirada de contexto. Afinal, nesse momento pandêmico, postagens sobre ineficiência de vacina, medicamentos milagrosos e similares estão circulando com força nas redes. E, por mais loucas que muitas delas pareçam, elas influenciam nas decisões das pessoas. Tem até aqueles que além de levar aquilo como “verdade absoluta” ainda compartilham com os conhecidos. O resultado disso? Cada vez mais pessoas sendo resistentes a seguir as recomendações que são de fato baseadas em evidências científicas. De acordo com um estudo divulgado pela Associação Médica Brasileira (AMB), 91,6% dos médicos acreditam que as fake news são prejudiciais na luta contra a Covid-19. A pesquisa apontou que, por consequência das notícias falsas, muitos pacientes têm dificuldade de aceitar as decisões dos profissionais de saúde. Impactos da desinformação na saúde A comunicação eficiente e qualidade é essencial nesse momento. Por isso, a Sanar convidou a jornalista Mariana Varella para palestrar sobre o tema durante o Sanarcon 2021. Como um esquente para o congresso, conversamos com a editora-chefe do portal Dráuzio Varella sobre os impactos da desinformação. A especialista avalia que o problema vai muito além do alcance que uma informação errada ou equivocada toma nas

Sanar

5 min há 11 dias

O fim da pandemia está próximo? Doutora em ciências explica

Há esperanças para alcançarmos o fim da pandemia da Covid-19 em breve. Isso se deve aos resultados promissores da aplicação da terceira dose da vacina em Israel. A doutora em ciências Camila Romano categoriza o país como um exemplo de sucesso. O país localizado no Oriente Médio, vem apresentado uma notável queda nas taxas de internações e mortes causadas pela Covid-19. Israel tem pouco mais de nove milhões de habitantes. Os dados de melhora estão sendo atribuídos ao avanço da campanha de vacinação. Fim da pandemia da Covid-19: cenário em Israel O país tinha pouco mais de 10 casos da doença por dia. Até que em julho a variante Delta mudou o cenário. Os dados apontavam um aumento de casos, chegando a mais de mil por dia. Nesse contexto, os estudos mostraram uma queda na eficácia da vacina. Em consequência do tempo passado desde a vacinação e das variações do vírus. Então, o governo israelense optou por agir rapidamente. Uma dose de reforço da vacina começou a ser oferecida. Atualmente, mais de dois milhões de cidadãos já tomaram a terceira dose no país. Em Israel, qualquer pessoa acima de 12 anos pode receber o reforço vacinal. Só é preciso já ter completado cinco meses da aplicação da segunda dose. “Temos 33% da população global com ao menos uma dose da vacina, o que é muito pouco. Ainda mais se considerarmos as diferenças brutais entre países. Na América do Sul, Uruguai e Chile são os mais avançados. Israel, que começou seu programa de vacinação bem cedo, está com a terceira dose em curso. E vem observando queda no número de casos graves e óbitos

Sanar

2 min há 19 dias

Estamos no começo do fim da pandemia? | Colunistas

Quando a pandemia vai acabar? É visível o avanço da vacinação no nosso país, mas será possível datar um fim? O que a Organização Mundial da Saúde (OMS) diz sobre o assunto? Hodiernamente, essas perguntas e muitas outras se fazem presentes na cabeça de milhões de brasileiros, que almejam o tão esperado fim da pandemia. Por isso, iremos esclarecer para você se há possibilidade de estarmos no começo do fim da pandemia. OMS “tá on” Em março de 2020, a Organização Mundial de Saúde decretou a pandemia da COVID-19¹. A partir disso, o mundo procura realizar as devidas medidas para o enfrentamento da mesma, desde o isolamento social até a vacinação. Com o avanço desta, há questionamentos sobre o sonhado dia em que voltaremos à vida pré-pandemia. Entretanto, a vice-diretora geral da OMS, Mariângela Simão, afirmou que o vírus ainda circula na população e é comprobatório que não seja decretado o fim no ano de 2021, uma vez que ainda não temos toda a situação sob controle². Apesar do inacabado descontrole, a OMS acredita que, paulatinamente, a reabertura de determinados locais e a volta das atividades sociais com restrições pode ser feita. Um exemplo é a reocupação das escolas pela garantia ao acesso de uma educação efetiva nos países e a retomada de viagens internacionais, sendo ambas as atividades realizadas com as devidas medidas preventivas³. “Tá passada?” Uma das medidas preventivas mais faladas nos últimos tempos é, indubitavelmente, a vacinação. Segundo o Our World In Data, o Brasil tem mais de 170 milhões de vacinas aplicadas e 55 milhões de pessoas imunizadas completamente. Não obstante, esse número representa 26,2% da população totalmente vacinada4, porcentagem que deixa o Brasil em uma posição de 68º

Larissa Araújo Teixeira

4 min há 21 dias

Revista Sanar tem tudo que você precisa saber sobre a Covid-19

Saiu mais uma edição da Revista Sanar! Com o título “O que você precisa saber sobre a Covid-19”, o material gratuito conta com 19 artigos com os dados e estudos mais atualizados sobre a pandemia. Entre os assuntos abordados na revista digital estão: VariantesInteligência artificial detecção do coronavíursVacinasAssociação com outras doençasImpactos do novo coronavírusSintomas pós COVID. QUERO BAXAR AGORA! O principal objetivo do material é manter os profissionais e estudantes de medicina atualizados. Em um só lugar, a Sanar oferece as melhores ferramentas de enfrentamento as fake news e ao negacionismo. Todas baseadas no conhecimento científico. A Revista Sanar está disponível para download para os inscritos no Sanarcon 2021. Para os(as) interessados (as) no material que não confirmaram presença no congresso, corre que ainda dá tempo de fazer a inscrição gratuitamente. O Sanarcon acontece no dia 18 de setembro, das 8h às 18h. O maior congresso digital de medicina do Brasil terá como tema central “A Vacinação: desafios, impacto e futuro”. Na ocasião, grandes nomes da medicina e da ciência vão abordar assuntos relevantes para área médica. Os temas da palestras do Sanarcon vão muito além da pandemia. Inteligência artificial e vacina do HIV são alguns deles. Serão 8 horas de muito conhecimento. Veja também: Sanar lança o desafio Sanarcon indicação premiadaSanarcon 2021: confira tudo que vai acontecer no congressoVacinação, variantes e mais: cenário atual da pandemia no BrasilImpactos da pandemia: mais de 1 bilhão de tratamentos médicos parados

Sanar

1 min há 21 dias

Vacinação, variantes e mais: cenário atual da pandemia no Brasil

Fique atualizado sobre o cenário atual da pandemia! Nas últimas semanas, o país tem registrado melhores dados sobre a Covid-19. O avanço da campanha de vacinação e a redução do número de casos são motivos para comemorar. Mas não é hora de se descuidar. O infectologista Álvaro Costa reforçou que a prevenção não farmacológica deve continuar. O uso de máscaras e evitar aglomerações são essenciais para o controle da doença. Cenário atual da pandemia no Brasil Para o infectologista, a cobertura vacinal no Brasil melhorou, mas ainda há muito que avançar. “Estamos muito distantes de uma cobertura com duas doses na maior parte da população”, alertou. Esse fator aliado a presença das variantes e a flexibilização das medidas de prevenção ligam um sinal de alerta. Há chances do cenário epidemiológico ficar delicado em breve. “Com o retorno das atividades, as pessoas se encontrando mais. E, muitas vezes, se descuidando das medidas de prevenção. O contribui para um maior potencial de transmissão do vírus, principante das variantes”, explica Álvaro. Diante deste cenário, o médico conta que pode acontecer um incremento de casos de Covid-19 nas próximas semanas. “Não vai ser do tamanho da primeira ou da segunda dose da dose. Mas precisamos nos preparar para essa possibilidade”, acrescenta. Variante Delta e as vacinas O infectologista alerta que mesmo tomando as duas doses da vacina a prevenção deve continuar. “A gente não pode voltar a viver uma vida como antes da pandemia ainda. Afinal, apesar das melhoras nos índices existe o temor das variantes. E o fato de o cenário de vacinação ainda não ser dos melhores”, alerta. Com relação às variantes, ele

Sanar

2 min há 26 dias

Dr. Álvaro Costa esclarece as principais dúvidas sobre as vacinas

O cenário atual da pandemia é cercado de muitas dúvidas sobre as vacinas. Por isso, a vacinação no Brasil será o tema central do Sanarcon 2021. O congresso, que é gratuito e 100% online, acontece no dia 18 de setembro. Para participar do evento, é só acessar o site oficial e se inscrever. A Sanar conversou com o infectologista Álvaro Costa, que é um dos palestrantes do congresso, sobre a vacinação. O médico esclareceu o principais questionamentos envolvendo a vacina. Mito ou verdade? Principais dúvidas sobre as vacinas Mitos 1- Se eu escolher a vacina com base nos estudos de eficácia fico mais protegida(o)? MITO. Atualmente, não tem nenhuma necessidade de escolher vacina. Todas protegem contra a forma grave da doença. Falar que uma vacina a ou b é melhor é algo muito equivocado. Afinal, os estudos de eficácia são diferentes uns dos outros. Muda as populações e até a exposição ao vírus. Não tem como comparar. Escolher vacina é um comportamento irresponsável. 2- Se eu tomar a vacina x ou y vou ter efeitos adversos porque meus conhecidos tiveram? MITO. Qualquer medicação pode trazer efeito adverso, mas existe uma variação muito grande disso para cada indivíduo. No caso das vacinas, a maioria dos efeitos adversos são leves, transitórios e duram no máximo 48h. Além disso, não colocam a vida da pessoa em risco. Os efeitos graves – como trombose e síndrome de Guillain-Barré – são muito raros. É da ordem de grandeza de um para cem mil. Não deixe que dúvidas sobre as vacinas infundadas te impeçam de se vacinar. 3- Já ter

Sanar

3 min há 27 dias

Terceira dose da vacina contra covid-19 já é uma realidade

A terceira dose da vacina já é uma realidade no mundo. Nos Estados Unidos a a aplicação de mais uma dose do imunizante está marcada para 20 de setembro. Para os brasileiros, o ministro da saúde, Marcelo Queiroga, avalia iniciar a estratégia pelos idosos e profissionais de saúde. A informação foi divulgada durante entrevista, mas sem muitos detalhes. Outro fato bastante discutido neste momento é o alto número de pessoas que não se vacinaram. Em ritmo acelerado, muitas cidades do país estão imunizando a população com idade entre 18 e 30 anos. E uma parcela considerável deste público alvo não tem ido aos postos de vacinação. Cenário da vacinação no Brasil Seja para tomar a primeira dose ou concluir a imunização, o número de ausências ou atrasos ultrapassa 8 milhões. Os dados são do Ministério da Saúde. Além disso, a vacinação de crianças e adolescentes ainda não começou. Diante desse cenário, surge o questionamento do que é mais urgente. Vacinar os mais jovem ou dar a dose de reforço para o público mais vulnerável? Para o médico pneumologista Felipe Marques, é preciso pensar numa estratégia. Caso o cenário de distribuição de vacinas siga com escassez. “A letalidade por covid-19 em menores de 9 anos era de aproximadamente 1%. Podendo chegar a próximo de 50% em indivíduos entre 80 e 90 anos. É o que diz um levantamento feito no Rio de Janeiro, em novembro. A estratégia de vacinar as populações vulneráveis pode ser mais eficiente. Em comparação com investir na vacinação de populações com baixo risco de complicação”, explica o médico. Felipe é especialista em Terapia Intensiva pela USP e coordenador de pós-graduação da Sanar/UniAmérica. Para fortalecer

Sanar

2 min há 28 dias

O que explica mortes por Covid-19 mesmo após as duas doses da vacina?

Mortes por Covid-19 acontecem, mas são situações isoladas. É o que reforçam os pesquisadores e os estudos sobre a doença. É importante salientar que os pesquisadores estão tendo um papel fundamental na pandemia. Do desenvolvimento de vacinas, orientações preventivas para conter a doença até o enfrentamento da desinformação Por isso, o Sanarcon 2021 terá uma palestra sobre a ciência no cotidiano. A palestrante será a doutora em microbiologia Natalia Pasternak.  Ainda há muitas dúvidas sobre a proteção das vacinas e o cenário atual da pandemia. Por isso, convidamos Natalia Pasternak para um bate-papo. Na ocasião, a doutora falou sobre o registro de casos graves e mortes após a imunização. Ela explicou como realmente é a proteção da vacina, as consequências de não tomar e mais. Em sua participação no Sanarcon, Natalia pretende discutir todas essas questões atuais com o grupo. “É importante lembrar que a boa ciência é feita de boas perguntas, muito mais do que de respostas. Então, quem sabe a gente consegue sair desse evento com boas perguntas e estratégias para respondê-las”, reforçou.  O congresso digital de medicina da Sanar acontece no dia 18 de setembro. As inscrições são gratuitas. Para participar, acesse o site oficial (sanarcon.sanarmed.com) e reserve seu lugar no evento.  Caso de Tarcísio Meira: mortes por Covid-19 mesmo após a imunização Na última semana, a morte de Tarcísio Meira por complicações da Covid-19 comoveu o país. E trouxe à tona dúvidas sobre como funciona a eficácia das vacinas. Afinal, o ator, de 85 anos, já havia recebido as duas doses do imunizante em março deste ano.  Tarcísio Meira e a esposa, Glória Menezes, foram diagnosticados com Covid-19 e precisaram

Sanar

5 min há 32 dias
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