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Manual de Urgências e Emergências em Pediatria

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Índice
1.12
Índice
1.

ABORDAGEM INICIAL DO PACIENTE GRAVE

1.1

AVALIANDO O “A B C” NA CRIANÇA

1.2

OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS SUPERIORES POR CORPO ESTRANHO

1.3

INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA E HIPÓXIA

1.4

OXIGENOTERAPIA

1.5

INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL

1.6

PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA

1.7

CHOQUE

1.8

SEPSE

1.9

INTOXICAÇÃO EXÓGENA

1.10

AFOGAMENTOS

1.11

ANAFILAXIA E REAÇÕES ALÉRGICAS

1.12

MANEJO DA DOR

1.13

QUEIMADURAS

2.

EMERGÊNCIAS CARDIOPULMONARES

2.1

ASMA

2.2

LARINGITE

2.3

PNEUMONIAS

2.4

MIOCARDITE

2.5

ARRITMIAS

2.6

HIPERTENSÃO ARTERIAL

2.7

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA

3.

EMERGÊNCIAS INFECCIOSAS

3.1

A CRIANÇA COM FEBRE SEM FOCO

3.2

MENINGITE BACTERIANA

3.3

ENDOCARDITE INFECCIOSA

3.4

INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO

3.5

CELULITES

3.6

PIODERMITES

4.

EMERGÊNCIAS NEUROLÓGICAS

4.1

CRISE CONVULSIVA

4.2

TRAUMATISMO CRANIOENCEFÁLICO

5.

EMERGÊNCIAS RELACIONADAS AO TRATO GASTROINTESTINAL

5.1

DIARREIA AGUDA E DESIDRATAÇÃO

5.2

DOR ABDOMINAL

6.

EMERGÊNCIAS ENDÓCRINAS E METABÓLICAS

6.1

SUPORTE HIDROELETROLÍTICO

6.2

CETOACIDOSE DIABÉTICA

6.3

LESÃO RENAL AGUDA

7.

EMERGÊNCIAS REUMATOLÓGICAS

7.1

FEBRE REUMÁTICA

7.2

ARTRALGIAS

8.

TEMAS ESPECIAIS

8.1

MAUS TRATOS

8.2

VIOLÊNCIA SEXUAL

INTRODUÇÃO MANEJO DA DOR

Segundo a Associação Internacional de Estudos sobre Dor, a dor é defi nida como “uma sensação emocional associada com real ou potencial prejuízo ao tecido”. Ela pode ser classifi cada como aguda, subaguda ou crônica. A manifestação da dor, sua intensidade e sua expressão sofrem interferências de fatores ambientais, sociais, religiosos, fi losófi cos, culturais e raciais e, por isso, ainda existe difi culdade para descrevê-la

AVALIAÇÃO DA DOR

No processo de avaliação da dor do paciente pediátrico são utilizadas as dimensões sensoriais (autoavaliação), comportamentais e fi siológicas (frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial, sudorese e saturação de oxigênio).

TRATAMENTO DA DOR

há métodos medicamentosos e não medicamentosos. Como tratamento não medicamentoso da dor, pode-se dispor de técnicas de hipnose, técnicas comportamentais, acupuntura, relaxamento, solução glicosada, sucção não nutritiva, massagem, toque terapêutico, posicionamento, presença dos pais, música, distração, permitir escolhas e atividades físicas, entre outros.

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