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Hemograma: Um Guia Prático

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Índice
15.2
Índice
1.

DA COLETA AO RESULTADO DO HEMOGRAMA

1.1

DA COLETA AO RESULTADO DO HEMOGRAMA

2.

ÍNDICES HEMATIMÉTRICOS – ERITROGRAMA

2.1

ÍNDICES HEMATIMÉTRICOS – ERITROGRAMA

3.

INTRODUÇÃO ÀS ANEMIAS

3.1

INTRODUÇÃO ÀS ANEMIAS

3.2

DEFINIÇÃO DE ANEMIA

3.3

CLASSSIFICAÇÃO DAS ANEMIAS

3.4

ABORDAGEM DIAGNÓSTICA

4.

ANEMIAS MICROCÍTICAS

4.1

ANEMIAS MICROCÍTICAS

4.2

ETIOLOGIA DAS ANEMIAS MICROCÍTICAS

4.3

AVALIAÇÃO DAS ANEMIAS MICROCÍTICAS

5.

ANEMIAS MACROCÍTICAS

5.1

ANEMIAS MACROCÍTICAS

5.2

ETOLOGIA DAS ANEMIAS MACROCÍTICAS

5.3

AVALIAÇÃO DAS ANEMIAS MACROCÍTICAS

6.

ANEMIAS NORMOCÍTICAS

6.1

ANEMIAS NORMOCÍTICAS

6.2

ETIOLOGIA DAS ANEMIAS NORMOCÍTICAS

6.3

AVALIAÇÃO DAS ANEMIAS NORMOCÍTICAS

7.

ERITROCITOSE

7.1

ERITROCITOSE

7.2

ETIOLOGIA DA ERITROCITOSE

7.3

AVALIAÇÃO DA ERITROCITOSE

8.

INTRODUÇÃO À SÉRIE BRANCA

8.1

INTRODUÇÃO À SÉRIE BRANCA

9.

LEUCOCITOSE

9.1

LEUCOCITOSE

9.2

FISIOPATOLOGIA DA LEUCOCITOSE

9.3

AVALIAÇÃO E ETIOLOGIADA LEUCOCITOSE

9.4

DESVIO À ESQUERDA

9.5

REAÇÃO LEUCEMOIDE

9.6

REAÇÃO LEUCOERITROBLÁSTICA

10.

DESVIO À ESQUERDA

10.1

DESVIO À ESQUERDA

11.

NEUTROFILIA

11.1

NEUTROFILIA

11.2

ETIOLOGIA DA NEUTROFILIA

11.3

AVALIAÇÃO DA NEUTROFILIA

12.

NEUTROPENIA

12.1

NEUTROPENIA

12.2

ETIOLOGIA DA NEUTROPENIA

12.3

AVALIAÇÃO DA NEUTROPENIA

13.

LINFOCITOSE

13.1

LINFOCITOSE

13.2

AVALIAÇÃO E ETIOLOGIA DA LINFOCITOSE

14.

LINFOPENIA

14.1

LINFOPENIA

14.2

ETIOLOGIA DO LINFOPENIA

14.3

AVALIAÇÃO DO LINFOPENIA

15.

EOSINOFILIA E EOSINOPENIA

15.1

EOSINOFILIA

15.2

ETIOLOGIA DA EOSINOFILIA

15.3

EOSINOPENIA

16.

MONOCITOSE E MONOCITOPENIA

16.1

MONOCITOSE E MONOCITOPENIA

16.2

MONOCITOSE

16.3

MONOCITOPENIA

17.

BASOFILIA E BASOPENIA

17.1

BASOFILIA E BASOPENIA

17.2

AVALIAÇÃO DA BASOFILIA E BASOPENIA

17.3

ETIOLOGIA DA BASOFILIA E BASOPENIA

18.

TROMBOCITOPENIA

18.1

TROMBOCITOPENIA

18.2

AVALIAÇÃO DA TROMBOCITOPENIA

19.

TROMBOCITOSE

19.1

TROMBOCITOSE

19.2

AVALIAÇÃO E ETIOLOGIA DA TROMBOCITOSE

20.

PANCITOPENIA

20.1

PANCITOPENIA

20.2

AVALIAÇAO E ETIOLOGIA PANCITOPENIA

21.

ESFREGAÇO PERIFÉRICO

21.1

ESFREGAÇO PERIFÉRICO

ETIOLOGIA DA EOSINOFILIA

Um ponto de fundamental importância na abordagem etiológica é a diferenciação entre causas reativas e clonais.

EOSINOFILIA REATIVA - INFECÇÕES

nfecção helmíntica é a causa mais comum de eosinofilia em todo o mundo. No geral, indivíduos que possuem residência em localidades subdesenvolvidas ou que apresentam histórico recente de viagem para região endêmica de determinado parasita têm uma alta probabilidade de ter eosinofilia causada por infecções helmínticas.

EOSINOFILIA REATIVA - MEDICAMENTOS

Os medicamentos são uma causa frequente de eosinofilia, devendo- -se, portanto, ser obtida uma história detalhada do uso de medicações.

EOSINOFILIA REATIVA - NEOPLASIAS

A eosinofilia pode ser encontrada em associação a várias neoplasias, como descrita no contexto de carcinoma do rim, adrenais, tireoide, fígado e pâncreas, mesotelioma e lipossarcoma.

EOSINOFILIA REATIVA - DESREGULAÇÃO IMUNE

Algumas síndromes de imunodeficiência e doenças autoimunes possuem forte associação com eosinofilia.

EOSINOFILIA REATIVA - DESORDENS ALÉRGICAS

Eosinofilia também pode ser observada em rinite alérgica, dermatite atópica e asma. Quando ocorrem isoladamente essas doenças geralmente não cursam com contagem de eosinófilos > 1.500/mm³, sendo necessária avaliação de outras condições nesses casos.

EOSINOFILIA REATIVA - EOSINOFILIA CLONAL

As causas de eosinofilia clonal devem ser aventadas a partir da não identificação de causas reativas. A avaliação da clonalidade é feita segundo a análise do cariótipo, citogenética por FISH ou biologia molecular, tornando a abordagem mais complexa. Se nenhuma evidência de clonalidade for encontrada, considera-se síndrome hipereosinofílica idiopática.

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