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Manual de Urgências e Emergências em Pediatria

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Índice
1.8

introdução sepse

ANntes de estabelecermos os critérios de sepse, é importante ressaltar que as variáveis clínicas defi nidoras dessa condição são totalmente influenciadas pelas mudanças fi siológicas inerentes ao crescimento e desenvolvimento das crianças. Por isso, para a abordagem da sepse, a faixa etária pediátrica tem sido dividida em seis grupos.

infeccão de sepse

Infecção suspeita ou comprovada (por cultura, histopatologia ou reação em cadeia da polimerase positiva) causada por qualquer patógeno; ou síndrome clínica associada à elevada probabilidade de infecção. A evidência de infecção inclui achados positivos nos exames clínico, de imagem e laboratoriais.

Sepse

É a presença da SRIS na vigência de ou como decorrência de infecção suspeita ou comprovada

Choque Septico

É A ASsociação de sepse com disfunção orgânica cardiovascular.

Conduta na sepse

RESSUSCITAÇÃO INICIAL; ANTIBIÓTICOS E CONTROLE DO FOCO INFECCIOSO; RESSUSCITAÇÃO COM FLUIDOS; DROGAS VASOATIVAS OXIGENAÇÃO POR MEMBRANA EXTRACORPÓREA (OMEC) CORTICOSTEROIDES HEMOCONCENTRADOS E PLASMA VENTILAÇÃO MECÂNICA SEDAÇÃO/ANALGESIA/TOXICIDADE A DROGAS CONTROLE GLICÊMICO

OBSERVAÇÕES na Sepse

Para o diagnóstico da SRIS no paciente pediátrico, recomenda-se a aferição da temperatura central, que pode ser realizada por uma das seguintes vias: retal, bexiga urinária, oral ou cateter central. A medida da temperatura por via axilar não é considerada suficientemente precisa.

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