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Filha de médico e engenheira é aprovada em medicina na USP entre cotistas de escola pública

Uma garota recém-formada no ensino médio reascendeu uma discussão que já toma conta do Brasil faz algum tempo: as cotas. Clara Menegucci Lougon foi aprovada em primeiro lugar em medicina na Universidade de São Paulo.
No total eram 25 vagas reservadas para cotistas que vinham de escolas públicas, mas apenas 8 inscritos tinham nota suficiente para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

Para estar apto a concorrer às 25 vagas era necessário ter pelo menos 700 pontos em cada uma das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017. E a candidata foi bem e conseguiu – 920 na redação, 890 em matemática, 740 em linguagens, 720 em ciências da natureza e 715 em ciências humanas.

A futura médica estudou em escola privada durante o ensino fundamental e fez ensino médio no Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes). Nesta época, ela ainda fez um cursinho particular, onde conseguiu bolsa de estudo integral por conta de seu desempenho.

Outro ponto importante é o apoio que Clara recebeu dos pais. O pai é médico e a mãe engenheira. E ela sempre teve dúvida de qual caminho seguir, chegou a fazer alguns cursos de edificação até optar pela carreira do pai.

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