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Manual Prático para Urgências e Emergências Clínicas

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Índice
5.1

INTRODUÇÃO DE SEPSE

Sepse é responsável por uma alta taxa de mortalidade, morbidade e custos elevados de tratamento. Nos últimos 20 anos, sua mortalidade global tem sido reduzida, porém a incidência da síndrome é crescente, justifi cando um elevado número de óbitos anuais. Desse modo, é de extrema importância saber diagnóstico e manejo dessa condição.

ETIOLOGIA DE SEPSE

Bactérias gram-negativas (principalmente as multirresistentes), gram-positivas (especialmente Staphylococcus aureus resistente à meticilina, enterococo resistente à vancomicina, Streptococcus pneumoniae resistente à penicilina) e fungos são as principais etiologias, entretanto qualquer microrganismo seja ele protozoário, helminto, vírus, pode ser causador de sepse.

DIAGNÓSTICO DE SEPSE

SEPSE: Síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) desencadeada por algum microrganismo.

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE SEPSE

Insuficiência cardíaca descompensada; choque cardiogênico; embolia pulmonar; síndrome do desconforto respiratório agudo; pancreatite aguda; crise tireotóxica; crise addisoniana; anafilaxia; intoxicação aguda; síndromes hipertérmicas; encefalopatia; hemorragia subaracnoidea

TRATAMENTO DE SEPSE

A aplicação dos pacotes de sepse da Campanha de Sobrevivência à Sepse levou a uma melhoria de qualidade contínua e sustentada na terapia de sepse e foi associada à redução da mortalidade.

PROGNÓSTICO DE SEPSE

Para avaliação de prognóstico do paciente séptico, o escore mais utilizado atualmente é o Mortality in Emergency Department Sepsis (Meds).

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