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Manual de Atendimento Pré-Hospitalar

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Índice
1.3
Índice
1.

CASOS DE EMERGÊNCIAS CLÍNICAS

1.1

CASO 1

1.2

CASO 2

1.3

CASO 3

1.4

CASO 4

1.5

CASO 5

1.6

CASO 6

1.7

CASO 7

1.8

CASO 8

1.9

CASO 9

1.10

CASO 10

1.11

CASO 11

1.12

CASO 12

1.13

CASO 13

1.14

CASO 14

2.

CASOS DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS

2.1

CASO 15

2.2

CASO 16

2.3

CASO 17

2.4

CASO 18

2.5

CASO 19

2.6

CASO 20

2.7

CASO 21

2.8

CASO 22

2.9

CASO 23

2.10

CASO 24

2.11

CASO 25

2.12

CASO 26

2.13

CASO 27

2.14

CASO 28

CENÁRIO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 3

Chamado atendido pelo Técnico Auxiliar de Regulação Médica (TARM) ao 192. Causa solicitada: “Suspeita de AVE”. O solicitante do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), filho da vítima, relatou à TARM que a paciente, 79 anos, não respondia ao chamado verbal.

AVALIAÇÃO DA CENA DO CASO DE EMERGÊNCIAS 3

Ao chegar ao endereço fornecido, a equipe certificou-se de que o ambiente não oferecia risco aos socorristas e ao paciente e que se tratava de um local seguro, sendo, portanto, iniciado o atendimento.

AVALIAÇÃO PRIMÁRIA DO CASO DE EMERGÊNCIAS 3

Nível de consciência: GCS: 10; pupilas isocóricas; A: via aérea pérvia.

AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA DO CASO DE EMERGÊNCIAS 3

Sinais Vitais: Pressão arterial = 180x90mmHg; frequência cardíaca = 110bpm; frequência respiratória = 44 irpm; glicemia = 247 mg/dl. S: percebeu-se desvio do olhar conjugado para direita, desvio da rima labial à esquerda e hemiplegia esquerda. A: nega alergias. M: losartana, metformina, sinvastatina. P: hipertensa, diabética e dislipidêmica. L: última alimentação há 3 horas. E: paciente encontrava-se no leito, em decúbito dorsal.

PONTO DE DISCUSSÃO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 3

1. Qual o provável diagnóstico? 2. Quando suspeitar e quais os achados clínicos? 3. Como conduzir um paciente com AVE no pré-hospitalar? 4. Quais os diagnósticos diferenciais prováveis? 5. O que é importante saber?

DISCUSSÃO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 3

O quadro clínico em questão relata um caso de uma paciente que teve diminuição do nível de consciência, associado a déficit focal que ocorreu de maneira súbita. Além disso, a história prévia e as comorbidades associadas são comemorativos que contribuem para levantar a hipótese de que se trata de um acidente vascular encefálico.

DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS DO CASO DE EMERGÊNCIAS 3

A suspeita é geralmente levantada durante a anamnese clínica, e deve incluir: Crises epilépticas Por causa dos déficits neurológicos pós-críticos

OBJETIVOS DE APRENDIZADO/COMPETÊNCIAS DO CASO DE EMERGÊNCIAS 3

Saber identificar as manifestações clínicas de um AVE; • Compreender o manejo inicial de um paciente com AVE; • Dar prioridade e rapidez ao atendimento dessa emergência; • Saber conduzir o paciente com AVE após o atendimento inicial

PONTOS IMPORTANTES DO CASO DE EMERGÊNCIAS 3

1. Todo déficit neurológico deve ser visto como AVE até que se prove o contrário, podendo ser isquêmico ou hemorrágico. 2. O AVE deve ser tratado com urgência e prioridade. 3. Tratar o mais precoce e eficazmente possível, tempo é cérebro. 4. O suporte clínico é essencial no manejo do AVE. 5. Se houver necessidade, fazer intubação orotraqueal. 6. Evitar aspiração e tratar distúrbios metabólic

SOLUÇÃO DO CENÁRIO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 3

Hipótese Diagnóstica: Acidente Vascular Encefálico (AVE). Procedimentos: Hidratação com soro fisiológico, Oxigenação com O2 e máscara de Venturi e administração de Diazepam.

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