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Manual de Urgências e Emergências em Pediatria

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Índice
1.9

introdução a "INTOXICAÇÃO EXÓGENA "

A intoxicação exógena consiste na contaminação por um dado agente químico, gerando consequências clínicas e/ou bioquímicas. Essa exposição pode ocorrer de forma acidental ou intencional. No Brasil, a intoxicação acidental é mais comum em crianças menores de 5 anos, estando entre as principais causas a ingestão de medicamentos, produtos químicos de uso doméstico, pesticidas ou plantas tóxicas. Em relação aos adolescentes, é mais recorrente a intoxicação intencional que decorre do uso de drogas de abuso

conduta da "INTOXICAÇÃO EXÓGENA

Em pacientes vítimas de intoxicação exógena, deve-se, inicialmente, avaliar a existência de sintomas graves ou que representem risco iminente de morte e corrigi-los. Nesse sentido, deve-se seguir os passos do PALS com o intuito de assegurar o bom funcionamento das vias aéreas, respiração e circulação. Além disso, deve-se atentar para outros aspectos como depressão do sistema nervoso central (SNC), desidratação, hipotensão, acidose metabólica, funcionamento hepático e renal, taquicardia com repercussão hemodinâmica, bradicardia com alteração hemodinâmica, hipotermia ou hipertermia, hipoglicemia, convulsões e parada cardiorrespiratória

Manejo geral da INTOXICAÇÃO EXÓGENA

Em caso de dificuldade de diagnóstico da intoxicação ou de tratamento, deve-se contatar o Centro de Assistência Toxicológica (CEATOX) específico de cada região. Casos graves devem ser transferidos para o hospital de referência em intoxicações assim que as medidas gerais forem realizadas e o paciente estabilizado. Se a droga ou a dose ingerida não forem consideradas tóxicas, a conduta será expectante: prover suporte e observar o surgimento de sinais ou sintomas

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