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Manual de Atendimento Pré-Hospitalar

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Índice
1.10
Índice
1.

CASOS DE EMERGÊNCIAS CLÍNICAS

1.1

CASO 1

1.2

CASO 2

1.3

CASO 3

1.4

CASO 4

1.5

CASO 5

1.6

CASO 6

1.7

CASO 7

1.8

CASO 8

1.9

CASO 9

1.10

CASO 10

1.11

CASO 11

1.12

CASO 12

1.13

CASO 13

1.14

CASO 14

2.

CASOS DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS

2.1

CASO 15

2.2

CASO 16

2.3

CASO 17

2.4

CASO 18

2.5

CASO 19

2.6

CASO 20

2.7

CASO 21

2.8

CASO 22

2.9

CASO 23

2.10

CASO 24

2.11

CASO 25

2.12

CASO 26

2.13

CASO 27

2.14

CASO 28

CENÁRIO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 10

Queixa: “falta de ar”. O solicitante do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), irmão da vítima, relatou à TARM que o paciente de 70 anos, do sexo masculino, apresentava quadro de falta de ar e agitação. Solicitante se localizava no local da urgência (domicílio) e relata que paciente conseguia falar, tinha respiração muito ofegante e estava com a pele pálida e fria. Ao falar com o médico regulador, o irmão relata que o paciente

AVALIAÇÃO DA CENA DO CASO DE EMERGÊNCIAS 10

Ao chegar ao endereço fornecido, a equipe certificou-se de que o ambiente não oferecia risco aos socorristas e ao paciente e que se tratava de um local seguro, sendo, portanto, iniciado o atendimento.

AVALIAÇÃO PRIMÁRIA DO CASO DE EMERGÊNCIAS 10

Nível de consciência: Glasgow 14 (abertura ocular espontânea, resposta verbal confusa, obedece a ordens). A: via aérea pérvia. B: expansão simétrica, murmúrio vesicular reduzido universalmente e com presença de roncos difusos em bases, bilateralmente, respiração dispneica, SpO2 =76%. C: pulso cheio, simétrico, regular, mucosas secas, pele pálida. O: paciente inicialmente está

AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA DO CASO DE EMERGÊNCIAS 10

Sinais vitais: PA =160x90mmHg em membro superior esquerdo; FC =132bpm; FR =35irpm; temperatura axilar=36,5ºC; SpO2 =76%. Exame físico: à chegada da equipe, paciente apresentava-se afebril, anictérico, acianótico, hipocorado (2+/4+), sudoreico, agitado, com fácies atípica. Na avaliação cardiovascular: ritmo cardíaco regular, dois tempos, bulhas hipofonéticas, sem sopros com sinal de Kussmaul presente. Na avaliação do aparelho respiratório: tórax em tonel (aumento do diâmetro anteroposterior), murmúrios vesiculares reduzidos universalmente, com presença de roncos difusos em bases, bilateralmente. Presença d

PONTO DE DISCUSSÃO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 10

1. Quais as principais características da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)?

DISCUSSÃO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 10

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma doença inflamatória que afeta as vias aéreas, os alvéolos e a circulação pulmonar. A inflamação crônica provoca espessamento da parede brônquica com redução da luz brônquica e destruição dos alvéolos, bem como aumento dos espaços aéreos e perda da arquitetura brônquica. As consequências funcionais são a obstrução do fluxo de ar, hipersecreção brônquica e perda da elasticidade pulmonar, de caráter não totalmente reversível e geralmente progressivo. O tabagismo (ch

OBJETIVOS DE APRENDIZADO/COMPETÊNCIAS DO CASO DE EMERGÊNCIAS 10

• Compreender as características fundamentais da DPOC. • Identificar um quadro de exacerbação da DPOC e propor os principais diagnósticos diferenciais. • Compreender as principais etiologias das exacerbações e avaliar sua gravidade.

PONTOS IMPORTANTES DO CASO DE EMERGÊNCIAS 10

1. A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é doença inflamatória, associada principalmente ao tabagismo, que provoca obstrução do fluxo de ar, hipersecreção brônquica e perda da elasticidade pulmonar, progressiva, não totalmente reversível, mas prevenível e tratável.

SOLUÇÃO DO CENÁRIO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 10

Hipótese Diagnóstica: exacerbação de DPOC grave, com apresentação tipo 2, provavelmente por quadro infeccioso. Procedimentos: o paciente foi colocado em decúbito elevado, foi feita monitorização com oximetria de pulso e reavaliação dos sinais vitais (PA = 140x100mmHg em

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