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Manual de Clínica Médica

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Índice
8.10

MORTE ENCEFÁLICA

Os primeiros critérios para morte encefálica foram descritos pela Escola Médica de Harvard em 1968 e no Brasil, só em 1997 o CFM definiu os critérios clínicos e tecnológicos para ME (morte encefálica).

DIAGNÓSTICO DA MORTE ENCEFÁLICA

O diagnóstico de morte encefálica é confirmado por meio de achados clínicos associado a exames complementares. A Avaliação é feita por dois profiissionais com intervalo de uma hora, por dois médicos diferentes, que não fazem parte da equipe de doação de órgãos.

CONCLUSÕES SOBRE MORTE ENCEFÁLICA

O diagnóstico de Morte Encefálica é feito por meio dos achados do exame clínico e do teste de apneia. Exames complementares não são obrigatórios, contudo podem ser necessários em algumas situações que não permitem a realização de parte ou todo o exame clínico neurológico. Em caso de doação de órgãos é necessário a realização de um exame complementar que demonstre a ausência de circulação sanguínea intracraniana ou atividade elétrica cerebral ou atividade metabólica cerebral.

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