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Manual de Atendimento Pré-Hospitalar

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Índice
2.9
Índice
1.

CASOS DE EMERGÊNCIAS CLÍNICAS

1.1

CASO 1

1.2

CASO 2

1.3

CASO 3

1.4

CASO 4

1.5

CASO 5

1.6

CASO 6

1.7

CASO 7

1.8

CASO 8

1.9

CASO 9

1.10

CASO 10

1.11

CASO 11

1.12

CASO 12

1.13

CASO 13

1.14

CASO 14

2.

CASOS DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS

2.1

CASO 15

2.2

CASO 16

2.3

CASO 17

2.4

CASO 18

2.5

CASO 19

2.6

CASO 20

2.7

CASO 21

2.8

CASO 22

2.9

CASO 23

2.10

CASO 24

2.11

CASO 25

2.12

CASO 26

2.13

CASO 27

2.14

CASO 28

CENÁRIO DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 23

O solicitante do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), motorista do carro que colidiu com motocicleta do paciente de 46 anos, sexo masculino, relatou ao TARM que paciente atravessou sinal vermelho, colidindo com lateral de seu carro, sendo arremessado por cima do carro e caindo com cabeça ao chão. Ao informar ao médico regulador que paciente lesionado estava sem capacete, disse ainda que havia lesão hemorrágica na cabeça, sem responder ao comando. Foi encaminhado, pelo médico regulador, Unidade de Suporte Avançado (USA)

AVALIAÇÃO DA CENA DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 23

Ao chegar ao endereço fornecido, a equipe certificou-se de que o ambiente não oferecia risco aos socorristas e ao paciente e que se tratava de um local seguro, sendo, portanto, iniciado o atendimento

AVALIAÇÃO PRIMÁRIA DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 23

A: vias aéreas obstruídas, com respiração agônica, rinorragia e otorragia. B: lesão em tórax ao nível de T2, bradipneico (FR 9 irpm), SatO2 75%. C: pulsos periféricos filiformes, hipotenso (PA 50 x 20mmHg), bradicárdica (FC 25 – 28bpm)

AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 23

S: paralisia completa dos membros, presença do sinal de Babinski e perda aparente de sensibilidade. A: sem familiar próximo ao local para relato de alergias. M: sem relato no local. P: sem relato no local. L: observado hálito etílico e Dx = 76mg/dL. E: sem relato no loca

PONTO DE DISCUSSÃO DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 23

1. Quais as prováveis hipóteses diagnósticas para o caso clínico descrito? 2. Sobre o manejo pré-hospitalar, é necessária proteção de vias aéreas para a paciente em tela? 3. Quais os potenciais riscos para a paciente se não houver o manejo pré-hospitalar desejado? 4. Quais os princípios do tratamento hospitalar?

DISCUSSÃO DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 23

A lesão espinhal deve sempre ser arrolada em vítimas de politrauma, com predomínio de homens (4:1). A relação entre o trauma raquimedular e o trauma cranioencefálico é recíproca em muitas vezes.

OBJETIVOS DE APRENDIZADO/COMPETÊNCIAS DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 23

• Descrever sobre o trauma raquimedular. • Diferenciar choque neurogênico e choque medular. • Apresentar apropriado manejo clínico da condição clínica estudada.

PONTOS IMPORTANTES DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 23

1. Suspeitar de TRM em todo politraumatizado.

SOLUÇÃO DO CENÁRIO DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 23

Hipotése diagnóstica: trauma raquimedular com choque neurogênico e medular. Procedimentos: observando o imperativo do ABCDE do trauma, estabelecimento de prancha longa e proteção da coluna cervical é de extrema vitalidade

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