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Manual Prático para Urgências e Emergências Clínicas

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Índice
10.3

INTRODUÇÃO DE POLIFARMÁCIA NO PS

Polifarmácia é defi nido simplesmente como o uso de múltiplas medicações por um paciente. O número mínimo precisa de medicamentos usados para defi nir "polifarmácia" é variável, mas geralmente varia de quatro a cinco. Enquanto polifarmácia mais comumente refere-se a medicamentos prescritos, é importante considerar também o número de ‘’fármacos não considerados’’ e ervas/suplementos utilizados. A questão da polifarmácia é particularmente preocupante em pessoas mais velhas que, em comparação com indivíduos mais jovens, tendem a ter mais condições de doenças para as quais terapias são prescritas.

ETIOLOGIA DE POLIFARMÁCIA NO PS

Normalmente ocorre por automedicação, por imperícia médica em prescrever ou mesmo por falta de seguimento do paciente com o geriatra ou qualquer outro médico responsável pelo idoso, culminando em baixo conhecimento do mesmo e de sua história farmacológica atual.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DE POLIFARMÁCIA NO PS

• Anticolinérgicos: confusão mental; alucinações; íleo paralítico; boca seca; taquicardia; midríase e fotofobia; bexiga distendida; perda de memória; • Antipsicóticos: apatia; sedação; diminuição de respostas emocionais; tremores; discinesia tardia; distonias; acatisias; • Anti-inflamatórios não hormonais: dispepsia; hemorragia gástrica; náuseas; vômitos; síndrome de Reye (crianças); insuficiência renal;

DIAGNÓSTICO DE POLIFARMÁCIA NO PS

Pode ser feito pela história, colhida com o paciente ou com acompanhante. Além disso, deve-se ter conhecimento da interação, efeitos adversos e a posologia adequada de cada uma das medicações utilizadas pelos pacientes. Ademais as comorbidades e os motivos das prescrições de cada um dos fármacos.

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE POLIFARMÁCIA NO PS

Envolve as variáveis: tipo de droga, posologia, aderência, comorbidade e interações medicamentosas

TRATAMENTO DE POLIFARMÁCIA NO PS

É preciso verificar as drogas que estão sendo utilizadas e realizar alguns passos: 1. Avalie a terapia medicamentosa atual: avaliar o regime terapêutico do paciente é essencial. Essa revisão pode indicar a necessidade de mudanças para terapia medicamentosa prescrita.

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