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Estudar Medicina melhor: 4 dicas valiosas

Estudar Medicina melhor: 4 dicas valiosas

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Carreira Médica

6 min há 318 dias

Em meio a tantas aulas, provas, ligas, pesquisas e estágio, o estudante de medicina nem sempre para pra pensar em como ele está estudando. Assim, muitas vezes você pode não estar rendendo tanto o quanto poderia. Justamente por isso que é importante se dedicar a encontrar a sua forma de estudar medicina melhor.

Confira aqui algumas dicas para otimizar os seus estudos e garantir uma formação médica de excelência!

1) Estudar mais não te faz estudar medicina melhor

estudar medicina melhor

O estereótipo é muito claro. O estudante de medicina é aquele que vira várias noites estudando, sobrevivendo a base de energético ou café. Porém, o quanto essa postura é benéfica pra você?

O excesso desses estimulantes pode ser prejudicial à saúde. Além disso, pode gerar um cansaço ainda maior, ou uma agitação em que o estudante não consegue direcionar seu foco.

Então, a dica é: não estude por horas e horas, na base da cafeína, apenas porque outros estão estudando. Além de poder criar uma dependência, você não estará praticando uma metodologia de estudos saudável ou personalizada pra você.

Enfim, não tenha como objetivo ser o estereótipo do estudante de medicina que estuda mais que todos. Ou você pode acabar sendo o estereótipo do estudante com Síndrome de Burnout.

2) Estude por flashcards e mapas mentais

Ferramentas de estudo como flashcards e mapas mentais não servem apenas para fazer uma caligrafia bonita e postar no Instagram. Na verdade, esses artifícios podem ser valiosos aliados para os seus estudos.

Metodologias ativas são cada vez mais ditas como ideais para um estudante de medicina. Portanto, produzir flashcards enquanto estuda e, posteriormente, revisá-los em intervalos de tempo pode ser muito mais produtivo do que virar a noite escrevendo um resumo.

Estudar medicina com flashcards é uma ótima forma de praticar o Active Recall, metodologia que falamos sobre aqui.

Utilizar mapas mentais nos seus estudos também é uma estratégia muito boa. Porém, alguns passos precisam ser seguidos para esse estudo render bem.

  • Estude por mapas que não simplifiquem demais o conteúdo. O assunto precisa estar resumido, mas as informações mais importantes não podem faltar.
  • Não abra mão de um design limpo e atraente. Afinal, isso é um dos elementos que torna o mapa mental eficiente.
  • Utilize mapas mentais com sabedoria. Ou seja, não inicie seus estudos em um assunto com eles, mas sempre utilize-os para revisar.

Desse modo, você consegue extrair o máximo possível dessa metodologia. Então está na hora de encontrar esses mapas. Quer um material com mais de 400 mapas mentais? Então clique aqui e confira o livro Mapas Mentais da Medicina no SanarBooks. Disponível também em versão física.

3) Descomplique o seu material

Livros tradicionais, artigos científicos e protocolos internacionais possuem muito prestígio dentro do estudo da medicina. Entretanto, nem sempre esses materiais são interessantes para a realidade dos estudantes.

Por exemplo, o PHTLS e o ATLS são protocolos respeitados mundialmente. Mas estudar através deles pode ser cansativo e pouco didático. Assim, buscar um material projetado especialmente para estudantes é o ideal, visto que as diretrizes seguidas continuam as mesmas. Nesse exemplo, você pode dar preferência ao Manual de APH e ao Yellowbook Emergências.

Em medicina, o ideal é você ter livros que sejam seus melhores amigos. Ou seja, materiais completos, de linguagem acessível e didática descomplicada. Assim, você tem acesso ao mesmo conteúdo de referência, mas facilitando a compreensão e absorção dos assuntos.

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4) Teoria + Prática: A chave para estudar medicina melhor

Como médico, você não estará cuidando de livros ou resumos. Você estará cuidando de pessoas, pacientes reais. Portanto, estudar apenas uma medicina essencialmente teórica não é a forma correta de levar a sua formação.

Em outras palavras, associar teoria com prática é fundamental no estudo médico. Aí que entram os casos clínicos, os congressos, as ligas acadêmicas e os ambulatórios da faculdade. Ter contato com experiências clínicas de outros colegas e professores também é importante, pensando que assim você se prepara para as suas próprias experiências.

Vale lembrar que esse não é um processo passivo. Ou seja, não espere que esse contato venha até você, busque-o. Participe de atividades extracurriculares, estude por casos clínicos, converse com seus professores. A proatividade para aproveitar corretamente essa dica é fundamental.

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