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Cuidados paliativos: o que é, mercado de trabalho, pós, atuação, curiosidades

Cuidados paliativos: o que é, mercado de trabalho, pós, atuação, curiosidades

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SanarMed Pós Graduação

5 min220 days ago

Você já ouviu falar em Cuidados Paliativos?

Cuidados Paliativos são os cuidados assistenciais oferecidos para o paciente com doença fora de possibilidades de cura com risco de morte, visando melhor qualidade de vida através da prevenção e alivio do sofrimento.

A abordagem ao paciente e família é feita por uma equipe multiprofissional composta por médicos e outros profissionais da saúde.

O especialista em cuidados paliativos

O especialista em cuidados paliativos é um profissional de saúde treinado no tratamento dos sintomas, efeitos colaterais e problemas emocionais vividos pelos pacientes. O objetivo é manter a melhor qualidade possível de vida.

Atuando sempre junto de outros três profissionais, as consultas são realizadas de maneira a reunir o paciente com um geriatra, um psicólogo, uma fisioterapeuta e uma nutricionista ao mesmo tempo. Ouvindo os relatos das pessoas, cada um dos médicos pode opinar sobre algo que seja de sua área sem que o paciente precise recorrer a outros consultórios.

Para suportar a carga emocional excessiva, todos os médicos que são especializados em cuidados paliativos passam por um treinamento que engloba até mesmo a maneira mais adequada de comunicar más notícias.

Mercado de trabalho e remuneração na área de Cuidados Paliativos

Os cuidados paliativos ainda são consideravelmente desconhecidos pelo grande público no Brasil.

Há falta de informações e leis criadas especificamente para a especialidade e também desconhecimento no próprio meio médico.

Os cuidados paliativos no Brasil estão apenas engatinhando. O que significa que existe muito espaço para desenvolvimento, devido a grande carência de profissionais nessa área.

E há a perspectiva de crescimento da demanda devido ao envelhecimento da população, sendo que os idosos são o público que mais precisa de cuidados.

Portando, há um aumento da preocupação com a manutenção da qualidade da vida dos maiores de 65 anos. Os idosos estão mais sujeitos a apresentar doenças graves e incapacitantes, que podem se prolongar por muitos anos e causar sofrimento ao paciente e seus familiares.

O mercado brasileiro precisa, portanto, de profissionais capacitados para oferecer conforto e contribuir para a qualidade de vida daqueles que apresentam doenças graves.

Apesar, disso os médicos dificilmente encontrarão essa capacitação durante a graduação, uma vez que há poucos cursos de Medicina que oferecem a disciplina de cuidados paliativos, e, na maior parte deles, ela não é obrigatória.

Isso cria, portanto, a necessidade de realização de uma pós-graduação em Cuidados Paliativos.

Pós-graduação em Cuidados Paliativos

Para se especializar na área de cuidados paliativos e, de fato, se tornar um profissional qualificado, a melhor forma é fazer uma Pós-graduação em Medicina de Família e Comunidade.

Dessa forma, você consegue aliar o trabalho com os estudos, continuar ganhando dinheiro e, ao mesmo tempo, se aprimorar.

Te convidamos a conhecer a Pós-graduação em Medicina da Sanar:

  • Semi presencial;
  • Aulas teóricas online;
  • Experiências práticas presenciais;
  • Metodologia de Casos Clínicos;
  • Professores de alto nível: padrão USP

O histórico

Na década de 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu o conceito de cuidado paliativo pela primeira vez.

Na época, o termo foi empregado para definir o cuidado total e ativo destinado àqueles pacientes que apresentavam doenças incuráveis. A abordagem da dor e as questões psíquicas, sociais e espirituais foram incluídas como essenciais ao atendimento.

No entanto, tal definição limitava a aplicação dos cuidados paliativos. A dicotomia entre curável e não curável, paliativo e não paliativo, tornou o modelo proposto inadequado.

Para exemplificar, basta pensar nas inovações na Medicina e como elas trazem constantemente novas opções de tratamento e cura para problemas que antes não tinham solução.

Assim, em 2002, a OMS determinou que os cuidados paliativos são indicados para adultos e crianças que têm alguma doença que ameace a vida. A partir de então, o foco passou a ser no sofrimento relacionado a uma doença grave, independentemente de ela ser ou não curável.

Por trás dos cuidados paliativos, há mais do que uma filosofia de cuidado. Os profissionais envolvidos utilizam técnicas específicas e competências para amenizar os sintomas físicos e emocionais. A consequência para os pacientes é o alívio do sofrimento, promovendo o seu bem-estar e contribuindo para o aumento da sobrevida.

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