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Definições de casos suspeitos, confirmados, descartados e excluídos para o novo coronavírus | Colunistas

Definições de casos suspeitos, confirmados, descartados e excluídos para o novo coronavírus | Colunistas

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Letícia Madureira Pacholak

4 min há 566 dias

O novo coronavírus tem deixado muitas dúvidas entre os profissionais da saúde, uma vez que se trata de um vírus de surgimento recente e que alcançou proporção mundial. Dessa forma, é preciso saber diferenciar as definições de casos suspeito, confirmado, descartado e excluído, pois isso faz toda diferença na hora de tomar uma conduta médica.

Isso porque, pessoas infectadas com esse vírus podem desenvolver desde um resfriado comum (sintomas leves), até síndromes respiratórias graves. Desse modo, estão reunidas aqui essas definições com base no Protocolo de Manejo Clínico para o novo coronavírus (2019-nCoV) disponibilizado pelo Ministério da Saúde.

Para saber mais sobre a doença leia: Aspectos clínicos do Novo coronavírus

Definição de casos suspeitos:

Situação 1:

Situação 2:

Situação 3:

Definição de casos confirmados:

Indivíduo com confirmação laboratorial conclusiva para o novo coronavírus (2019-nCoV), independentemente dos sinais e sintomas apresentados.

Definição de casos descartados:

 Definição de casos excluídos:

Caso notificado que não se enquadrar na definição de caso suspeito.

São entendidos como sintomas respiratórios a presença de tosse, dificuldade para respirar, batimentos das asas do nariz, entre outros. Além disso, estudos tem mostrado que cerca de 25% dos casos de COVID-19 não apresentaram febre*, portanto não se pode descartar a hipótese diagnóstica dessa doença em caso de ausência desse sintoma.

Considera-se que o indivíduo teve contato próximo com um caso suspeito ou confirmado de 2019-nCoV caso a pessoa fique em um mesmo ambiente fechado ou em meios de transporte a uma distância de até 2 metros do paciente, por períodos longos sem uso de equipamento adequado de proteção. Ou em caso de o indivíduo residir com um paciente ou ter contato direto com secreções infecciosas sem fazer uso de equipamento adequado de proteção.

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Autora: Letícia Madureira Pacholak, Biomédica, mestre em Ciências Aplicadas à Saúde e estudante de Medicina da Unioeste.

instagram: @lee.pacholak


O texto acima é de total responsabilidade do autor e não representa a visão da sanar sobre o assunto

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