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Manual Prático para Urgências e Emergências Clínicas

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Índice
2.2

INTRODUÇÃO DE CEFALIA

Pacientes com cefaleia constituem mais de 4,5% das visitas ao departamento de emergência. Do total, um pequeno número de pacientes apresentam cefaleia potencialmente grave (5%) e uma imensa maioria com cefaleia primária benigna (95%). A falha na identifi cação de uma cefaleia importante pode acarretar consequências fatais e o diagnóstico etiológico acaba por ser o objetivo mais desafi ador para o médico

AVALIAÇÃO CLÍNICA DE CEFALIA

No atendimento de um paciente cuja queixa principal é cefaleia, é fundamental uma investigação pormenorizada da dor, dos antecedentes e hábitos de vida do paciente, buscando ativamente pela presença de sinais de alarme:

EXAMES COMPLEMENTARES DE CEFALIA

Como já citado, os pacientes que preenchem critérios para cefaleia primária e que apresentam exame clínico e neurológico normais não necessitam de investigação complementar, exceto naqueles em que seja observado algum sinal de alarme ou que cheguem ao pronto atendimento com um aspecto atípico na apresentação clínica. Os exames necessários dependerão da hipótese diagnóstica escolhida.

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