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Manual Prático para Urgências e Emergências Clínicas

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Índice
1.7

INTRODUÇÃO DE SÍNDROME CORONARIANA AGUDA COM SUPRADESNIVELAMENTO DE ST

O envelhecimento populacional acompanhado de maus hábitos alimentares, sedentarismo e outros fatores de risco têm aumentado o número de pessoas com aterosclerose no Brasil ocasionando uma elevação na incidência de síndromes coronarianas agudas (SCA) e outras desordens vasculares

ETIOLOGIA/FISIOPATOLOGIA DE SÍNDROME CORONARIANA AGUDA COM SUPRADESNIVELAMENTO DE ST

O ponto central da doença é a formação da placa aterosclerótica e sua instabilidade. Em geral, os pacientes possuem uma placa aterosclerótica em sua(s) coronária(s) que diminuem o fluxo sanguíneo para o miocárdio, porém, quando estão estáveis, o dano é pouco evidente.

QUADRO CLÍNICO DE SÍNDROME CORONARIANA AGUDA COM SUPRADESNIVELAMENTO DE ST

Entre 75-85% dos pacientes apresentam dor torácica como sintoma predominante. Essa dor caracteristicamente é de longa duração (maior que 20 minutos), súbita, desencadeada por estresse, exercício ou até mesmo em repouso. Pode, ainda, ter irradiação para membro superior esquerdo, dorso ou mento. Em geral, é amenizada com repouso ou uso de nitratos.

DIAGNÓSTICO DE SÍNDROME CORONARIANA AGUDA COM SUPRADESNIVELAMENTO DE ST

Antes de detalhar os meios diagnósticos, deve-se destacar que a maioria das terapias é tempo-dependente, portanto o diagnóstico deve ser dado no menor tempo possível.

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE SÍNDROME CORONARIANA AGUDA COM SUPRADESNIVELAMENTO DE ST

IAMCST faz diagnóstico diferencial principalmente com IAMSST, dissecção aguda de aorta, pericardite e estenose aórtica.

TRATAMENTO DE SÍNDROME CORONARIANA AGUDA COM SUPRADESNIVELAMENTO DE ST

Em paciente com hipoxemia (saturação menor que 90%), deve-se ofertar oxigênio a 100% em cateter nasal ou máscara (2 a 4 L/min) com monitorização constante e avaliar necessidade de gasometria seriada

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