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Manual de Atendimento Pré-Hospitalar

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Índice
1.5
Índice
1.

CASOS DE EMERGÊNCIAS CLÍNICAS

1.1

CASO 1

1.2

CASO 2

1.3

CASO 3

1.4

CASO 4

1.5

CASO 5

1.6

CASO 6

1.7

CASO 7

1.8

CASO 8

1.9

CASO 9

1.10

CASO 10

1.11

CASO 11

1.12

CASO 12

1.13

CASO 13

1.14

CASO 14

2.

CASOS DE EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS

2.1

CASO 15

2.2

CASO 16

2.3

CASO 17

2.4

CASO 18

2.5

CASO 19

2.6

CASO 20

2.7

CASO 21

2.8

CASO 22

2.9

CASO 23

2.10

CASO 24

2.11

CASO 25

2.12

CASO 26

2.13

CASO 27

2.14

CASO 28

CENÁRIO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 5

Queixa: “crise convulsiva em criança”. O solicitante do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), a mãe da criança, relatou à TARM que o paciente do sexo feminino, 2 anos de idade, apresentou crise convulsiva logo após queda da própria altura, com liberação dos esfíncteres uretral e anal. A Unidade de Suporte Avançado foi enviado para o local onde a mãe relata que é o 3° episódio de queda seguido de convulsão tônico-clônica. Nega acompanhamento médico ou uso de medicação. Criança encontrava-se em estado pós-ictal na chegada da equipe da USA. Foi realizado transporte para o hospital de referência da região.

AVALIAÇÃO DA CENA DO CASO DE EMERGÊNCIAS 5

Ao chegar ao endereço fornecido, a equipe certificou-se de que o ambiente não oferecia risco aos socorristas e ao paciente e que se tratava de um local seguro, sendo, portanto, iniciado o atendimento.

AVALIAÇÃO PRIMÁRIA DO CASO DE EMERGÊNCIAS 5

Nível de consciência: responde ao estímulo verbal

AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA DO CASO DE EMERGÊNCIAS 5

Sinais Vitais: Frequência cardíaca = 114 bpm; Pressão arterial = 110 x 70 mmHg; Frequência respiratória = 34 irpm; Temperatura axilar = 36,4ºC. S: letargia e sem choro. A: nega alergias.

PONTO DE DISCUSSÃO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 5

1. Quais os termos que devemos diferenciar para iniciar esse assunto? 2. Como essa crise nessa faixa etária ocorre em nosso meio? 3. Como se manifestam as convulsões? 4. Quais as causas dessas convulsões infant

DISCUSSÃO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 5

1 - Quais os termos que devemos diferenciar para iniciar esse assunto? Devemos descrever um pouco sobre alguns termos importantes para evitar algumas confusões. Tais termos e suas breves definições estão a seguir:

OBJETIVOS DE APRENDIZADO/COMPETÊNCIAS DO CASO DE EMERGÊNCIAS 5

• Definir crise convulsiva em crianças. • Identificar a classificação das possíveis causas das convulsões. • Identificar os sinais e sintomas de convulsões nessa faixa etária. • Apresentar as condutas que devem ser tomadas no atendimento inicial. • Esclarecer algumas medidas relacionadas aos diagnósticos diferenciais

PONTOS IMPORTANTES DO CASO DE EMERGÊNCIAS 5

1. As crises convulsivas possuem características que facilitam sua identificação em situações emergenciais, como as contrações musculares involuntárias, principalmente, mas também os sinais que podem vir acompanhando as crises, como liberação esfincteriana, agitação, sialorreia, cianose.

SOLUÇÃO DO CENÁRIO DO CASO DE EMERGÊNCIAS 5

Hipótese Diagnóstica: crise convulsiva em criança. Procedimentos: paciente encontrava-se desorientado à chegada do atendimento móvel de emergência, foram feitas aferições de sinais vitais, e procedimentos como oxigenoterapia FiO2 a 100%, oximetria de pulso e não houve necessidade de intubação endotraqueal nem de farmacoterapia. Desfecho: Paciente evoluiu com melhora clínica durante o atendimento, acordando e chorando de forma progressiva. Foi encaminhada para o hospital de referência da região para realizar investigação clínica e exames complementares

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