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Manual de Urgências e Emergências em Pediatria

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Índice
3.1
Índice
1.

ABORDAGEM INICIAL DO PACIENTE GRAVE

1.1

AVALIANDO O “A B C” NA CRIANÇA

1.2

OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS SUPERIORES POR CORPO ESTRANHO

1.3

INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA E HIPÓXIA

1.4

OXIGENOTERAPIA

1.5

INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL

1.6

PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA

1.7

CHOQUE

1.8

SEPSE

1.9

INTOXICAÇÃO EXÓGENA

1.10

AFOGAMENTOS

1.11

ANAFILAXIA E REAÇÕES ALÉRGICAS

1.12

MANEJO DA DOR

1.13

QUEIMADURAS

2.

EMERGÊNCIAS CARDIOPULMONARES

2.1

ASMA

2.2

LARINGITE

2.3

PNEUMONIAS

2.4

MIOCARDITE

2.5

ARRITMIAS

2.6

HIPERTENSÃO ARTERIAL

2.7

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA

3.

EMERGÊNCIAS INFECCIOSAS

3.1

A CRIANÇA COM FEBRE SEM FOCO

3.2

MENINGITE BACTERIANA

3.3

ENDOCARDITE INFECCIOSA

3.4

INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO

3.5

CELULITES

3.6

PIODERMITES

4.

EMERGÊNCIAS NEUROLÓGICAS

4.1

CRISE CONVULSIVA

4.2

TRAUMATISMO CRANIOENCEFÁLICO

5.

EMERGÊNCIAS RELACIONADAS AO TRATO GASTROINTESTINAL

5.1

DIARREIA AGUDA E DESIDRATAÇÃO

5.2

DOR ABDOMINAL

6.

EMERGÊNCIAS ENDÓCRINAS E METABÓLICAS

6.1

SUPORTE HIDROELETROLÍTICO

6.2

CETOACIDOSE DIABÉTICA

6.3

LESÃO RENAL AGUDA

7.

EMERGÊNCIAS REUMATOLÓGICAS

7.1

FEBRE REUMÁTICA

7.2

ARTRALGIAS

8.

TEMAS ESPECIAIS

8.1

MAUS TRATOS

8.2

VIOLÊNCIA SEXUAL

INTRODUÇÃO A CRIANÇA COM FEBRE E SEM FOCO

• Bacteremia oculta (BO) é a presença de patógeno bacteriano na cultura de sangue de alguém sem história, exames físicos e laboratoriais sugestivos de infecção bacteriana. • Os fatores que aumenta o risco de um paciente com bactermia oculta são: Temperatura maior ou igual a 39ºC, idade entre 3 e 36 meses e leucócitos totais maior ou igual a 15.000 celulas/mm3. A presença de todos os três fatores eleva o risco de BO > 10%. • Doença bacteriana grave (DBG) compreende bacteremia, meningite bacteriana, sepse e outras doenças invasivas bacterianas.

CONDUTA NA CRIANÇA COM FEBRE E SEM FOCO

Na anamnese questões específicas quanto a tosse, vômitos, mudança de comportamento da criança (recusa alimentar, irritabilidade, sonolência, letargia) e outros sintomas (rinorreia, sibilos, diarreia) devem ser questionados. Por exemplo, crianças com pneumonia podem ter tosse e taquipneia facilmente identificado pelos pais, bem como sinais e sintomas de ITU (disúria, polaciúria, dor abdominal e nova incontinência urinária) devem ser investigados em crianças com controle esfincteriano. Em crianças menores, a presença de vômitos, com ou sem diarreia, podem ocorrer naqueles com ITU, com os pais podendo referir, ocasionalmente, alterações nas características da urina (ex: odor).

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