Livros

Manual de Atendimento Pré-Hospitalar

Leia o Livro Completo
Índice
2.8
Índice
1.

CASOS DE EMERGÊNCIAS CLÍNICAS

1.1

CASO 1

1.2

CASO 2

1.3

CASO 3

1.4

CASO 4

1.5

CASO 5

1.6

CASO 6

1.7

CASO 7

1.8

CASO 8

1.9

CASO 9

1.10

CASO 10

1.11

CASO 11

1.12

CASO 12

1.13

CASO 13

1.14

CASO 14

2.

CASOS DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS

2.1

CASO 15

2.2

CASO 16

2.3

CASO 17

2.4

CASO 18

2.5

CASO 19

2.6

CASO 20

2.7

CASO 21

2.8

CASO 22

2.9

CASO 23

2.10

CASO 24

2.11

CASO 25

2.12

CASO 26

2.13

CASO 27

2.14

CASO 28

CENÁRIO DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 22

O solicitante do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), próximo à vítima, relatou ao TARM, que paciente feminino, 30 anos, encontra-se verbalizando e orientada em via pública ao lado de sua moto após uma colisão carro x moto, relata dor abdominal, lombalgia e cervicalgia. Além disso, observa-se várias escoriações pelo corpo, sobretudo, em membros superiores (MMSS) e inferiores (MMII). Já os dois passageiros do carro não sofreram lesões e encontram-se bem.

AVALIAÇÃO DA CENA DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 22

Ao chegar ao endereço fornecido, a equipe certificou-se de que o ambiente não oferecia risco aos socorristas e ao paciente e que se tratava de um local seguro, sendo, portanto, iniciado o atendimento.

AVALIAÇÃO PRIMÁRIA DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 22

A: vias aéreas pérvias e coluna cervical estabilizada (a dor durante o alinhamento cervical foi suportável e leve)

AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 22

Sinais vitais: FC = 112bpm (ritmo cardíaco regular); PA: 86x60 mmHg; FR: 28irpm; temperatura: 36,6ºC. S: refere dor abdominal difusa, sem perda de consciência ou vômitos. A: nega alergias. M: sem medicações em uso. P: nega comorbidades e uma cirurgia de cesárea. L: última refeição há 3 horas. E: paciente encontra-se deitado em via pública ao lado de seu transporte com cena segura.

PONTO DE DISCUSSÃO DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 22

1. Qual o mecanismo do trauma abdominal fechado? 2. Quais as estruturas mais acometidas e suas possíveis repercussões hemodinâmicas? 3. Quais as medidas a serem realizadas na avaliação primária desse paciente? 4. Quais são as prioridades na abordagem inicial desse paciente? 5. Qual a conduta frente à presença de choque hipovolêmico

DISCUSSÃO DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 22

A gravidade dos traumatismos abdominais baseia-se especialmente na possível existência de uma lesão visceral, capaz de produzir alterações gerais graves como são as peritonites ou as hemorragias.

OBJETIVOS DE APRENDIZADO/COMPETÊNCIAS DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 22

• Reconhecer as principais manifestações em uma paciente vítima de trauma abdominal fechado. • Saber os pontos importantes da avaliação primária e secundária num paciente vítima de trauma abdominal fechado. • Conhecer as principais medidas a serem tomadas na abordagem pré-hospitalar do paciente com trauma abdominal fechado

PONTOS IMPORTANTES DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 22

1. Traumas abdominais são do tipo aberto ou fechado. No trauma contuso de abdome, as vísceras são submetidas a movimentos de aceleração, desaceleração, compressão e cisalhamento nas diversas direções. É importante destacar que traumas graves e bastantes lesivos em diversos órgãos e estruturas não, necessariamente, irão apresentar-se com lesões penetrantes e perfurantes na parede abdominal. 2. O controle hemodinâmico é uma das principais medidas da abordagem ao paciente com trauma abdominal fechado com suspeita de hemorragias silenciosas ou de sinais de choque hipovolêmico.

Compartilhe com seus amigos:
Compartilhe com seus amigos: