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Manual de Atendimento Pré-Hospitalar

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Índice
1.11
Índice
1.

CASOS DE EMERGÊNCIAS CLÍNICAS

1.1

CASO 1

1.2

CASO 2

1.3

CASO 3

1.4

CASO 4

1.5

CASO 5

1.6

CASO 6

1.7

CASO 7

1.8

CASO 8

1.9

CASO 9

1.10

CASO 10

1.11

CASO 11

1.12

CASO 12

1.13

CASO 13

1.14

CASO 14

2.

CASOS DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS

2.1

CASO 15

2.2

CASO 16

2.3

CASO 17

2.4

CASO 18

2.5

CASO 19

2.6

CASO 20

2.7

CASO 21

2.8

CASO 22

2.9

CASO 23

2.10

CASO 24

2.11

CASO 25

2.12

CASO 26

2.13

CASO 27

2.14

CASO 28

CENÁRIO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 11

Queixa: “falta de ar e dor no peito”. A solicitante do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mãe da vítima, relatou à TARM que uma criança de 8 anos, do sexo masculino, apresentava quadro de taquipneia há 2 horas e queixa de dor no peito. Ao f

AVALIAÇÃO DA CENA DO CASO DE EMERGÊNCIAS 11

Ao chegar ao endereço fornecido, a equipe certificou-se de que o ambiente não oferecia risco aos socorristas e ao paciente e que se tratava de um local seguro, sendo, portanto, iniciado o atendimento.

AVALIAÇÃO PRIMÁRIA DO CASO DE EMERGÊNCIAS 11

Nível de consciência: responde ao estímulo verbal. A: via aérea pérvia.

AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA DO CASO DE EMERGÊNCIAS 11

Sinais vitais: pressão arterial = 90x60mmHg; frequência cardíaca = 120 bpm; frequência respiratória = 52 irpm; temperatura axilar = 36,5ºC; SpO2 = 93% (em ar ambiente). Exame físico: paciente em mal estado geral; à inspeção, encontra-se algo hipocorado, com cianose perioral, hidratado, taquipneico e afebril ao toque. Abdome:

PONTO DE DISCUSSÃO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 11

1. Quais são as prioridades na avaliação inicial desse paciente? 2. Quais os principais diagnósticos diferenciais? 3. Qual a conduta terapêutica mais apropriada ao caso?

DISCUSSÃO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 11

A asma é uma doença inflamatória crônica caracterizada por hiperresponsividade das vias aéreas inferiores que resulta em limitação variável do fluxo aéreo. É reversível espontaneamente ou com tratamento e se apresenta clinicamente com episódios recorrentes de sibilância, dispneia, desconforto torácico e tosse, com piora noturna ou ao amanhecer. A doença tem prevalência de 20% no escolar e adolescente e é a quarta causa de hospitalização no SUS e terceira de internação em criança e adolescente. História familiar positiva para a doença e a presença de atopia, são fatores de risco significativos para desenvolvimento da doença. Assim, como também existe relação entre o desenvolvimento posterior da doença em crianças que foram portadoras de bronquiolite viral aguda por vírus sincicial respiratório

OBJETIVOS DE APRENDIZADO/COMPETÊNCIAS DO CASO DE EMERGÊNCIAS 11

Identificar as manifestações clínicas sugestivas de uma crise asmática. • Reconhecer sinais de alerta de gravidade. • Compreender o manejo inicial de um paciente asmático no pré- -hospitalar.

SOLUÇÃO DO CENÁRIO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 11

Hipótese Diagnóstica: exacerbação/crise asmática. No caso em questão temos uma criança de 8 anos de idade, com história pregressa de crises de desconforto respiratório. A crise atual apresenta-se com taquipneia, desconforto torácico, pulso paradoxal, cianose perioral, utilização de musculatura acessória para respirar, sibilos fracos, sonolência e enchimento capilar retardado

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